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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira, Confirmado para Setembro Por:Manoel Severo

Por Manoel Severo
Manoel Severo, Prefeito Tavinho Augusto e a chegada do Cariri Cangaço a Lavras da Mangabeira pela segunda vez.

Vai começar a festa: Confirmada a segunda edição do Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira. A edição 2014 tem sua data confirmada para os dias 12 e 13 de Setembro na acolhedora terra de Fideralina Augusto Lima.

Com o Tema: "O Rosário e o Bacamarte" o Cariri Cangaço provoca o grande debate sobre a figura mítica do santo de Juazeiro do Norte, Padre Cícero Romão Batista e sua relação com os coronéis do sertão neste ano em que se comemora os cem anos da Sedição de Juazeiro.

Para Manoel Severo Barbosa, curador do Cariri Cangaço, a segunda edição do evento em Lavras da Mangabeira “consolida o Cariri Cangaço no calendário cultural de todo o vale do Salgado, e assim festejamos a chegada da segunda edição do Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira de forma sensacional, ressaltando o empenho e trabalho dessa talentosa sertaneja, grande artista e secretária de cultura de Lavras, Cristina Couto, agora é arrumar as malas e aguardar setembro chegar.”

Manoel Severo e Cristina Couto nos preparativos do Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira

Já Cristina Couto, conselheira Cariri Cangaço e secretária de cultura de Lavras da Mangabeira, “a segunda edição do Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira confirma o compromisso de toda a gestão Tavinho Augusto com o resgate da história, tradição e cultura de nosso povo, venham para o Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira edição 2014, não percam essa grande festa em setembro”

Para o cineasta Aderbal Nogueira, conselheiro Cariri Cangaço “O tema sobre O Rosário e o Bacamarte é intrigante uma vez que trataremos de um mito nordestino e suas ligações com os coronéis que é Padre Cícero, e ainda mais com o talento do conferencista que é o poeta e pesquisador lavrense, Dimas Macedo, sem dúvidas teremos um grande Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira 2014”.

Mesa de abertura do Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira 2013
Manoel Severo, Cristina Couto e Juliana Ischiara
Dimas Macedo e Heitor Ferrer na abertura do Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira 2013

O Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira 2014, acontece nos dias 12 e 13 de Setembro na cidade de Lavras da Mangabeira, no região do Cariri, Ceará, Brasil.

Nota Cariri Cangaço:Lavras da Mangabeira é um município encantador. Encravado na região sul do estado do Ceará, um dos grandes do Vale do Rio Salgado, acolheu a  primeira Avant-Premiére do Cariri Cangaço 2013, nos últimos dias 18 e 19 de maio, promovendo uma grande festa onde imperaram as fortes tradições da família Lavrense, tendo como personagem principal Fideralina Augusto Lima.

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A origem do nome "Favela Tranquilim"

Por José Mendes Pereira

A criação de uma favela residencial geralmente começa com uma ou duas famílias, as quais vivem miseravelmente, e como não têm condições para viverem em ambientes mais seguros, arriscam construir suas moradias em loteamentos afastados da periferia, que ainda não existem casas feitas pelos proprietários dos terrenos loteados. Mas geralmente os favelados não invadem os lotes de propriedade particular, apenas aproveitam as ruas projetadas dos loteamentos, e nelas fazem os seus abrigos de taipas, cobertos e rodeados com papelões, e algumas cobertas com telhas, e por eles mesmos os seus abrigos são chamados de barracos.

Favela Tranquilim - www.defato.com

As favelas aumentam constantemente seus moradores, quando outras famílias são levadas por familiares que lá já residem. Qualquer favela tem a sua origem como: o primeiro morador que iniciou a edificação da favela, o primeiro comerciante que fornecia alimentos aos moradores, as primeiras brigas entre vizinhos, e além destes, o nome escolhido por eles mesmos, que geralmente vem de acontecimentos não tão bons, como: pancadas que um deles recebeu do vizinho, facadas, tiros, facãozada, ou ainda pela posição da própria localidade...

A localidade onde eu moro (Teimosos), no bairro Costa e Silva, antes fora favela. Mas, posteriormente o prefeito de Mossoró construiu casas para os favelados, na condição de derrubar todas as casas construídas pelos favelados.

Favela Tranquilim - www.defato.com

Entregue as casas a estes, logo venderam e voltaram para o mesmo lugar. Como o prefeito não tinha condições para construir outras moradias, a localidade passou a ser chamada de Teimosos, devido a teimosia dos favelados, que quase todos voltaram para o mesmo lugar.

Lairinho na Favela Tranquilim - www.lairinho.blogspot.com

A Favela Tranquilim, no grande Alto do São Manoel, no bairro Dom Jaime Câmara, próxima aos Teimosos, quase ligada à Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, é uma das maiores de Mossoró, e seu nome "Tranquilim", foi criado por um dos seus primeiros moradores, um senhor chamado (Tanca), homem que vive mendigando o pão pelas ruas deste bairro, que apesar de ser uma pessoa que pede sobra de comidas nas casas, foi, é, e sempre será um homem honesto, apenas pede para se alimentar. Como ele foi um dos primeiros que deu início à Favela Tranquilim, e quando vinha aqui no bairro Teimosos, muitos querendo saber sobre o andamento da nova favela que estava surgindo, perguntavam-lhe:

- Tanca, como anda a favela que você está morando? Está tudo na Santa Paz do Senhor?

Como ele é um homem educado, calmo, e com o seu jeito tranquilo, respondia  pacientemente:

- Graças a Deus, lá está tudo tranquilim!

E assim surgiu o apelido desta favela, que logo, logo, os moradores serão transferidos para ocuparem as suas casas doadas pela Prefeitura Municipal de Mossoró, as quais já estão sendo construídas no mesmo bairro Dom Jaime Câmara, apenas um pouquinho distante da Favela Tranquilim.


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A Favela Tranquilim não é uma das piores, e nela existem pessoas boas, que vivem trabalhando para a sua sobrevivência, sem intrigas e na Santa paz do Senhor. É claro que lá acontecem mortes, brigas, intrigas, roubos, mas não devemos condená-la, porque em todos os lugares existem isto. Mas ninguém sabe, se ao receberem as suas casas, venderão.

Minhas Simples Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixe-me pegar outro.

Fonte: 
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NAQUELAS VEREDAS DO SERTÃO CANGACEIRO

Por Rangel Alves da Costa*

Imagine o seguinte cenário: Mata fechada, tomada de catingueiras, aroeiras, angicos, quipás e tantas outras árvores de galhagens pontudas, ameaçadoras e traiçoeiras. Mais rente ao chão, urtigas e cansanções, cabeças-de-frade, xiquexiques, tocos pontiagudos e perfurantes, cactos agulhados, carrapichos, tufos com seus habitantes venenosos e indesejáveis. Pontas de pedras miúdas, lajedos cortantes, espinhos abertos em flor, cipós se entrelaçando, grotas e armadilhas. Tudo na natureza cerrada ou por veredas de difícil caminhada. E o calor insuportável se em tempos de estiagem, ou lamaçais escorregadios se em épocas de trovoadas. Além disso, os caminhos perigosos e traiçoeiros, as curvas perigosas, os olhos que pareciam escondidos por dentro da mataria. As incertezas em cada passo, o aperreio em cada instante da vida, seja debaixo do sol, seja debaixo da lua.

Imagine a seguinte cena: Um monte de gente caminhando apressadamente, cansada, esbaforida, tendo que seguir sempre adiante custe o que custar. Pessoas famintas, sedentas, sem tempo de parar para buscar qualquer alimento no embornal ou procurar um fio d’água perdido na mata. Homens correndo, homens fugindo, se entrincheirando, avançando, recuando, atacando, se movendo de canto a outro sem parar. Chovesse ou fizesse sol, todos cobertos com roupas pesadas, com armas, cartucheiras e embornais descendo dos ombros, cruzando os peitos, alojadas nas perneiras. Sempre em alerta, atentos ao menor barulho surgido na caatinga, muitas vezes tinham os olhares voltados apenas para frente e para os lados, para os tufos ao redor, sem ter tempo de dar a menor importância ao que seria encontrado ou pisado pelas grossas alpercatas de couro cru.


Agora imagine a seguinte situação: Na pressa do passo, no avanço rotineiro e até descuidado, ou mesmo já mais lentamente e com esmerado cuidado pelos barulhos suspeitos ouvidos, pela falsa imitação de canto passarinheiro escutado instantes atrás, de repente e alguém lá na frente, aquele que está com a função de abrir caminho, para e levanta o braço direito. Ou apenas parando para gesticular, fazer sinais, apontar direções, ordenar que parte do grupo avance atacando por um lado, enquanto outro deve adentrar na mata pelo outro lado, de modo que o inimigo se veja cercado e sem saída. Ou ainda soltando um grito de comando para recuar, avançar, atacar, se dissipar ou, já sentindo a presença do inimigo e o pipocar de suas armas, querendo dizer que mais uma refrega de vida ou de morte está para acontecer. E num segundo os tiros partindo de todas as direções, gente se entrincheirando rente ao chão, alguns procurando arvoredos ou pedreiras como proteção, outros correndo quase agachados, mas sempre com armas empunhadas. E atirando, contra-atacando, tendo o corpo lanhado da mata impiedosa, muitas vezes com o corpo sangrando pela bala desnorteada que não pôde evitar. Gritos, berros, sons terríveis das armas cuspindo fogo, gemidos abafados, últimos suspiros. A morte. Mas também a continuidade da vida.

E certamente as cenas seguintes: Após colocar o inimigo em recuada, afligi-lo de grandes perdas ou colocá-lo em fuga desembestada por cima de troncos e catingueiras, ter de se refazer no que restou, lamentar os mortos, tentar salvar os feridos, nada parece ainda seguro. Não raro que sequer há tempo para olhar pra trás, para sentir as perdas, para arrastar ou levar nos ombros aqueles que clamam socorro. Sabem que mais adiante a mesma luta será travada, as vidas estarão novamente entregues ao comando do destino Tantas vezes não há vencido nem vencedor, apenas opostos que lutam ferozmente e são vitimados de lado a lado. Cada vitória é comemorada na própria vida que milagrosamente foi preservada, mas não se sabe até quando. Dependendo das circunstâncias, os mortos são abandonados ali mesmo nas veredas da luta, deixados à sorte dos animais carnicentos e das cruzes invisíveis. E um rastro de sangue vai ficando para trás, demarcando a terra sertaneja nas costumeiras vinditas entre cangaceiros e volantes.

Parece filme, relato de uma saga travada nos carrascais nordestinos, um épico medonho que teve seu auge nos tempos de Lampião e seu bando, e com a polícia volante como personagem secundária, mas não menos importante. A película da história não afasta a ideia de que em muitas ocasiões e contextos tenha sido realmente assim. Ora, o cenário não poderia ser outro, as cenas também, e os personagens aqueles homens escolhidos pelo destino para combater as ilusões de um tempo injusto.

Filme longo, penoso, trágico, sangrento, abominável para uns, plenamente justificado para outros, mas sempre memorável em todos os sentidos. Mesmo que se negue o valor do cangaço, a coragem daqueles homens do sol e a sua luta infinda, não se pode deixar de reconhecer a grandiosidade do fato histórico. Eis que o cangaço representou o despertar do homem comum, totalmente renegado pelo poder vigente, e oprimido na sua própria terra, para a possibilidade de reconhecimento e valorização através da luta.

Luta inglória, sim. Mas o cangaço não buscava vitória. Lampião não buscava troféu. Talvez apenas mostrar que o sertanejo, igualmente ao seu sol, também se levanta.

Poeta e cronista
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Novo Show do Grupo VINA


Novo show do
grupo Vivência N’Arte - VINA
Vinícius VINA de Moraes 
Dias:
01, 02 e 03 de maio/2014.
Local:
Teatro Municipal Dix-huit Rosado – Mossoró - RN
Hora:
20:00 horas.
Ingressos:
R$ 20,00 e R$ 10,00
Local de vendas:
Portaria do Teatro e amigos do VINA.

Enviado pelo poeta, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueana Kydelmir Dantas 
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Lampião na Fazenda Ipueiras


No dia 7 de julho de 1927 Lampião em fuga de Mossoró passa um bom tempo na Serra do Coxá, em Milagres, CE. Despois de alguns dias saiu e foi para a casa de Zé Cardoso na Fazenda Ipueiras, em Aurora, CE. 


Lá era coito de seu velho amigo Isaías Arruda o que fez Lampião confiar. Chegando nessa fazenda Lampião almoçou e logo depois o dono ofereceu 8 cabras para participar do bando o que foi recusado por Lampião desconfiado de traição. 

Realmente estava combinado entre o major Moisés e seu cunhado Isaías Arruda essa estratégia. Lampião resolve ir embora sendo atacado pelo major Moisés com 15 soldados.

http://www.recantodasletras.com.br/biografias/4752306

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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Lampião no povoado de Juacema, município de Jaguarari no Estado da Bahia.


Em 29 de Junho de 1929, Lampião e seus cangaceiros chegam ao povoado de Juacema, município de Jaguarari no Estado da Bahia. Não cometeram violência com os moradores, mas queimaram a Estação Ferroviária, e cortaram os fios telégrafos (segundo o cabra Labareda). Em seguida seguiram em direção a serra dos Morgados. 


Lampião com a ponta do punhal, até poucos anos ainda viam vestígios, gravou no batente da janela da Estação a data da sua passagem. A Estação foi demolida, pena não podermos ver os vestígios deixados por Lampião com a ponta do punhal.

Fonte: facebook
Pág.: Governador do Sertão Virgulino

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Lampião visita Icozeira-BA.


No dia 03 de Agosto de 1929, Lampião com 15 cabras, esteve no povoado de Icozeira, município de Abaré, no Estado da Bahia. Não houve alteração por parte dos moradores.


Em 22 de Dezembro de 1929, às 7h da manhã, Lampião chega ao povoado de Cansanção, também no Estado da Bahia. Os cangaceiros fizeram saques e arrombamentos, mais não chegaram matar ninguém. Pegaram um veículo da IFOCS, e dirigiram-se para Queimadas. Eram 18 homens.

Fonte: facebook

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Para impressão ou apreciação


Processo contra Lampião e aliados em Pau dos Ferros/RN de 23 de Novembro de 1931.

O cangaceiro Sabino Gomes

Depois da inciativa do TJ Sergipe, - Leia aqui - agora é vez é o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. 

O cangaceiro Mormaço

O órgão digitalizou e disponibilizou em seu site toda a peça de um processo movido contra "Lampião", Sabino Gomes, Massilon e "Mormaço" por ações criminosas naquele Estado no ano de 1927.

Massilon, Lampião e Sabino Gomes.

O documento histórico foi examinado e digitalizado por Iris Álvares Dantas e editado Arthur Luís de Oliveira Torquato


Crédito e agradecimento ao nosso amigo, pesquisador e escritor Sergio Augusto de Souza Dantas.

http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/
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O cantor João Mossoró fará show no sábado, dia 3 de Maio, no "Mercadão Cadegue"


O cantor João Mossoró fará show no sábado, dia 3 de Maio de 2014 no Rio de Janeiro, no bairro Benfica, no "Mercadão Cadegue". 
Uma festa portuguesa,  no "Cantinho das Concertinas".


Será uma festa bastante animada, quando o artista cantará as mais lindas canções. 

Você que mora no Rio de Janeiro prestigie o artista participando do seu show.

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CANGACEIRO VINTE E CINCO: O ÚLTIMO GUERREIRO DO CANGAÇO

Por João de Sousa Lima
João de Sousa Lima entrega chapéu de cangaceiro a Vinte e Cinco

Dia 29 de abril de 2014, eu Josué Santana e Neli fizemos uma visita ao cangaceiro Vinte e Cinco (José Alves de Matos).

Corisco e o cangaceiro Vinte e Cinco
(foto Benjamin Abrahão - 1936)

João e Neli presenteia 25 com um livro de Moreno e Durvinha

O neto de 25 é um dos membros que participa de vários eventos culturais

José Alves encontra-se em recuperação de saúde.

Sempre muito  educado não ligou muito para as observações de falar pouco e conversou com todos, agradeceu alguns presentes recebidos e falou da alegria de conhecer Neli, que é filha do casal dos cangaceiros Moreno e Durvinha.

25 recebe uma fotografia onde ele aparece ao lado de Lampião



A família de José Alves é bastante educada e carinhosa e tivemos alguns minutos juntos em torno do último guerreiro do cangaço.

SAÚDE E PAZ MEU AMIGO E QUE SUA RECUPERAÇÃO VENHA MUITO EM BREVE.

ABRAÇO: João de Sousa  Lima.

João de Sousa Lima é escritor e pesquisador do cangaço.

http://www.joaodesousalima.com/
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quarta-feira, 30 de abril de 2014

A RESISTÊNCIA DA VILA DE ALEXANDRIA - RN, CONTRA LAMPIÃO..


Ao cruzar o sertão do Rio Grande do Norte, cometendo muitas estripulias, LAMPIÃO e seu bando rumaram com destino á cidade de Mossoró-RN.

Nessa jornada, muitas cidades e pequenas Vilas, se armaram com a população civil, a fim de combaterem os asseclas.

ACIMA, UMA BELÍSSIMA FOTO DOS CIVIS ARMADOS, NO INTUITO DE DEFENDEREM A VILA DE ALEXANDRIA, NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE.

(Foto: Cortesia- Dr. Sérgio Dantas, escritor e pesquisador, autor de 03 livros sobre o cangaço).

Fonte: facebook
Páginas: Voltaseca e Lampião, Cangaço e Nordeste.

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Balas de rife 44


Estas são balas de rife 44 encontradas no local onde o cangaceiro Livino Ferreira da Silva, irmão de Lampião foi morto.

Bolo de aniversário de Moreno em 2010

Foto do cangaceiro Moreno, no seu aniversário de 100 anos. Acervo: Neli Conceição, filha deste cangaceiro.

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Xaxado cabras de Lampião


O GRUPO DE XAXADO CABRAS DE LAMPIÃO está promovendo uma temporada de apresentações do seu espetáculo durante os meses de abril e maio de 2014, “NO QUINTAL DO MUSEU”, no Museu do Cangaço, em Serra Talhada, todos os sábados, às 20h, com entrada gratuita. Já passaram pelo Projeto o Coco Trupé de Arcoverde, os violeiros repentistas Sebastião Dias, Zé Carlos do Pajeú e Pedro de Alcântara, além da vários grupos de danças populares.

“A ideia é oferecer ao público a oportunidade de conhecer o espetáculo de maior representatividade de Serra Talhada e ao mesmo tempo construir o ambiente que vai culminar com o X ENCONTRO NORDESTINO DE XAXADO, abrindo as portas para o São João”, explica Cleonice Maria, diretora do espetáculo e presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião.

Já está previsto a participação da Sanfônica de Carnaíba, show de Samba de Raiz, espetáculos de teatro popular, entre outras atrações regionais.

Sábado próximo, dia 03 de Maio, apresenta-se KAKAZINHO e SAMBA de RAIZ.

Essa temporada faz parte do Projeto de Manutenção do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, patrocinado pelo Funcultura / Fundarpe / Secretaria de Cultura / Governo de Pernambuco, com o apoio da Prefeitura de Serra Talhada / SESC.

Fonte: facebook
Pág.: Governador do Sertão Virgolino

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MEMÓRIAS E NOSTALGIAS

Por Rangel Alves da Costa*

Quem dera se o agora fosse verdadeira saudade amanhã, já ouvi tal confissão de um velho amigo. E de outro presenciei um olhar molhado quando recordei pequenas coisas que a ingratidão do homem e do tempo acaba consumindo. Alguém acertadamente escreveu: só não esquecemos o dia de ontem porque sempre deixamos situações não resolvidas.

Situações envolvendo o ontem, o passado, os tempos idos, a memória. Tantas páginas escritas e na maioria das vezes rasgadas ou esquecidas nos porões do descaso com a própria história de vida.  Preservamos na memória apenas os grandes feitos, as grandes realizações e conquistas, e quase sempre deixando de lado as pequenas e singelas coisas que foram de imensa significação.

Muita gente nega o sentimentalismo, a nostalgia, o regresso a tempos passados. Não sabe, contudo, que a alma também se alimenta do pomar frutificado noutros tempos. E a cada dia que passa, principalmente diante de realidades que quase não permitem acontecimentos bons, o homem tende cada vez mais a ir atrás da felicidade naquilo que seu percurso já semeou. É como se dissesse que o ontem ainda faz com que o hoje valha a pena.


Em instantes assim, quando se abre a porta de trás, surge a sensação de que a vida possui por sustentação momentos e fatos ainda dependurados na parede da memória. Cartas, retratos antigos, bilhetes amarelados, joias familiares, álbuns de família, pedaços e recortes, encontros e desencontros, tudo que permitiu uma existência que sempre merece ser lembrada.

Errôneo imaginar que quem vive do passado é museu e que os percursos vivenciados servem apenas pelas lições aprendidas. Do mesmo modo, não se concebe como vida em sua completude apenas recortes que mereçam ser recordados. Daí sempre a necessidade de o homem não relegar ao esquecimento o percurso de sua história nem o contexto no qual ela foi vivenciada.

Daí também que vejo o memorialismo como forma eficiente de resguardar os fatos e as situações passadas, não só como marcos de uma época e espelhos para o futuro, mas, e principalmente, como meio de reconhecer e valorizar as ações e os gestos humanos em determinados períodos históricos. Somente assim será possível conhecer o antigo e compreender sua importância para cada um, para a vida de um povo e da cidade.

Há de se compreender que as memórias não são baús lacrados, esquecidos, abandonados. As memórias são páginas vivas, abertas, esperando ser folheadas a qualquer instante. Servem como recordações, como reminiscências, para avivar as nostalgias, reencontrar os encantos nos tempos idos, mas também como espelhos diante da realidade presente. E que bom se as molduras de hoje pudessem abrigar com sinceridade e respeito os retratos antigos.

Para ser moderno, novo, estar na moda, não é necessário que feche a porta do ontem. O passado, no seu tempo próprio, já foi tão moderno como o instante tecnológico. Aquelas ferramentas tecnológicas de então impressionavam tanto quanto as inovações de agora. O gramofone, a radiola, o rádio, a televisão, a máquina de escrever, tudo isso já foi visto como avanços científicos impressionantes.

Ademais, basta ver que o computador já parece envelhecido demais. Tecnologias computacionais de dez anos atrás já estão totalmente ultrapassadas no presente. Hoje há uma gama tão grande de inovações surgindo que fica até difícil saber o que é mais moderno ou mesmo a sua utilidade. E amanhã certamente já estarão totalmente obsoletas. E também esquecidas. Mas diferentemente ocorre com alguns objetos e situações de um passado mais distante.

O velho rádio continua em pleno uso, a televisão em preto e branco ainda é de serventia, o giz de cera e o quadro negro ainda fazem parte do cotidiano da maioria das escolas, do mesmo modo o lápis, a caneta e o caderno. Logicamente que já há substituto tecnológico para tudo isso e correspondendo até de forma mais eficiente, mas não se despreza de vez aquilo imposto pela necessidade ou que a sociedade afetuosamente acolheu.


Talvez não seja doloroso recordar as cadeiras espalhadas nas calçadas ao anoitecer, as caminhadas seguras debaixo da lua maior, os quintais imensos com seus cheiros e sabores, os letreiros anunciando os filmes tão esperados, o recolhimento do leite na porta a cada manhã. E amigos se cruzando pelas ruas, crianças nuas chutando a bola em direção ao varal. E a fumaça do bonde, e o apito do trem.

Os retratos espelham tais transformações. Se o homem era mais feliz pouco importa, se a vida era mais prazerosa de ser vivida também pouco importa, principalmente porque os reconhecimentos e as valorizações tardam a acontecer. Mas importa que os mais velhos se sintam entristecidos quando comparam o passado e o presente. E não há como negar a saudade daqueles idos dos livros de ouro e dos bailes antigos.

Poeta e cronista
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Novo Show do Grupo VINA

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Novo show do
grupo Vivência N’Arte - VINA 
Vinícius VINA de Moraes

Dias: 
01, 02 e 03 de maio/2014.
Local: 
Teatro Municipal Dix-huit Rosado – Mossoró - RN
Hora:
20 h.
Ingressos: 
R$ 20,00 e R$ 10,00
Local de vendas:
Portaria do Teatro e amigos do VINA.

Enviado pelo poeta, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueana Kydelmir Dantas 

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Missa de 7º. dia em sufrágios das almas de Zé da Volta e Pimentel - sogro e genro

Por José Mendes Pereira
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José Batista dos Santos - (Zé da Volta)

Hoje, 30 de Abril de 2014, às 19:00 horas, na Igreja Matriz de São Manoel em Mossoró, será realizada a missa de 7º. dia do falecimento de José Batista dos Santos (o Zé da Volta), nascido em 15 de Maio de 1924, e faleceu no dia 23 de Abril de 2014. Era funcionário aposentado dos Correios e Telégrafos de Mossoró, e um dos mais conhecidos empresários de Mossoró, sendo proprietário de postos de gasolina, restaurantes Zé da Volta 1, 2 e 3, e outras atividades comerciais. 

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José Ferreira Pimentel - (Pimentel)

A missa também será realizada em sufrágio da alma de José Ferreira Pimentel (Pimentel), nascido no dia 16 de Março de 1944, e faleceu no dia 23 de Maio deste. Pimentel era pernambucano, mas radicado em Mossoró, e era também proprietário de postos de gasolina.

Zé da Volta era sogro do Pimentel, e o mais interessante é que ambos faleceram no mesmo dia, com diferença apenas de 20 minutos, em leito hospitalar. Não houve acidente, o destino dos dois estava traçado para falecerem no mesmo dia. Zé da Volta era padrinho de batismo do administrador deste blog, e a esposa do Pimentel que é filha do Zé da Volta, também é sua madrinha de batismo.

Você que conheceu o Zé da Volta e o Pimentel está convidado para participar da missa, hoje, 30 de Abril de 2014, às 19:00 horas, na Igreja Matriz de São Manoel em Mossoró.

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No dia 15 de Dezembro de 1929, Lampião esteve na vila de Cumbe, atual cidade de Euclides da Cunha-BA. Como uma autêntica liderança politica, almoçou com o delegado Luiz Caldeirão, aproveitou para solicitar dinheiro dos fazendeiros e exigir um automóvel para levá-los até tucano. 

No caminho os cangaceiros continuaram a seguir a pé, um defeito no veículo foi forjado, e chegaram a pequena cidade ao escurecer. Perto da meia noite os cangaceiros saíram sem maiores atropelos.

Fonte: facebook
Página: Governador do Sertão Virgulino

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O Pequeno Grande Cangaceiro Pedro

Por Manoel Severo
Pedro Popoff e Carla Motta

Este universo do Cangaço é realmente surpreendente; esse fenômeno que marcou o povo do sertão por décadas, encanta e gera curiosidade não só aos apaixonados por história ou apenas aos que moram por estas bandas do Brasil, mas desperta as mais impressionantes emoções nos mais inesperados lugares do planeta.

Pois é, gostaria de apresentar aos muitos amigos da família Cariri Cangaço, mais um desses extraordinários apaixonados pelo sertão e cangaço: Pedro Motta Popoff. Calma... Não se trata de um conhecido pesquisador, escritor, acadêmico... Trata-se de um ilustre morador da cidade Bauru em São Paulo que dos alto de seus 8 anos, isso mesmo: 8 anos de idade descobriu ser mais um verdadeiro fã da história e das coisas do nordeste, do sertão, Gonzaga e Lampião; como pode? Bem, veja você mesmo no depoimento de sua mãe, Carla Motta:

Pedro Popoff e a paixão por Gonzaga

"Sr. Manoel Severo, meu nome é  Carla Motta, mãe de um menino de 8 anos, Pedro Motta Popoff, moramos em Bauru, interior de São Paulo. Pedro desde os 2 anos é apaixonado pelo campo, e coisas da roça e sertão.
Seu gosto musical é estranho para nós, somos de uma geração totalmente Rock, rsrs, mas o garoto parece ter vindo com este “gosto” que é bem diferente das referências culturais e familiares. Fomos ao Nordeste quando Pedro era bebê..., e depois se mostrou um apaixonado por Lampião, Luiz Gonzaga e Cangaço. Seria uma imensa honra para nós ter a sua visita ao Blog: 
pedromottapopoff.blogspot.com.br 
Um canal que ele nos pediu e que aos poucos vamos “postar” seus causos, vídeos e desenhos 
Muito obrigada pela atenção"
Carla Motta.


Querido Pedrinho, dessa forma deixo você muito a vontade, desate o nó das alpercatas, coloque o gibão de lado, acomode o matulão e se abanque, seja bem vindo a família Cariri Cangaço !!!

Fotos: Portal G1


Manoel Severo
Cariri Cangaço

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