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terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

CANGACEIRA BONITA!

 Por Itamar Nunes Art



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COMO SURGIU O DITO POPULAR "BREGA".

 Por José Mendes Pereira

https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=4OWyt_7gjA8&ab_channel=osDECENTES

As histórias geralmente se confundem e tomam rumo diferentes no meio da verdade, e o pior é que, as mentiras às vezes se tornam verdades, assim como alguns dizem como surgiu a palavra "brega". Mas Lindomar Castilho que foi grande cantor em décadas passadas, tem a sua versão diferente de outros que nem sabem como surgiu.

Nascido em Bordéis Lindomar Castilho que é um dos precursores da música "brega", credita o adjetivo pejorativo ao nome de uma rua na cidade de Salvador, famosa por abrigar casas de prostituição. 

Diz Lindomar: “Esse nome começou comigo. Eu frequentava a Rua Nóbrega, que nem sei mais se existe, lá em Salvador. Eu e os demais cantores de músicas românticas tocamos em algumas dessas casas, mas gostávamos de ir lá para ver as garotas de programa. Ficamos conhecidos como os rapazes da Nóbrega, que viviam lá, que a palavra "Nóbrega" foi abreviado para "brega" tempos depois, perdendo o início da palavra que é "No”.

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CORISCO: O BRIGÃO, O OPERÁRIO, O EXÉRCITO E A LENDA DO CANGAÇO (PARTE 1)

José João Sousa

A aventura do homem aqui na Terra parece escrita antes mesmo do cabra nascer e até virar uma lenda, ele haverá de percorrer as tais “linhas tortas” traçadas pelos deuses - é o caso de Cristino Gomes da Silva Cleto – o Corisco.

Como numa Ópera, a vida de Corisco não se resume a uma Ária, no sentido da carreira solo ou em bando. Adolescente brigão que foge de casa, operário sem aptidão, rapaz errante, soldado de um Exército Brasileiro dado a quarteladas e, claro, cangaceiro. Seria este um resumo apressado daquele que foi considerado “a sombra” de Lampião.

Filho de pais separados, Cristino vivia às turras com os irmãos Vicente, Francisco, Maria Firmina, Jovita, Rosa e Teodora. Quando nasceu, dona Firmina Maria da Conceição, sua mãe, já estava separada de Manoel Gomes e saindo com outro, daí uma incógnita sobre sua paternidade, também em função dos seus traços físicos: cabelos lisos e ruivos; pele alva e olhos amarelados.

Dona Cristina foi como todas do seu tempo: uma mulher guerreira, de pulso firme na educação dos filhos que não hesitou em aplicar uma surra no “esquisito” filho Cristino que só vivia “trancado” dentro de casa e tornara-se suspeito pelo sumiço das parcas economias de dona Firmina, dinheiro para feira do mês - Cristino, claro, foi o suspeito do furto.

O garoto já com 15 anos foge de casa, perambula por fazendas em busca de trabalho e apoio de parentes. Não deu certo, o rapazola era problemático demais.

Volta pra casa com o “rabo entre as pernas”, é recebido pela mãe que já trabalha de empregada na fábrica Estrela, de linhas de costura de Delmiro Gouveia, o icônico empreendedor cearense, e onde dona Firmina lhe consegue um emprego.

Cristino passa a levar a vida de operário ao tempo em que gasta o dinheiro que ganha em farras homéricas, que sempre acabam “no cacete” – o rapaz era brigão demais. Numa dessas, seu desafeto era um cabo de polícia, destacado em Vila da Pedra; a peleja não fica por isso mesmo obrigando Cristino a pegar a estrada novamente.

Vai passar uns tempos da casa do pai, Manoel Gomes, completa 21 anos; solicita e consegue ingresso no Exército Brasileiro, que não fazia muitas exigências em relação à certidões e tudo o mais. Cristino jura bandeira no 28 Batalhão de Caçadores de Aracajú, a unidade militar mais próxima do sertão alagoano.

O Exército é um emprego certo, nele permanece até os 30 anos, onde aprende a ler e escrever e “jeito de gente” disciplinada e eficiente, a ponto de ingressar na Tropa de 1ª Linha espécie de Tropa de Elite, como franco-atirador.

Mas o mundo de Cristino não gira – capota.

Em julho de 1924 estoura uma quartelada no Exército, em São Paulo, mais conhecida na História como Revolta Paulista de 1924 e o 28 Batalhão de Caçadores, sob o comando do capitão Eurípedes e tenentes Soriano e Maynard, segue os revoltosos paulistas. O movimento fracassa; em São Paulo os revoltosos são liquidados a tiros de metralhadoras e bombardeios de avião.

Mas o 28 Batalhão de Caçadores ainda segue em armas e em movimento a ponto de ocupar o Palácio do Governo. E Cristino estava lá na condição de atirador de elite, ignorando tudo que se passa ao redor da política – como soldado, apenas cumprindo ordens.

Com a quartelada no Exército fracassada os líderes se rendem, e para os soldados resta apenas a Corte Marcial com condenação certa de seis meses a dois anos de xadrez seguidos de expulsão.

Ficar no quartel era esperar tempo ruim e ainda pagar sem dever.

A opção para muitos soldados foi “pegar o beco”, desertar. E o soldado Cristino Gomes foi um deles; que agora, além ser perseguido pela briga que resultou na morte de um cabo de Polícia num passado não muito distante, agora era um desertor e procurado pelo Exército.

Cristino, mais uma vez, desaparece no oco do mundo.

Agora na clandestinidade por deserção do Exército, Cristino deixa Sergipe, cruza Alagoas, Pernambuco, até achar a um porto seguro na Paraíba, em Alagoa do Monteiro – hoje Monteiro.

Arranja trabalho em uma das fazendas do município, mas cuida de não se expor muito. O misterioso forasteiro cuida do gado, ergue cercas, ajuda no plantio. Cristino baixa a guarda e volta às farras e bebedeiras homéricas aos sábados e domingos, nas fazendas Serrote, Malhadinha, Capitão-Mor.

O sergipano loiro misterioso volta a se envolver em confusão. Com ele, as farras acabam em pancadaria. E uma delas começa porque Cristino jogou seu “charme” pra cima de uma garota; a convida para dançar e recebe de volta um Não!

O machismo em Cristino fala mais alto. Já “puxando fogo” não aceita o “não” e passa a ser grosseiro com a garota.

Não sabia Cristino que estava em “terra de cabra macho” como ele. Um primo da moça, percebendo o assédio grosseiro chega perto para tomar satisfações e aplica um bofete na cara do galã rejeitado e, de volta, recebe um soco bem aplicado. O forró não para e cacete também não.

A polícia aparece e leva os dois pra cadeia.

O rapaz do lugar é um “boa pinta”, filho de gente rica e logo é solto. Já Cristino, sem parente nem aderente por perto, não tem a mesma sorte e passa alguns dias no xadrez.

Ao ser solto, sua reputação de brigão já está alta e não tem a mesma simpatia do lugar. O jeito foi pedir as contas e cair na estrada, outra vez.

Deixa Monteiro para trás, cruza a divisa e vai para Vila Bela, hoje Serra Talhada, onde arranja emprego, mas não se demora no lugar e segue em frente até a cidade de Bom Nome, onde uma parente sua mantém uma relação amorosa com o poderoso do lugar chamado Manoel Valões.

Eis que Valões, certo dia, recebe em sua fazenda amigos influentes de Vila Bela. Entre eles está um filho do poderoso João Alves de Barros, intendente (prefeito) de Vila Bela. O rapaz, discretamente chama Valões para uma conversa “pé de oreia” e abre o jogo.

- Esse Cristino aí é desertor do Exército e é procurado pela polícia, delatou o rapaz.

Cristino, mais uma vez, não tem saída e lhe restam duas opções: seguir fugindo ou encarar cadeia.

Nesta quadra da vida, Cristino resolve abraçar o banditismo. Manifesta vontade de ingressar no bando de Lampião, pois esse era o desejo ou sonho de muitos rapazes da época: fazer dinheiro fácil e fugir de perseguições.

E foi o próprio Manoel Valões quem fez a intermediação. Recebeu Virgulino Ferreira da Silva e seu bando na sua fazenda e fez as apresentações.

- Capitão Virgulino, este aqui é Cristino, habilidoso nas armas, bom de mira e procurado pelo Exército por deserção e pela polícia por ter matado um cabo.

Mas aqui já é prosa para outro artigo, porque a vida de Corisco só pode ser contada em vários capítulos.

João Costa. Acesse: blogdojoaocosta.com. br.

Fonte: “Corisco – A Sombra de Lampião”, de Sérgio Augusto Dantas.

Fotos. Benjamim Abraão Botto.

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O BANDO DIANTE DE DEUS

João Filho de Paula Pessoa

Era Abri de 1929, o Padre Artur Passos rezava uma missa em Poço Redondo/SE, quando percebeu que do lado de fora da capela, estava um grupo de forasteiros em pé, em silêncio e armados, com seus chapéus nas mãos e respeitosamente assistindo a missa. Ao final da missa o padre foi até eles, e percebeu que na verdade tratava-se de um Bando de Cangaceiros, e logo um deles se adiantou e se apresentou como Virgulino Ferreira, o Lampião. 

O Padre os observou atentamente e com eles conversou por mais de uma hora, o suficiente para conhecer a todos e receber uma anotação do próprio Lampião com os nomes e apelidos de todos que assistiram aquela sua missa, estavam lá Lampião, Ezequiel, Virgínio, Luiz Pedro, Corisco, Mariano, Arvoredo, Fortaleza, Labareda e Volta Seca. Ao final da conversa Lampião beijou a mão do velho Padre pedindo-lhe bênçãos e partiu com seu bando. 

Após este inusitado encontro o Padre escreveu alguns artigos, intitulados “O Bando diante de Deus” em que mencionou “Alguns são calados e reservados, não mostrando, porém, face carrancuda, nem os vi com maus modos. Não têm inclusive Lampião, cara repelente, como imaginamos nos bandidos em geral”. Sobre Lampião, disse “Em tudo, guarda serenidade e presença de espírito”. 

Deste episódio restou uma amizade entre Lampião e o Padre, que voltaram a se encontrar outras vezes em casas de coiteiros quando o padre pousava para descansar, ocasiões em que o padre confessava os cangaceiros, conversavam, jogavam baralho e até bebiam vinhos juntos. 

João Filho de Paula Pessoa, Fortaleza/Ce. 10/02/2021.

Assista o filme deste Conto:

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PAU-BRASIL

Clerisvaldo B. Chagas, 16 de fevereiro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.471

“Árvore de até 30 m (Caesalpinia echinata) da família das leguminosas, subfamília cesalpinioídea que outrora habitava o litoral brasileiro, do Rio Grande do Norte até o Rio de Janeiro, e hoje em dia é bastante rara, com casca tanífera, madeira de cerne vermelho e tinta da mesma cor, folíolos pequeninos, flores amarelas  e vagens oblongas, também cultivada como ornamentais e por usos medicinais; arabutã, árvore-do-brasil, Arubatã, brasilaçu, brasilete, brasileto, brasil-rosado, ibirapiranga, ibirapitá, ibirapitanga, ibirapuitá, imbirapatanga, muirapiranga, orabutã, pau-de-pernambuco, pau-de-tinta, pau-pernambuco, pau-rosado, pau-vermelho, sapão”. (Wikipédia)

Pau-Brasil em tempo nublado (foto: B. Chagas).

Uma árvore com tantas denominações indígenas e regionais, foi quase extinta no Brasil pela ambição desmedida dos europeus. Além do nome pau-brasil, esse vegetal é semelhante ao papagaio com seus matizes verdes, carimbados como brasileiros. Suas folhas são belíssimas como se tivessem sido rendadas pelas mais exímias rendeiras do Nordeste. Como o pau-brasil é uma árvore que pode chegar aos 30 metros de altura, bom que seja plantada em fazendas, parques, sítios e chácaras. Não é aconselhável seu plantio para arborização de ruas devido ao seu porte, mas também, cultivada nas ruas, não encontra terreno fértil, afina, entorta o tronco e se amarra em, aproximadamente, 3 a 4 metros de altura. Mesmo assim é de uma beleza desconcertante com suas folhas em cachos suaves e amarelos. Costuma ser visitadas por borboletas, abelhas e pássaros pequenos.

Temos o privilégio em ter a companhia de um pau-brasil na casa vizinha e na arborização da Rua José Soares Campos onde a maioria das árvores é de algumas espécies de Acácia. A arabutã, além de conservar parte da história do Brasil em nossa rua, é até motivo de pesquisa pela sua raridade e folhagem majestosa. Além das sombras para descanso dos passantes, essas árvores atraem os pássaros rurais que invadem as nossas ruas como rolinhas, bem-te-vis e beija-flores que nos oferecem canto e companhia na solidão do Covid 19.

E diante da via completamente deserta, não resistimos a formosura da árvore pau-brasil e zás! Tome uma foto de celular para adoçar os nossos escritos.

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2021/02/pau-brasil-clerisvaldob.html

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

MAIS UM INQUILINO CHEGOU!! LIVRO DO CONFRADE AMIGO DO CARIRI CANGAÇO, BISMARCK MARTINS. REVISADO E AMPLIADO.

  Por Jose Irari

Nova edição atualizada. Todo pesquisador e estudioso do tema cangaço devem ter esta ótima obra literária.

Parabéns ao escritor Bismarck Martins!


Pode ser adquirido via escritor, ou através do professor Francisco Pereira Lima. 

franpelima@bol.com.br

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DESEJANDO PARABÉNS...!

 Por Moustafá Veras

Meu amigo Aderbal Nogueira, meu irmão de coração, hoje quero felicitar você por mais um ano de vida e desejar toda felicidade do mundo. 

Feliz aniversário! 

Espero que nunca lhe falte nada, amigo, e que complete muitos anos de vida com saúde, alegria, e sempre rodeado de amor e amizade. 

Parabéns e tenha um dia muito feliz!

Saúde e paz meu irmão!!

https://www.facebook.com/groups/893614680982844/?multi_permalinks=1393200574357583%2C1390261074651533%2C1392741287736845%2C1392050187805955&notif_id=1613070256223532&notif_t=group_activity&ref=notif

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JULGAMENTO SIMULADO DE LAMPIÃO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=3bt1Yp6sFuY

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CALUMBI A história de um suposto filho de Lampião em Calumbi - Pernambuco.

Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=R0fDzJzmNfs&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

A história de um suposto filho de Lampião, fruto de um relacionamento com Maria Ana da Conceição conhecida como “Tatu”. Uma história que até os dias atuais é contada pelos mais velhos e que permanece guardada na memória popular do município pernambucano de Calumbi. E vocês... quais as suas opiniões a respeito desse assunto? Teria Lampião tido outros filhos além de Expedita Ferreira ou tudo não passa de farsas ou fantasias criadas pela imaginação das pessoas? Deixem suas opiniões. 

TORNEM-SE MEMBROS DO CANAL. 

Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. 

Forte abraço... Cabroeira! 

Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

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CASAIS DO CANGAÇO - CONTOS DO CANGAÇO - CANGACEIRO LAMPIÃO

Por João Filho de Paula Pessoa
https://youtu.be/ahMtBB6ak3U

https://www.youtube.com/watch?fbclid=IwAR3Hdy-atKMfhyrUkDvWL6Gg608Us-HcLr73Q2p0WVKldo8s9Oh7T8mNxSQ&v=ahMtBB6ak3U&feature=youtu.be&ab_channel=ContosdoCanga%C3%A7o

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CONTOS DO CANGAÇO

 Por João Filho de Paula Pessoa

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O CANGAÇO SANGRENTO E AS CRUZES DOS INOCENTES.

 Por Rangel Alves da Costa

Não há como não entristecer. Não há como não sentir por dentro o coração pesaroso e por fora o olhar apertado querendo chorar. E mais ainda quando se está diante de marcas de covardia, de desmedida violência contra inocentes, de cruzes para humildes e injustiçados sertanejos. Mesmo que o pesquisador procure não se envolver sentimentalmente aos fatos, mantendo sempre a imparcialidade perante as realidades encontradas, impossível que a comoção não lhe chegue e os sentimentos não aflorem em angústias e aflições quando encontra e passa a dialogar com os testemunhos sobre a terra de um passado sangrento e cruel. Assim aconteceu na fotografia abaixo. Eu ao lado das cruzes de inocentes sertanejos mortos pelo cangaço, de um senhor e um menino, que no ano de 32 foram vitimados pelo grupo comandado pelo cangaceiro Gato, que num só dia matou sete inocentes desde a região da Fazenda Couro, passando pela Pelada, até finalizar sua sangrenta fúria na Fazenda São Clemente, nos sertões sergipanos de Poço Redondo. Na foto, avista-se uma casinha de oração já em escombros, construída em memória de Antônio Monteiro e do menino Galdino, no mesmo local onde foram mortos por Gato, Azulão, Suspeita, Medalha e Cajueiro. A cruz maior, ao centro das outras duas, antigamente repousava mais ao alto da parede de barro da casinha. Aí jazem sob túmulos os dois primeiros mortos naquele percurso de dor e perversidade sertões adentro. Monteiro deixou esposa, filhos e neto. Galdino, um garotinho de apenas sete anos, deixou toda a sua vida, toda a sua infância, todos os seus sonhos.

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CORISCO UM CABRA DE CONFIANÇA DE LAMPIÃO

https://www.youtube.com/watch?v=StZK__7fg0Q&ab_channel=NASPEGADASDAHIST%C3%93RIA

Corisco foi o chefe do ultimo bando de cangaceiros a ser extinto. Com a morte de Corisco, o Nordeste brasileiro virou a triste página de mortes e sofrimento que o cangaço trouxe ao povo pobre e sofrido do Nordeste. 

DIVERSOS LIVROS EM PROMOÇÃO!!!!! CONHEÇA NOSSA LIVRARIA ACESSANDO O LINK ABAIXO: https://jflavioneres-nph-livraria.fre...​ 

Fonte: Livro cangaceiros de Lampião "de A a Z" "Cangaço "Corisco.

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ALAGOAS/SERGIPE

Clerisvaldo B. Chagas, 15 de fevereiro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.470

Penedo, município localizado às margens do rio São Francisco, foi o primeiro núcleo habitacional de Alagoas. Coisas ainda dos primeiros navegantes portugueses após o descobrimento do Brasil. Depois de cinco séculos de história, o núcleo ribeirinho continua encantando turistas de todas as partes do mundo. É uma das mais belas cidades do nosso território, cheia de sobrados e histórias sem fim. Mas, apesar de carregar nas costas cinco séculos de existência, “enterraram uma cabeça de burro” na travessia de balsas no rio São Francisco que impediu até agora a construção da ponte Penedo (Alagoas) – Neópolis (Sergipe). Bastante progressista, Penedo recebeu um baque com a ponte Porto Real do Colégio – Propriá. Continuou de forma medieval transportando passageiros e coisas na base do remo e do motor de embarcações. Por tudo que representa, Penedo não merecia o descaso federal da obra citada.

Vamos colocar abaixo mais um texto sobre construção da ponte que se tornou sonho do outro mundo. Até a Imprensa cansou de publicar notícias que afirmavam o início das obras sobre o rio São Francisco. Estar muito pior do que aquela antiga novela do asfaltamento Carié – Inajá. Povo iludido há mais de 40 anos, porém, esse seriado enganador finalmente teve um final feliz. Semana passada, mais uma vez a Imprensa da terra volta a tocar no assunto dizendo: “O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, informou ao senador Fernando Collor (Pros) que já dispõe em mãos de um projeto da Companhia do Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF) para a construção da ponte que vai ligar o município de Penedo”.

A enganação e o descaso com a cidade levam de primeira um descrédito enorme, porém, políticos em busca de reeleição inauguram obas até duas vezes como fizeram com a de Porto Real de Colégio – Propriá. Nesse caso somente resta aos interessados das duas unidades da federação, uma entrada na briga ou o olho arregalado na espera da moita.

Porém, enquanto a ponte fica no sai, mas não sai, você poderá fazer uma visita a terra do saudoso escritor Ernani Otacílio Mero e se deliciar com tantas belezas acumuladas do tempo de balsas e canoas.

PARCIAL DE PENEDO. (FOTO: PREFEITURA/DIVULGAÇÃO

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UM GRANDE DOCUMENTÁRIO SOBRE O CANGAÇO

 Por João de Sousa Lima


Parte 1 https://youtu.be/FhV8O5VDqts

Parte 2 https://youtu.be/Tavd4y4rMUY

Parte 3 https://youtu.be/bjPqtTfpm0I

 Parte 4 https://youtu.be/-cw6DW313uA 

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=1580930288782576%2C1580692295473042&notif_id=1613326512519083&notif_t=group_activity&ref=notif

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COMBATE DE UMBURANAS COMPLETA 95 ANOS

Por José João Souza 

Na manhã de hoje, 14/02/2021, a Polícia Militar de Pernambuco fez uma homenagem aos policiais mortos na Batalha de Umburanas, no confronto contra a Coluna Prestes. A batalha ocorreu no dia 14/02/1926, no sítio Umburanas no município de Custódia PE.











https://www.facebook.com/josejoao.souza.73

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domingo, 14 de fevereiro de 2021

NOTA DE PESAR - Sargento BM Rosemberg

É com pesar que o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN) informa sobre o falecimento do Sargento Rosemberg Magalhães de Amorim, de 41 anos. Ele estava afastado do serviço ativo em tratamento de saúde e foi encontrado desacordado em sua casa, em Mossoró, na noite de sábado (13).

Sargento BM Rosemberg esteve na nossa instituição por quase 20 anos, servindo a população potiguar com garra e coragem. Nesse momento de dor, a Corporação se solidariza com a família, amigos e irmãos de farda do Bombeiro Militar. 

Nosso abraço e conforto à toda família deste Guerreiro e Combatente do Fogo que cumpriu sua nobre missão de salvar vidas.

#Salvar #CBMRN #Ligue193 #Luto

https://www.facebook.com/noticiasdopovo1/posts/2016008911872611

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TEU ABRAÇO NA PANDEMIA

Por Veridiano Dias Clemente


Hoje te abraço de longe

Sempre em pensamento

Te aperto a todo momento

E demoro em te soltar

Sinto teu gostoso cheiro

Vou cheirando teus cabelos

Com esse cheiro de mar


É minha forma de sonhar

Sempre por telepatia

Que vai cultivando alegria

Distante onde voçê está

É como se fosse um espelho

E eu sem aceitar conselho

Prá deixar de te Amar


Vou no universo procurar

Uma forma bem diferente

Prá fazer que logo a gente

Possamos nos encontrar

Vou namorando teus olhos

As máscaras não serão mais abrolhos

Quando eu for te beijar


Poeta VERÍ

Do país de Caruaru-PE

Poesia Editada / Escrita em Vitória de Santo Antão-PE

Às 13h53 Em 14/02/21

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A QUESTÃO DO SABIUCA ENTRE 1866 A 1875 ENVOLVERAM VÁRIOS CLÃS

 Por Giovane Gomes

A Questão do Sabiuca entre 1866 a 1875 envolveram vários clãs, Os Gomes de Sá, os Mendes, os Leite e outras famílias, travaram uma lutar épica. O rio São Francisco foi testemunha dessa escaramuça, grupos de cangaceiros e escravos lutaram por seus senhores, O Clã dos Gomes de Sá, formaram seu bando próprio de facínoras "Os Irmãos Laurindos de Sá". 

O Padre Ibiapina em Santa missão pelo o sertão trouxe a paz, que logo foi quebrada. Em 1877, depois de muito sangue derramado, outro acordo foi firmado, os envolvidos na sugestão foram embora, os grupos de cangaceiros foram perseguidos presos e mortos, muitos deixaram a lutar. O bisavô do Lendário Manoel de Souza Neto, o maior perseguidor de Lampião foi assassinado barbaramente na guerra.

Esses documentos fazem parte das vendas de terras e dos processos criminais dos envolvidos na morte de Antônio Mendes.

O documento com o selo imperial datado de 1877.

Texto: Giovane Gomes

Acervo: Giovane Gomes e família Gomes de Sá do Ambrosio e Sabiuca.

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O JAZZ FLUTUANTE DE LAMPIÃO - CONTOS DO CANGAÇO - CANGACEIRO

Por Contos do Cangaço
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A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS E ARTES DO CANGAÇO - ABLAC

 Por Dr. Archimedes Marques

A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS E ARTES DO CANGAÇO - ABLAC, tem o imenso prazer de anunciar, que depois de um "tenebroso inverno" para romper a burocracia desse nosso país, finalmente, no dia de ontem ganhamos a NOSSA NUMERAÇÃO DE IDENTIDADE, ou seja, o seu devido CNPJ. Desse modo, somos uma instituição de FATO e de DIREITO, TOTALMENTE LEGALIZADA. 

Para tanto, solicito a todos os membros da ABLAC que compartilhem essa mensagem.

QUE DEUS NOS AJUDE NESSA NOSSA NOVA CAMINHADA!

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QUEM NUNCA OUVIU FALAR EM VIRGOLINO O LAMPIÃO?

 Por Wagner de Cerqueira e Francisco

Esse foi o principal nome de um movimento social ocorrido no sertão nordestino durante o fim do século XIX e início do século XX, denominado cangaço. Os cangaceiros, com seus chapéus de abas largas, roupas de couro enfeitadas, punhais e armas de fogo na cintura, atuaram em cidades dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

Esses grupos eram integrados, na maioria das vezes, por sertanejos jagunços, capangas e empregados de latifundiários (detentores de grandes propriedades rurais). Esse movimento está diretamente relacionado à disputa da terra, coronelismo, vingança, revolta à situação de miséria no Nordeste e descaso do poder público. Os cangaceiros aterrorizavam as cidades, realizando roubos, extorquindo dinheiro da população, sequestrando figuras importantes, além de saquear fazendas.

Com o fortalecimento do cangaço, as polícias estaduais não conseguiram inibir as ações dos cangaceiros, que eram temidos pela violência e crueldade durante os ataques, sendo necessária a participação da polícia federal. Esse comportamento despertou o respeito e a admiração a vários integrantes do movimento, que eram considerados heróis por parte da população em razão da bravura e audácia. Contudo, vários sertanejos temiam os cangaceiros, demonstrando total oposição aos “bandidos”.

Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, foi o cangaceiro de maior destaque. Seu apelido surgiu após um tiroteio noturno com a polícia, no qual Virgulino disparou tantos tiros que sua espingarda iluminou parte do ambiente, fazendo uma analogia a um lampião. Esse homem nasceu no dia 7 de julho de 1897, no sertão pernambucano, sendo um dos nove filhos de um casal (Maria Lopes e José Ferreira da Silva) muito pobre. Sua atuação no cangaço foi motivada pela situação econômica, perda da propriedade da família, além do assassinato do pai.

Lampião liderou um bando que atuou no sertão nordestino, confrontando coronéis, policiais e bandos rivais. Perseguido, Lampião acabou sendo assassinado em 1938, na divisa entre os estados da Bahia e de Sergipe. Com a sua morte, o cangaço perdeu força, no entanto, entrou para a história como um movimento de revolta contra o descaso dos órgãos públicos em relação ao sertão nordestino.

Wagner de Cerqueira e Francisco é graduado em geografia. - Equipe Brasil Escola

Os cangaceiros fizeram parte de um movimento social ocorrido no sertão nordestino.

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

FRANCISCO, Wagner de Cerqueira e. "Cangaço"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/cangaco.htm. Acesso em 14 de fevereiro de 2021.

https://brasilescola.uol.com.br/brasil/cangaco.htm

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DESCANSE EM PAZ NA CASA DO SENHOR, ROSEMBERG!

Por José Mendes Pereira

O blog do Mendes e Mendes - "http://blogdomendesemendes.blogspot.com" informa com pesar aos seus amigos e leitores, o falecimento do seu seguidor Rosemberg Magalhães de Amorim, de 41 anos. Era Militar do "Corpo de Bombeiros Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN)". Ele estava afastado do serviço ativo em tratamento de saúde e foi encontrado desacordado em sua casa, em Mossoró, na noite de sábado (13). Ele era 3º. sargento da Corporação 

Seus pais são o professor Laete Vidal de Amorim  e a cabelereira Zélia Amorim. A causa da morte foi infarto. 

Descanse em paz, grande amigo Rosemberg!

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QUARTEL CONSTRUÍDO EM FLORESTA DO NAVIO

 Por Verluce Ferraz

Um Quartel foi construído e criado no Município de Floresta do Navio; e grande contingente de soldados "Força Volante" foi deslocaUm Quartel foi construído e criado no Município de Floresta do Navio; e grande contingente de soldados "Força Volante" foi deslocado para combate ao Cangaceirismo Lampiônico (Séc. XX) - que estava dizimando os Sertanejos do Brasil. 

Conheça a História dos Nazarenos de Pernambuco, verdadeiros heróis brasileiros.do para combate ao Cangaceirismo Lampiônico (Séc. XX) - que estava dizimando os Sertanejos do Brasil. Conheça a História dos Nazarenos de Pernambuco, verdadeiros heróis brasileiros.


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