Valdir José Nogueira de Moura.
Na tarde de 24 de agosto de 1921 — há exatos 105 anos —, por volta das 16h, as terras próximas à povoação de Bom Nome foram palco de um dos episódios mais marcantes e dolorosos da história do cangaço.
A ira tomava conta de Sebastião Pereira, o lendário Sinhô Pereira. Pouco antes, em um combate violento contra a volante do capitão Zé Caetano, o bando havia perdido Luiz Macário, um dos cabras mais valentes do grupo. Em fuga e cego pela perda, Sinhô Pereira cruzou o caminho de um homem simples e desarmado: o Sr. João Bezerra do Nascimento.
Sem qualquer chance de defesa, um tiro tirou a vida daquele inocente, desencadeando um remorso que mudaria os rumos do cangaço.
A DOR DO SANGUE E O PESO DA CONSCIÊNCIA:
Em 1971, quando retornou ao seu torrão natal após décadas vivendo no Planalto Central, Sinhô Pereira desabafou ao pesquisador Luiz Lorena sobre o fato que mais o perturbara na vida:
"A morte de João Bezerra em Bom Nome. Na forma como eu procedi, acelerou minha decisão. O meu estado de espírito estava de tal forma desajustado que eu já não tinha condição de conduzir as ações do grupo que comandava."
O LAÇO DE SANGUE ESQUECIDO PELA FÚRIA:
No Sertão do Pajeú, onde as famílias se entrelaçavam, a tragédia guardava uma ironia cruel: a mãe e o sogro de João Bezerra eram parentes em segundo grau do pai de Sinhô Pereira. Naquela tarde de agosto, o chefe cangaceiro assassinou, sem saber, um próprio parente.
O baque moral e familiar acelerou a saída de Sinhô Pereira do cangaço, abrindo caminho para que, anos mais tarde, Virgulino Ferreira da Silva — o Lampião — assumisse a liderança definitiva do grupo.
Memórias do Cangaço
Pesquisa e resgate histórico: Valdir José Nogueira de Moura.
https://www.facebook.com/valdirjose.nogueira
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.
E entenda que:
"Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video "O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com
http://sednemmendes.blogspot.com
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Nenhum comentário:
Postar um comentário