Por Ceará em Fotos e Histórias
Um dos fatos mais pitorescos da passagem da Coluna Prestes pelo Ceará deu-se com o inusitado convite feito por Floro Bartolomeu ao cangaceiro Lampião – para combater os rebeldes e defender a legalidade.
Por Ceará em Fotos e Histórias
Um dos fatos mais pitorescos da passagem da Coluna Prestes pelo Ceará deu-se com o inusitado convite feito por Floro Bartolomeu ao cangaceiro Lampião – para combater os rebeldes e defender a legalidade.
Por Cariri Cangaço
Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, cearense da cidade de Ipu, um dos maiores brasileiros de todos os tempos. Com um espetacular tino e talento empreendedor; desde muito cedo mostrou um invulgar talento para os negócios; acabou se tornando um dos maiores visionários e realizadores do sertão, pioneiro no desenvolvimento do Nordeste. Foi mártir da luta contra o imperialismo e de origem absolutamente humilde ; órfão de pai e mãe, ex-vendedor de passagens em trem e acabou fazendo fortuna e construindo um império a partir de seu talento, trabalho e coragem.
O outrora órfão humilde, nascido no interior do Ceará e vivendo na periferia do Recife, rapidamente deu lugar ao promissor e ousado empresário; jovem, elegante e charmoso que despontava no mundo dos negócios. Em 1899, aos 36 anos, ele inaugura o Mercado do Derby; um complexo de negócios surpreendente para época, com centro comercial, hotel, velódromo e parque de diversões onde poderíamos encontrar desde alimento a artigos de luxo e sofisticados, itens para casa, aparelhos de louça, vestuário, tecidos, calçados, jornais, revistas e livros. O visionário Delmiro Gouveia criava ainda no final do século XIX o que iríamos conviver nos dias de hoje, com muita naturalidade: o shopping center.
Depois de desentendimentos com as elites politicas de Pernambuco, Delmiro testemunhou o incêndio criminoso da pérola da coroa de seus empreendimentos: em 1890 o Mercado do Derby seria a primeira vítima da coragem e destemor de seu criador; sendo incendiado por forças policiais. Três anos depois, o incômodo empresário e líder, Delmiro Gouveia, sai de Pernambuco e se estabelece nas Alagoas, povoado de Pedra.
Em Pedra, o inquieto e destemido empresário Delmiro inicia mais um empreendimento arrebatador; constrói uma fábrica de linhas de costura; as primeira do Brasil; e diante da necessidade de energia, enveredou simultaneamente no ramo hidroelétrico, em 1913 implanta uma usina hidrelétrica próxima à Cachoeira de Paulo Afonso (BA) — e daí sai a energia para a fábrica em Pedra, consolidava-se a surpreendente Usina de Angiquinho.
Delmiro Gouveia inovava em tudo o que se dedicava ; a Fábrica da Pedra chegou a ter cerca de 2.000 funcionários, submetidos a rígida disciplina tanto na fábrica como na vila onde tinham morada. A jornada de 8 horas de trabalho era compensada com educação e creche para os filhos e ampla área de lazer com sessões de cinema, festas e bailes, pista de patinação, campo de futebol e parque de diversões, algo absolutamente impensado para a época.
Em um tenebroso final de tarde do ano de 1917, no dia 10 de outubro, era friamente assassinado na varanda de seu Chalé, dando fim a uma das mais extraordinárias sagas que se tem noticia no sertão nordestino. Morria ali, de maneira covarde e infame, um dos maiores brasileiros de todos os tempos, vítima de suas próprias ambições.
Para
conhecermos essa história a fundo, os pormenores da saga vitoriosa, sua vida,
suas conquistas, seus amores e dessabores, e principalmente sua trágica morte;
as possíveis causas, os suspeitos e a grande rede de insatisfações que cercava
Delmiro, o complô, os executores e os possíveis mandantes, Manoel Severo,
curador do Cariri Cangaço, recebe os pesquisadores e escritores; Gilmar
Teixeira, autor do festejado livro "Quem Matou Delmiro Gouveia"; Edvaldo
Nascimento, autor de "Delmiro Gouveia e a Educação na Pedra" e o
jornalista, historiador, escritor e apresentador de televisão, João Marcos
Carvalho; para mais um eletrizante Grandes Encontros Cariri Cangaço com o tema:
"Quem Matou Delmiro Gouveia - A Saga do Maior Visionário do Sertão",
GRAVADO AO VIVO , na quarta-feira, dia 04 de agosto de 2021 as 19h30 para o
Canal do YouTube do Cariri Cangaço.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Histórias Aos Montes
A misteriosa facada, Odair José e Diana um dos casais mais explosivos da história da música brasileira foi formado ainda nos anos 1960. Ana Maria Siqueira Iório e Odair José de Araújo estavam começando as carreiras artísticas como Diana e Odair José e se apaixonaram. Casaram-se oficialmente em 1973, quando paralelamente o sucesso para ambos chegou (Odair gravou seu clássico Vou Tirar Você Desse Lugar em 1972; Porque Brigamos e Ainda Queima a Esperança de Diana é do disco de estreia dela, também de 1972).
Dizem que Diana pegou birra com jornalista e por isso é tão avessa a eles: o povo dava mais valor às histórias de brigas do casal do que ao trabalho artístico, principalmente o dela.
Odair tem coisas incríveis em sua discografia (O Filho de José e Maria, por exemplo, do qual vamos falar daqui a pouco), mas Diana também, e a sensação é de que ele é muito mais incensado hoje que ela.
Justiça seja feita: a cantora Bárbara Eugenia resgatou Diana nessa década, cantando várias músicas do repertório dela e com ela! Foi Fernando Catatau quem apresentou Diana para Bárbara na discotecagem do aniversário da cantora em 2008.
E adivinha quem estimulou essa união? Sim, ele mesmo: Odair José. Bárbara cantou uma das músicas do repertório de Diana, Porque Brigamos, no programa Som Brasil da Globo dedicado ao brega (não concordo com o rótulo mas que seja).
Odair estava no backstage e elogiou, disse que ela tinha que gravar a música, que combinava muito.
SE INSCREVA, TODA SEMANA
TEM CONTEÚDO NOVO.
https://youtu.be/-i8FH-MAm0g
https://youtu.be/SBdETb15a2c https://youtu.be/OCaiAN3_KmM https://youtu.be/XFWj_iJF3v8 https://youtu.be/ilfFvKeGMTE https://youtu.be/CjHVH0Kshxg https://youtu.be/rdmNlth4cb4 https://youtu.be/6zla3BzfPHI https://youtu.be/rBQ9i5Hukng https://youtu.be/pKQtrNtnWC4 https://youtu.be/fkj_Jgcu7F8 https://youtu.be/EUkrPDQ_NyU https://youtu.be/NMcGWO03gRc
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Passo a Passo - Empreendedor
https://www.youtube.com/watch?v=uvBdMpfpcTw&ab_channel=PassoaPassoEmpreendedorConheça nosso Curso ''Mentalidade Empreendedora Passo a Passo'': http://passoapassoempreendedorcursos.... Nesse vídeo, contaremos a história do empresário que foi praticamente o Grande Titã do Nordeste: Delmiro Gouveia. Um grande empreendedor que levou desenvolvimento e progresso para o interior do estado de Alagoas, mas que teve seus planos ainda mais ousados interrompidos por uma série de inimigos.
Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, nasceu na fazenda Boa Vista, no município de Ipu, no Ceará, em 1863.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Cangaçologia
https://www.youtube.com/watch?v=0lI6ROpHq1cDepoimento de Vilson da Piçarra, neto do fazendeiro "Antônio da Piçarra" dono da "Fazenda Piçarra", onde ele fala a respeito da entrada de Ezequiel Ferreira e de Virgínio Fortunato no cangaço. No dia 13 de março de 1928, nas terras da Fazenda Piçarra, foi onde o afamado e temível cangaceiro Sabino Gomes "Sabino das Abóboras" foi gravemente baleado. Socorrido e retirado do local pelos companheiros de cangaço, Sabino das Abóboras não resistiu as fortes dores que sentia e teve que ser sacrificado devido a gravidade do ferimento. Um curto depoimento de grande valor documental para a história que tanto perseguimos ao longo dos anos. Simplesmente... imperdível. Ainda hoje no canal (YouTube)... CANGAÇOLOGIA. Filmagem e entrevista: José Francisco Gomes de Lima. Lembrando a todos que faltam menos de cinco mil inscrições para alcançarmos a marca de 100.000 inscritos (Seguidores) e nos consolidarmos como referência no segmento. Compartilhem nossos vídeos e convidem seus amigos e familiares para se inscreverem no canal. Grato pelo apoio. Geraldo Antônio de Souza Júnior
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Cangaçologia
https://www.youtube.com/watch?v=HXKqbD-PrdA&ab_channel=Canga%C3%A7ologiaDepoimento do cangaceiro "Peitica" (José Calixto da Silva) cedido ao extinto Jornal carioca "A Noite", cuja matéria foi publicada em sua edição de 14 de novembro de 1938. Deixem seus comentários, críticas e sugestões, afinal são elas que servirão para analisarmos e melhorarmos cada vez mais nossos trabalhos. Valeu, Cabroeira! Geraldo Antônio de Souza Júnior
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Roberto Navarro
Conflito no sertão
baiano ocorreu em 1896 e 1897 e terminou com a destruição do povoado.
Clique no link abaixo e leia todo conteúdo
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-foi-a-guerra-de-canudos/#:~:text=Foi%20um%20conflito%20no%20sert%C3%A3o,Conselheiro%20(1828%20%E2%80%93%201897).
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Antônio Corrêa Sobrinho
APRESENTAÇÃO
Jornais e revistas brasileiros, a respeito do CANGAÇO, o banditismo que imperou nos sertões nordestino, do final do século 19 até meados do século 20, capitaneado, nas décadas de 1920 e 1930, pelo mais célebre de todos os cangaceiros que já existiram, o pernambucano do vale do Pajeú, Virgulino Ferreira da Silva, o LAMPIÃO, e, lustrado romanticamente, digamos assim, pela cangaceira baiana, MARIA BONITA, companheira deste famanaz bandoleiro – trouxeram, em profusão, ao público leitor, não raro em grandes e sensacionais reportagens, notícias, informes e relatos das ocorrências relacionadas à este período de sofrimento e dor porque passaram as populações sertanejas.
Jornais e
revistas que, concomitantemente, também divulgaram vasta literatura sobre este
fenômeno social, mais das vezes pela pena de grandes escritores, na forma de
crônicas, poesias, opiniões, crítica literária, entrevistas, etc.
Cangaço, onde
história, literatura e outras expressões, andam juntas, de mãos dadas,
simbioticamente ajustadas, formando um todo, de saberes, ideias, percepções, de
interpretações, conceitos; cangaço que foi, de um certo ponto de vista, o
último dos grandes “gritos” que se ouviu no Sertão.
Resolvi, neste
2019, transcurso de 100 anos que Lampião iniciou a sua ilíada de fugas,
correrias, lutas e práticas criminosas, pelas terras áridas do Nordeste,
resgatar, para os dias atuais, das páginas da nossa imprensa, alguns artigos,
não meramente noticiosos, mas aqueles que trazem no âmago certa literatura,
alguns dos quais de cunho eminentemente literário, versando justamente sobre
cangaço, Lampião e Maria Bonita.
E sobre
literatura, permitam-me esta divagação: Que as notícias dos fatos e acontecimentos
produzidos por este banditismo, permaneçam nas páginas da imprensa, eis que não
há nenhum prejuízo para elas, uma vez que foram e continuam sendo reproduzidas
nas inúmeras obras a respeito deste fascinante tema.
Porém, quanto
aos artigos literários, não posso concordar que fiquem sepultos, inertes, como
a décadas estão, jazendo num esquecimento que dá pena; muitos dos quais,
relíquias, ricos de substância e beleza, verdadeiros quadros produzidos com
pinceis de sabedoria, de eloquência, e cores nascidas das palavras, quando
harmônica e esteticamente arrumadas. Literatura. São construções quase que
existências vivas, ávidas por interlocução, empatia, desejosas por motivar,
ensinar - ainda que escritas ligeiramente, em artigos curtos, para leitura
rápida, como as produzidas principalmente nos jornais. Não, deixarmos tais
esquecidas como estão, desprestigia e desrespeita seus autores e priva as
gerações futuras de valiosos conteúdos, elementos essenciais, constitutivos do
conhecimento sobre o cangaço.
Uma outra
coisa: A respeito destes textos, que ora apresento, esclareço que, no que diz
respeito à fidelidade factual, a verdade dos fatos, eles não devem ser vistos
de forma absoluta como algo essencialmente histórico, pois isto é próprio da
história, enquanto narrativa das ocorrências passadas, a “ciência humana que
estuda o desenvolvimento do homem no tempo”, muito embora a literatura seja uma
transmissora de conhecimento, de informação, e instrumento, mesmo, no processo
de edificação e de formatação da própria história.
Não confundir,
portanto, literatura e história.
Literatura é a
grande reveladora de sentimentos e de emoções. É estilo, estética, ritmo,
beleza textual, manuseio escorreito e fogoso da língua. Literatura, de fato,
mais do que a história e qualquer outra ciência, é quem verdadeiramente nos
conduz ao interior de nós mesmos, às complexas e profundas dimensões da nossa
mente, da nossa alma; é ela que nos faz perguntar, responder, duvidar; nos faz
assistir mais de perto ao outro; enxergar o outro em nós, como se diante do
espelho.
Sobre a
literatura, esta magistral ferramenta da expressão humana, diz o escritor e
jornalista José Castelo: “Vivemos imersos em um grande mar que chamamos de
realidade, mas que a literatura desmascara isso – que não passa de ilusão. A
realidade é apenas um pacto que fazemos entre nós para suportar o real. A
realidade é norma, é contrato, é repetição, ela é o conhecido e o previsível. O
real, ao contrário, é instabilidade, surpresa, desassossego. O real é o estranho.
A literatura tem o poder de interrogar, interferir e desestabilizar a
existência. É nas frestas do real, como uma erva daninha, que a literatura
nasce. A literatura não é um divertimentoo; tampouco é um saber especializado.
Ela é um instrumento, precário e sutil, de interrogar a vida. Desloca nossas
certezas, transformando-as em incertezas. Em vez de nos oferecer respostas, nos
faz novas perguntas – desagradáveis e perturbadoras.”
Que os textos
enfeixados neste e-book, compilação que fiz com gosto, elaborada com a
pretensão única de trazer ao público dos nossos dias, um conjunto de
expressões, pareceres e sentimentos, leve-nos pela empatia para mais perto de
Maria Bonita e de Virgulino Lampião; faça-nos entender e compreender o cangaço,
os seus símbolos, as suas representações, os seus significados – pelo olhar de
grandes literatos, extraordinários pensadores, escritores de escol, romancistas
consagrados, grandes cronistas, escritores que, em relação a esses seus
trabalhos, foram lidos apenas por alguns leitores, quando da edição dos diários
e periódicos; para, depois, serem degustados apenas por um ou outro
frequentador de acervos.
Pelo olhar de
um Rubem Braga, de um Graciliano Ramos, Coelho Neto, José Ferreira Lima, José
Lins do Rego, Alceu Amoroso Lima, Austregésilo de Athayde, Tristão de Athayde,
Aurélio Buarque de Holanda, José Ferreira Lima, Rachel de Queiroz, Antônio
Callado, Roberto Lyra, João do Norte (Gustavo Barroso), Manuel Bastos Tigre,
Cypriano Lage Hermeto Lima, Mucio Leão, Luís Luna, Affonso Romano de Sant’Anna
Costa Rego, Rangel Alves da Costa, Alberto Frederico Lins, Archimedes Marques,
Leonardo Motta, Joel Silveira, Prado Ribeiro, João Ribeiro, Zozimo Lima,
Humberto de Campos, Medeiros e Albuquerque, Robério dos Santos, Freire Ribeiro,
Nelson Maia Machado, Afonso Arinos, João Ribeiro, e tantos outros, em
pseudônimos, anônimos.
São mais de
trezentas composições, 551 páginas, extraídas dos mais importantes jornais e
revistas do país, todas por mim digitalizadas, com tão somente a necessária
atualização ortográfica, distribuídas em ordem cronológica de publicação, desde
1925, conforme Sumário a seguir, com seus respectivos títulos, nomes dos
autores, dos jornais e revistas, e datas em que vieram à luz.
Encerro,
informando que a parte maior do material desta coleção colhi na hemeroteca
digital da Biblioteca Nacional, e o restante, nos acervos virtuais dos jornais
Folha de S. Paulo, O Globo e o Estado de S. Paulo, além dos jornais sergipanos
disponibilizados no site da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
Um obrigado
especial ao meu filho Thiago Correa, pelo tanto que me ajudou nesta construção.
Antônio Corrêa
Sobrinho
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Autor Frederico Pernambucano de Mello
Adquira este livro do escritor e pesquisador do cangaço Frederico Pernambucano de Mello com o professor Pereira através deste e-mail:
franpelima@bol.com.br
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Manoel Severo
Este programa dos Grandes Encontros Cariri Cangaço é mais um da série prévia para a realização do Cariri Cangaço Paulo Afonso, que acontecerá entre os dias 24 e 27 de março de 2022.
Manoel Severo
traz para o segundo programa da série, quatro pesquisadores e escritores que
estarão também lançando suas obras dentro da Programação do Evento em Paulo
Afonso.
Estão presentes neste Grandes Encontros Cariri Cangaço, os escritores: João de Sousa Lima, anfitrião em Paulo Afonso que estará lançando seu festejado "MARIA BONITA A RAINHA DO CANGAÇO" ; o escritor Junior Almeida de Capoeiras-PE que lança : "LAMPIÃO EM SERRINHA DO CATIMBAU"; o escritor Moacir Assunção, que lança a nova edição do clássico "OS HOMENS QUE MATARAM O FACINORA" além do escritor baiano de Feira de Santana, Gilmar Teixeira que também estará lançando a nova e aguardada edição de: "QUEM MATOU DELMIRO GOUVEIA"
O programa
Grandes Encontros Cariri Cangaço, será gravado ao vivo na noite desta
terça-feira, dia 22 de março de 2022, no canal do YouTube do Cariri Cangaço.
https://cariricangaco.blogspot.com/2022/03/os-lancamentos-reservados-para-paulo_19.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Clerisvaldo B, Chagas, 21 de março de 2022
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.675
Sábado passado, dia 19, estava desatento à data, quando Jeane Chagas e Paulo Moraes, me enviaram mensagens de bela estampa do pai de Cristo. Fiz como o antigo doido Agissé de Santana do Ipanema, batei a mão à cabeça ao lembrar do padroeiro do meu bairro. A imagem é tão bela que reproduzi aqui abaixo, muito embora não viesse o seu autor. Além da sua própria história tão conhecida no mundo inteiro, ainda tem a construção da sua igreja na veterana localidade COHAB VELHA no incentivo de elevação a bairro. Para quem observou o antes e o depois, muito foi acrescentado àquela região após a inauguração da igrejinha de São José. Como várias outras igrejas, teve muita política no meio, discussões e tempo longo para conclusão, à exemplo da igrejinha de São Pedro e a do Bairro Clima Bom.
Prestigiado no Sertão inteiro, O santo é quem marca o período chuvoso, segundo os sertanejos. Mas, este mês de março já choveu várias vezes pouco ou muito. E se não choveu no sábado passado, exatamente no seu dia, não será por causa disto que teremos um inverno fraco. Nosso tempo sertanejo está variando sempre entre dias quentes e dias nublados com aspectos de inverno. E ainda pelo conhecimento do povo, temos no sertão o marceneiro, o carpinteiro e o “carapina”, sabe a diferença entre eles? São José foi carpinteiro, diz a tradição. Não sabemos informar se houve missa ou outros atos na igreja do nosso bairro, mas à tardinha muitos foguetes espoucaram para aquelas bandas.
São José é padroeiro da Igreja Universal da Boa Morte, das famílias, dos artesãos, dos engenheiros e trabalhadores. É também padroeiro das Américas, Canadá, China, Croácia, México, Coreia, Áustria, Bélgica, Peru, Filipinas e Vietnã, segundo nos informa certo site.
São José teria morrido aos vinte anos de Jesus. Também informações apócrifas dizem que ele era discreto, trabalhador e viúvo, ao casar com Maria. Muito pouco se fala dele nos Evangelhos. Entretanto quem é devoto de São José continua com fé inabalável independente de novas descobertas do esposo da Mãe de Deus.
SÃO JOSÉ (DIVULGAÇÃO)
Por Manoel Severo
Absolutamente Imperdível !!!
https://cariricangaco.blogspot.com/2022/03/ta-chegando.html
http://blogodmendesemendes.blogspot.com
Por Manoel Severo
Este programa
dos Grandes Encontros Cariri Cangaço é mais um da série prévia para a
realização do Cariri Cangaço Paulo Afonso, que acontecerá entre os dias 24 e 27
de março de 2022.
Manoel Severo
traz para o programa quatro pesquisadores e escritores que estarão lançando
suas obras dentro da Programação do Evento.
Estão presentes neste Grandes Encontros Cariri Cangaço, os escritores: Valdir Nogueira da cidade de São José de Belmonte em Pernambuco que estará lançando seu festejado "ENTRE REZAS E BACAMARTES" ; a escritora Célia Maria de João Pessoa na Paraíba que lança duas obras: "DICIONÁRIO IMAGINÁRIO DE UMA CANGACEIRA" e "O CANGAÇO NO CORDEL"; o escritor Archimedes Marques de Aracaju, Sergipe, que lança o terceiro volume de sua obra "LAMPIÃO E A HISTORIOGRAFIA DE SERGIPE" além do escritor paraibano Bismarck Oliveira que também estará lançando duas obras: "CANGACEIROS DE LAMPIÃO DE A A Z" e "A INVASÃO DE SOUSA".
O programa
Grandes Encontros Cariri Cangaço, será gravado ao vivo na noite desta
quarta-feira, dia 16 de março de 2022, no canal do YouTube do Cariri Cangaço.
https://cariricangaco.blogspot.com/2022/03/os-lancamentos-reservados-para-paulo.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por José Mendes Pereira
Alguns religiosos evangélicos (vejam que estou dizendo alguns evangélicos), reclamam que não entendem o porquê de tantas visitas e adorações ao túmulo de um homem que durante a sua vida, só fez coisas ruins, matando, roubando, depredando fazendas, vilarejos etc.
Mas nós, católicos, temos outro pensamento. Não entendemos, o porquê de tantas reclamações destes religiosos, quando eles mesmos pregam e ensinam que "não devemos julgar ninguém". E por que eles julgam aqueles fiéis que procuram visitar o túmulo de quem não teve sorte na vida, e foi desprezado pela sociedade, principalmente, pelo o governo que não lhe deu assistência, para seguir uma vida com dignidade?
Com essas críticas de alguns religiosos, nós, católicos, entendemos que, as suas pregações não significam nada em favor de Jesus Cristo, e sim, apenas meios de sobrevivência.
O próprio Jesus Cristo disse que nós não devemos julgar ninguém. E por que eles que criticam das pessoas que visitam o túmulo do ex-cangaceiro Jararaca, ou, julgam quem foi massacrado durante a sua vida aqui na terra?
Ensinar a alguém que não se deve julgar os outros, é muito fácil para qualquer um de nós. Mas, quando se trata de praticarmos, é coisa que jamais o ser humano quer fazer. Então, deixem quietos os que acreditam que o Jararaca obra milagres.
2 - Antonio Luiz Tavares, conhecido no mundo crime como sendo o cangaceiro Asa Branca.
Mais ou menos em 2016/17, na parte da noite, 8 horas, possivelmente, eu estive no Hotel Thermas de Mossoró, com o escritor/hstoriógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros, e ele me falou sobre a primeira prisão do cangaceiro Asa Branca, que foi em Natal-RN, e depois, recambiado para Mossoró. Vamos ver o que ele disse:
Por Rostand Medeiros
Amigo Mendes:
O fato da segunda esposa do cangaceiro Asa Branca (Francisca da Silva Tavares) não saber disso, deve ser bem simples; ele não contou a ela, porque achou que não valia a pena.
Imagino que alguém que passou vários anos na cadeia, não tinha maior interesse em falar nisso. É o que eu acho.
Aconselho a você imprimir este material e mostrar aos familiares dele, para que conheçam um pouco mais de sua história.
Veja o recorte
do jornal A República datado de 26 de Julho de 1928.
NOTAS POLICIAIS:
Com officio datado de 1º. do corrente, do Dr. Secretário da Segurança Publica do Estado do Ceará, foram apresentados ao dr. Director Geral do Departamento da Segurança Publica deste Estado, os criminosos da Comarca do Apody, Antonio Luiz Tavares, vulgo, "Asa Branca", "Julio Santanna de Mello, por alcunha "Julio Porto", e Antonio Joaquim da Costa, por autonomazia "Rocxinol" capturados ultimamente naquelle Estado, os quaes depois de identificados, foram recolhidos a Casa de Detenção.
Esses criminosos fizeram parte do grupo de cangaceiros chefiado por Massilon Leite, que invadiram em 1926 a cidade de Apody.
Um abraço. Do amigo
Rostand Medeiros
Rostand Medeiros é natural do Rio Grande do Norte (capital Natal), historiógrafo, pesquisador do cangaço e administrador do blog: http://tokdehistoria.com.br
Foto do túmulo do cangaceiro Asa Branca em MossoróRN-Brasil
Mais ou menos em 2016, pesquisando, encontrei estas netas de Asa Branca no Rio de Janeiro, que até então, não tinham roteiros do avô e tios. Hoje, a família já mantém contato, muito embora, ambas, ainda não se encontraram. Mas planejam um dia uma viagem no Rio ou para Mossoró.
Por Lampião, Governador do Sertão
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Kydelmir Dantas
Quando da realização do XI Fórum do Cangaço, promovido pela SBEC (Mossoró – 2008) o Professor Doutor Honório de Medeiros já nos abrilhantava com uma palestra sobre este personagem, importante na história do ataque de Lampião e seus cabras a Mossoró, sob o título: Quem foi Massilon?
Neste ínterim já se referia a uma ‘nova onda do cangaço’, surgida a partir do momento em que os focos dos pesquisadores deixaram de ser apenas o cangaceiro Lampião, mas viraram-se para os demais componentes e/ou participantes deste fenômeno sócio cultural do Nordeste brasileiro, o Cangaço.
Algumas pessoas desavisadas, quando se fala no tema, acham que cangaço é apenas a imagem do que foi Lampião – herói, pra seus amigos, e bandido, para seus inimigos e vítimas – e o que é – o mito criado e pesquisado na atualidade. Esquecem que o cangaço foi uma moeda de duas faces: De um lado, os cangaceiros, coronéis e coiteiros; d’outro, as forças legais, representadas pelas Polícias estaduais, as volantes e, também, os coronéis.
Em verdade, Honório de Medeiros não foi o primeiro a desviar sua pesquisa para um personagem secundário (?) da história do cangaço - outros nomes já foram estudados e apresentados - mas foi, com certeza, o que mais aprofundou-se na vida de Massilon Leite, considerado um dos mentores do assalto a Mossoró, juntamente com o Coronel Isaías Arruda, de Aurora – CE.
Em seu livro, “Massilon (Nas veredas do Cangaço e outros temas afins), Honório apresenta o resultado de uma pesquisa séria e de longo percurso, com mais de seis anos, nas pegadas deste homem. Antes, porém, imprime suas pegadas memoriais no início do século XX, vislumbrando o Rio Grande do Norte, Mossoró e o Sertão daqueles tempos. A partir deste viés, passa a acompanhar os passos do vaqueiro, comprador e vendedor de reses, desde o seu nascimento, ‘provavelmente em Timbaúba dos Mocós – PE’, segundo o autor, até sua morte, em Caxias – MA, no ano de 1928.
Além disto, que é o tema principal do mesmo, o livro traz dados, datas, fatos e informações sobre personagens e temas correlatos à ‘Resistência de Mossoró’ ao ataque dos cangaceiros comandados pelo ‘capitão Virgolino Lampião’, como este se assinou no bilhete escrito de próprio punho e enviado ao Prefeito Rodolpho Fernandes, naquele dia fatídico para Lampião e seus bandidos, 13 de junho, e vitorioso para Mossoró e seus dignos cidadãos e heróis da resistência, naquela tarde de uma segunda-feira de 1927.
Com mais este trabalho, a bibliografia cangaceira ganha um livro de peso, de um pesquisador que dignifica e faz parte da ‘Nova Onda do Cangaço’, que é mostrar e deixar para as novas e futuras gerações o registro sério de nossa História. Que outro(a)s apareçam e façam o mesmo. Com as nossas saudações Sbequianas!
Kydelmir Dantas; Poeta, pesquisador e escritor de temas ligados ao Nordeste brasileiro; de Nova Floresta – PB, radicado em Mossoró – RN. Sócio-fundador da SBEC.
http://cariricangaco.blogspot.com/2010/07/o-massilon-de-honorio-medeiros.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com