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sábado, 11 de janeiro de 2020

O LADO OCULTO DE MARIA BONITA E LAMPIÃO

FREI DAMIÃO NÃO ACEITAVA MÃOS DE FIÉIS SOBRE SUA CABEÇA

Por José Mendes Pereira

Frei Damião não aceitava mãos de fiéis sobre a sua cabeça, mas não era por orgulho, e sim porque aumentava o problema da sua escoliose.

A foto pertence ao acervo do Raimundo Nunes

Lembro-me que na década de 70, em uma das suas missões em Mossoró, à noite, no lago da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no grande Alto da Conceição, 

www.panormaio.com

a fila de fiéis era enorme, e quando chegou a minha vez de ser abençoado pelo frei Damião, coloquei a minha mão sobre a sua cabeça. De repente com a sua mão, frei Damião tirou a minha mão que estava sobre a sua cabeça dizendo-me:

 "- Não ponha a sua mão sobre a minha cabeça!". 

Eu estranhei aquela atitude do religioso, vez que ele era e é considerado um verdadeiro santo entre os homens do nordeste brasileiro e de outras regiões do chão do Brasil.

Mas posteriormente, não sei se era verdade, falaram-me que ele tinha sido advertido por um médico que tratava da sua escoliose, que não deixasse ninguém colocar a mão sobre a sua cabeça, porque aumentava mais ainda o problema. 

De fato! Uma, duas mãos sobre um corpo, não afeta. Mas milhares de mãos, mesmo uma de cada vez, na sequência, tem que pesar, e isso faz com que prejudique mais ainda o corpo que tem escoliose.

Minhas Simples Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

Se você gosta de ler histórias sobre "Cangaço" clique no link abaixo:

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SEM ROUPA

Sem roupa. Nua. Vestida e nua, ainda assim. E que bela recordação...
Mal ela adentrava ao portão e ele já a avistava completamente nua. Era o seu jeito de sempre avistá-la. Não por maldade, por desejo exacerbado, volúpia ou tara, mas simplesmente por que seu olhar a despia pela graciosidade sentida.
Um olhar que nela somente encontrava beleza. Tanto fazia que ela estivesse vestida de seda ou recoberta de diamantes, tanto fazia que ela estivesse em traje exuberante ou envolta em adornos. Seu olhar avistava apenas outro tipo de beleza: a da mulher em si, nela mesma.
Mas não sem motivo para tal, vez que ela era realmente bela, de doce feminilidade, de cativante sensualidade.
Morena clara, de pele jambeada, de leve queimor de sol sobre o corpo, cabelos lisos e longos, negros e sedosos, boca chamativa ao beijo, olhos entre o mel e a boca da noite. Na pele um suave frescor de flor matinal, pétala suave, somente pétala. E nas curvas do corpo a escultura de uma deusa em pleno viço da vida.
Talvez fosse por causa disso que o seu olhar tanto se encantava perante sua presença. Mas certamente também em pensamento e até em sonhos. Contudo, uma situação rara de acontecer. Não era mulher desconhecida dele, de seus beijos, de seus abraços, de suas carícias mais íntimas. Pelo contrário, era sua namorada.
Situação rara de acontecer pelo fato de já conhecê-la na sua nudez e no seu sexo e ainda assim a cada reencontro a avistava sempre com o olhar de um jovem que se encanta lascivamente perante uma bela jovem. O olhar do jovem despe a bela jovem, imagina sua nudez, deseja tê-la. E efetivamente a tem nessa ilusão carnal.
Mas ele, desde algum tempo, que já não era nada de estranho a ela. Quando ele avistou-a pela primeira vez, certamente teve o mesmo olhar e o mesmo desejo de qualquer jovem ávido por desnudar aquela que passa ou está à sua frente. Mas a situação agora era outra, já era sua namorada. E por que agir assim com tamanho encantamento perante ela?
O amor. Somente o amor para decifrar esse mistério que existe nos cantos e recônditos da alma humana. Amor sentimento indecifrável. Amor sentimento tão visível e tão oculto que mesmo avistado ainda se mantem escondido. Amor que não se contenta como amor e faz do ato de amar uma sujeição.
Aos seus olhos, a bela adormecida enquanto dormia. Aos seus olhos, a flor mais bela brotada ao amanhecer entre os lençóis. Aos seus olhos, o espanto e a gratidão de tê-la sobre a cama como uma vestal em núpcias. Como acariciar uma flor, como beijar uma pétala, como fruir do perfume sem macular a essência?
E então a acariciou, roçou-lhe os lábios, beijou-lhe a boca, tocou-lhe os seios, sugou-os levemente. E então, frêmito, caçou-a ainda mais, buscou no seu corpo os escondidos e os adormecidos. E então, ávido de prazer, em excitada labareda, em fogueira chamejante, sentiu ser recompensado no mesmo desejo.
E que instante mais distanciado da razão. Que momento mais enlouquecidamente tórrido no corpo humano. Entre sussurros e gemidos, o silêncio ofegante sendo entrecortado por raios e furacões, por tempestades e vendavais, por ventanias e turbilhões. Cai a estrela, cai um pedaço da lua, ondas arremessam sobre a cama, um vulcão desperta faminto. O ápice.
Não. O prazer não se perfaz com o sexo. A vontade do outro não quer apenas o sexo do outro. O desejo de tudo não quer o gozo como um final de ato. O sexo não é tudo, mas o amor é tudo. O sexo nunca é tudo quando o gozo buscado é o prazer pelo amor e não pelo uso e fruição.
Mas ainda assim amou. Amou por que amava e a teve em si e dentro de si como normal consequência de dois que se amam. E cujo amor carnal apenas nasce sem ser plantado em grãos de desejo meramente carnal.

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com

NOTA DE PESAR


Por Relembrando Mossoró

O grupo Relembrando Mossoró recebeu a notícia agora do falecimento do Padre Tarcísio, natural da cidade de Apodi, integrante da Congregação do Sagrado Coração de Jesus. O mesmo estava em Tibau e se sentiu mal, tendo um infarto. Nossos sentimentos a Diocese de Mossoró, por esta grande perda.

Tarcísio Pereira de Paiva nasceu na cidade de Apodi-RN, no dia 02 de fevereiro de 1953. Foi ordenado sacerdote em sua cidade natal, no dia 01 de julho de 1988. O mesmo foi Professor também da UNICAP e exerceu seu sacerdócio nas seguintes cidade: Campo Grande-RN e Fortaleza-CE, além de outras.



EXCLUSÃO DE PRAÇA DESERTORES DO COMBATE DA SERRA GRANDE


Material do acervo do pesquisador José João Souza

Em Arquivo do 2° BPM da Polícia Militar de Pernambuco, consta o Boletim Diário n° 263, do dia 02/02/1927, Caixa S/N, Pág5.

EXCLUSÃO DE PRAÇAS - Tendo o Sr. Maj Teóphanes Torres, comandante das Forças no Interior, comunica em telegrama de hoje, expedido de Villa Bela, que desertaram e extraviaram-se covardemente por ocasião do tiroteio de Serra Grande, os soldados do 2° e 3° Batalhão:

Assis de Siqueira Cavalcante
Cecília Alves Alexandrino
Manoel Veríssimo do Nascimento
Barnabé Leite da Silva
Tintino de Oliveira
Aristides Paulo Cavalcante
Sancho Dinis Cavalcante
Guilherme Ferreira de Lima
João Ferreira do Nascimento
Domingos Alves Pereira

Todos pertencentes a Villa Bela a fora o último, pertencente à Força do Tenente Lemos, sendo que o primeiro já apresentou-se em Buique onde se acha recolhido ao xadrez, determinou que as referidas praças sejam excluídas por serem elementos péssimos. Telegrafou-se o Sr. Maj Teóphanes.

Do livro: CAPITÃES DO FIM DO MUNDO
De: André Carneiro de Albuquerque


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LIVRO CORISCO A SOMBRA DE LAMPIÃO

Por Francisco Pereira Lima

A recomendação bibliográfica de hoje: 
CORISCO: A Sombra de Lampião, de Sérgio Augusto S. Dantas. 
Um excelente livro sobre essa figura emblemática do Cangaço. 
CORISCO. Livro Novo. Preço 50,00 Com frete incluso. Pedidos: 

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LIVRO "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS"


Depois de onze anos de pesquisas e mais de trinta viagens por sete Estados do Nordeste, entrego afinal aos meus amigos e estudiosos do fenômeno do cangaço o resultado desta árdua porém prazerosa tarefa: Lampião – a Raposa das Caatingas.

Lamento que meu dileto amigo Alcino Costa não se encontre mais entre nós para ver e avaliar este livro, ele que foi meu maior incentivador, meu companheiro de inesquecíveis e aventurosas andanças pelas caatingas de Poço Redondo e Canindé.

O autor José Bezerra Lima Irmão

Este livro – 740 páginas – tem como fio condutor a vida do cangaceiro Lampião, o maior guerrilheiro das Américas.

Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda.

Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês.

Destaca os principais precursores de Lampião.
Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço.

Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados.
O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:

franpelima@bol.com.br

Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
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FLORO BARTOLOMEU, A EMINÊNCIA PARDA DE PADRE CÍCERO: QUEM FOI ESSE HOMEM?

Por Gilmar Teixeira
Padre Cícero em Juazeiro do Norte

Floro Bartolomeu da Costa, natural da Bahia, faleceu a 08.03.1926, no Rio de Janeiro-RJ, com as honras de General do Exército. Médico, clinicou durante muito tempo, nos sertões de seu estado natal.

Em 1908 veio para Juazeiro do Norte-CE, atraído pela fama das minas da área Coxá. Foi um dos defensores do Padre Cícero na questão judiciária que esse moveu contra outros pretendentes às referidas minas. Dr. Floro, com seu tato e inteligência foi o orientador político do Padre Cícero, quando esse se envolveu nas malhas da política partidária. Foi o único que soube inspirar-lhe absoluta confiança. Os diretores do Partido Republicano Conservador, do Rio de Janeiro, encontraram nele o chefe supremo da rebelião de Juazeiro. Ao chegar ao Cariri, o Dr. Floro era amável, conversador, gostava de contar e ouvir boas anedotas. Com as lutas, foi aos poucos se transformando, até tornar-se extremamente irascível.


 Floro Bartolomeu nas trincheiras da "Sedição"

Rompeu com o Presidente Franco Rabelo, e convocou a Assembleia Legislativa, instalando-a em Juazeiro e elegendo-se seu presidente, fazendo-se reconhecer como Chefe do Governo; depois, marchando sobre a capital, de vitória em vitória, chegou à intervenção federal. A façanha aumentou-lhe o prestígio, que só declinou um pouco no governo do Coronel Benjamim Barroso, com quem também rompeu, mas sem resultado político prático. Foi eleito Deputado Federal em mais de uma legislatura, pronunciando na Câmara diversos discursos de caráter político, em defesa do Padre Cícero, enfeixando-os em volume.




 Floro e jagunços em visita ao Coxá

Desde que voltou ao Ceará, os seus dias estavam contados, pois ele não era mais aquele homem tranquilo, porém forte, de palavra serena e veemente na tribuna. Transformou-se, outrossim, numa pilha de nervos. Por ocasião da marcha da Coluna Prestes pelo Nordeste, ele foi incumbido pelo Governo Federal de defender o sul do Ceará, e, seu papel, bem ou mal desempenhado, evitou a invasão do Cariri pelos revoltosos. Naquele tempo, todos foram testemunhas do quanto a fama de Juazeiro do Norte calou no ânimo de Carlos Prestes e seus companheiros. Obteve como recompensa, por este feito, as honras de General do Exército, com as quais morreu.

Gilmar Teixeira - Pesquisador, escritor
Paulo Afonso, Bahia
Fontes:
Zaluar, Alba (1986), "Os Movimentos 'Messiânicos' Brasileiros: Uma Leitura", in Anpocs, O Que se Deve Ler em Ciências Sociais no Brasil. São Paulo, Cortez/Anpocs.
Monteiro, Duglas Teixeira (1977), "Um Confronto entre Juazeiro, Canudos e Contestado", in S. B. de Holanda (dir.), História Geral da Civilização Brasileira. Tomo III, vol. 2. Rio de Janeiro/São Paulo, DIFEL.
DELLA CAVA, Ralph. (1975), "Messianismo Brasileiro e Instituições Nacionais: Uma Reavaliação de Canudos e Juazeiro". Revista de Ciências Sociais - UFC, vol. VI, nº 1 e 2.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. (1980), Os Deuses do Povo. São Paulo, Brasiliense.


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OS MEUS AMIGOS NO FACEBOOK!


Por Antonio José de Oliveira

Caro Professor, Pesquisador e Cronista José Mendes Pereira, meu colega de pesquisa há quase dez anos, como fica difícil nomear novecentos e noventa e três amigos do Facebook, e, como o ano 2019 está se aproximando ao seu final, não poderia deixar de enviar um FELIZ NATAL e UM PRÓSPERO NOVO ANO que se aproxima a todos esses amigos. Contudo, por questão de incentivo, necessário se faz nomear todos os NOVOS TALENTOS MIRINS que venho divulgando seus nomes. Aqui estou enviando em bloco os nomes dos ATORES, CANTORES, MODELOS, APRESENTADORES DE PROGRAMAS, ATLETAS E POETAS.

Renan Bertoldi Guarçoni Costalonga - Renan Rico, Alexandre Nunes, Kayke Rhyan, Gustavo Kunst - Gugu Gaiteiro, David Miranda, Rafael Henrique, Thomas Machado, Dupla gaúcha Gustavo Gaiteiro Y Nicoly, Rodrigo Júnior, Vinícius Alves, Pietro Rios, André Candioto, João Bento e Renatinho, Francine Maria, Nadson o Ferinha, Álvaro Lima, Rafa Lemos, Luan Gabriel, Matheus Santos Freitas, Rodrigo Pavan, Renan Roxinho, Vinny Moraes, Victor Almeida, Marco Souzza, Dupla Cristian e Sebástian, Bruno Barros, Cauã Carvalho, Ailsinho e Alex Novaes, Gian Henrique e Giovani, Lipe Lucena, Carlos Aleixo, Luis Arthur Seidel, Isaque Barbosa, Roaldo Alexandre, Alysson e Rômulo, Athos Daniel (pregador), Gabriel Fagan Lins, Dupla Gaby Pongelupe e Yasmin Pedrini, Dupla Gustavo Silva e Gabriel, Lucas Hernandes, Murilo Nascimento, Vinícius Germano, Davi Campolongo, Cecília do Acordeon, Luis Felipe, Angel e Gabriel, Marya Eduarda e Jessé, Gêmeos Lucas e Gabriel, Alysson Gabriel, João Pedro, Júlio Olivieri, Dupla Pedro Henrique e João Victor, Guilherme Martinez, Gustavo Carneiro, Igor Jansen Diniz, Gabriel Santos, Hugo Henrique, Lucas Viola, Ederson Oliveira, Alessandro Rufino, Davi Wander, Kaleb Figueiredo, Erick Weng, João Messias, Pedro Lucas Feitosa, Ciro Marra, Vitinho Custódio, Wellington Paris, Matheus Henrique e Samuel, Guilherme Bevilaqua, Lucca e Lorenzo, João Vitor Kindel, Ricardo Rusch, Jayne Priscila, Thyaguinho Sepka, Pablo Paludo, Alcides Neto, Filipe Borges, João Neto, Thyago Camilo, Moisés Marinho, Davi Lima, João Pedro de Riachuelo, Hérculys França, Samya Abreu, Samuel Elias, Anthony David, Nathan Augusto Silva, Nichollas Bryan, Arthur Franco, Pedro Loli, Felipe Loureiro, Otávio Martins Cardoso, Enzo Barone, Pedro Ricardo, Paulo Catelli, Anna Catelli, Gabriel Querque, Kauã Farias, Davi Benjamin, Pietro Silva, Katia Rodrigues Kaká, Jhonata Costa, Monique Guedes, Igor Nascimento, Vitor Castro, Lucas Borges, Rafael Martins, Gabriel Nogueira, Gabriel Eduardo, Daniel Paulino, Matheus Coutinho, Jean Paulo Campos, Ângelo Duarte, Matheus Ueta, Luan Jacauna, Artur Dedier, Luckas Elfort, Luciano Otto, Ricardo Prado, Lucas Santos, Felipe Boehner Júnior, Cauã Morrone, Jonathan Oliveira, João Levy, Eike Almeida, Vitor Hugor Henry,Nick Pafoni, Vitor Hugo Correa, Edinho Violeiro, Jonas Reck, Leonardo Conico, Jean Panisson, Pedro Henrique e Gabriel Brayan, Lourenzo Freitas, Nícolas Gabriel Alves, Leonardinho Filipinho, Ricardo Cintra, Kaio Fernandes, Murielzinho, Renan Alves Neves, Adrian Tridapali, Jean Michel, Breno Hill, Luiz Gustavo, Dustin Tomsen, Dudu Campeiro, Gabriel Castilhos, Gustavo Albino, Vicenzo Celegrini, Adelar Felipe, Mauricio Alexandre, Juan Sebastian Laverde Vargas, Delvio Carlos, Denner Henrique Burkowaski, Roberto Paulo,Bernardo Araújo, Matheus Tavares, Raphael Sperandio, Matheus FElipe, Marlon Breno, Samuel Machado, Arthur e Alessandra, Nikolas Tomazini, Matheus Leandro, Guilherme Foppa, Gabriel Vieira, Nicolas e Olavo, Clara Bezerra, Matheus Anholeto, Leonardo Ferreira, Ravel Marques, Mauricio dos Santos, Paulo Cesar Ramos, Nikolas Simic Nenad, Sebastian Bourscheidt, Kayke Mendes, Arthur Boff, Renan Rousado, Will Costa, Wilk Pereira, Kauan Gabriel, Guilherme Mendes, Daniel Artur, Felipe Gaspar, Thales Gabrig, Victor Cesar Oliveira, Lucas Scalfo, David Cauã Alves Santos, Tcharles Vitor, Jhony Wlad, Rhyan Kaymon, Lize, Davi Castro, Cameron Judd, Ofelipinho Souza, Vinícius do Acordeon, Claudio do Canto, Lucca Tatsch, Samuel Levi, João Picinin, Mauricio Mendes, Henrique Alves dos Santos, Gonzalo Horna, Pedro Manenti, Martin Botelho, Arthur Oliveira, Kayke Ruan, Rafael Sousa Maradona, Gustavo JP, Daniel Gotardo Maradona, JoãoLeandro de Almeida, Jhonata Gabriel, Samuel Pierri, Sergio Augusto Guerra, Isaac Miranda, Enzo Estevão Amaral, Micael Nicollas Sensato, Oscar Vilareal, Sonny Prado, José Vinícius, Pedro Henrique, Thyago Luiz, Jean Carlos, Guilherme Oliveira, Edu Rix, Pablo Eduardo, João Dagoberto, Guilherme Ramos, Juan Avelino, Brayan Torres Amorim, Yan Matheus e Yago, Gabriel Santos, Bruno Enrico, Entonny Davi Batista, Enzo Fagundes, Guilherme Pacheco, Jean Oliveira, Rafael Schaefer, Matheus Pimentel Nunes, Victor Guilherme, Luis Antonio Assunção, Daniel Silva, Matheus Oliveira, Obelon do Acordeon, Aariz Ursin, João Lucas Leme dos Santos, F.Guilherme Sousa, Davi Santos, Nikolas Mineiro, Nikolas Feliciano, Pedro Andrade Hp, João Helio, Luiz Davi, João Victor Scerni, Matheus Cardoso, Luccas Belloni, Ivonei Golec, Leonardo Alves, Francisco Borotta Filho, Matheus Soldeira Trasssi, Lucas GAbriel, Nicholas Moraes, Jean Carlos Correa, Luiz Gabriel Silva, João Victor Cerqueira, Dudu Santos, Gustavo Assis, Wilde Machado, Alexandre Santos, Arthur Lima, Julinho Cesar, Tayson Sarmento, Davi Butzge, Kadu Mattos, Kauan Siqueira Real, Lucas Gabriel Patricio, Jesus Alejandro Salas, Wallysson Santos, Pietro Gonçalves, Henzomodelo, Henry Araujo, Vitor Cardoso, Miguelitto Sanchez, Luan Prochnov, Rancherito Norteno, Charrito Migueleno Antony Reyes, Romualdo Gonzalez, Enrique Carbajal, Keyner Menezes, Luis Angel Maldonado, Natan Máximo Magalhães, Monako Del Acordeon, Nicolas Rafael Pech, Esthevan Lima, Felipe Bloedow, Luis Carbajal, Lucas Storto, Clair Noskoski, Ortiz Zair, Igor Cauã Oliveira, Angel Galvan. Leonardo Schneides, João Galdino, o Teixeirinha de Lins, Gabriel Lepo, Mauro Junior, Polim de OroHuehuetoca, Pedro Paulo, Guilherme o Colono, Arthur Camargo Oliveira, Nicolas Gass, João Pedro Luis Miguel, Miguel Angel, Irineu Vittor, Trigemeas Carbelini, Ray Miguel, Raylam Wentz, Vitor Luiz Giotin, Michel Kuster Freitas, Diego Lopes, Socrates Olieveira, Pietro Ramos, Felipe Marin de Sá. Miguel Guilherme, Claudemir Machado de Sá, Zair Joshua, Kerolin Acordeonista, Guilherme Silva, Diego Lopsanz, Gabriel daSilva, Aparecido José, Ricardo Lancanova, Victor Guilherme, Pedro Nascimento Ricardo, Vinícius doAcordeon, Alto Rendiemento, Domitrije Cvetkovic, Guilherme Rodael, Odbin Perez de Lá., Arthurzinho da Viola, Fede Garita, Ian Andrade, Ellen Kelly, Enzo Nies, Vitor Prates da Cruz, Igor Mosele, Caio Fernandes Leite, Antonio Pereira, Adolfo Javier, Enrique Garbajal, Garganta do Futsal, Matheus Henrique, Eduardo Barroso, Juan Pablo Mendes, Henrique Ferri Gaiteiro, Diogenes Carlos, Fernando Krzyzanowski, Gabriel Dutra, Abdiel Alberto Martinez, Guilherme Silva,, Leo JunioBizonhin, Breno Jesus, Douglas Silva SAntos, Leo Bala, Rayan Anjos, Akiles Ramos, Luis Miguel, Donavan Costa, Pietro Brassanini, Emanuel Augusto, Welinton Gaiteiro, Ct Falcão, Kainan Alves.

DOS mais de 1.000 AMIGOS DO FACEBOOK, 420 SÃO, PORTANTO, NOVOS TALENTOS. QUE TODOS CONTINUEM DEDICADOS, HUMILDES E COM MUITA ALEGRIA PARA ESSE 2020 QUE SE APROXIMA E CONTINUAÇÃO NOS DEMAIS ANOS. QUE DEUS ESTEJA SEMPRE OS ILUMINANDO.

ABRAÇOS, Antonio José de Oliveira, dezembro 2019. Que DEUS esteja sempre na direção de todos nossos amigos e protegendo este nosso Brasil.

CASA DE UM COITEIRO DE LAMPIÃO



Casa de um dos coiteiros de Lampião onde o Virgulino por vingança, retalhou o corpo de um vaqueiro por ter denunciado seu esconderijo aos volantes. 

A Serra do Capitão leva esse nome por ser um local de esconderijo do Capitão Lampião. 

O ambiente é um cenário de guerra do cangaço onde um dos cangaceiros (sabonete 2) foi morto, e devido a ocasião foi erguida uma capelinha para marcar o local da tragédia. @ Serra do Capitão.


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PARECE QUE JOSÉ FELIPE DE OLIVEIRA PAI DE MARIA BONITA NÃO SE AFINAVA BEM COM O SEU GENRO CAPITÃO LAMPIÃO

Por José Mendes Pereira

Parece que o que dizem sobre o capitão Lampião que era bem recebido na casa de José Felipe, seu sogro, não tem muita credibilidade, e aqui eu apresento aos amigos leitores as minhas inquietações.


O natalense historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros em um dos seus trabalhos - clique no link abiaxo -  fala sobre a recusa de José Felipe com o seu novo "Noro" (genro) que era o afamado capitão Lampião. 


Vamos ouvir em segredo o que o historiógrafo diz sobre eles: 

(...)

Vinte anos após a morte de Lampião e Maria Bonita na Grota do Angico, o repórter A. C. Rangel e o fotógrafo Rubens Boccia seguiram para o sertão a serviço do periódico carioca “O Jornal”.


Colorida pelo professor e pesquisador Rubens Antonio

Este era autodenominado o “órgão líder dos Diários Associados”, sendo o primeiro veículo jornalístico adquirido pelo poderoso Assis Chateaubriand e se tornou o embrião do que viria a ser a empresa jornalística Diários Associados. O objetivo dos profissionais da imprensa era realizar uma entrevista com o pai de Maria Bonita o José Gomes de Oliveira mais conhecido como Zé Felipe.

O pai de Maria Bonita nada narrou sobre a esterilidade do sapateiro e nem sobre o primeiro marido da sua filha, mas comentou que ficou arruinado com a união de Maria e o “Rei do Cangaço”. Ele afirmou ao jornalista que em consequência daquela união passou oito anos andando pelo norte do país, verdadeiramente como um “cão escorraçado e sem sossego”.


Zé de Neném primeiro esposo de Maria Bonita

"Se ele passou oito anos fora de casa possivelmente não estava nem um pouco satisfeito com aquela união".

Zé Felipe comentou que após Maria decidir seguir os passos de Virgulino Ferreira da Silva o Lampião, nas poucas vezes que pode estar frente a frente com a sua filha, buscou convencê-la a deixar aquela vida. Atitude bastante razoável para um pai diante daquela situação. Comentou que Lampião vivia como um “alucinado” e que não parava em parte alguma. Mas como bem sabemos, ele não conseguiu convencer a filha.

(...)

O jornalista Rangel informa que Zé Felipe lhe narrou que em uma ocasião em meio a uma caminhada forte, com a polícia seguindo nos calcanhares, Maria Bonita foi ficando cada vez mais para trás, pois trazia embalada uma criança sua, com pouco tempo de nascida. Sem explicar como, a reportagem informa que a cangaceira com seu filhinho pegou um cavalo e conseguiu chegar próximo ao bando. Como a criança chorava muito, Lampião se exasperou e, para evitar que o bando fosse encontrado pela polícia, quis “sangrar” com um punhal seu próprio filho. Mas Maria saltou de punhal na mão e encarou o chefe cangaceiro frente a frente e este desistiu de sua ação. 

Noutra ocasião Zé Felipe narrou ao jornalista Rangel que Maria tinha ficado raivosa com o companheiro e chegou a quebrar-lhe uma cabaça d’água na cabeça. [2]
Em outra parte da narrativa, o velho Zé Felipe narrou uma desobediência de sua filha perante Lampião.

(...)

Não deixa de fazer uma visitinha ao Rostand Medeiros. Basta clicar no link: http://blogdomendesemendes.blogspot.com/2014/10/familiares-narram-imprensa-sobre-maria.html

Informação: São apenas as minhas inquietações, nada de garantir ou desrespeitar o que os escritores e pesquisadores escreveram sobre este assunto. A palavra parece foi com  ela que eu iniciei o título e o texto, na finalidade de não garantir o que eu escrevi.

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

OS MACACOS DE LAMPIÃO.


Por João Filho de Paula Pessoa

O Cangaço sempre foi combatido pelo Estado, desde seu início, através das forças policiais locais, dos batalhões de soldados enviados pelas capitais e, principalmente, pelas Tropas Volantes, que eram destacamentos militares itinerantes de perseguição e caça aos cangaceiros, formadas por policiais, soldados e sertanejos, presentes em sete Estados do Nordeste, conhecidas pela bravura, determinação e perseverança no combate ao cangaço, com destaque para Manoel Neto (Pe), Zé Rufino (Ba) e João Bezerra (Al). 

Na fase Lampiônica estas forças policiais, especificamente os soldados das volantes foram apelidados pejorativamente de “Macacos” pelo próprio Lampião, pois segundo ele os soldados vestidos de marron, ao fugir nos tiroteios, corriam e pulavam desviando das balas feitos macacos, apelido este amplamente disseminado na cultura cangaceira e difundido em todas as memórias, obras literárias, pesquisas, livros, relatos, histórias, lembranças, depoimentos, cordéis, contos, dentre outros, até os dias atuais, sendo mais uma das características originais do Cangaço. 

(João Filho de Paula Pessoa, Fortaleza/Ce.) 10/12/2019.
Na foto: A Volante de Zé Rufino.


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A FAMÍLIA CARVALHO DA SERRA NEGRA VISITA O MEMORIAL

*Rangel Alves da Costa

Recentemente, mais precisamente ao final do mês de dezembro passado, expressivos membros da Família Carvalho, da baiana Serra Negra (Pedro Alexandre), estiveram visitando o Memorial Alcino Alves Costa, na sergipana e sertaneja Poço Redondo. Contudo, como se uma família estivesse reencontrando seu próprio lar, vez que Poço Redondo e Serra Negra são unidos e enlaçados por raízes profundas, até mesmo familiares.
De forma mais contundente no passado, a verdade é que como se não existissem limites entre as duas localidades. Para uma ideia da influência de Serra Negra sobre as terras sergipanas, somente os irmãos João Maria de Carvalho e Piduca Alexandre, filhos de um potentado senhor chamado Pedro Alexandre (que acabou dando nome ao município baiano), eram donos de mais de vinte grandes fazendas em Poço Redondo, e todas imensas, verdadeiros latifúndios.
Também foi de pujança a influência política e de proteção do Coronel João Maria de Carvalho na vida e destinos do sertão sergipano. Numa época em que o caçador de cangaceiros e perseguidor de inocentes, o famoso comandante Zé Rufino (com quartel baseado em Serra Negra), prometia perseguir e dizimar os poço-redondenses tidos como coiteiros do bando de Lampião, levantou-se a voz do coronel João Maria simplesmente para dizer: “Se na estrada apontar alguma pessoa vinda de Poço Redondo, então faça o favor de fazer de conta que está indo pra Jeremoabo. Não quero nem admito que incomode um só sergipano que venha em minha direção”.
Ora, Zé Rufino, comendo na mão e lambendo as botas do coronel baiano (que também era seu compadre e fiel cumpridor de suas ordenanças), nada tinha a fazer senão baixar a cabeça e esquecer os seus ódios. E acentuava o coronel: “Mexeu com gente de Poço Redondo está mexendo comigo. Entonce é melhor nem se meter a besta”. Durante o período de maior incidência cangaceira em Poço Redondo e o governo estadual ordenava que as famílias deixassem seus lares como forma de se protegerem de possíveis ataques ou confrontos entre bandoleiros e volantes, era em direção a Serra Negra que a maioria seguia. Assim aconteceu com meus avôs Ermerindo e Emeliana. E muitas famílias e pessoas continuaram em terras baianas.


E assim as amizades eram firmadas e fortalecidas. Tanto assim que de repente, em verdadeira comitiva montada em cavalaria de ponta, pelos caminhos de Poço Redondo despontava o coronel baiano em direção à casa de algum amigo. Chegava, desmontava e se aboletava em rede para receber as visitas. E dali mesmo ordenava a vida naquele mundão sertanejo. Sua estadia preferencial era na casa de Zé de Lola e Dona Quininha, ainda que por todo lugar encontrasse uma porta acolhedora, principalmente pelo fato de que a maioria dos vaqueiros da região lidava ou em suas ou nas propriedades de seu irmão Piduca.
Tempos após foi a vez de dois primos baianos abraçarem Poço Redondo como terra amada: Heraldo de Carvalho, filho do coronel João Maria, e Evaldo de Carvalho, sobrinho deste. Duas maravilhosas figuras humanas que deixaram até lendas em suas visitas. Dois famosos e prestigiados políticos (Heraldo e Evaldo foram prefeitos muitas vezes de Serra Negra), mas que chegavam a Poço Redondo e se comportavam apenas como amigos e festeiros.
A casa de Bastião Joaquim era a porteira aberta e acolhedora para os primos baianos. O filho do Coronel João Maria, ou Dr. Heraldo, como sempre era chamado, trazia sempre seu cavalo branco, de valor afortunado, nas suas estadias sergipanas. Montado no seu portentoso, então desfilava pelas ruas da cidade em época de festas, principalmente da Festa de Agosto. E certa feita cismou de entrar no bar de Delino, durante um forró lotado de gente, e entrou. Ora, o povo sertanejo já conhecia demais aquele jeito festeiro de ser e tudo ficou na normalidade, com o cavalo ao lado do balcão e o seu dono mandando descer uma garrafa de uísque e cervejada para quem quisesse beber.
Desse modo, os Carvalho da Serra Negra sempre foram como filhos e irmãos de Poço Redondo. Não somente a família como toda a população. Tem gente de Poço Redondo que ama Serra Negra na mesma medida, e vice-versa. As velhas raízes que por lá continuam, também são raízes espalhadas nos sertões sergipanos. As novas raízes vingadas, gestadas daquele sangue de luta, continuam abraçando e amando Poço Redondo, principalmente um sobrinho-neto do velho coronel baiano: Orlando de Carvalho.
Este reformou a casa antiga de seu pai João de Ioiô em Curralinho e quase todo fim de semana está se espelhando nas águas do rio, sempre ao lado de sua esposa, a já baiana e também sergipana Maria José. Outro irmão de Orlando, o prestigiado Zé Maria da Serra Negra, juntamente com sua esposa e prima Ana Margareth de Carvalho (filha de Heraldo de Carvalho) possui a mesma veneração e admiração pelas terras sergipanas.
Os que de Poço Redondo chegam a Serra Negra reconhecem em profundidade a força do entrelaçamento dos laços. Abraços apertados, sorrisos largos, mesa farta, gestos sem fim de amizade. E os de Poço Redondo também tudo fazem para acolher bem os amigos. Na foto abaixo, a demonstração do prazer sentido durante uma visita feita pela Família Carvalho ao Memorial Alcino Alves Costa.
No retrato tirado como recordação, avistam-se os irmãos Orlando e Zé Maria e suas esposas Maria José e Ana Margareth. E o meu prazer incontido em sempre recebê-los na casa de Alcino e Dona Peta, na Casa de Poço Redondo.

Escritor
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O NOSSO DIA



Neste 5 de janeiro, dia tão lindo; Eu canto, eu
brindo; Teu lindo viver!; Que Deus te conserve:
COFRAG; No bem que só deve; Pra te enaltecer!
Parabéns! [Francisco de Paula Melo Aguiar]

Festejar o nosso dia é uma graça.
Recebida de Deus Pai, o Criador.
Aceitando o bem viver, puro sem jaça.
Nesta vida representa o dom do amor.
Contemplando cada ato que se faça.
Integrando nossa força e louvor.
Sem mirar o puro vinho numa taça
Celebrando o seu lutar, o seu fervor.
Ofereça ao Pai do Céu, vidro e vidraça.

Do vidro fino que colores o licor.
E da vidraça onde vês um grande amor.

Podes, assim, só contemplar a vida toda!
Aonde fores só te resta então, amor.
Uma parcela do rebanho que se acomoda
Lá na escola, ela está a te esperar
Ainda há muito que aprender e que ensinar.

Meio de vida, sacerdócio não é.
Ele representa nossa barca de Noé.
Lugar de sonho: educação e instrução.
Origem de nossa pedagogização.

Alimento propulsor para aprendizagem.
Guarda didática da Pedagogia da vida.
Unidade na diversidade formal e na ensinagem.
Instrução e paradigma na ação educativa.
Atitude educacional sem limite e listagem.
Revolução na metodologia não impositiva.

http://www.recantodasletras.com.br


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