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sexta-feira, 2 de maio de 2025

NOTA DE FALECIMENTO!

 Por Relembrando Mossoró

O Relembrando Mossoró vem comunicar o falecimento de Lucicleide, vítima de acidente de trânsito, na Avenida Leste Oeste, em Mossoró. Nossos sentimentos aos familiares e amigos

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MELCHIADES DA ROCHA

 Por Robério Santos

Jornalista Melchiades da Rocha! Ganha um livro meu quem descobrir, com provas, a data de falecimento dele. Dica: não foi em 1954.

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LAMPEÃO E SEU BANDO.

Por Guilherme Velame Wenzinger


 A Noite(RJ) - 22 de outubro de 1935.

ARACAJU, outubro (Serviço especial d’A NOITE) — Paralelamente ao flagello das secas periódicas assola o sertão nordestino o flagello do cangaço.

Enquanto “Lampião” depreda em Pernambuco, “Corisco” age em Alagoas. Por sua vez, Angelo Roque opera na Bahia e José Bahiano em Sergipe. No Estado da Bahia, Angelo Roque tem a seu cargo a zona de Santo Antonio da Gloria, Geremoabo e Paripiranga. Em Sergipe, José Bahiano responde pela zona de Anápolis, Pinhão, Carira, São Paulo, Itabaiana, Campo do Brito e uma parte do município de Riachuelo. Ultimamente este facinora, que anda ferindo as mulheres com as suas iniciaes; J.B. teve a audácia de atacar propriedades distantes de Aracaju apenas sete léguas. Ora, Sergipe é um Estado todo cortado de estradas de rodagem com communicações telegraphicas e telephonicas para todo o interior.

Mas nem assim escapa ao cangaço. O chefe do grupo chega numa fazenda, procura o vaqueiro e ordena-lhe que vá buscar cinco contos. Esses homens, que na sua maioria são “coiteiros” dos bandidos, transmittêm o recado ao proprietário e esse tem que mandar o dinheiro, sob pena dos bandidos incendiarem as fazendas ou matarem todo o gado. Sabe-se, até que muito fazendeiro, tem sido vítima de recado falso dos vaqueiros. E é assim que José Bahiano já dispõe de mais de quatrocentos contos de réis.

Fortaleza, assassinado recentemente em Alagoas, já tinha em seu poder, somente em ouro, mais de vinte contos. E o povo continua soffrendo. A inefficacia da perseguição da policia é uma coisa notoria. Qual seria o melhor meio de acabar com o banditismo, perseguindo os “coiteiros”? Não, porque a medida só atingiria aos pequenos. Os grandes ficariam impunes.

Ultimamente o coronel Liberato Carvalho, sob cujo commando se encontra a policia da Bahia, realizou um convênio com as polícias de Sergipe, Alagoas e Pernambuco. As medidas que vão ser postas em prática são reservadas. Seja lá como fôr, os habitantes da zona infestada por cangaceiros continuam pessimistas. Já não é pouco em dez annos que têm soffrido.

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DESCANSE EM PAZ!

 Por Neilson Florentino

 

Descanse em paz Pedro Coelho! Mestre da Cultura de Acopiara.

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HOMENS CONHECIDOS...

Por Robério Santos

De pé, da esquerda para a direita: tenentes Antonio Correia Brasil; Francisco Correia de Queiroz; Jacob Guilherme Frantz; Abilio Dick Comstock e João Pereira de Oliveira. Sentados, da direita para a esquerda: capitães Mauricio, Benjamin e Benicio. Foto de João Lelis. Conheciam esta foto?

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𝐎 𝐂𝐀𝐕𝐀𝐋𝐎 𝐃𝐎 𝐂𝐀𝐏𝐄𝐓𝐀̃𝐎

 Acervo do Jaozin Jaaozinn

Fotografia do capitão Osório (ou Ozório) Cordeiro da Silva — comandante da força baiana —, após guerrear com o grupo de Lampeão no Raso da Catarina, região baiana, no início do mês de janeiro de 1932. Dentre os espólios, entra em destaque o cavalo que pertenceu ao Rei Cangaceiro, agora em posse do militar. Registro batido por repórteres do jornal Diário da Noite/RJ, em 1932.

Na reportagem afirma que após esse confronto, o grupo cangaceiro se dirigiu para o Estado de Sergipe, se aproximando das terras pertencentes à antiga Aquidabã/SE, tocando o terror nos habitantes e moradores locais. Depois, no dia 6 de janeiro, invadem a cidade de Canindé/SE (conhecida Canindé de Baixo), onde depredam e queimam casas/comércios e são ferradas, por Zé Baiano, três mulheres (Maria Marques, Anízia do Forno e Isaura): duas por usarem cabelos curtos (Anízia e Isaura) e uma por ter parentesco com volante (Maria).

(Obs: questão essa, da saída do Raso para Sergipe, que difere das informações publicadas por outros pesquisadores, porém, no momento não vem ao caso)

Ademais, ainda no periódico, cita a estadia do coronel João Felix de Souza, comandante das tropas da Bahia, nos sertões com o intuito de avaliar as diligências contra os bandidos e propor uma perseguição dura contra os coiteiros. Disse, com toda razão, que um dos motivos da polícia não conseguir chegar "de vez" no "Capetão", é pela forte rede de proteção e informação que este tem através de seus coiteiros. Podemos dizer que foram a base principal do cangaceirismo; sem eles, certamente grupos ou bandoleiros solos não iriam resistir por tanto tempo. Em comparação, o resultado do trabalho do coronel João Félix com os sertanejos foi maior do que as atribuladas ações do sangrento tenente Dourado (ou Douradinho) — que defendia também uma dura retaliação contra os protetores de cangaceiros; todavia, praticava crueldades em excesso contra os acusados e contra sertanejos que não tinham nenhuma ligação com o cangaço —, que torturava, matava e espancava sertanejos inocentes.

Outro fato de suma importância e que é pouco relatado, é o êxodo de famílias sertanejas dos sertões, em específico daquele ano, da Bahia e Sergipe. Após os abusos praticados por ambos os lados (volantes e cangaceiros), bem como suas moradias serem destruídas, muitos clãs decidiram sair de suas terras e migrarem para a Capital do Estado ou então para cidades e/ou povoados que estivessem longe da área de atuação de Virgolino. Querendo ou não, o cangaceirismo contribuiu e muito para a fuga de inúmeros sertanejos de sua terra natal para cidades grandes; consequentemente, aumentou-se também o número de nordestinos nas regiões do "sudeste modernizado", boa parte deles morando na rua.

Ou seja, nem sempre o motivo era seca e fome, mas também a exagerada violência nos "grotões do Norte" que quase acabou com famílias inteiras, obrigando-as a largarem tudo o que tinham para salvarem as suas vidas. De qualquer forma, a saudade do seu rincão perdura, e agora o novo inimigo é a xenofobia impregnada na "sociedade inovada"; e em momentos, certas palavras dirigidas para os retirantes feriam mais que as pontas finas dos punhais nas costas ou as bofetadas de chicote no rosto ou nas mãos.

𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸𝑆: 𝐽𝑜𝑟𝑛𝑎𝑙 𝐷𝑖𝑎́𝑟𝑖𝑜 𝑑𝑎 𝑁𝑜𝑖𝑡𝑒/𝑅𝐽 — 𝟏𝟗𝟑𝟐; 𝑟𝑒𝑣𝑖𝑠𝑡𝑎 𝑂 𝐶𝑟𝑢𝑧𝑒𝑖𝑟𝑜/𝑅𝐽 — 𝟏𝟗𝟑𝟐; 𝑍𝑒́ 𝐵𝑎𝑖𝑎𝑛𝑜 — 𝑅𝑜𝑏𝑒́𝑟𝑖𝑜 𝑆𝑎𝑛𝑡𝑜𝑠.

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MEU IRMÃO FRANCISCO MENDES PEREIRA.

 Por José Mendes Pereira




Meu irmão Chico Mendes. Segundo filho dos meus pais, de uma prole de 16 irmãos.

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LAMPEÃO FOI DEGOLADO!

JORNAL A NOITE 

Ao longo das décadas de 1920 e 1930, Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, espalhou o terror pelo Nordeste. Com seu bando, percorreu o sertão atacando vilas, matando inocentes, saqueando mercearias, achacando fazendeiros, roubando gado, trocando tiros com a polícia.

A carreira do criminoso brasileiro mais célebre de todos os tempos chegou ao fim há 80 anos. Descoberto numa fazenda em Sergipe, Lampião foi morto pela polícia a tiros de metralhadora, ao lado de outros dez cangaceiros, incluindo Maria Bonita, sua companheira. Até o New York Times deu a notícia do histórico 28 de julho de 1938.

Os senadores e os deputados da época olhavam o cangaço com preocupação. Documentos guardados nos Arquivos do Senado e da Câmara mostram que os parlamentares trataram do tema na tribuna em inúmeras ocasiões. Em 1926, o senador Pires Rebello (PI) discursou:

— Quem vive nesta capital da República [Rio], poderá achar que o governo tem feito a felicidade completa dos brasileiros. Ofuscados pelos brilhos da luz elétrica, é natural que os cariocas não saibam que naquele vasto interior existem populações aquadrilhadas fora da lei que zombam da Justiça e ridicularizam governos.

Muitos cangaceiros haviam assustado o Nordeste antes de Lampião, como Cabeleira, Jesuíno Brilhante, Antônio Silvino e Sinhô Pereira, mas nenhum foi tão temido quanto o rei do cangaço. As investidas de Lampião eram tão brutais que, na Assembleia Nacional Constituinte de 1934, deputados nordestinos — a Assembleia não teve senadores — redigiram cinco propostas para que a nova Constituição previsse o combate ao cangaço como obrigação do governo federal.

A repressão cabia às volantes, batalhões itinerantes das polícias dos estados. O que parte dos constituintes desejava era que o Exército reforçasse a ação das volantes. O deputado Negreiros Falcão (BA) afirmou:

— Os Lampiões continuam matando, roubando, depredando, desvirginando crianças e moças e ferreteando-lhes o rosto e as partes pudentas sem que a União tome a menor providência. Os estados por si sós, desajudados do valioso auxílio federal, jamais resolverão o problema.

Justiça privada

O deputado Teixeira Leite (PE) lembrou que os governos estaduais eram carentes de verbas, armas e policiais:

— A força policial persegue os bandoleiros, prende-os quando pode e mata-os quando não morre. Hostilizados de todos os lados, recolhem-se à caatinga e se tem a impressão de que o bando se extinguiu. Mera ilusão. O vírus entrou apenas num período de latência. Cessada a perseguição, os facínoras repontam mais violentos e sequiosos de sangue e dinheiro, apavorando os sertanejos e a polícia.

Leite explicou por que seria diferente com o Exército em campo:

— Que bando se atreveria a aproximar-se de uma zona onde estacionassem tropas do Exército, com armas modernas, transportes rápidos e aparelhos eficientes de comunicação?

Outra vantagem era que as tropas federais podiam transitar de um estado a outro. As estaduais não tinham tal liberdade — e os cangaceiros tiravam proveito disso. Uma vez encurralados em Alagoas, por exemplo, os bandidos escapavam para Sergipe, Bahia ou Pernambuco, estados nos quais as volantes alagoanas não podiam atuar.

Nenhuma das propostas que davam responsabilidade ao governo federal vingou, e a Constituição de 1934 entrou em vigor sem citar o cangaço.

— Na nova Constituição, vamos invocar o nome de Deus. Vamos também constitucionalizar Lampião? — ironizou o deputado Antônio Covello (SP).

Para o deputado Francisco Rocha (BA), o cangaço exigia “remédio social”, e não “remédio policial”:

— As causas do cangaceirismo são a falta de educação, estrada e justiça e a organização latifundiária preservando quase intactas as antigas sesmarias coloniais, para não mencionar a estúpida ação policial dos governos.

Segundo o jornalista Moacir Assunção, autor de Os Homens que Mataram o Facínora, sobre os inimigos de Lampião, o cangaço surgiu na Colônia e tinha a ver com o isolamento da região:

— O sertão ficava separado do litoral e mantinha uma ligação muito tênue com Lisboa e, depois, com o Rio. O que prevalecia não era a justiça pública, mas a justiça privada. Era com sangue que o sertanejo vingava as ofensas. Muitos aderiram ao cangaço em razão de brigas de família ou abusos das autoridades. Uma vez cangaceiros, executavam a vingança contando com a proteção e a ajuda do bando.

Lampião entrou no cangaço após a morte de seu pai pela polícia, em 1921.

— O cangaceiro não era herói. Era bandido mesmo — esclarece Assunção. — A aura de herói tem a ver com um atributo valorizado pelo sertanejo do passado: a valentia. O cangaceiro enfrentava a polícia sem medo, de peito aberto. Isso era heroísmo.

Em 1935, com a nova Constituição já em vigor, o senador Pacheco de Oliveira (BA) apresentou um projeto de lei que destinaria 1,2 mil contos de réis aos estados para repressão ao cangaço. O dinheiro sairia do orçamento da Inspetoria Federal de Obras contra as Secas, responsável pela abertura de açudes, poços e estradas no sertão.

A grande preocupação de Oliveira eram os criminosos que atacavam os trabalhadores e atrasavam as obras.

— Um engenheiro avisou sobre o risco que corria seu pessoal. Como não lhe chegassem recursos, lançou mão do único expediente que lhe era praticável: armou os trabalhadores.

Os cangaceiros matavam os operários por terem ciência de que a chegada do progresso ao sertão colocaria em risco o futuro das quadrilhas nômades.

Amigo de coronéis

O historiador Frederico Pernambucano de Mello, autor de Quem Foi Lampião, diz que havia motivos não confessos para que o governo federal e os estados pouco fizessem para acabar com o bandido de uma vez por todas:

— Lampião vivia fora da lei, mas mantinha excelente relacionamento com os poderosos. Era protegido por coronéis e políticos. O governador de Sergipe, Eronildes Ferreira de Carvalho, tinha amizade com Lampião e lhe fornecia armamento e munição.

A boa vida de Lampião acabou quando Getúlio Vargas deu o golpe de 1937 e instaurou o Estado Novo. Uma das bandeiras da ditadura era a modernização do país. Nesse novo Brasil, que deixaria de ser agrário para se tornar urbano e industrial, o cangaço era uma mancha a ser apagada.

A gota d’água foi um documentário mudo que revelou ao país a rotina do bando de Lampião na caatinga. O que se via eram cangaceiros alegres, bem vestidos e com joias. Nem pareciam fugitivos. Sentindo-se afrontado, Vargas ordenou aos governadores do Nordeste que parassem de fazer vista grossa e aniquilassem o rei do cangaço.

Assim se fez. Lampião e seus subordinados foram mortos e decapitados em 1938, e o governo expôs as cabeças em cidades do Nordeste. Bandidos de outros grupos correram para se entregar, de olho na anistia prometida a quem delatasse companheiros. Corisco, o último dos pupilos de Lampião, foi morto em 1940, e o cangaço enfim se tornou passado.

Colaboração: Celso Cavalcanti, da Rádio Senado

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/combate-a-lampiao-quase-entrou-na-constituicao-de-34/combate-a-lampiao-quase-entrou-na-constituicao-de-34

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FATO HISTÓRICO NA BAHIA NA FAZENDA DO TANQUE DO TOURO...

 Acervo Volta Seca

Um fato heroico da história da Bahia, que ocorreu em 24 de abril de 1931, na Fazenda do Tanque do Touro, em Paulo Afonso. Nesse dia, os bravos soldados da força volante enfrentaram o temido bando de cangaceiros liderado por Lampião.

Imagine a coragem desses homens!

Eles sabiam que estavam diante de um desafio imenso, mas lutaram com determinação e bravura.

Infelizmente, muitos deles perderam a vida nesse combate, incluindo Ezequiel Ferreira, irmão de Lampião.

Apesar da tragédia, o sacrifício desses soldados não foi em vão.

A memória desses guerreiros é um legado poderoso que continua a inspirar as futuras gerações de policiais.

A força policial militar da Bahia presta homenagem a esses heróis.

ADENDO:

Amigos leitores desta página, eu não sei passar vídeos para o blog sem link. Se quiser vê-los, basta acessar o link da página no face book.

Fonte: Escritor e historiador [Sandro Lee](https://www.facebook.com/groups/878916312473178/user/100026398507250/?__cft__[0]=AZWPEwtvAcmsJv8hrTAnw341biKdX89_I4f_ESVlixqJhQEAamTbpNp3booJcz0NlCuDsy7U-0KSX26buqsLkticFHfPNQ8EZhZ7v1SZ384-118fs3RwRmQBx8wNVssftE1ZLAVOy9UXCAbS4M8xG0DFRoL9Yqyc77Cbk8Aj5FrmIgzgcot8wlKDBHxk01ASCmTjJAk8qVoXkYAGm9IcXXxqjMxpjtKutlc_2_86Jpscbg&__tn__=-]K-R)

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quinta-feira, 1 de maio de 2025

SOBREVIVENTES DO TEMPO DO CANGAÇO.

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=c44hAXKxGzM
Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira  

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CORONEL JOÃO SÁ E A FAZENDA CARITÁ.

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=-enJtesEASE

Quer ajudar nosso canal? Nossa chave Pix é o e-mail: narotadocangaco@gmail.com Fazenda Caritá, que pertenceu ao Cel. João Sá.

Nesse vídeo, o ex-vaqueiro da fazenda, Sr. Jaconias narra para o pesquisador João de Sousa Lima as dificuldades da vida na época do cangaço, quando o sertanejo não tinha muita escolha: era viver ou morrer.

Link desse vídeo:

 Coronel João Sá e a Fazenda Caritá  

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TODA A HISTÓRIA DO SERTÃO POR SUAS ARMAS.

 Por Denis Carvalho

Boa noite!

Muita SAÚDE e PAZ!

Toda a história do sertão por suas armas: A primeira, de cima pra baixo, foi a lâmina utilizada pelos desbravadores e bandeirantes durante o reconhecimento primário e confederação dos Carirys. 

A segunda, chamada de parnahyba, era a arma do colonizador, dos primitivos vaqueiros e criadores de gado, imortalizada em gravuras de diversos viajantes que por aqui passaram no início do século XVIII. 

A terceira, um sabre da Guarda Nacional, representa o coronelismo, em sua ascensão e apogeu. 

A quarta, um "estoque", era a lamina do jagunço, bastante utilizada pelos homens do Conselheiro em Canudos, citada na Questão do Sabiucá e sabidamente utilizada por Sinhô Pereira.

 A última, a faca nordestina ou punhal, ganhou notoriedade no período áureo do cangaço, sendo um de seus principais ícones. Foi amplamente utilizada por Lampião e seus cabras, bem como pelas forças volantes que o combatiam.

(DENIS CARVALHO - ABLAC).

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quarta-feira, 30 de abril de 2025

CHEGAMOS À BETÂNIA

Chegamos a Betânia ; na Fazenda Melancia; um dos cenários da refrega entre Lampião e o cel Zé Pereira, de Princesa; nas ribeiras do Riacho do Navio, no majestoso Pajeú pernambucano, já na construção de nossa agenda 2026; não paramos nunca ! Recepcionados pelo prefeito Erivaldo; pela vice Dalvinha e toda a equipe da gestão municipal num dia de muitas conversas e farta agenda de trabalho !!!!

Mas , só lembrando que logo logo estaremos juntos no grande Cariri Cangaço Oeste Potiguar , de 22 a 25 de maio de 2025
Programação no link da BIO
Cariri Cangaço Território de Grandes Encontros , sempre !!!








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O CANGACEIRO JOÃO COXÓ

 Créditos: Guilherme Velame Wenzinger

Foto retirada do jornal Diário da Manhã(PE) - Edição de 04 de Agosto de 1935.

O cangaceiro "João Coxó", preso no ano de 1935 no local conhecido por "Brejão". Foi detido por membros da força volante de Garanhuns(PE), após um assalto cometido pelo bando de Lampião no povoado "Serrinha".

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O CANGACEIRO ALECRIM

 Por Histórias do Brasil

Cangaceiro "Alecrim", vulgo de Pedro Vieira da Silva. Posto em "liberdade vigiada", em 1935, foi encaminhado para Itabuna, no sul do Estado da Bahia, junto com o cangaceiro "Bananeira", de nome Horácio Teixeira Júnior.

A sugestão é que foram aproveitados por suas habilidades de "percorrerem o mato".

@superfãs

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GRUPO DE LAMPIÃO DIVIDIDO EM 2.

 Acervo Guilherme Velame Wenzinger

No início de outubro de 1929, jornais nacionais noticiavam a divisão do bando de Lampião, com Corisco liderando uma nova formação. É interessante notar que se acreditava que essa divisão enfraqueceria o grupo, mas, como se viu depois, ela apenas o fortaleceu.

Jornal do Recife(PE).

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OS BANDIDOS DO INTERIOR, TIROTEIO, MORTE E FERIMENTOS. O QUE NOS DISSE O SARGENTO FRANCISCO MACEDO, COMANDANTE DA FORÇA VOLANTE QUE LUTOU 2 HORAS, COM O GRUPO DE ANTÃO GODÊ — APPREHENSÃO DE ARMAS.

 Por Guilherme Velame Wenzinger

Jornal Pequeno(PE) - 13 de outubro de 1913.

Relativamente ao tiroteio havido entre praças de polícia, em Jatobá do Brejo, com o grupo do scelerado Antão Godê, facto de que nos occupámos, temos a fornecer aos leitores notas mais detalhadas, dadas ao repórter desta folha pelo sargento Francisco Nicoláo de Macedo, do 3.º batalhão, que commandava, por determinação do dr. Francisco Porpínio, chefe de polícia, uma força volante, no interior do Estado, para prender cangaceiros.
O alludido inferior da Força Publica do Estado, que chegou ao Recife ante-hontem, às 7 horas da noite, pelo comboio da Great Western, secção Central, conduzindo um dos cangaceiros, de nome Gonçalo Gomes, mais conhecido por Quinta-feira, apresentou-se ao chefe de polícia, que o mandou ouvir em auto de perguntas.
Eis o que soubemos, por intermédio do sargento Francisco Macedo. Às 2 horas da tarde do dia 3 do corrente, quando passava em Jatobá, acompanhado de 5 praças embaladas, teve um encontro com o grupo do celebre Antão Godê, que os recebeu à bala.
Todos os cangaceiros estavam municiados, sendo que, Quinta-feira, trazia mais de 800 cartuchos. Para ver se conseguia prende-los, enfrentou o grupo com a força, havendo um forte tiroteio, que durou, pelo menos, duas horas, terminando com a morte do irmão do chefe do grupo Antão Godê, de nome Manoel Godê, e ferimentos em Gonçalo Gomes, o Quinta-feira, e outro alcunhado Canna-brava. Terminado o fogo, foi preso Gonçalo Gomes, ou Quinta-feira, fugindo 3. Foram apprehendidas várias armas, cartuchos, etc.
  • Na foto, o cangaceiro Antão Godê.
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OS ÚLTIMOS PASSOS DO CANGAÇO: A RETIRADA DOS REMANESCENTES DE LAMPIÃO (1938–1940).

Por Guilherme Velame

3 de agosto de 1938: Corisco comete um dos crimes mais brutais do cangaço ao assassinar e degolar seis membros de uma mesma família em represália pela morte de Lampião.
5 de setembro de 1938: Barreira assassina o companheiro Atividade em busca de anistia.
6 de setembro de 1938: Penedinho mata o companheiro Canário em troca de anistia.
6 de outubro de 1938: Entregam-se os cangaceiros Juriti e Borboleta.
13 de outubro de 1938: Morrem os cangaceiros Bom de Veras, Amoroso e Cruzeiro, na atual Carira(SE), quando, junto com Balão, iriam se entregar. Este último consegue fugir.
15 de outubro de 1938: Zé Sereno assassina friamente o cabo José Paes da Costa, que estava ajudando o cangaceiro a fugir de um cerco em Pinhão(SE).
19 de outubro de 1938: Zé Sereno se entrega junto a vários cangaceiros em Jeremoabo(BA).
Novembro de 1938: Pancada se entrega junto a seis companheiros(as).
7 de dezembro de 1938: Entregam-se Moita Brava, Boa Vista, Laura e Sebastiana.
14 de dezembro de 1938: Jornais noticiam que Velocidade foi emboscado e preso. Quem participou da captura foi seu ex-companheiro Pancada e o tenente Joaquim Grande.
21 de dezembro de 1938: Jornais noticiam que Português se entregou junto com Quitéria.
25 de dezembro de 1938: Jornais noticiam as prisões de Pedra Roxa e Barra de Aço, que se entregaram.
13 de fevereiro de 1939: Português é morto na cadeia de Santana do Ipanema(AL) por Pedro de Aquino, cujo pai foi assassinado pelo assecla em 1936.
5 de maio de 1939: O bando de Ângelo Roque é atacado pela volante de Odilon Flor na região de Bebedouro(BA). No combate, morrem os cangaceiros Sofreu, Pé-de-Peba e Mariquinha (mulher de Labareda).
4 de junho de 1939: Ângelo Roque, a pedido de um coiteiro, tenta matar um homem. Não o encontrando, mata sua esposa a pauladas na frente dos quatro filhos.
Meados de 1939: Moreno, na região de Brejo Santo(CE), no sítio Umbuzeiro, captura um casal acusado de delação, corta a língua da mulher e castra o homem. Perseguido, foge para Alagoas.
8 de agosto de 1939: O bando de Corisco é atacado por três volantes na Fazenda Lagoa da Serra, no último combate do célebre bandido. Presentes: Corisco, Dadá, Roxinho, Guerreiro, Gitirana, Patativa, Caixa de Fósforo, Rio Branco e outros. Corisco fica com a mão direita paralisada e o braço esquerdo atrofiado. Morrem os cangaceiros Guerreiro e Roxinho (de apenas 13 anos, segundo alguns pesquisadores).
9 de outubro de 1939: Jornais noticiam a morte do cangaceiro Pajeú, do bando de Ângelo Roque, pelas volantes sergipanas.
21 de outubro de 1939: Jornais noticiam a prisão em Mata Grande(AL) do cangaceiro “Volta Seca” (não o famoso), do bando de Moreno. Ele delata que Moreno anda com Tempestade e duas mulheres.
29 de novembro de 1939: Corisco manda Caixa de Fósforo assassinar Sinhozinho Neu Militão em Sergipe. Ordena que a cabeça da vítima seja enviada ao cabo Nicolau em Monte Alegre.
Dezembro de 1939: Entrega-se à polícia e delata o chefe Corisco, José Porfírio dos Santos, o Velocidade II. Ele relata ter entrado no bando no fim do cangaço, vindo da região de Bebedouro(BA), e participado de apenas três combates.
Fins de 1939: O bando de Ângelo Roque trava confronto com a volante dos cabos Leopoldo e Nicolau.
Fins de 1939: Tempestade é expulso do bando de Moreno. Foge, constitui família e morre na década de 1980 em Santana do Ipanema(AL).
2 de fevereiro de 1940: No dia de Nossa Senhora da Saúde, o cangaceiro Moreno abandona o cangaço com sua amásia Durvinha e parte para Minas Gerais, onde vive no anonimato por mais de 60 anos.
30 de março de 1940: Entrega-se todo o bando de Ângelo Roque, o último ainda em plena atividade.
25 de maio de 1940: Morre Corisco.
11 de junho de 1940: É noticiada a prisão do cangaceiro Mexirico, remanescente do bando de Lampião.
7 de agosto de 1940: É preso o cangaceiro Gitirana, remanescente do bando de Corisco.

Fontes: Tok de História, Blog do Farias Junior, Cangaço na Bahia, Lampião Aceso, Lampião - A Raposa das Caatingas (José Bezerra Lima Irmão), Diário de Pernambuco(PE), Jornal Pequeno(PE), O Jornal(RJ), A Noite(RJ), Diário da Manhã(PE), Jornal do Recife(PE), Jornal A Tarde(BA), Blog do Mendes, Cangaceiros de A a Z – Bismarck Martins de Oliveira.

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terça-feira, 29 de abril de 2025

O PERIGOSO CANGACEIRO JARARACA.

 Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=DgLTra4pPRU

Uma biografia sobre um dos maiores cangaceiros da era Lampiônica, o temido José Leite de Santana vulgo Jararaca.

Agradecimento especial ao amigo pesquisador dono no canal no YouTube Lampião Governador do Sertão José Francisco Gomes de Lima.
Cap 01 : 0:20 Seja um Membro

Cap 02 : 1:18 Informações Pessoais de Jararaca

Cap 03 : 2:07 Fuga de Casa e Entrada no Exército

Cap 04 : 2:56 Volta para o Nordeste

Cap 05 : 3:25 Entrada no Bando de Lampião

Cap 06 : 4:31 Corisco sob comando de Jararaca

Cap 07 : 5:04 Os Combates que Teve Jararaca

Cap 08 : 5:27 A irá contra Luiz Pedro

Cap 09 : 6:00 Desavenças com Massilon Leite

Cap 10 : 6:37 Ferido e Detido em Mossoró

Cap 11 : 7:22 Uma Morte Covarde

Cap 12 : 8:30 Folclore do Jararaca Santo

Cap 13 : 9:05 Curiosidades Sobre Jararaca

Cap 14 : 9:38 Fotos de Pesquisas em Mossoró


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