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domingo, 26 de abril de 2026

O MARIDO DA SENHORA ERA IMPOTENTE... UM ESCRAVO ANGOLANO MUDOU TUDO E LHE DEU PRAZER...

Por Procuro um amor de 60, 70 e 80 anos.

Era o ano de 1849 e, em uma fazenda no Vale do Paraíba, algo inimaginável aconteceu. Uma mulher de 48 anos, casada há três décadas com um dos homens mais poderosos da região, estava prestes a cometer o ato mais proibido e perigoso que a comunidade escravista já havia presenciado.

O que aconteceu nos meses seguintes levou a duas mortes brutais: uma traição que abalou a propriedade até os alicerces e um segredo que foi enterrado com os corpos. Mas os mortos não permanecem em silêncio para sempre. E esta história deve ser contada exatamente como aconteceu, sem filtros, sem amenizações, porque a verdade é sempre mais chocante do que qualquer ficção. Dona Eulália Mendes de Albuquerque, como era conhecida, tinha 48 anos, cabelos castanhos já com mechas brancas, que escondia atrás de perucas de renda importadas de Paris. Sua pele ainda conservava um certo brilho, apesar do sol impiedoso do interior do estado de São Paulo, mas as rugas ao redor dos olhos denunciavam décadas de vida que ela não vivera, apenas suportara.
Ela usava pesados ​​vestidos de veludo, mesmo no calor escaldante do verão brasileiro. Corsets que lhe sufocavam, saias que se arrastavam na poeira vermelha daquela terra manchada de sangue e café. Seus olhos eram cinzentos, da cor de um céu antes da tempestade, e carregavam uma tristeza tão antiga que parecia inata.
Mas havia algo mais naquele olhar. Havia fome. Uma fome que começou pequena, discreta, mas que, ao longo de 30 anos, se transformara em um abismo que ameaçava engolir tudo. Seu casamento com Augusto Mendes de Albuquerque foi arranjado quando ela tinha apenas 17 anos. Augusto era um rico comerciante de escravos, 22 anos mais velho que ela, dono de quatro fazendas, 300 cativos e com a reputação de ser um homem severo que não tolerava desobediência. Eulália não teve escolha…
Leia a história completa na seção de comentários.
A história completa está no link abaixo

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2235954363606291&set=gm.4510876532523422&idorvanity=1499842826960156

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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