Arte Nordestina! Arte Caririense! Essas facas e punhais da foto não são apenas instrumentos para cortar e matar, mas, também, legítimas expressões da arte da Região do Cariri Cearense, sul do Estado do Ceará. Desde os primeiros contatos com o branco, o índio foi seduzido pela tecnologia do ferro e do aço, abandonando suas quicés de pau e pedra por instrumentos mais sofisticados, "made in" Europa. A faca e o punhal penetraram no sertão e no gosto do povo que ia surgindo desse rico caldeamento cultural. No início, além do fascínio, tais instrumentos eram uma eficiente alternativa no que diz respeito à economia de "bala" (projéteis), pois, pela dificuldade de se obter os componentes da pólvora (a exemplo do salitre) os bandeirantes "passavam os seus inimigos a fio de espada", ou seja, praticavam o rito da sangria, degolando, esgorjando ou decaptando. Mas o que nos move aqui não é a lembrança da violência do passado, e, sim, a arte que surgiu dessa antiga prática. De 1500 em diante, os mestres de ofício invadiram o continente brasileiro com suas tendas de ferreiro e, no Cariri, a produção desses artefatos foi significante. Uma das tendas ou oficinas mais famosas na dita região foi a da "Barra do Jardim", no município cearense de mesmo nome. Aí, no encontro dos rios Jardim e Croatá, entre o final do secúlo XIX e início do século seguinte, a família Pereira fabricava, artesanalmente, facas e punhais para venda, inclusive, um de seus clientes foi o Rei do cangaço, Lampião. A arte desses instrumentos está, principalmente, no cabo, o qual era fabricado com chifre de boi e moedas de cobre (para fazer o "cabo de embuá") ou com alpaca, etc., com formatos que se adequam perfeitamente à anatomia da mão. Algumas peças, com anéis de ouro, chegavam a custar uma pequena fortuna, o equivalente a um carro popular. A família Pereira tinha o hábito de registar sua marca em seus produtos com as siglas JP (José Pereira - o pai), GP (Geraldo Pereira - filho), PP (Paulo Pereira - filho) e SP (Simião Pereira - filho). Na presente foto encontram-se algumas peças fabricadas por eles. Quase todos esses objetos estão no Museu do Beleléu. Como se percebe, não se trata apenas de violência, cutelaria e arte, mas, também, de história e de identidade cultural caririense (Texto e Foto: Heitor Feitosa Macêdo/Objetos: Museu do Beleléu).
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.
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