Por Rostand Medeiros
Visitando a Pedra Bonita, um local realmente diferenciado. No sertão de Pernambuco, próximo à interessante cidade de São José do Belmonte, existem duas enormes rochas, bem diferenciadas em relação a tudo que existe no entorno, originalmente conhecidas como Pedra Bonita, que guardam uma das histórias mais impressionantes do Nordeste.
Entre 1836 e 1838, o local foi palco de um movimento messiânico inspirado no sebastianismo, antiga crença portuguesa na volta do rei Dom Sebastião, desaparecido na batalha de Alcácer-Quibir, em 1578. Os seguidores acreditavam que o rei estava encantado dentro das pedras e que seu reino seria desencantado por meio de rituais. Em maio de 1838, a crença terminou em uma tragédia sangrenta, com dezenas de mortes, que marcou até hoje a região.
Mais de um século depois, essa história sertaneja seria transformada em literatura pelo paraibano Ariano Suassuna. Publicado em 1971, O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta mistura história, mito, cultura popular, religiosidade, genealogias imaginárias e a tradição ibérica para construir uma das obras mais importantes da literatura brasileira.
Suassuna não simplesmente recontou o episódio histórico: ele o recriou literariamente através de Dom Pedro Dinis Ferreira-Quaderna, personagem que se apresenta como descendente dos antigos reis da Pedra do Reino e sonha com a construção de um grande reino sertanejo. Assim, as pedras de São José do Belmonte passaram da memória de uma tragédia do século XIX para o universo mítico e literário de Ariano Suassuna — tornando-se um dos grandes símbolos do imaginário sertanejo e da cultura armorial. Depois que li o livro de Ariano, desejei muito conhecer esse local e foi muito interessante.
Já reli o livro e voltei a Belmonte e à Pedra Bonita algumas vezes, onde tenho um grande amigo, o intelectual Valdir José Nogueira de Moura Valdir José Nogueira.
É sempre uma viagem muito prazerosa. Esse lugar é mágico! #pedradoreino #pernambuco, #arianosuassuna #pedrabonita #pajeu #literaturanacional #livro #viagem #tokdehistoria #rostandmedeiros
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.
E entenda que:
"Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
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