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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mariano, Pai Veio e Pavão

            
            Segundo o escritor, pesquisador e colecionador do cangaço, Doutor Ivanildo Alves da Silveira, Mariano nasceu no município de Afogados da Ingazeira, no Estado de Pernambuco, no ano de 1898. Seu nome completo era Mariano Laurindo Granja, sendo filho de fazendeiro, de algum conceito.

Kiko Monteiro e Dt. Ivanildo Alves da Silveira
           
             Entrou para o cangaço no ano de 1924. Era negro, muito forte, andando sempre com uma palmatória de baraúna dependurada na cintura, com a qual surrava suas vítimas. Acompanhou Lampião por muito tempo, sendo uns dos poucos que cruzaram o Rio São Francisco, em agosto de 1928 com destino à Bahia.

Segundo Dr. Ivanildo, os que chegaram a Bahia em 1928. Da esquerda para a direita: Lampião, Ezequiel, Virgínio, Luiz Pedro, Mariano, Corisco, Mergulhão e Alvoredo.

             Ele esteve com Lampião na visita a Juazeiro do Norte.


             Participou do massacre na cidade de Queimadas, onde foram mortos 07 soldados. Participou do massacre a Mirandela, distrito de Pombal/BA. Participou do ataque a Aquidabã, SE, em outubro de 1930. Depois, passou a chefiar o seu próprio grupo.
              Ainda segundo  Dr. Ivalnido Alves da Silveira, no Seminário Cariri Cangaço de 2010, a maioria dos pesquisadores presentes, analisando fatos posteriores concordaram que o que aparece da esquerda para direita é o cangaceiro PAVÃO, e não Zepellin, como identificado na legenda.
            Estes cangaceiros foram assassinados no dia 10 de outubro de 1936, em Porto da Folha, lugar chamado Cangalexo, no Estado de Sergipe.
           

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