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terça-feira, 19 de maio de 2026

OS CACHORROS DE LAMPIÃO: Você sabia que o bando tinha "cães guerreiros"?

 Por Mikael Carvalho

Quem estuda a história do cangaço sabe que a sobrevivência na caatinga exigia astúcia máxima. Mas o que muita gente não imagina é que Lampião tinha aliados de quatro patas fundamentais para o bando!
​Os cães mais famosos do Capitão se chamavam Guarany e Ligeiro. Eles eram tão importantes que ganhavam até coletes de couro sob medida para proteção contra os espinhos do sertão.
​Mas qual era a real utilidade deles no bando? Não eram apenas bichos de estimação, eram peças estratégicas de sobrevivência: 
Sentinelas silenciosos: A principal função deles era o alarme. Com olfato e audição apurados, detectavam a aproximação das forças policiais (as volantes) muito antes de qualquer humano.  
Adestrados para o silêncio: Para não entregar o esconderijo do bando, eles eram treinados para NÃO LATIR. O aviso era dado de forma sutil: um rosnado baixo, um puxão na roupa ou uma mudança de postura.  
Garantia de janta: Em tempos de escassez, ajudavam a caçar pequenos animais na caatinga (como mocós e tatús), garantindo o alimento sem que o bando precisasse dar tiros e chamar a atenção.  
Rastreadores: Auxiliavam a encontrar fontes de água escondidas e caminhos seguros na vegetação fechada.
​O triste fim em Angico
Infelizmente, nem toda a astúcia desses animais foi suficiente na madrugada de 28 de julho de 1938. Sob uma forte chuva na Grota de Angico (SE), os cães não conseguiram alertar o bando a tempo, resultando na emboscada que deu fim a Lampião, Maria Bonita e parte do grupo.
​Uma história fascinante e pouco contada sobre os bastidores do cangaço!
Conhecia esse detalhe sobre o bando?
História do nosso Nordeste! 

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando disso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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CINEASTA, JORNALISTA OU UM DOS HOMENS MAIS CORAJOSOS DA HISTÓRIA DO BRASIL?

 Por Mikael Carvalho


Se hoje conhecemos o rosto de Lampião, os detalhes das roupas de Maria Bonita e o visual real do cangaço, devemos tudo a um homem: Benjamin Abrahão Botto.
​Nascido no Líbano, Benjamin foi o responsável pelo feito mais ousado do jornalismo e do cinema nacional na década de 1930: ele se embrenhou na caatinga, ganhou a confiança do "Rei do Cangaço" e filmou o bando em seu cotidiano.
​Aqui vão algumas curiosidades impressionantes sobre essa história digna de filme:
O homem de confiança do Padre Cícero: Benjamin chegou ao Brasil fugindo da Primeira Guerra Mundial. Em Juazeiro do Norte, tornou-se secretário particular do Padre Cícero. Foi lá que ele viu Lampião pessoalmente pela primeira vez, em 1926, quando o cangaceiro foi à cidade receber a patente de Capitão do Exército Patriótico.
A ousadia do projeto: Em 1935, após a morte de Padre Cícero, Benjamin decidiu colocar um plano maluco em prática: documentar o bando mais procurado do país. Com o apoio da produtora Aba Film, ele conseguiu contatos no sertão e conseguiu o impensável — a autorização do próprio Lampião para filmá-los. Virou o "fotógrafo oficial" do Cangaço.
Vaidade e tecnologia: Lampião adorava a modernidade e viu nas lentes de Benjamin uma chance de eternizar sua própria lenda. O cineasta registrou os cangaceiros costurando, dançando o xaxado, rezando e exibindo suas armas e trajes impecáveis.
Censura e mistério: O material era tão impactante que assustou o governo de Getúlio Vargas (Estado Novo), que confiscou e censurou os filmes, temendo que eles transformassem os cangaceiros em heróis populares. Para piorar o mistério, em 1938, poucos meses antes da morte de Lampião, Benjamin Abrahão foi misteriosamente assassinado a facadas em Pernambuco. Um crime que até hoje levanta suspeitas de queima de arquivo.
​Graças aos fragmentos desse filme que sobreviveram à censura, o Cangaço não ficou apenas no imaginário popular; ele ganhou rostos, movimentos e entrou definitivamente para a história iconográfica do Brasil.
​Uma verdadeira relíquia do nosso cinema e da nossa história! 
História do nosso sertão
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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

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QUEM FOI O MAIOR CAÇADOR DE CANGACEIROS?

Por Mikael Carvalho

Todo mundo conhece Lampião e Corisco, mas poucos sabem quem foi o homem que se tornou o maior pesadelo dos bandos do sertão: Zé Rufino (José Osório de Farias).

​Ele começou a vida como sanfoneiro em Pernambuco e chegou a ser convidado pelo próprio Lampião para entrar no cangaço. Recusou o convite e, sabendo que a cobrança viria, mudou-se para a Bahia e entrou para a polícia (as famosas forças volantes).
​Diferente do Tenente João Bezerra — que ficou famoso por emboscar Lampião em Angicos —, Zé Rufino levou a fama de ser o combatente mais implacável no corpo a corpo. Sob o seu comando, mais de duas dezenas de cangaceiros foram derrubados.
​E o fato mais marcante: foi a tropa de Zé Rufino que colocou o ponto final definitivo na Era do Cangaço, ao localizar e abater o temido Corisco (o Diabo Loiro) no dia 25 de maio de 1940.
História do nosso Nordeste 

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