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domingo, 26 de julho de 2026

SEU GALDINO SURFA SOBRE UMA BALEIA SEM NUNCA IMAGINAR NESTA POSSIBILIDADE.

 Por José Mendes Pereira

Meu personagem seu Galdino bastante famoso e conhecido por ser um contador de histórias sobre onças. 
Podendo parecer com alguém, mas não é imagem de ninguém. Conteúdo de IA. 

Ser caçador de onças, isto todos nós sabemos que seu Galdino como setanejo de raça, é famoso nesse tipo de perseguição a felinos, e até, algumas vezes, chegou a lutar com onças brabas, quando atacado, isto sem ele as provocar. E não adianta ninguém querer duvidar de seu Galdino, um homem destemido aos perigos de onças, que várias vezes, pegou e ainda as amarrou. Fazia isto, simplesmente para satisfazer os seus desejos, como homem camponês, comedou de rapadura cariri, leite tirado na hora do úbere da vaca e homem de muita coragem. 

Seu Galdino sobre uma baleia enorme.

Mas surfar sobre uma enorme e perigosa baleia nas gigantescas águas do infinito mar, isto eu estou sabendo pela primeira vez. E acredito que os nossos amigos leitores, também nunca ouviram falar nesta façanha praticada pelo seu Galdino Men(donça) Borba(gato Filho. 

Seu Leodoro Gusmão, o seu grande compadre e vizinho de propriedade,  quando tomou conhecimento deste acontecimento, quase que caiu do banco, e o abandona no meio do papo.

Seu Galdino e seu Leodoro.

Sentados sobre aquele banco de aroeira pura, um pouco distante da sua casinhola, seu Galdino iniciou como e porque aconteceu dele ficar mais de 2 horas sobre o lombo de uma baleia, pra mais de 30 metros de comprimento, e ultrapassava 180 toneladas de peso. Nunca teve vontade nem de sair um pouco mais além das águas da praia, quando lá em Tibau iam uma vez por ano com a sua esposa Dionísia, mas foi convidado para este fim.

https://pipa.com.br/tibau-do-sul/

E iniciou a história o caçador de onças sobre a sua aventura no alto-mar:

- Foi bem próximo à semana santa - dizia seu Galdino - os meus amigos do tempo da nossa juventude, que gostavam da pescaria em alto-mar, me convidaram para ir com eles, aqui bem na costa de Tibau, em nosso Rio Grande do Norte. só assim, eu viria como é gostoso estar sobre as profundezas das águas salgadas, Mas me deram um tempo para que eu pensasse se iria ou não com eles. Mas resolvi de imediato, confirmando que sem dúvidas, no dia marcado eu estava pronto para esta aventura.

- Sim, senhro! fez seu Leodoro procurando melhor posição sobre o bando.

https://www.google.com/search?

- Pois bem! Já haviam se passado 5 horas da nossa permanência em alto-mar. As águas estavam bastante agitadas, e eu como marinheiro de primeira viagem, não sabia bem me acomodar no barco, devido o seu balançar. E em um dado momento, o barco foi às alturas, e eu meio desequilibrado, assim que tudo subiu, eu subi junto, E o que aconteceu foi o pior, findei caindo nas águas, e sendo jogado longe do barco, fiquei nadando, nadando para ver se alcançava o barco. Mas foi inútil a minha tentativa. E cada braceada que eu dava nadando sobre as  águas salinas, mais distante eu ia  ficando do barco, que naquele momento, a violência marítma era assustadora.

- Eu acredito, meu compadre Galdino, se era ruim para os que já conheciam tudo de pesca, imagina bem para  o senhor que naquela ocasião, era principiante.

- Concordo com o senhor, compadre Leodoro - mas continuando o meu raciocínio - e o que fiz, foi manter a calma, como se nada estava acontecendo. E deixei que o mar me levasse para onde ele quisesse.

- Meu deus! - Fez seu Leodoro.

- Depois de algumas horas, 2h, 3h mais ou menos, acredito eu, ouvi um som meio distante, que parecia de humano. Aí eu me animei, achando que era o barco que vinha à minha procura. Mas não era, meu compadre.

- E o que era? Quis saber seu Leodoro que há tempo que esperava um final feliz.

- Calma, compadre! Calma... Nem era o barco. Era uma enorme baleia que vinha na minha direção. E logo imaginei. Vou ser devorado por ela. Aí eu pensei que  se ela me engolirsse, eu iria retalhá-la toda por dentro com uma faca que estava em minha cintura. E tinha que ser antes que eu fosse  triturado nas suas câmara intestinais.  

- Que coisa, meu compadre! 

- Mas eu fui protegido por Deus. Quando a baleia me viu naquelas condições assustadora, veio por baixo, e eu fiquei sobre o seu lombo. Ela fez fiapo, no modo de dizer. Mais ou menos 10 minutos depois, nós chegamos bem pertinho da praia Ela balançou o corpo e me jogou quase na areia da praia. E assim que eu me aprumei em terra firme, olhei para traz, não vi baleia e nem ninguém. Não sei se era coisa de Deus. Do diabo não foi, porque o sujo só faz coisa ruim para todos nós.

Depois de ouvir esta de seu Galdino sobre o lombo de uma baleia, seu Leodoro se despediu e foi-se embora imaginado consigo: - Que compadre mentiroso!

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. 

E entenda que:

 "Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com






ROYAL CINEMA, MAIS DO QUE UMA SALA DE CINEMA.

Por Rostand Medeiros

Inaugurado em 1913, esse certamente foi um dos maiores símbolos da vida cultural e do lazer da capital potiguar, desempenhando um papel fundamental na modernização e na vida social dos natalenses nas primeiras décadas do século XX, funcionava na Cidade Alta, na esquina das ruas Ulisses Caldas e Vigário Bartolomeu. Ao lado do Cine Polytheama, localizado na Ribeira, dominava a exibição dos grandes filmes que chegavam à cidade, transformando-se em um dos principais pontos de encontro da sociedade natalense.

O Royal Cinema também conquistou um lugar especial na história da música brasileira. Foi para ele que o genial compositor potiguar Tonheca Dantas escreveu, por encomenda, a célebre valsa Royal Cinema, criada para ser executada ao piano ou por orquestras durante as sessões e os intervalos. A composição ultrapassou as fronteiras do Rio Grande do Norte e do Brasil, alcançando reconhecimento internacional. Durante a Segunda Guerra Mundial, chegou a ser executada pelo serviço internacional da rádio BBC britânica.

A rivalidade entre o Royal Cinema e o Cine Polytheama tornou-se uma curiosa página da história de Natal. Segundo historiadores, havia uma espécie de acordo informal entre as duas casas: muitas vezes, a sessão de um cinema só começava quando a do outro terminava, permitindo que os apaixonados pela sétima arte assistissem aos filmes exibidos em ambos os locais. Mais do que uma sala de exibição, o Royal Cinema foi um verdadeiro palco da vida social natalense, onde cultura, música, elegância e entretenimento se encontravam. Sua história permanece viva na memória da cidade e no patrimônio cultural do Rio Grande do Norte.

#natalrn #riograndedonorte #cinema #filmes #setimaarte #tokdehistoria #rostandmedeiros

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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ELA FOI LAVADEIRA DE LAMPIÃO ?

   Por Helton Araújo

Helton Araújo à direita

Na época, contando com seus avançados 110 anos de idade, residindo na cidade de Quixadá no Ceará, a senhora Maria Teresa da Penha, nascida na Paraíba no ano de 1883 foi entrevistada pelo periódico " Diário do Nordeste ".


A história dessa senhora é bem interessante, em entrevista ela revela que seu filho, Odilon Pinto ( na época da entrevista já falecido ) fazia parte do bando de Lampião, a mesma na época, decidiu procura-lo e acabou andando com o bando por um tempo, sendo a lavadeira do bando.
A senhora mostra orgulho em ter sido amiga do afamado cangaceiro, cujo qual, ela chamava de " Capitão ". Além do mais, na imagem vemos dona Penha com uma arma, que segundo ela, ganhou de presente de Virgolino Ferreira da Silva, o famigerado Lampião.
Ela diz que o " Capitão " lhe tratava com muito respeito e carinho, lembra que Lampião era violento com os traidores e caridoso com os pobres necessitados. Suas últimas palavras na entrevista foram " Ele matava para não morrer ".
A matéria faz questão de ressaltar que dona Penha, estava lúcida, muito ativa, ainda cozinhava e varria o quintal, sendo por vezes visitada por curiosos de vários lugares para conhecer sua história com o rei do cangaço.
Quero deixar claro que essas palavras de exaltação ao cangaceiro Lampião, são de totais responsabilidades do periódico e da entrevistada em questão. Faço um adendo, que não posso de forma alguma comprovar se de fato dona Penha andou com Lampião ou são invencionices da anciã.
Quanto ao seu filho, Odilon Pinto, citado na matéria, o jornal não dá mais informações sobre o mesmo. Vulgo, companheira, como saiu do cangaço e etc ...
Bem, assim finalizo com essa matéria informativa a nível de curiosidade relacionada ao tema CANGAÇO.
Foto e Fonte : Jornal Diário do Nordeste
Data : 27/07/1993
Edição Arquivo Digital Helton Araújo

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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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