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sábado, 14 de março de 2026

TEXTO ESCRITO PELO AMIGO, PROFESSOR, ESCRITOR E POETA DAMIÃO SIRIDÓ, COMO FORMA DE HOMENAGEM A KYDELMIR DANTAS .

 

KYDELMIR DANTAS

Escritor do ano na Paraíba, homenageado pelo IFPB.

Nada é mais satisfatório do que obter o justo e merecido reconhecimento. E nada mais gratificante do que ver um grande homem sendo honrado, sobretudo um conterrâneo nosso. E se é pra ser louvado, que seja em vida para continuar o sendo também, sempre, pois todo reconhecimento é um ato de gratidão; e a gratidão é no dizer do poeta e filósofo picuiense Abílio César: “– traço nobilitante do homem de caráter!”

A verdade é que, no campo das Artes e das Letras nem todos são assim agraciados em vida pela dama fortuna ou pelos gênios do fado e do destino. Nesta parca lista inserem-se alguns como: Bernardo Guimarães, Machado de Assis, José de Alencar, Euclides da Cunha, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, Ariano Suassuna, Patativa do Assaré, Antônio Francisco, Chico Pedrosa, Cecília Meireles, Auta de Souza, Zila Mamede, dentre outros.

Antônio Kydelmir Dantas de Oliveira é um paraibano que teve essa honra e felicidade, e merecidamente. Este ano, ele foi escolhido para ser homenageado pelo IFPB, em todo território paraibano e o 5º SELICULT – Seminário de Linguagens, Literatura e Culturas do IFPB – Campus de Picuí, o homenageou com uma programação especial, ampla, variada, rica e belíssima. Vieram prestigiá-lo de perto e de longe, da Paraíba e de fora dela. As homenagens ao poeta este ano por parte do IFPB de todo o estado abrangeram ainda o 4° Concurso Literário do IFPB e o 3° Festival de Arte e Cultura do IFPB - Campus de Cajazeiras.

O escritor destinatário desta láurea é um veterano, sertanejo “testado e aprovado” nas lides mais diversas dos chãos catingueiros que vão desde o Seridó e Curimataú e por toda a Paraíba, passando pelos chãos da terra potiguar, onde viveu por cerca de trinta anos, marcando-a e sendo marcado pelas águas, sol, sombras e poeiras de Mossoró, onde constituiu família e fez longa carreira. Daí que se designa de “paraiguar”, paraibano e potiguar este bardo, que é simultaneamente mestre e menestrel; poeta e cordelista, professor e pesquisador; cronista e ensaísta; agrônomo e escritor, em suma, um entusiasta das coisas nordestinas: de Lampião, rei do Cangaço a Luiz Gonzaga, rei do Baião; do Folclore de Câmara Cascudo à Ariano Suassuna; do Cinema, a Sétima Arte às culturas nordestinas em geral, como as coisas, as evocações dos humores, amores e reminiscências de sua grei, de sua terra, sua gente e de tudo o que emana de dona Angelita Dantas, sua querida mãe e de seu Né, seu dileto pai; sendo ambos: solo, húmus e semente do seu ser, constituindo-o nesta essência inspiradora e contagiante.

O evento durou três dias consecutivos, de 04 a 06 de dezembro do ano da graça de 2025, com a realização de minicursos, palestras, exposições, mesas-redondas, apresentações de trabalhos e oficinas, além de lançamento de livros. Teve, ainda, a presença de autores, poetas, estudantes, estudiosos e escritores picuienses, de outras cidades paraibanas e potiguares, que vieram abrilhantar o evento e prestigiar o homenageado. Vale salientar que, na Paraíba esta é a segunda grande homenagem feita por uma instituição pública, nesse caso, pelo IFPB a Kydelmir Dantas. A primeira foi realizada pela 4ª Gerência Regional de Educação – Cuité/PB, que o homenageou como o autor do ano de 2019 na I Festa Literária da Rede Estadual de Ensino (FLIREDE) e em 2021 ele foi eleito Poeta Destaque por uma agência de publicidade do estado do Rio Grande do Norte.

E assim, se me perguntas: – Quem é o homem? Eu te respondo parafraseando Nietzsche: – Ecce homo! ( – Eis o homem!)

É o andarilho errante nas sendas das coisas boas, que por onde passa aspira e inspira benfazejas ações e impressões, colhendo os bons frutos e plantando a boa semente, dentre as sementes que a terra e cultura mãe nordestina e brasileira nos possam dar. Poço fundo e inesgotável da melhor aluvião que há, mitigando secas, transpondo cercas de lá e de cá, nele há um pouco de tudo que é cultural, pairando aí a essência armorial, que lhe plantou no espírito seu primo Ariano Suassuna. Seja em essência ou de fato, pelo que exala ou faz, é um epítome completo do autêntico nordestino reunindo em si todas as facetas de um genuíno sertanejo, pois nele há um pouco de tudo, do tudo que a terra catingueira dá: é cantador, é repentista ou rabequeiro; é o bardo, aedo, jogral ou trovador, herdeiro das baladas medievais e das trovas ibéricas; é o seresteiro ou boêmio das noites estreladas, o apoiador dos desertos da caatinga, bandoleiro das hostes lampiônicas, o violeiro em noites enluaradas; é o forrozeiro com o pé na gafieira, nos sambas às altas madrugadas, o vaqueiro nos campos da Petrobras; é o obstinado historiador do cangaço desde Jesuíno Brilhante, Antônio Silvino, Lampião, Chico Pereira e todos os demais; também das mulheres cangaceiras, das cordelistas pioneiras; é o consultor histórico do espetacular Chuva de Bala no País de Mossoró que um dia aportou por uns tempos em Currais; é o humanista magnânimo, filantropo e altruísta, mão rápida em servir e ajudar, sem ser de julgar nem apedrejar, coroado dos mais nobres atos de profunda humanidade; cultor da Cultura, Letras e Artes brasileiras e locais; Dom Quixote nordestino, aguerrido, pelos nobres e elevados ideais; ser de vida rural e urbana, homem de fibra, de lealdade e de fé; grande na dignidade e na simplicidade, de sorriso farto e o coração mais grande ainda é para nós um baluarte, amante da equidade e da justiça; devoto, que nunca melindra e nunca de tão pouco se ufana, mas ama as coisas suas, da sua terra, da sua gente e aos seus infalivelmente. Atualmente com pouso em Nova Floresta, sua terra natal, eis, o poeta Kydelmir Dantas, pai de Joaquim Adelino e João Daniel, filho de Angelita e seu Né.

Viva Kyldemir Dantas, o bardo da nossa terra!

Damião Siridó

14 do12 do ano da graça de N. S. Jesus Cristo de 2025

 https://www.facebook.com/search/top?q=francisco%20diassis%20dantas%20datas

ALERTA AOALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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ENTREVISTA DO CANGACEIRO "COBRA VERDE".

 Acervo Helton Araújo

"Entrou no cangaço para ganhar uns “cobres", e, na madrugada do tiroteio em angico, foi buscar o leite."
Fonte: A Noite ( edição ..14/11/ 1938 ) Transcrição de Ivanildo Silveira.
Cobra Verde tem apenas 21 anos de idade , segundo nos declarou. Há dois anos e 10 meses que é cangaceiro. Natural de Piranhas-AL, fazia parte do grupo de ‘Moreno’. O primeiro combate que teve foi no povoado Navio, com a força do sargento ‘Negrinho’.
Perguntamos a ele por que abandonou a vida pacata da cidade para viver como bicho na caatinga, ao que ele respondeu, em sua própria linguagem : “
"Eu era operário da Fábrica da Pedra [Delmiro Gouveia, AL] e ganhava de dez a quatorze mil réis por semana . Era um aperreio para mim, rapaz novo e que queria viver limpo como os outros . Era muito injustiçado na vida. Por isso resolvi ser bandido para ver se arranja uns cobres. Achei boa a vida. Cheguei a possuir dois contos de réis, fora o 'ouro'".
Conta que nunca maltratou alguém, e que vivia no cangaço só para arranjar “ uns cobres “. Disse que fez diversos saques, alguns com Luiz Pedro. No último apresentou aos bandidos, apenas nove contos de réis, escondendo o resto. O chefe era muito bom , mas era muito sabido.
Declarou-nos, ainda, que esteve no Combate de Angico (quando morreu Lampião ). Não dentro do cerco, mas fora porque fora buscar leite muito cedo para a tropa, a mandado do Capitão. Quando foi chegando no coito viu a bagaceira (tiroteio ) de longe, saiu correndo para a Fazenda Cuiabá onde encontrou Balão e outros que, igualmente, haviam fugido do tiroteio.
O Grupo – continua - era composto de 42 homens e 7 mulheres. Com a morte de Lampião esfacelou-se o cangaceirismo no nordeste , porque era o “ chefe” que fornecia e dava ordens a todos os grupos de cangaceiros.
O desejo de Cobra Verde é trabalhar honestamente. Não quer voltar para o sertão.
Obs.: Na imagem, vemos uma foto de Cobra Verde, durante o cangaço e após o cangaço.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=2335825673582550&set=gm.1465390868581730&idorvanity=414354543685373

ALERTA AOALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

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ANIVERSÁRIO DE ANTÔNIO cONSELHEIRO HOTEM.

Por Robério Santos

 Hoje é aniversário de Antônio Conselheiro! Nascido em Quixeramobim-CE a 13 de março de 1830. Foto em Canudos-BA com @gabriiellydantass_ @mensagemnagarrafaa

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10163988132312840&set=a.486697157839


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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

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ANTONIO CONSELHEIRO...

 Por Robério Santos

Peguei a fotografia de Antonio Conselheiro morto feita por Flávio de Barros e gerei um prompt para mostrar como ele seria vivo naquele instante, em 6 de outubro de 1897. Ficou legal? Lembre que ele foi enterrado no dia 25 de setembro de 1897, por isso gerei uma imagem dele sujo. Na foto em que ele aparece deitado, existe a esteira e os pés ao fundo.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10163991151792840&set=a.486697157839

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

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JOÃO MALAMANHA.

 Por José Mendes Pereira


João Malamanha era do mundo, sem naturalidade registrada em nenhum cartório brasileiro, apenas escondia-se às margens do Rio Mossoró, próximo ao clube ACDP.


Era negro e de cabelo enroscado ao crânio, feioso, magro, nenhum dente natural; usava uma prótese fabricada ainda quando havia surgido a dentadura. Só a sua altura dava medo em ver, tendo mais de 2 metros de altura. Mas apesar de ser magrão, seus braços eram como de lutador de luta livre, e bastante longos. De mãos gigantes, além do normal.

Ninguém se atrevia em lhe dizer uma palavra que o incomodasse. Todo mundo o temia, todos lhe tinham respeito, todos curvavam-se diante dele. Era um verdadeiro agigantado animal.
  
Vivia de consertar automóveis, mas não dos bons, ruinzinho. Mesmo sendo um péssimo mecânico, era procurado pelos proprietários de carros. Como Mossoró estava começando a vida, qualquer um mecânico era bem-vindo, desde que fizesse o automóvel partir sua hélice.

Uma vez matara um sujeito só com um cocorote  aplicado em seu crânio pela sua maldita e deformada mão. Outra vez, fez um sujeito beber um litro de creolina, quase de um gole só. O homem baixou hospital, mas por sorte, não morreu, vomitou o ofensivo líquido  de uma só vez.

E outra vez, capou um sujeito por ter cantado uma de suas sobrinhas. Quando este chegou à casa da moça, ao estirar a mão para cumprimentá-la disse-lhe: "-Pegue na minha". A moça sentindo-se desrespeitada, contou para João Malamanha, que de imediato cuidou de encontrar o miserável, levando-o até ao matagal, e lá, fez o horroroso serviço. João Malamanha era assim mesmo. Bruto, perverso, de cara fechada...

https://pt.dreamstime.com/foto-de-stock-mec%C3%A2nico-image35934250

Quem mais sofreu com os seus malditos castigos foi o Leandro, um ajudante de mecânica da sua oficina, que media um pouco mais de 1;30 centímetros. Meia volta e volta e meia, o Leandro era castigado com socos, pontapés, humilhações, cuspidas, e até o batia em suas costas com chaves inglesas, macacos... Nem todas às vezes escolhia o lugar de bater no Leandro,

Certo dia, o Leandro resolveu não mais apanhar do João Malamanha, e decidiu que naquele dia, caso ele tentasse açoitá-lo, sua vida seria findada.

Mas o Leandro que tivesse cuidado, e muito cuidado! O homem era um verdadeiro desumano, era um animal. E se tentasse matá-lo, e se os seus planos não dessem certos, poderia sair na pior, ou estaria morto.

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Ao chegar à oficina o homenzarrão estava feito um leão, abusadíssimo, jogando as ferramentas para o ar, chutando pneus, e com pensamentos piores do que os de Leandro.

Antes de começar a tarefa do dia, o homenzarrão ordenou que o Leandro pegasse um motor com suas forças, e o levasse até a bancada. Não podendo com aquela peça, Leandro disse-lhe que não tinha forças para levá-la até lá.

https://pt.dreamstime.com/pe%C3%A7as-quebradas-do-motor-carro-deitadas-em-uma-mesa-suja-oficina-de-reparo-preto-e-branco-carros-foto-image304562864

O homenzarrão partiu com gosto de gás para cima do Leandro. Levou-o a uma bancada, colocou-o sobre ela. Mas quando tentava enforcá-lo, Leandro retirou da sua cintura uma amolada e pontiaguda faca, enfiando-a no pescoço do homenzarrão.

O João Malamanha só deu tempo para dar um assustador grito, e o sangue jorrou sobre peças e carros que estavam dentro da oficina, caindo sobre uns pneus  encostados a uma parede.

Vendo que tinha vencido o homenzarrão Leandro fez carreira sem destino certo. Nunca mais se viu o assassino do João Malamanha.

Minhas Simples Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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