Por Rostand Medeiros
No dia 10 de junho de 1927, Lampião e seus cangaceiros invadiram o Rio Grande do Norte com o objetivo de atacar a cidade de Mossoró. Na pequena vila de Vitória — hoje o município de Marcelino Vieira —, o tenente Napoleão de Carvalho Agra organizava um destacamento de policiais potiguares para interceptar o bando nas proximidades daquela comunidade.
Os soldados tentavam disfarçar o medo de várias maneiras. Alguns faziam piadas com um recruta baixinho, negro e recém-incorporado à força, que nem sequer farda possuía. Seu nome era José Monteiro de Matos. Os companheiros zombavam dizendo que ele, provavelmente por sua baixa estatura, seria o primeiro a fugir. O soldado, porém, respondia a todos de forma categórica: “Eu morro, mas não corro!”. E assim cumpriu sua promessa.
A tropa deixou a vila e seguiu em direção ao sul. Pouco tempo depois, o confronto com os cangaceiros teve início. Em meio ao intenso tiroteio, a superioridade numérica e tática dos bandidos tornou-se evidente, forçando o recuo da polícia. Mesmo ferido, o Soldado Matos permaneceu firme em sua posição. Ele deu cobertura à retirada dos companheiros, atirando sem cessar, e ainda conseguiu abater o cangaceiro Azulão. Em seguida, foi brutalmente assassinado pelo bando. Seu laudo cadavérico registrou uma sucessão de sevícias terríveis aplicadas ao seu corpo.
Sou o autor do livro “1927 - O Caminho de Lampião no Rio Grande do Norte” (2019), obra para a qual percorri de moto todo o trajeto feito pelos cangaceiros. Conversando com as pessoas me impressionou o fato de que, mesmo em locais muito distantes de Marcelino Vieira, a memória do soldado que “morreu, mas não correu” continuava viva.
Cada um faz da sua história o que bem entende, enaltece a quem desejar e a utiliza da forma que preferir. Minha única missão com estes relatos é não permitir que esses fatos caiam no esquecimento.
Até onde consegui apurar, a única homenagem prestada ao Soldado Matos foi dar o seu nome à quadra de esportes do quartel de Pau dos Ferros. Se existe outra, eu desconheço.
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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video "O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
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