Autor Mikael Carvalho
Grupo de LampiÕ e Getúlio Vargas
Muitas vezes lembramos do cangaço apenas pelas batalhas no meio do sertão, mas a verdade é que o destino de Lampião foi selado diretamente pelo palácio do governo, no Rio de Janeiro.
Durante a República Velha, na década de 1920, presidentes como Artur Bernardes e Washington Luís pouco podiam fazer. O poder real estava concentrado nas mãos dos coronéis locais, e as polícias estaduais agiam sozinhas, sem nenhuma coordenação.
Lampião escapava facilmente cruzando as divisas dos estados.
Tudo mudou a partir de 1930, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder.
Vargas tinha um projeto de centralização nacional. Para o novo regime, a existência de bandos armados e independentes dominando o interior do Nordeste era um desafio intolerável à autoridade e à soberania do governo federal.
O papel do governo Vargas foi estratégico e definitivo:
Unificação das forças: Acabou com o isolamento das polícias estaduais e criou uma força-tarefa real entre os diferentes estados para caçar os cangaceiros (as famosas Volantes).
Modernização militar: O governo injetou recursos, equipando a polícia com armamento moderno, incluindo metralhadoras portáteis, além de melhorar a logística de comunicação e transporte.
Fim das blindagens: A forte pressão do governo central asfixiou o apoio político e a proteção que alguns coronéis da região ainda davam aos bandos.
O resultado dessa política de tolerância zero veio em julho de 1938, na Grota do Angico, Sergipe. O fim de Lampião não foi fruto de um combate isolado, mas sim o resultado de uma engrenagem de Estado movida por Getúlio Vargas para impor o controle federal na região.
História do nosso sertão.
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video "O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
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