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domingo, 25 de outubro de 2026

O CANGAÇO PARECE COISA DO OUTRO SÉCULO.

Por Volta Seca

O cangaço parece coisa de outro século, foto sépia, arquivo empoeirado. Mas em 1994, quando o Brasil já tinha novela em cores, videogame e telefone celular, ainda vivia em Salvador a última grande cangaceira do bando de Lampião.

O nome dela era Sérgia Ribeiro da Silva, conhecida como Dadá. Nasceu em 1915 em Belém do São Francisco, no interior de Pernambuco. Aos 13 anos, foi levada à força de casa por Cristino Gomes da Silva Cleto, o cangaceiro Corisco, apelidado de Diabo Loiro, braço direito de Lampião.
Dentro do bando, aprendeu a ler e escrever. Teve 7 filhos no meio da caatinga, fazendo ela mesma os próprios partos, e entregou as crianças a parentes para que tivessem chance de sobreviver. Apenas 3 chegaram à vida adulta.
E aqui está o detalhe que muda a forma de olhar todas as fotos do cangaço. Dadá era costureira. Foi ela quem criou e costurou as roupas, os bornais bordados e os chapéus enfeitados que aparecem em praticamente todos os retratos famosos do bando. A imagem mais reconhecível do sertão brasileiro saiu da agulha dela, no meio do mato.
Em 25 de maio de 1940, quase 2 anos depois da morte de Lampião, a volante do tenente Zé Rufino cercou o casal. Corisco foi baleado e morreu 10 horas depois. Dadá levou um tiro na perna. Presa em condições péssimas, o ferimento virou gangrena, e ela teve a perna amputada.
Depois vem a parte que quase ninguém conhece. Dadá recebeu anistia, foi morar em Salvador, casou de novo e passou décadas costurando para se manter. Em 1980, a Câmara Municipal de Salvador a homenageou pela sua trajetória. E ela ainda lutou para que os restos dos cangaceiros deixassem de ser exibidos num museu e fossem enterrados com dignidade.
Morreu em 7 de fevereiro de 1994, aos 78 anos. Hoje, uma neta dela vive em Salvador e mantém a memória da avó viva costurando peças do cangaço.
São 56 anos entre a morte de Lampião e a morte dela. Enquanto o Brasil achava que o cangaço era história antiga, ele seguia vivo numa máquina de costura na Bahia.
Segue História Ilimitada pra ver a história como você nunca viu.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=122231352440107806&set=a.122121310964107806

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer, não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

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