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sexta-feira, 1 de maio de 2026

GONZAGÃO e Gonzaguinha: ÓDIO, sangue e um ACIDENTE mortal... O fim da DINASTIA .

Por Arte e Alma

Era o rei do baião, o homem que colocou a alma do sertão no mapa. Luís Gonzaga era adorado por milhões, mas dentro da própria casa era um estranho. Abandonou o filho ainda bebé, deixando-o crescer com um vazio que se transformou em ódio feroz e canções carregadas de mágoa. Hoje abrimos o dossier mais doloroso da música popular brasileira.
Descubra a verdade crua por detrás de uma reconciliação que demorou décadas a acontecer. E como o destino, numa viragem cruel e sangrenta, decidiu cortar a dinastia com um acidente que ninguém pôde evitar, exactamente quando o perdão tinha finalmente florescido. Isto não é uma história de glória musical, embora também ser isso.
É a história de uma ferida aberta que durou 40 anos, de um menino que cresceu sem mãe e quase sem pai, criado no monte por padrinhos que o amaram de verdade, mas que nunca poderiam ser o que lhe faltava. de um homem que construiu a sua lenda enquanto destruía sem querer o que tinha de mais próximo.
Por fraqueza, por cobardia, por esta incapacidade que certos homens têm de ficar, que não é maldade, mas produz o mesmo estrago que se fosse. e de outro homem, o filho, que canalizou toda esta raiva na música e em letras que incomodavam o Brasil inteiro, que metiam o dedo na ferida da ditadura, da fome, da injustiça e nas entrelinhas de um pai que nunca soube estar quando precisava estar.
Hoje vai descobrir quatro coisas sobre esta história que muito pouca gente tem claras. Primeiro, o abandono real de Gonzaguinha não foi apenas uma questão de distância física, nem de uma vida itinerante que não deixava espaço para a tua família. Foi uma decisão que envolveu uma madrasta que o humilhava abertamente e um pai que escolhia calar-se quando devia ter falado.
Segundo os anos da Guerra Fria entre os dois, quando Gonzaguinha já era famoso e Gonzagão estava a ser esquecido pelo Brasil. E como é que esta dinâmica de poder invertido mudou tudo entre eles de formas que nenhum dos dois tinha antecipado. Terceiro, o milagre que quase não aconteceu. Como uma mulher que Gonzaguinha tinha razões concretas para odiar, foi quem paradoxalmente estendeu a única ponte que os reuniu.
E quarto, o fim que nenhum dos dois merecia, o acidente numa estrada do Paraná que apagou o último Gonzaga numa manhã de abril, quando a música ainda tinha muito a dizer. E quando o tempo com o pai tinha mal começado a saber a algo que valia a pena guardar. Mas antes você precisa de saber de onde veio este homem, o pai. Porque é aí que tudo começa.
Porque nenhuma história de abandono faz sentido se não percebe primeiro do que é feito quem abandona, de que é feita a terra que o formou e que tipo de homem esta terra produz quando a vida não te não dá nenhum caminho fácil. Luís Gonzaga do Nascimento nasceu a 13 de dezembro de 1912 na fazenda Caiçara, município de Exu, no sertão de Pernambuco, ao pé da Serra do Araripe.
Se já passou por aquela região ou se os seus avós a conheceram, sabe exatamente do que é feita aquela terra. Pó vermelho, sol que esmaga desde antes das 9 horas da manhã, vacas magras à procura de sombra onde não há, cato e mandacaru e uma seca que vem e regressa como se tivesse direito de visita permanente.
Uma terra onde a água é luxo e a migração é um costume tão antigo quanto o próprio Nordeste, onde o retirante que parte em direção ao sul transportando tudo o que tem numa bolsa de lona, ​​é uma figura tão familiar que quase ninguém olha quando passa, porque já viram isso vezes demais. Exu não era um lugar do qual se saía facilmente, e os que saíam às vezes faziam-no para nunca mais voltar, passando o resto da vida carregando aquela terra ao peito, como se o sertão fosse uma marca a ferro que não desaparece nem com os anos, nem com a distância. O pai de Luís Gonzaga,
Januário José dos Santos, era agricultor e acordeonista de oito baixos, conhecido em toda a região como o Mestre Januário. Era um homem duro, de poucas palavras, dos que o Nordeste produz em quantidade porque a terra seca não deixa espaço para a brandura. encontrava na música o único idioma que lhe restava quando as palavras não davam conta do que precisava de ser dito.

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 ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

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