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domingo, 5 de janeiro de 2025

ENTREVISTA DE 2007 - omossoroense@uol.con.br

Por: Ana Paula Cadengue - Editor geral

Jornalista Geraldo Maia do Nascimento

Geraldo Maia do Nascimento nasceu em Natal no dia 23 de maio de 1955. Filho de pai bodegueiro e mãe dona-de-casa, tem dois irmãos. Casado com Nilce Dantas, é pai de Marcelo e Renato. Morando em Mossoró desde 1998, tem uma verdadeira paixão pela história da cidade e de seu povo, além de ser um estudioso do cangaço.

O Mossoroense- Como surgiu o seu interesse por história?

Geraldo Maia - Eu sempre fui apaixonado por história, tanto que a minha mulher - que é professora de história, fez o curso por minha causa... (risos)

De tanto ela me ouvir falar, acabou fazendo a Universidade. Quando a gente namorava, eu fazia o curso de estatística e o curso de história da UFRN viajava muito... Tinha uma descoberta arqueológica, lá ia o pessoal. Eu, como aluno de estatística, não podia ir, então tratei de arrumar uma bolsa de trabalho - sem vencimentos - no Museu Câmara Cascudo, só para poder viajar.

OM - Você não teve vontade de seguir essa vocação profissionalmente?

GM - Não... Já imaginou dois professores dentro de casa? É difícil...

OM- Você, então, preferiu ser mais - digamos - prático?

GM  - A Petrobras é meu mundo prático. Mesmo como técnico de projetos, a minha área é planejamento, o que eu estudei e um trabalho agradável. Eu nem penso em me aposentar, gosto do que faço.

OM - Há menos de dez anos em Mossoró, você possui um dos maiores acervos sobre a cidade...

GM - História para mim sempre foi uma paixão mesmo, de eu estar estudando, procurando... Todo feriado que tem ou férias, a gente aproveita para viajar pela região, pelo sertão, ir atrás de assuntos que a gente não conhece. Onde tem alguma coisa sobre o cangaço... a gente já andou praticamente o nordeste inteiro. Onde tem algum movimento, ou houve, que a gente sabe que tem alguém da época ou que foi cangaceiro ou policiais, a gente vai lá, tenta levantar essas histórias. É uma maneira gostosa de aprender e minha mulher também me acompanha nessas loucuras... (risos). E os filhos quase sempre vão também... e gostam e incentivam o trabalho que eu faço.

OM - Você pesquisa há bastante tempo sobre o cangaço. O que está achando dessa "história" agora da inclusão de outros nomes no rol dos heróis da resistência de Mossoró a Lampião?

GM - Olha, isso é temeroso. E a gente fica... Como a gente faz parte de uma sociedade aqui em Mossoró que é bem conhecida. Aliás, eu acho que o lugar onde ela é menos conhecida é aqui em Mossoró, onde a gente tem menos apoio. Porque no resto do Brasil, a gente é super bem recebido. Na Semana Santa a gente foi a Paulo Afonso, onde tem bastante sócios da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, para uma solenidade na Academia de Letras, com discurso e tudo...  Isso mostra a importância que  dão a essa instituição fora de Mossoró...

Apesar da prefeitura daqui estar anunciando um Fórum do Cangaço... Esse fórum a SBEC já vem fazendo há 11 anos ... Esse ano a prefeitura nos convidou para incorporar o fórum que a gente faz sem ajuda de ninguém na programação dos 80 anos da resistência e esta semana - na quarta-feira, 16  - chegou para dizer que não vai dar mais apoio.... Tiraram o apoio e a gente está correndo para tentar ver se ainda dá tempo de realizar o fórum.

OM - E por que a prefeitura retirou o apoio?

GM - É o seguinte, eles tiraram de uma maneira indireta. Disseram que iam apoiar o evento, mas que a instituição tinha que se cadastrar como prestadora de serviço da prefeitura, aí a liberação da verba dependia da aprovação de um conselho, que se não aprovasse... Isso, a gente já tinha convidado uma série de palestrantes, visto preço de cachês, passagens aéreas, hospedagem. Afinal, a idéia era ser um grande evento por conta dos 80 anos da resistência, um evento em parceria oficial com a prefeitura... Mas a gente não pode ficar nessa dependência, e o presidente da SBEC,

Kydelmir Dantas de Oliveira

Kydelmir Dantas, achou que a gente não tinha como esperar por isso, agradeceu a prefeitura e está partindo... Tirou o nome da SBEC dessa solenidade da prefeitura e está partindo para fazer um evento paralelo.

OM - Mas isso é estranho, porque a SBEC estava numa parceria com a prefeitura nessa comemoração dos 80 anos... Kydelmir inclusive fazia parte do prêmio Dorian Jorge Freire ... Fonte: http://www.substantivoplural.com.br/dorian-jorge-freire/

GM - Pois é, isso anunciaram, mandaram um ofício de que ele estava fazendo parte da comissão julgadora. Até por ética, ele se negou a dar depoimento aos jornalistas que o procuraram e de repente ficou sabendo que o material já tinha sido avaliado. Ele perguntou: "e eu não estava na comissão?". Disseram que não. Ele ficou sem entender e disse que tinha recebido um ofício, mas...

Agora, isso tudo pode ser reflexo exatamente do que está acontecendo, com esses nomes extras aparecendo para serem homenageados e a gente entende que uma instituição como a SBEC não deve se calar. Sempre que forçam o aparecimento de nomes de pessoas estranhas aos fatos históricos, a gente está batendo em cima, vai ao rádio, à televisão, dizer "olha isso não é verdade, não aconteceu". Talvez isso esteja causando essa retirada do apoio oficial da prefeitura...

OM - Essa não é uma visão bem "coronelística", digamos assim?

GM - O que é uma pena, porque tudo o que a gente faz não tem nenhum interesse financeiro. A gente faz para ajudar a difundir conhecimento. O dinheiro que estaria envolvido, era para custear as despesas com cachês dos palestrantes, as passagens, hospedagem. Afinal, ele vem enriquecer a programação.

OM - Você não considera meio perigoso colocarem uma pessoa que não tem uma tradição como pesquisador para coordenar um evento de tal monta?

GM - Sim. Para você ter uma ideia, vamos falar de

Dr. Paulo Gastão

Paulo Gastão, que é uma das pessoas que mais entende do movimento do cangaço, não só aqui de Mossoró, mas do Brasil inteiro. Ele foi o fundador da SBEC. Tem relação das pessoas que participaram do movimento, que estão vivas,  que não mais estão... em Goiás, em São Paulo. Um cara que o que você o quiser sobre esse assunto ele tem tudo.  Uma pessoa assim não ser convidada a participar de nada? Geralmente, nomeiam outra pessoa e vão pedir ajuda a ele. Aí, ele disse que não vai mais ajudar ninguém. " Se não querem minha ajuda de forma direta, eu vou me calar". Ele realmente perdeu o entusiasmo e se calou, o que é um absurdo.

Em determinado período, a gente bateu em cima do espetáculo "Chuva de Bala", que mostra umas cenas que não têm nada a ver com o que houve na época e no local e o diretor disse que "em espetáculo vale tudo".

Eu acho o seguinte, você está retratando um fato histórico, usando o ambiente onde aconteceu aquele fato, você tem que ser o mais fiel possível. Para você ter uma idéia, nem existia mulher no cangaço naquela época.

OM - Nem a Maria Bonita?

GM - Não. As mulheres só foram entrar no cangaço depois nos anos 30. Aqui aconteceu em 1927. Só depois dessa derrota, quando Lampião foi expulso aqui de Mossoró... Expulso é forma de dizer, porque a gente já chegou a conclusão de que ele praticamente não entrou na cidade.

O máximo que Lampião chegou foi na esquina do teatro Dix-huit Rosado, ele tentou dar uns tiros, tinha uma trincheira muito forte, ele foi seguindo pro lado do cemitério e essa foi a participação dele nesse combate.

OM - Para você, qual a importância da preservação do passado?

GM - A preservação é importante, aí vem aquela frase clássica: "conhecer o passado para projetar o futuro", não errar no futuro. E nesse sentido tem sido feitas algumas coisas em Mossoró, se bem que de modo exagerado e mudando a verdade, mas são válidas no sentido de que mostram o passado. Tem sempre exagero.

OM - Esses megaespetáculos contribuem para a formação da identidade cultural da cidade?

GM - Tem sempre distorções. O Auto da Liberdade, por exemplo, fala na libertação dos escravos, mas fala também na "revolta das mulheres". É um fato que acontecem em 1875, quando as mulheres lutam contra o alistamento de seus filhos para a Guerra do Paraguai, que tinha terminado desde 1870. Pode até ter sido conseqüência da guerra ter que aumentar as reservas do exército do país, mas quando a própria prefeitura diz que foi contra o alistamento na guerra do Paraguai, e a gente já bateu contra isso... Bom, mas fica o fato, sendo contado distorcido ou não, fica o fato.

OM - Mas, essa não é a única distorção. O próprio aniversário da emancipação da cidade...

GM - Isso está ficando um caso chato, mas não sou eu que sou contra. As datas são claras. Tem em qualquer livro. Parece que as pessoas querem fazer as coisas e não têm paciência para ler, pesquisar. O presidente da Câmara aprovou uma lei criando o feriado de 9 de novembro... Mas, não há discordância entre os pesquisadores: não existe essa data de 9 novembro. E por que se comemora? Porque existe uma lei, e o cara que fez a lei não quer mudar. A emancipação da cidade foi no dia 15 de março de 1852.

OM - Nos seus textos sobre a história de  Mossoró e/ou mesmo em conversas com amigos, você aponta algumas falhas na administração da cidade, como a falta de uma política para a preservação do patrimônio arquitetônico, o descaso com o Museu e o esquecimento de fatos importantes...

GM - A prefeitura precisa encontrar uma forma de preservar o patrimônio arquitetônico sem isso venha a se transformar num ônus para a família proprietária do imóvel. Precisa também verificar e reparar o acervo do museu que se encontra fechado há anos. Mas, o que eu acho de máxima importância, é dar o devido destaque a Celina Guimarães.

Fonte: senado.gov.br

A prefeitura faz um alarde imenso em cima da resistência a Lampião, mas esquece de celebrar os mesmos 80 anos da primeira concessão de voto a uma mulher na América Latina, Celina Guimarães. Acho esse fato muito mais importante que a revolta das mulheres, o ataque de Lampião, porque é um fato que abrange toda a América Latina. E tem mais, o documento que comprova isso está sendo destruído pelo tempo e a falta de conservação. Se não houver alguma providência urgente, daqui a pouco não teremos mais como comprovar esse fato.

Fonte:

http://www2.uol.com.br/omossoroense/260507/conteudo/entrevista.htm

Postado por: Blog do  Mendes e Mendes

http://blogdomendesemendes.blogspot.com/

 

INVENCIONICE

  Por José Mendes Pereira


Mentira tem perna curta. Este senhor passou a vida quase toda inventando que era Virgolino Ferreira da Silva, o capitão Lampião do Nordeste brasileiro. 


A começar pelo olho de Lampião que tem uma glaucoma e o Lampião de Buritis nem aparenta isso, apenas a pálpebra do olho permanece um pouco arreada. Este velho mentiu tanto que ninguém acreditou. Somente o saudoso fotógrafo José Geraldo Aguiar acreditou nas histórias que ele contava.

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O CASAMENTO DE CORISCO E DADÁ

 Do acervo do pesquisador do cangaço Antônio Corrêa Sobrinho.

Imagem de Corisco e Dadá (colorizada por Rubens Antonio).

Os jornais A NOITE, do Rio de Janeiro, e o DIÁRIO DE PERNAMBUCO, nas edição de 25 e 27 de fevereiro de 1940, respectivamente, anunciaram o CASAMENTO do famoso bandoleiro CORISCO E MARIA DEA, que é a DADÁ. A notícia, segundo os jornais, procedente de Propriá, Sergipe, informa que a cerimônia foi realizada na FAZENDA TANQUINHO, de propriedade do Sr. BENJAMIM CORRÊA, no município de PORTO DA FOLHA, deste Estado. O celebrante foi o padre ROCHA BRUNO, vigário da paróquia.

ADENDO:

Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=2DU36HWMi9w

LINK DO LIVRO MARCO:

https://www.facebook.com/groups/179428208932798

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sábado, 4 de janeiro de 2025

DONA GENEROSA A MAIOR COITEIRA DE LAMPIÃO NA BAHIA E O CARIRI CANGAÇO PAULO AFONSO 2022

Por Manoel Severo 

Quem passa pela BR 110 a cerca de 25km do centro de Paulo Afonso, vai encontrar um simpático povoado com a tradicional igrejinha ladeada por pequenas casas de um lado e do outro e uma bucólica pracinha, chegamos ao povoado do Riacho, zona rural de Paulo Afonso. Poderíamos fazer referência ao Riacho como mais um distrito , povoado ou arruado da simpática urbe Paulo afonsina, se não fosse a forte e emblemática historia que liga o referido povoado ao cangaço de Virgulino Ferreira.

Manoel Severo e João de Sousa Lima em visita ao distrito de Riacho
Serra do Umbuzeiro

É a partir do povoado do Riacho que vamos encontrar um pedaço importante da presença do rei do cangaço em terras baianas. Vamos a primeira parada: encravada no sopé da Serra do Umbuzeiro; porta de entrada para a região do Rio São Francisco; no município de Paulo Afonso, acha-se a incrível e enigmática "Vila da Dona Generosa", dali se vislumbra os 507 metros da majestosa  Serra do Umbuzeiro, bem pertinho dos Picos do Tará e da famosa Malhada da Caiçara. Lampião passou boa parte da primeira metade da década de 30 andando por essas bandas , a partir das boas relações que mantinha com vários coiteiros locais, inclusive e principalmente, dona Generosa. 

Capelina e Cemitério na Vila de Dona Generosa
Manoel Severo e João de Sousa Lima
João de Sousa Lima e Ingrid Rebouças

Dona Generosa era uma das maiores coiteiras de Virgulino Ferreira em terras baianas, morreu com mais 100 anos ainda na década de 1950, não teve filhos naturais, adotou outros e a esses legou um conjunto arquitetônico que marca a presença forte da sertaneja; aqui na vila de dona Generosa, formada pela casa grande, capela, cemitério e outras três edificações contíguas, foram realizados inúmeros bailes quando os cangaceiros eram recebidos pelas  mocinhas do lugar; tudo com muito respeito, lembra João de Sousa Lima: "Lampião vinha muito aqui em Generosa que realizava os bailes e convidava as meninas da redondeza, mas tudo acontecia no mais alto respeito, nenhum cangaceiro tirava liberdade aqui não, dançavam a noite toda sem problema". Seu Agenor, neto de Generosa, certa vez nos falou:" quando os meninos desciam a serra para o baile aqui na casa de minha avó, dizem que dava para sentir o cheiro do perfume deles de longe..." Os meninos, no caso, eram os cangaceiros.

Ruínas da Casa Grande de Dona Generosa
Serra do Umbuzeiro

Aqui também na Vila de Dona Generosa foi morto Zé Pretinho. Na verdade Zé Pretinho foi preso por Douradinho nas proximidades do povoado Arrasta-Pé e passou com ele todo amarrado, montado em um burro, na casa da cangaceira Durvinha. Dona Santina, mãe de Durvinha, tentou dar um copo com leite a Zé Pretinho, o Douradinho quebrou o copo jogando-o na calçada da casa. Zé Pretinho foi morto na frente da casa de Generosa, amarrado em um pé de barriguda, onde fizeram “tiro ao alvo”, depois de morto foi esquartejado e deixado no lugar; Generosa mandou enterrá-lo lá mesmo, existindo ainda no lugar o túmulo de pedras e uma cruz que marcam o lugar da tragédia.

Visitar a localidade Riacho, a Vila de Dona Generosa, o Tará, a Malhada da Caiçara e a Serra do Umbuzeiro é programa indispensável para quem vem ao Cariri Cangaço Paulo Afonso 2022 .Em vários pontos passamos por vegetações como cactos, macambira, mandacaru e o kipá além das plantações de cactos palma, nos transportando para o cenário mágico das caatingas nordestinas, cheias de mistério, encanto e aqui, particularmente: história.

CARIRI CANGAÇO PAULO AFONSO 2022
24 a 27 de Março de 2022
Paulo Afonso
BAHIA-BRASIL

Redação Cariri Cangaço

Paulo Afonso; 16 de Dezembro de 2021

http://cariricangaco.blogspot.com/2022/01/dona-generosa-maior-coiteira-de-lampiao.html

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JOÃO DE SOUSA LIMA E DR. ANTONIO AMAURY CORREA DE ARAÚJO, NA CASA DA COITEIRA DE LAMPIÃO DONA GENEROSA DE SÁ.

 

João de Sousa Lima e Antonio Amaury Correa de Araujo, na casa da coiteira Generosa Gomes de Sá

http://joaodesousalima.blogspot.com/2019/05/a-trajetoria-de-joao-de-sousa-lima-um.html

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CANGACEIRA DULCE NO LIVRO TERRA DE BRAVA GENTE

Por João de Sousa Lima

O Livro Terra de Brava Gente narra a história da cangaceira Dulce.

o autor João de Sousa Lima reencontrou em Paulo Afonso a dona Maria Cícera, irmã de Dulce e que há mais de 60 anos não se viam, o historiador fez o encontro das duas e por essa ação acabou sendo privilegiado com uma entrevista com Dulce, pois ela não dava entrevistas.

Para adquirir a obra: João de Sousa Lima 75-988074138 ou joaoarquivo44@bol.com.br 

http://joaodesousalima.blogspot.com/2020/07/cangaceira-dulce-no-livro-terra-de.html

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MEU PAI FOI GUIA DE UMA VOLANTE.

 Por João de Sousa Lima

https://youtu.be/EWUXSg2HVNE?si=okg8ZaFHj1SBSX5Z

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OS CANGACEIROS MAIS ASSUSTADORES !!!

 Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=xnFE6TBfDUY

Já viu pessoas que você mesmo sem saber quem era ficou assustado ou com mau pressentimento? Tem gente que assusta só de olhar. Veja alguns cangaceiros que botavam medo só de chegar.

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