Por Rostand Medeiros
A fotografia acima, publicada em um jornal de 1908, mostra Alberto Frederico de Albuquerque Maranhão (1872–1944), personagem central da política e da vida cultural do Rio Grande do Norte durante as primeiras décadas da República. Nascido em Macaíba, em 2 de outubro de 1872, Alberto Maranhão formou-se pela Faculdade de Direito do Recife. Irmão de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão e de Augusto Severo, integrou uma das famílias que exerceram enorme influência política no estado durante a Primeira República.
Alberto Maranhão
Seus governos ficaram associados a importantes transformações estruturais e urbanas em Natal. Durante sua administração, foram impulsionadas iniciativas pioneiras nas áreas de educação, cultura, saúde, energia e transporte. Sob o seu mandato, foi inaugurado o então Teatro Carlos Gomes, em 1904 — posteriormente denominado Teatro Alberto Maranhão —, e criados o Conservatório de Música e o Derby Club, além da implantação da iluminação elétrica e dos bondes na capital.
Alberto Maranhão também teve forte atuação no incentivo às letras e às artes. Autorizou a premiação a premiar e publicar obras literárias e científicas, iniciativa que contribuiu diretamente para a movimentação intelectual potiguar daquele período. Contudo, sua trajetória esteve profundamente inserida nas disputas, alianças familiares e práticas oligárquicas características da Velha República brasileira. Estudos destacam tanto suas marcantes realizações administrativas e culturais quanto as controvérsias relacionadas ao exercício do poder e ao clientelismo da época. Depois de deixar definitivamente a política, Alberto Maranhão mudou-se com a família para Paraty, no estado do Rio de Janeiro. Morreu em Angra dos Reis, em 01/02/1944.
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta!
Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo.
Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
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