No livro o autor traz documentos históricos, fotografias e depoimentos de jornalistas, historiadores e artistas, como Luiz Gonzaga, Fagner, Jorge de Altinho, Djavan, Nando Cordel, Genival Lacerda, Elba Ramalho, além de Guadalupe a Anastácia, que foram casadas com Dominguinhos.
O escritor pesquisou desde a infância e adolescência do músico em Garanhuns, onde ele começou tocando na frente do Hotel Tavares Correia e nas feiras. Focou sua ida para o Rio de Janeiro, a amizade com Gonzagão, até chegar ao Dominguinhos doente, sua morte e a luta para que seus restos mortais ficassem em Garanhuns.
É um trabalho de apaixonado pelo que faz, de um escritor voltado para os valores do Nordeste e de sua cidade.
“Dominguinhos – O Neném de Garanhuns” com orelha de Mourinha do Forró e prefácio de Zezinho de Garanhuns já pode ser encontrado nas livrarias e bancas de revista da cidade.
O livro tem 144 páginas. Custa R$ 35,00 ( Trinta e cinco reais) com frete incluso. Você pode adquirir o seu hoje mesmo entrando em contato com o autor através do email incrivelmundo@hotmail.com ou pelos fones (87) 3763 - 5947 / 99944-8888 (Tim)
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
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