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terça-feira, 7 de julho de 2015

DAS CORES DAS VESTES

Por Rubens Antonio

Uma questão que se elevou é em relação às cores das vestes dos cangaceiros.

Afirmou-se muito pelo kaki e muito pelo azul.

Um mergulho na documentação da época, aponta, finalmente, uma luz para o caso, sendo este o estado atual do conhecimento documental da época.
Ambas cores foram usadas, conforme as conveniências e necessidades.
Os registros da década de 1920, em fases de caatinga predominantes, seguem este padrão:
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Já um registro de um momento da década de 1930, quando o grupo estava encoitado nas matas de Sergipe e Alagoas, surge este registro:


As antigas vestes dos cangaceiros, em suas fases baianas, foram guardadas pelos auxiliares do professor Estácio de Lima, quando das suas prisões, no final da década de 1930 e início de 1940.

Mais tarde, estiveram expostas no Museu Estácio de Lima, no Instituto Lima Rodrigues.

O professor Lamartine de Andrade Lima, testemunha que eram todas bege - kaki.

O que parece ser a melhor referência a ser seguida, neste momento, é que
- para os momentos e as ações nas áreas de caatinga, o kaki era o registro dominante.

- para os momentos vividos em Alagoas e Sergipe, quando em matas de outras características, o azul emergiu como opção mais camufladora, muitas vezes superando o antigo padrão.

- para os momentos das ações na Bahia, predominantemente em áreas de caatinga, sempre o kaki permaneceu como o registro dominante, mesmo nos estertores com Cangaço.

Enviado pelo professor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio

http://cangaconabahia.blogspot.com.br/2015/07/das-cores-das-vestes.html

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

2 comentários:

  1. Amigo. Corrigi, a partir da observação do Lamartine, o texto. Se puder, mude aqui também para:
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    As antigas vestes dos cangaceiros, em suas fases baianas, foram guardadas pelos auxiliares do professor Estácio de Lima, quando das suas prisões, no final da década de 1930 e início de 1940.
    Mais tarde, estiveram expostas no Museu Estácio de Lima, no Instituto Lima Rodrigues.
    O professor Lamartine de Andrade Lima, testemunha que eram todas bege - kaki.
    O que parece ser a melhor referência a ser seguida, neste momento, é que
    - para os momentos e as ações nas áreas de caatinga, o kaki era o registro dominante.
    - para os momentos vividos em Alagoas e Sergipe, quando em matas de outras características, o azul emergiu como opção mais camufladora, muitas vezes superando o antigo padrão.
    - para os momentos das ações na Bahia, predominantemente em áreas de caatinga, sempre o kaki permaneceu como o registro dominante, mesmo nos estertores com Cangaço.
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