Por: Frederico Pernambucano de Melo
Frederico no program do Jô Soares
Em 1901 (Antonio Silvino) empreende longa viagem ao Seridó, Rio Grande do Norte, com os acontecimentos de maior destaque se dando em Santa Luzia do Sabugi, Paraíba, onde mata um alferes e um sargento comissionados e perde seu novo lugar-tenente, Pilão Deitado, mais os companheiros Pimenta e Macambira, presos e executados, e em Caicó, onde são mortos Paciente, Azulão e Moreninho. Procura refúgio no Ceará, zona dos Cariris Novos, enfurnando-se por muitos meses.
Segundo alguns estudiosos, data deste ano o aparecimento do primeiro folheto de cordel sobre o grande bandido: A canção de Antonio Silvino, de Leandro Gomes de Barros.
Em 1902, reaparece na zona dos engenhos de açúcar de Pernambuco e Paraíba com o grupo remontado, do qual passam a fazer parte Cocada, Rio Preto, Relâmpago, e Barra Nova.
Não mais se interessa por aumentar o efetivo. Procura insinuar-se na amizade dos senhores de engenho, especialmente o que padecem afrontas policiais por se acharem na oposição política.
Em 1903, na edição de 18 de Julho, o jornal Pequeno, do Recife, o chama de "célebre bandido" e diz que na zona delimitada por Bom Jesus e Timbaúba, Pernambuco, e por Ingá, Campina Grande e Capaceiras, Paraíba, ele havia decretado a supressão da cobrança de impostos,.
A cinco de Julho, em São Vicente Férrer, prende um sargento e dois soldados da polícia paraibana, pendura-os de cabeça para baixo numa estaca e os sangra a punhal.
CONTINUA...
CONTINUA...
Fonte:
Diário
Oficial
Estado
de Pernambuco
Ano
IX
Julho
de 1995
Material
cedido pelo escritor, poeta e pesquisador do cangaço:
Kydelmir
Dantas
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
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