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sábado, 4 de julho de 2026

UMA SALVA PELO AZAR, OUTRA SALVA PELA SORTE

Por Abdias Filho

As histórias do cangaço são infinitas, e complexas. Sempre existirá um porém em cada finalmente, como diria Odorico Paraguaçu de O Bem Amado.

No Cangaço não era permitido a presença de mulher solteira no bando... Se o companheiro morresse e não aparecesse um pretendente, a saída era a aplicação do código de conduta. A viúva era encaminhada a uma espécie de corredor da morte. Pois sabiam de segredos e não podiam retornar para casa.

Entretanto, com duas cangaceiras o negócio foi diferente. Elas eram mulheres de cangaçeiros importantes e conheciam bem os mistérios do movimento. Mesmo assim foram liberadas para voltarem para a vida comum.

A primeira foi Moça, de Cirillo de Engrácia; a segunda foi Maria Jovina, de Pancada.
Mas, afinal porque elas foram liberadas?

Moça, a companheira de Cirillo foi considerada azarenta depois que seus companheiros Cirilo e Jacaré morreram. A morte de Moderno e outro cangaceiro também contribuiu para esse pensamento.

Curiosamente, ninguém quis mais se envolver com ela, nem mesmo para fazer-lhe o mal A saída foi deixá-la ir embora. E pra completar, entregaram a ela todos os pertences e dinheiro dois seus dois companheiros.


Já Maria Jovina, depois que foi rejeitada por Pancada por suposta traição, o cabra não teve coragem de executá-la. Pancada entregou a companheira para Moreno que era "amigo" da família dela. Ele a levou para casa e a entregou aos pais.

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

O REI DO BAIÃO ETERNIZOU...

Por Luiz Gonzaga

Em 1963, o Rei do Baião eternizou nas ranhuras do vinil uma das homenagens mais emocionantes da nossa música. Esta imagem, que marcou o Compacto Duplo 'Homenagem a Zé Dantas', celebra muito mais do que um lançamento fonográfico: é o registro visual da sintonia e da genialidade de uma das maiores parcerias da história da música brasileira. Juntos, Luiz Gonzaga e Zé Dantas traduziram a alma, os costumes e a poesia do sertão para o mundo.

Uma lembrança preciosa de uma amizade que virou a trilha sonora eterna da nossa cultura.


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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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O CASARÃO DA FAZENDA TRIGUEIRO

Encontrei no facebook na página do Adelmo Leite Oliveira

O Casarão da Fazenda Trigueiro é uma imponente construção histórica erguida por volta de 1790 na zona rural de Pereiro, Ceará. Com 38 quartos e paredes de até 1 metro de espessura, o local servia como fortaleza contra cangaceiros e indígenas e hoje é preservado.

A edificação colonial reflete a época do Brasil Império. No térreo, as janelas estão presentes apenas na fachada frontal, uma estratégia de proteção defensiva. Segundo relatos tradicionais detalhados pela Casa do Ceará, a areia utilizada na obra bicentenária foi transportada no lombo de animais e por escravizados desde o Rio Jaguaribe, localizado a aproximadamente 100 km de distância.
O imóvel pertence à mesma família há quatro gerações, tendo como primeiro morador registrado o fazendeiro Manoel Diógenes Osório.
O casarão carrega a fama de ser assombrado, com relatos de sons de choro, toques de sanfona e barulhos de objetos caindo durante a noite. Para muitos, esses mistérios são indissociáveis do “passado sombrio” do local, que incluía uma senzala e a rigidez do sistema escravocrata da época.
Entre o mistério das lendas e a solidez da arquitetura colonial, o Casarão da Fazenda Trigueiro permanece como um dos monumentos mais intrigantes do nosso estado do Ceará.

https://www.facebook.com/100069717834965/posts/1319393477061234/?rdid=UmCoRA8C5As30iGQ#

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

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