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sexta-feira, 10 de julho de 2026

SEBASTIANA, A CANGACEIRA SUMIDA.

Foto publicada no Jornal "A Tarde" de 7 de dezembro de 1938.

https://www.google.com/search?q=Foto+de+sebastiana+cangaceira&rlz=1C1GCEA_enBR1168BR1168&oq=Foto+de+sebastiana+cangaceira&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQIRigAdIBCDc3MTFqMGo3qAIAsAIA&sourceid=chrome&source=chrome.ob&ie=UTF-8#sv=CAMSZxowKg5Ta3Y1TXBzV1lQVkptTTIOU2t2NU1wc1dZUFZKbU06DmdRSHhiWEJxcGpPbk5NIAQqLwobX3hzWlFhczJyRzd6TzVPVVBodUtnNkFjXzQ3Eg5Ta3Y1TXBzV1lQVkptTRgAMAEYByCGmbxTSggQARgBIAEoAQ

Conseguiu escapar do Massacre de Angico. Sebastiana Rodrigues era seu nome e prima de duas cangaceiras: Quitéria e Aristeia e foi fácil se adaptar ao Cangaço, pois estava em família e ficou sendo o par de Moita Brava, um dos mais valentes do Bando de Lampião e logo engravidou, teve um filho que, com poucos dias de nascido entregou ao promotor de Justiça Manoel Cândido, de Água Branca, Alagoas. Deixou a criança com um bilhete afirmando ela recebeu o nome de Joaquim Manoel Calumbi,  mais tarde registrado como Manoel da Rocha e teve boa educação.

Aliás, era regra de o Cangaço entregar os filhos recém-nascidos a juiz, promotor e padre visando um futuro decente.

Pois bem, Calumbi foi para São Paulo constituiu família e morreu aos 110 anos de idade. Mas essa é outra história.

E quanto a Sebastiana, sua mãe, após a fuga de Angico, se entregou a Polícia. Cumpriu pena e depois de livre, desapareceu no mundo, igual música cantada por Cauby Peixoto, ninguém sabe, ninguém viu… essa é a sua história.


A cangaceira Sebastiana em imagem do jornal "A tarde", em 7 de dezembro de 1938. Veja o que a Inteligência Artificial é capaz de fazer.


https://mulheresdocangaco.com.br/project/sebastiana-a-sumida/


MAIS INFORMAÕES SOBRE A CANGACEIRA SEBASTIANA.


Sebastiana e seus lindos olhos - Foto publicada no Jornal "A Tarde" de 7 de dezembro de 1938.


Sebastiana Rodrigues Lima, foi uma cangaceira que integrou o bando de Lampião, ficando historicamente registrada por sua beleza, especificamente seus "lindos olhos".

Os olhos de Sebastiana são, sem dúvida, um dos registros mais profundos e magnéticos da iconografia do Cangaço, através desta fotografia, percebemos um olhar que carrega a dualidade exata da vida no sertão: uma mistura de serenidade e resistência.

Sebastiana era prima de duas cangaceiras: Quitéria e Aristeia e foi fácil se adaptar ao Cangaço, pois estava em família e ficou sendo o par de Moita Brava, um dos mais valentes do Bando de Lampião e logo engravidou. Menos de um ano antes da tragédia em Angico, precisamente em 10 de Outubro de 1937 Sebastiana deu a luz a um filho de Moita Brava. A criança foi entregue ao promotor Manoel Cândido de Água Branca, AL, junto com uma carta de recomendação. O menino que nasceu em Águas Belas, Pernambuco, foi batizado na matriz de Mata Grande, AL com o nome de Joaquim Manoel Calumbi.

Pois um bilhete foi deixado afirmando que ele recebeu o nome de Joaquim Manoel Calumbi, mais tarde registrado como Manoel da Rocha e teve boa educação.

Aliás, era regra de o Cangaço entregar os filhos recém-nascidos a juiz, promotor e padre visando um futuro decente.

Calumbi foi para Arapiraca, AL, constituiu família e morreu aos 79 anos de idade. Mas essa é outra história.

E quanto a Sebastiana, sua mãe, após a fuga de Angico, se entregou a Polícia. Cumpriu pena e depois de livre, desapareceu no mundo, igual música cantada por Cauby Peixoto, ninguém sabe, ninguém viu… essa é a sua história.

Com a morte de Lampião, avançaram os processos de entregas.

Entre as cangaceiras que se entregaram, estavam Sebastiana Rodrigues de Lima, de “Moita Brava”, cujo nome era Antônio Alves dos Santos, e Laura Alves de Barros, de "Boa Vista”, cujo nome era Manoel Francisco dos Santos.

A trajetória das mulheres no cangaço, como Sebastiana, é marcada pela adaptação a um estilo de vida nômade e violento, frequentemente entregando seus filhos para evitar a vida de perseguição da "volante" (polícia da época).

https://www.instagram.com/p/DX-XFeTEaMy/

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com



ANÁLIA FERREIRA DA SILVA IRMÃ DE LAMPIÃO.

 Por José Mendes Pereira


Anália Ferreira da Silva era a irmã caçula da família Ferreira. Tentou levar uma vida pacata. Seu casamento foi com Eliseu Noberto e infelizmente faleceu em 1941, aos 31 anos, durante um parto de gêmeos.

A Família Ferreira foi muito infeliz, teve uma história de vários acontecimentos trágicos, foram cinco homens e quatro mulheres. Dos irmãos, Antônio, Livino e Ezequiel juntaram-se a Lampião no cangaço, enquanto João ficou responsável por proteger e cuidar das irmãs.
Antônio Ferreira (o mais velho e afirmam os historiadores que ele não era filho de José Ferreira): O braço direito de Lampião. Era considerado um dos mais destemidos e durões do bando. Morreu anos depois de forma acidental, ao disparar sua própria arma enquanto tentava se levantar.
Livino Ferreira da Silva juntou-se ao bando ao lado de Lampião e Antônio. Era conhecido por ser valente e também participou ativamente das ações do grupo.
João Ferreira da Silva foi o único dos irmãos (homens) que não quis entrar para o cangaço. Ele ficou responsável por cuidar das irmãs mais novas.
João Ferreira e Maria Ferreira (Dona Mocinha) alcançaram a velhice. Os outros tiveram suas vidas interrompidas precocemente.

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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"A MORTE DO IRMÃO DE MARIA BONITA"

Por Dr. Ivanildo Alves da Silveira

Na foto, vemos José Gomes de Oliveira, também conhecido como Zé de Déa, um dos irmãos da cangaceira Maria Bonita.

Esse homem, devido às perseguições que sua família sofria por conta do envolvimento de sua irmã com o cangaço, por pouco não se tornou cangaceiro. Chegou a andar com o bando, mas foi vetado pela própria Maria Bonita, que não queria vê-lo naquela sofrida vida.

Zé de Déia, irmão de Maria Bonita.

Porém, mesmo com os cuidados da irmã, ela não pôde livrá-lo do destino trágico que lhe estava reservado.

Após a morte de Lampião e Maria Bonita. Tempos depois Zé de Déa, seu pai e o irmão Isaías se desentenderam com o primo Gêncio e mais três familiares. Uma briga corriqueira que terminou em tiros e facadas. Zé de Déa foi ferido por tiros e facadas; seu pai também ficou ferido, e seu irmão Isaías acabou morrendo. Do outro lado, um irmão de Gêncio e outro primo foram mortos por Zé de Déa.

Logo depois, Zé de Déa foi para São Paulo, onde passou a morar nas imediações da Vila Guarani. Certa noite, enquanto ele e um amigo caminhavam pelo bairro, passou por eles um táxi. Zé de Déa jogou uma ponta de cigarro dentro do veículo. O motorista deu a volta e, ao se aproximar, apontou um revólver em sua direção. Zé de Déa tentou se abaixar, mas foi atingido na coluna. Ainda foi socorrido e levado a um hospital-asilo, mas não resistiu e faleceu.

Certamente, esse "amigo" era apenas um conhecido de bar, pois só soube informar seu nome de forma incorreta, além de dizer que Zé era operário. Não sabia seu endereço, filiação ou procedência.
Zé de Déa foi enterrado como indigente. É claro que, posteriormente, a família deve ter tomado conhecimento do fato e providenciado os devidos registros.
José Gomes de Oliveira, o Zé de Déa, faleceu em 24 de setembro de 1947, aos 32 anos de idade. Em sua certidão de óbito, a causa da morte foi registrada como hemorragia cerebral, com o acréscimo de paraplegia por ferimento de bala na coluna vertebral.

Gostou das informações? Conhecia o triste fim do irmão de Maria Bonita?

Créditos: Ivanildo Silveira/Sabino Bassetti (in memorian)

#cangaço
#lampião
#sertao
#nordestebrasileiro

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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