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quarta-feira, 24 de agosto de 2022

VEJA SE O PROFESSOR PEREIRA AINDA TEM ESTES LIVROS. Mas lembrando que os presos são outros valores.

Por José Mendes Pereira 

Professor Pereira de Cajazeiras

Catálogo atualizado para Abril/Maio. Promoções e valores com frete incluso para todo o Brasil.

Autor                                      Título                                            Valor   Obs. 

- Abelardo F. Montenegro Fanáticos e Cangaceiros 2011 – Clássico 2ª Ed. 420 pág. 65,00  Novo
- Alberto S. Galeno Território dos Coronéis 1987  123 pág. 30,00 Capa dura c/ carimbo

 Aglae Lima de Oliveira Adriana: Vida de uma professora no Estado de Pernambuco no tempo de Lampião 1985  194 pág.  55,00  Bom estado/capa envelhecida


- Alcino Alves Costa  Lampião Além da Versão, Mentiras e Mistérios de Angicos – 2011 Lançamento (3ª Ed.). 410 pág. 50,00 Novo
- Alcino Alves Costa  Lampião em Sergipe 2011  298 pág. ´65,00  Novo
- Alcino Alves Costa  Poço Redondo - A Saga de um povo 349 pág. 55,00 Novo
- Alcino Alves Costa  O Sertão de Lampião 55,00 Novo
- Ana Cláudia Marques  Intrigas e questões- Vingança de Família e Tramas sociais no Sertão de Pernambuco 2002 352 pág. 35,00 Ótimo estado
- Ana Cláudia Marques e outros  Andarilhos e Cangaceiros 1999  233 pag.  35,00  Novo
- André Heráclio do Rego Família e Coronelismo no Brasil- Uma História de Poder 378 pag. 35,00  Ótimo estado
- Ângelo Osmiro Assim Era Lampião e Outras Histórias 2012  236 pág.  35,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Gente de Lampião – Sila e Zé Sereno  25,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Lampião e as Cabeças Cortadas  55,00  Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Lampião, Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço 3ª Ed. 2011.   229 pág.  55,00  Novo

Antônio Amaury C. de Araújo Gente de Lampião: Dadá e Corisco 2011 329 pág.  60,00  Novo

- Antônio Amaury C. de Araújo Maria Bonita, A Mulher de Lampião 2011. 279 pág. 55,00  Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo Lampião - As Mulheres e o Cangaço 2012  399 pág.  55,00  Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo e Vera Ferreira De Virgolino a Lampião 2009 319 pág.  55,00  Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Lampião- Origens de Família e Primórdios Guerreiros do Famoso Cangaceiro (Poesias) Raro 31 pág.  40,00  Envelhecido pelo tempo
- Antônio Amaury C. de Araújo  Assim Morreu Lampião 1ª Ed. 1975  135 pág.  40,00  Bom estado/envelhecido
- Antônio Amaury e Carlos Elydio Corrêa de Araújo Lampião, Herói ou Bandido? 25,00 Novo
- Antônio Barroso Pontes  Reminiscências de Um Caboclo Sertanejo  204 pág. 23,00  Bom estado
- Antônio Barroso Pontes  O Mundo dos Coronéis 25,00 Bom estado

Antônio Barroso Pontes  Cangaceirismo do Nordeste 1973 187 pág. 50,00 Bom estado/envelhecido

- Antônio Corrêa Sobrinho O Fim de Lampião, O que disseram os jornais sergipanos 2011. 166 pág.  33,00  Novo
- Antônio Gurgel e Raimundo Soares de Brito Nas garras de Lampião (Diário do CEL. Gurgel)  122 pág. 50,00 Ótimo estado
- Antônio Vilela de Souza  O Incrível Mundo do Cangaço Vols. I e II.  38,00 cada  Novo
- Antônio Vilela de Souza  A outra Face do Cangaço 2012 – Soldado Adrião 102 pág. 28,00  Novo
- Archimedes Marques Lampião contra o mata sete 2012  552 pág.  55,00  Novo
- Arthur Shaker  Pelo Espaço do Cangaceiro, Jurubeba 1979  173 pág. 35,00  Bom estado
- Billy Jaynes Chandler  Os Feitosas e o Sertão dos Inhamuns  213 pág.  80,00  Bom estado
- Billy Jaynes Chandler  Lampião: O Rei dos Cangaceiros 1981  289 pág. 45,00 Bom estado/envelhecido
- Bismarck Martins de Oliveira  Histórias do Cangaço - O Saque de Souza – PB em 1924  30,00 Novo
- Bismarck Martins de oliveira  O Cangaceirismo no Nordeste 2002  329 pág.  38,00  Novo
- Bismarck Martins de Oliveira  Cangaceiros de Lampião de A a Z 2012  35,00 Novo
- Câmara Cascudo  Notas e Documentos Para a História de Mossoró  299 pág.  45,00  Novo
- Célia Magalhães  Fatos e Curiosidades- Missão Velha  25,00 Novo
- Cicinato Ferreira Neto  A Misteriosa Vida de Lampião 33,00 Novo
- Cláudio Aguiar  Caldeirão  40,00 Ótimo estado
- Cláudio José Alves Viana  Religião e Cangaço na Cidade de Mossoró 2012  256 pág. 45,00 Novo

Clerisvaldo B. Chagas e Marcello Fausto  Lampião em Alagoas 2012 (Lançamento) 467 pág. 55,00 Novo


- Coleção Mossoroense  Pequena Cantoria de Mário de Andrade e Câmara Cascudo para Lampião e Jararaca 103 pág.  40,00  Ótimo estado
- Daniel Lins   Lampião – O Homem que Amava as Mulheres  30,00  Novo
- Eduardo Barbosa  Lampião, Rei do Cangaço 117 pág.    35,00  Bom estado
- Élise Jasmim  Cangaceiros 2006 - Álbum Fotográfico do Cangaço  149 pág.  150,00  Ótimo estado
- Epitácio de Andrade Filho A Saga dos Limões, Negritude no Enfrentamento ao Cangaço de Jesuíno Brilhante 2011. 92 pág. 35,00  Novo
- Érico de Almeida   Lampião, Sua História 1996 (Fac-similar 1926). 137 pág.   70,00  Bom estado
- Estácio de Lima  O Mundo Estranho dos Cangaceiros 1965  327 pág. 130,00 Bom estado
- F. Pereira Nóbrega Vingança, Não – Depoimento Sobre Chico Pereira e Cangaceiros do Nordeste 1960 1ª edição.   90,00   Bom estado
- Firmino Holanda Benjamim Abrahão  85 pág. 18,00  Novo (Bolso)
- Francisco Galvão Do Coronelismo ao Caldeirão 2006  192 pág.  35,00  Novo 
- Fred Navarro  Assim Falava Lampião 1998  271 pág.  35,00  Bom estado
- Frederico P. de Mello Estrelas de Couro. Edição de luxo – 1ª Ed.  1,6kg  95,00  Novo
- Frederico P. de Mello  Guerreiros do Sol 5ª Ed. 2011  519 pág.  60,00  Novo 
- Frederico P. de Mello  Benjamin Abrahão, Entre Anjos e Cangaceiros 45,00  Novo

Frederico Pernambucano de Mello  Quem foi Lampião 1993  151 pag. 70,00  Ótimo estado


- Geraldo Ferraz  Pernambuco no Tempo do Cangaço 2vol.  1.024 pág.  120,00  Novo
- Geraldo Ferraz  Theophanes F. Torres, Um Herói Militar na cavalaria de Pernambuco 2004.  250 pag. 45,00 Novo
- Gilbamar de Oliveira Bezerra  A Derrota de Lampião (Mossoró) 2010  104 pág.  28,00 Novo
- Gilmar Teixeira  Quem Matou Delmiro Gouveia? 2011 152 pág.  40,00 Novo
- Gouveia de Helias Dias Sem Compaixão 2010 178 pág. 25,00 Novo
- Gregg Narber Entre a Cruz e Espada: Violência e Misticismo no Brasil Rural 206 pág. 30,00    Ótimo estado
- Gustavo Barroso  Terra de Sol  40,00 Novo
- Gustavo Barroso Heróis e Bandidos, Os cangaceiros do Nordeste 2012.  197 pág.  40,00  Novo
- Gustavo Barroso Almas de lama e de aço, 2ª Ed. 2012.  117 pág. 35,00 Novo
- Gutemberg Costa  A Influência do Cangaço na Música popular Brasileira 1998  84 pág. 40,00  Bom estado/soltando as folhas
- Haroldo Felinto  Curiosidades e Fatos Sobre Lampião 2012  207 pág. 30,00 Novo

Hilário Lucetti Histórias do Cangaço 2001 115 pág. 50,00 Bom estado


- Honório de Medeiros Massilon 50,00 Novo
- Iaperi Araújo No Rastro dos Cangaceiros 2009 152 pág. 40,00  Novo
- Ilda R. de Souza e Israel (Zai) Araújo Orrico Sila, Uma Cangaceira de Lampião. 130 pág.  60,00  Bom estado
- Ilsa Fernandes Queiróz  Mulheres no Cangaço, Amantes e Guerreiras. 144 pág. 30,00  Novo
- Inês Caminha L. Rodrigues  A Revolta de princesa 1981  81 pág. 15,00  Bom estado-Livro Bolso
- Isabel Lustosa  De Olho em Lampião 2011  109 pág.  25,00  Novo
- Ivan Bichara   Carcará- Romance Histórico - Ataque de Sabino Gomes a Cajazeiras em 1926 - 276 pág. 30,00  Bom estado
- João Bezerra da Nóbrega  Lampião e o Cangaço na Paraíba 2011 345 pág.  55,00 Novo
- João de Sousa Lima  A Trajetória Guerreira de Maria Bonita  38,00  Novo
- João de Sousa Lima  Moreno e Durvinha  38,00  Novo
- João de Sousa Lima e Juracy marques (Org.)  Maria Bonita- Diferentes Contextos Que Envolveram a Vida da Rainha do Cangaço  172 pag.  38,00 Novo
- João Lelis de Luna Freire  A Campanha de Princesa 2000  390 pág. 55,00 Ótimo estado
- Joaquim Inojosa República de Princesa  55,00  Bom estado
- Joaryvar Macedo e Rejane M. Augusto Gonçalves Os Augustos  2ª Ed. 2009  627 pág. 65,00 Novo
- Jorge Mattar Villela  O Povo em Armas: Violência e Política no Sertão de Pernambuco 2004 292 pág. 35,00  Ótimo estado
- José Alves Sobrinho  Lampião e Zé Saturnino, 16 anos de lutas.  40,00  Novo

José Alves Sobrinho  Lampião, Antônio Ferreira e Levino – A parceria e o Cangaço 2012 235 pág.  55,00  Novo


- José Anderson Nascimento  Cangaceiros, Coiteiros e Volantes.  30,00  Ótimo estado
- José Cavalcanti  Bicho do Cão - Canga, Cangaço, Cangaceiro. 271 pág. 140,00  Bom estado
- José Gastão Cardoso A heroica resistência de Princesa 2ª ed. 25,00 Novo
- José Hilário Do Cangaço ao Congresso 1994 241 pág. 30,00 Envelhecido pelo tempo
- José Peixoto Junior  Bom de Veras e Seus Irmãos (Os Marcelinos)  40,00 /envelhecido
- José Sabino Bassetti e César Megale Lampião, Sua Morte Passada a Limpo 2011. 192 pág. 45,00 Novo
- Juarez Conrrado  Lampião - Assaltos e Mortes em Sergipe 2010  301 pág.  55,00  Novo
- Juarez Conrado  A Última Semana de Lampião (Reportagens) 1980  84 pág. 70,00  Bom estado/Capa envelhecida
- Késsia Brito e outra  O Mito de Lampião 47 pág.  12,00  Bom estado
- Kydemir Dantas  Mossoró e o Cangaço 1997 149 pág. 30,00 Bom estado
- Leonardo Mota  No Tempo de Lampião 2002  40,00  Novo
- Luitgarde Oliveira C. Barros A Derradeira gesta: Lampião e os Nazarenos Guerreando no Sertão 2000   260 pág.  50,00  Novo
- Luiz Bernardo Pericás Os Cangaceiros  55,00 Novo
- Luiz Luna  Lampião e Seus Cabras 2ª Ed. 1972  160 pág. 45,00  Bom estado
- Luiz Ruben  Lampião Conquista a Bahia 2011  422 pág.  45,00  Novo
- Luiz Ruben F. Bonfim  Lampião e os Interventores 2007 236 pág. 38,00  Novo
- Luiz Rubens F. de A. Bonfim  Notícias Sobre a Morte de Lampião 166 pág.  38,00  Novo
- Luiz Rubens F. de A. Bonfim  Lampião e os governadores 35,00 Novo
- Luiz W. Torres  Lampião e o Cangaço  28,00  Ótimo estado
- Luiz Zanotti   Lampião: Texto, Tela e Palco – Tese de Doutorado - 2012. 308 pág.  50,00 Novo
- Manoel Benício O Rei dos Jagunços 1997  30,00  Ótimo estado

Manoel Cavalcanti de Souza (Ex-volante Neco de Pautília) Lembrar e escrever, não é só querer - “Memórias” do Cangaço e Genealogia. 167 pág.  32,00 Novo

- Manuel Andrade Filho  Fortaleza de São João – Vida e Morte de Lampião 1988  592 pág.  60,00  Capa dura/bom estado
- Maria Christina Matta Machado  As Táticas de Guerra dos Cangaceiros 2ª Ed. 1978 150 pág.  45,00  Bom estado de leitura/envelhecido
- Maria Isaura P. de Queiroz  História do Cangaço  25,00  Bom estado / envelhecido
- Mariane L. Wiesebron  Historiografia do Cangaço e o Estado atual da pesquisa sobre banditismo à nível nacional e Internacional (Apostila) 28 pág. Coleção Mossoroense Séria “A”  28,00  Bom estado
- Marilourdes Ferraz  O Canto do Acauã  4ª edição 2012 Lançamento  680 pág.  130,00  Novo
- Mario Souto Maior  Antônio Silvino – Capitão de Trabuco 40,00 Novo
- Melquíades Pinto Paiva  Bibliografia Comentada do Cangaço vol. III. 105 pág.  10,00 Ótimo estado
- Melquíades Pinto Paiva Bibliografia Comentada do Cangaço vol. V  89 pag. 10,00 Novo
- Melquíades Pinto Paiva A Matriarca do Sertão: Fideralina Augusto Lima 153 pág. 35,00 Novo
- Melquíades Pinto Paiva  Ecologia do Cangaço  40,00  Novo
- Melquíades Pinto Paiva  Cangaço, uma ampla bibliografia comentada 2012. “392 pág. 85,00 Novo / Capa dura
- Miriam V. Garate  Civilização e Barbárie nos Sertões 25,00 Novo
- Moacir Assunção  Os Homens Que Mataram o Facínora 2007  278 pág.  55,00 Parte da capa rasgada, miolo ótimo.

Napoleão Tavares Neves  Cariri, Cangaço, Coiteiros e Adjacências 2009.  131 pag.  35,00  Novo


- Nelly Cordes  O Rei dos Cangaceiros 1954  181 pág. 30,00  Bom estado/envelhecido
- Nertan Macedo Lampião- Cap. Virgulino Ferreira – 5ªed. 1975  25,00  Regular estado
- Nertan Macedo Sinhô Pereira - O Comandante de Lampião 50,00 Ótimo estado
- Nertan Macedo Floro Bartolomeu, o caudilho dos beatos e cangaceiros. 202 pág. 55,00 Ótimo estado
- Nertan Macedo Volta Seca, O Menino Cangaceiro 1982  106 pág.  90,00  Bom estado
- Oleone Coelho Fontes Lampião na Bahia  50,00  Novo
- Optato Gueiros  Lampião, Memórias de Um Oficial Ex-comandante de Forças Volantes (Ed. Fac-similar). 279 pág. 45,00  Bom estado
- Padre João Carlos Perini  Padre Cícero e Lampião 12,00 Novo
- Paulo Medeiros Gastão Lampião de A a Z 2011 75 pág. 15,00 Novo
- Paulo Medeiros Gastão O Cangaço e a Imprensa 2012  80 pág. 23,00 Novo
- Paulo Moura  Lampião: A Trajetória de Um Rei Sem Castelo  150 pág.  35,00  Novo
- Pedro Baptista  Cangaceiros do Nordeste 2011  279 pág.  37,00  Novo
- Pedro Nunes Filho  Guerreiro Togado – 2011 - Edição de Luxo  516 pág.  100,00 Novo
- Raimundo Nonato  Jesuíno Brilhante - O Cangaceiro Romântico  40,00 Novo.
- Raimundo Nonato  Lampião em Mossoró 2012  325 pág.  45,00  Novo
- Ranulfo Prata Lampião  28,00 Ótimo estado
- Ranulfo Prata  Lampião, Documentário 2010 239 pág.  35,00  Novo
- Raquel de Queiroz  Lampeão, a Beata Maria do Egito - Teatro 1995. 60 pág.  20,00 Ótimo estado
- Raul Fernandes  A Marcha de Lampião - Assalto a Mossoró. 55,00  Novo.
- Raul Fernandes  Lampião na Fazenda Veneza  23 pág. 15,00 Novo

Reinaldo Azevedo  Cangaço, tatuado no traço 22x31cm  2012 131 pág. 68,00  Novo/encadernação de luxo.


- Renato Phaelante  Cangaço, Um Tema na Discografia da MPB.  97 pág.  40,00  Novo
- Ricardo Albuquerque (org.)  Iconografia do Cangaço – (Livro Álbum) Inclui Filme com Cenas Inéditas de Lampião e Seu Bando (DVD)  215 pág. 115,00  Novo
- Roberto Pedroso Monteiro  O Outro Lado do Cangaço,  As Forças Volantes em Pernambuco entre 1922-1938 2004.  185 pág.  60,00  Ótimo estado

- Rodrigues de Carvalho  Serrote Preto 1974  80,00  Bom estado
- Rodrigues de Carvalho  Lampião e a Sociologia do Cangaço 379 pág. 90,00 Bom estado, manchas no corte
- Ronald Daus O Ciclo Épico dos Cangaceiros na poesia popular do Nordeste 1982  161 pág.  30,00  Bom estado. Envelhecido
- Rosa Bezerra A Representação Social do Cangaço 50,00 Novo
- Rui Facó  Cangaceiros e Fanáticos 2012  40,00 Novo.

Sérgio Augusto S. Dantas  Antônio Silvino: O Cangaceiro, o Homem, o Mito 2ª Edição 2012. 314 pág.  45,00  Novo


- Severino Barbosa  Antonio Silvino – O Rifle de ouro  80,00 regular  100,00 Bom estado.
- Sousa Neto José Inácio do Barro e o Cangaço 2011 223 pág. 38,00  Novo.
- Ulysses Lins de Albuquerque  Um Sertanejo e o Sertão 2ª edição. (Anexo "A luta dos Pereiras e Carvalhos") 242 pág. 45,00  Bom estado/envelhecido pelo tempo.
- Valdir Nogueira  São José do Belmonte 1999 (O trágico fim do Cel. Gonzaga e a História da Pedra Bonita) 361 pág.  65,00  Ótimo estado
- Vilma Maciel  Os Fuzilados do Leitão 2ª Edição 2012  88 pág. 23,00 Novo
- Vilma Maciel  Lampião: Luta, Sangue e Coragem 2012 (Romance Histórico)  188 pág. 33,00  Novo
- Waldemar Alves da Silva Júnior O coronelismo em Salgueiro (1920-1945) 2008  277 pág.  50,00    Capa dura /ótimo estado com carimbo

 *Imagens meramente ilustrativas

Estou sempre comprando e vendendo livros, os preços podem variar para mais ou para menos, a qualquer momento. Possuo apenas uma unidade de alguns títulos, então será sempre importante confirmar o estoque do livro desejado. O pedido pode ser feito para nosso E-mail franpelima@bol.com.br ou pelo tel. (83) 9911 8286 (TIM) - (83) 8706 2819 (OI)

Att. Professor Pereira
Cajazeiras/PB

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A CABEÇA DESTRUÍDA DE ENEDINA | CNL | 1142

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=nhXAzWI9uRw&ab_channel=OCanga%C3%A7onaLiteratura

PARA COMPRAR LIVROS WHATSAPP 79 99969-5819

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GATO - UM RASTRO DE ÓDIO E DE SANGUE (DOC FILME)

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=7iLVNEpF2qc&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Doc filme realizado pelo pesquisador João de Sousa Lima sobre o temido cangaceiro Gato. Filme produzido no ano de 2009. Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCG8-...

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O FILHO DO CANGACEIRO MANOEL TOALHA - CANAL CANGAÇO EM FOCO

Por Cangaço em Foco
https://www.youtube.com/watch?v=K2hVyaP7Mz0&ab_channel=CANGA%C3%87OEMFOCO

O Filho do Cangaceiro Manoel Toalha.

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CASA DE ADAUTO FÉLIX EM CAJUEIRO – COMO ESTARÁ AGORA?

Por Rangel Alves da Costa

 Adauto Félix (foto abaixo) foi um honrado cidadão ribeirinho, gestado e assentado na povoação beiradeira e poço-redondense de Cajueiro, ao lado do Angico de Lampião. Pela vivência nos sertões cangaceiros e proximidade com os cabras do Capitão das Caatingas, Adauto se tornou um dos mais requisitados e confiados coiteiros. Não somente ele como muitos da família Félix: Mané Félix, Erasmo Félix, Lourival Félix, dentre outros, e todos das beiradas são-franciscanas. 

Adauto Félix

Por muito tempo, Adauto residiu com sua família numa bela casa, construída em local vistoso no pequeno arruado, então adquirida de outro famoso sertanejo e testemunha da Chacina do Angico em 38: Durval Rodrigues Rosa. 

Casa do Adauto Félix

Foi Seu Durval o responsável pela construção dessa beleza arquitetônica. A bela e esmerada casa, contudo, não sei como está agora. Mas sei a tristeza que causava por estar assim. Assim como na fotografia abaixo: triste, desalentada, abandonada...

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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ATAQUE À MOSSORÓ

Transcrito por Júnior Maia - Grupo Cangaçologia

Págs. 43 à 50.

LAMPIÃO- O mais terrível dos cangaceiros do sertão nordestino não galgou sucesso ao tentar assaltar Mossoró na tarde de 13 de Junho de 1927.

Chefiando um grupo de 50 comparsas, o audacioso chefe do cangaço recebeu no devido tempo o rechaço que lhe foi imposto pelas armas dos heroicos defensores da cidade, transformada naquele dia em verdadeira praça de guerra.

1927 registrou na história de Mossoró mais uma página de heroísmo, ao oferecer resistência à ameaça daquele cangaceiro que aqui perdeu alguns dos seus melhores companheiros e aqui sentiu começar sua derrocada até ser exterminado em combate, nove anos após, por forças policiais que o perseguiram.

Os primeiros dias de junho daquele ano foram de constante apreensão das nossas autoridades e do povo pela penetração do grupo do célebre bandido em fazendas e vilas do sertão de Pernambuco, Paraíba e localidades fronteiriças do Rio Grande do Norte. O cel. Rodolfo Fernandes, ao tempo prefeito de Mossoró, vinha diariamente recebendo informações telegráficas de várias procedências, dando conta da Marcha empreendida pelo sicário em demanda do nosso estado. Cogitou de preparar a defesa da cidade, sabido do propósito daquele em atacar Mossoró. As notícias, todavia, na proporção em que eram divulgadas, algumas até contraditórias, deixavam dúvidas quanto aquela intenção, ninguém mesmo podendo prever quando seria o dia em que Mossoró receberia o seu batismo de fogo, enfrentando o poderio guerreiro do audacioso flamulo do crime.

A vida social da cidade não vinha sofrendo solução de continuidade. Tanto é, que, no dia 12 daquele mês, realizava o Humayta Futebol Clube uma das suas elegantes festas dançantes na residência do Sr. Humberto de Aragão Mendes, prédio em que hoje reside a viúva do dr. Lavoisier Maia à praça souza Machado, festa para qual era exigida indumentária Branca, a rigor, para os rapazes, enquanto as senhorinhas se apresentavam com elegantes vestidos azul e branco, e quando melhor se encontrava a festa em seu auge de animação, começaram a circular as notícias alarmantes. Lampião atacou a vila de São Sebastião( hoje governador Dix-Sept Rosado), incendiando um vagão com algodão e depredando a estação ferroviária. O povo fugiu de suas residências, refugiando-se em sítios é matas distantes. Estas e outras notícias haviam sido transmitidas pelo chefe da estação daquela vila, Sr. Aristides de Freitas, que conseguiu fugir em um "troley" nos instantes em que o bando sinistro penetrava na Vila.

Alguns dos participantes do imponente baile, inclusive os diretores daquele clube recreativo, procuraram dissuadir os alarmes, enquanto pais de famílias já se mobilizaram em busca de suas filhas para a retirada da cidade. O apito da locomotiva da rede ferroviária suplantava o pânico dos mossoroense. Os trens começaram a se movimentar, conduzindo famílias e quantos quisessem fugir de Mossoró para Areia Branca. Durante toda noite e manhã seguinte o movimento da ferrovia foi interrupto. Nada menos que quinze comboios idealizaram sobre os trilhos entre Mossoró e porto franco. Daí, muitos conseguiram refúgio em navios que estavam ancorados fora da Barra. A cidade de Areia Branca triplicou sua população pelos refugiados de Mossoró que ali aportaram, inclusive parturientes ate ali transportadas em macas, como a madame Genipo Fernandes e Bonifácio da costa Queiroz.

Dia 13 de junho. Os que ficaram na cidade tomaram posição em trincheiras improvisadas: torre da matriz, Colégio Santa luzia, telégrafo nacional( praça da matriz), estação da estrada de ferro, residência do prefeito Rodolfo Fernandes( atual residência do senador Duarte Filho) , torre da igreja de São Vicente, fachada do prédio de M . F do monte & cia( atual delegacia de Polícia) boeira da rua do comércio e beira do rio( atuais ruas Alfredo Fernandes é cunha da Mota), prédio de Francisco Marcelino & cia.

Os instantes que se anteciparam à hora do ataque foram cobertos pela troca de bilhetes do Sr António Gurgel, feito PRISIONEIRO de Lampião, ao seu genro Sr. Jaime Guedes gerente da agência do Banco do Brasil e do próprio chefe dos bandidos ao prefeito Rodolfo Fernandes pedindo 400 contos para não atacar Mossoró e a resposta do chefe do executivo dizendo que não mandava o dinheiro. A cidade tinha. Mas que ele, Lampião, viesse buscar, certo de que Mossoró estava pronta para resistir às ameaças, pelas armas.

Precisamente às 4 horas da tarde começou o tiroteio sob a precipitação de uma neblina que molhava a cidade. O grupo de cangaceiros vinha pela linha férrea desde o Alto da Conceição, atirando em direção à cidade, enquanto as trincheiras que o divisavam, respondiam valentemente. Lampião entrou com um grupo no prédio União de Artistas fazendo cerrado tiroteio contra a trincheira da estrada de ferro, onde estavam Saboinha, Joaquim Borges, Santiago de Freitas e muitos outros, enquanto outro grupo chefiado por Sabino, lugar tenente de Lampião e de que faziam parte Jararaca, colchete é vários bandidos, passaram a guerrear nas imediações da residência do prefeito Rodolfo Fernandes, na avenida Alberto Maranhão. Esse grupo ficou na mira dos fuzis dos que estavam na torre da igreja de São Vicente, de onde partiram os projéteis que mataram colchete com profundo e contundente ferimento sobre o olho esquerdo, arrancando- lhe parte do cérebro, isto na esquina da residência do Sr. António Ferreira Neo, e feriram gravemente o seu companheiro Jararaca com um tiro no peito, alcançando o pulmão, quando este procurava " desarvorar" aquele seu colega morto, abrindo- lhe a camisa e retirando do mesmo a arma e seus pertences. Jararaca foi ainda atingido por uma segunda bala que se alojou em uma de suas pernas.

Jararaca, de luzidio punhal na mão, quis romper a fuzilaria que vinha do parapeito da residência do prefeito Rodolfo Fernandes, procurando transpor os fardos de algodão colocados defronte aquela residência, para uma luta corpo a corpo. Não conseguiu e ja de regresso desse fracasso foi atingido mortalmente.

Na outra frente, a luta continuava incessante. Cornélio mendes e João Fernandes de Queiroz, dois jovens da sociedade mossoroense, dispunham apenas de armas curtas. Estavam na trincheira do telégrafo quando se empenharam da fuzilaria vinda da estação ferroviária. Saíram de encontro ao grupo atacante defronte a União de Artistas.um dos cangaceiros os alvejou, tendo o projétil passado entre ambos que se deram por mortos, caindo ao solo como estratégia para que os bandidos não mais o atacasse.

Um soldado da PM , Eugênio capuxu, entrincheirado na bueira da rua Alfredo Fernandes, esquina com a cunha da Mota, atirou dali contra os cangaceiros da praça são vicente. Um dos atacantes respondeu, indo a bala alcançar o escudo do Banco do Brasil, que tinha sua agência no prédio em que está hoje a loja" bandeirante", na Praça Rodolfo Fernandes, que na época era chamada praça 6 de janeiro.

Ao começar o tiroteio, juntamente com Escossinha ( Augusto da Escócia) é Luís Nunes de Melo, saímos da casa em que estávamos, residência de Tibério Burlamarque, nos paredões, rumo à cadeia. Íamos à procura de armas, o que era difícil. A providência foi melhor conselheira. As balas vindas do prédio da União dos artistas contra a estação ferroviária simulavam contra nossas cabeças, quase nos atingindo resolvemos voltar é esperar as consequências.

Em casa qualquer faca de ponta constituía arma de defesa. Durante toda à noite a detonação de armas em profissão. parecia uma noite de São João vem festejada. As mulheres, minha mãe, tias, irmãs, tudo rezando, enquanto os homens, sem pregar olhos, com luzes apagadas em todo interior da moradia, ficavam esperando pelo que de pior pudesse acontecer. Noite longa vivida no dia do ataque.

Entrementes, Lampião fazia sua retirada em demanda de um acampamento improvisado à uns 4 quilômetros da cidade na estrada rumo ao Ceará, onde estavam prisioneiros, António Gurgel, dona Maria José lopes e outros também levados apressados para a cidade de limoeiro, do vizinho estado nortista, onde entraram sem resistência e até se fotografaram com conhecimento das autoridades que nada fizeram.

Jararaca por sua vez, ferido mortalmente, foi se arrastando na escuridão da noite até galgar a via férrea. Por ela atravessou a ponte existente sobre o rio Mossoró, descansando em uma árvore na margem direita. Na manhã de 14 ainda indecisa a situação da cidade. Um carro guiado pelo comerciante João da Holanda Cavalcanti se aproximou. Vinha das barrocas e dizia o cel. Holanda que ia a cidade para ver a desgraça que os cangaceiros fizeram. Ficamos assim impressionados com a sua coragem, indo assim de encontro ao imprevisto. Um outro automóvel, dessa feita vindo da rua guiado por Vinoca( Francisco fraga) foi se aproximando dizendo:

Os bandidos foram embora. Não aguentaram o peso dos nossos homens. Todo mundo pode ir pra rua. O cel. Rodolfo Fernandes é bicho macho.

Criamos alma nova. As mulheres choravam de alegria. Santo Antônio havia atendido suas preces, diziam.

Tudo porém continuava de prontidão. Ninguém sabia do paradeiro de Lampião. Eu, Escossinha e Francisco Sales Santos Bezerra, nos aproximamos da matriz de Santa Luzia, em cujo patamar estava exposto o corpo de colchete, com parte do crânio esfacelado. Gritaram da trincheira do parapeito do colégio Santa luzia: retirem-se da praça. É perigoso. Vocês podem morrer com um tiro à qualquer hora.

Atravessamos toda a rua. Mercado fechado ninguém na Praça da independência. Ruas Augusto severo e Alberto Maranhão. Na casa do prefeito, apenas algumas sentinelas, sem pregar o olho.

Onde estão os cangaceiros? Perguntou Escossinha e um dos sentinelas respondeu:

Devem estar por detrás da igreja de São Vicente ou então fugiram. Ninguém sabe.

Aventuramo-nos a ir além, circundamos a igreja é de seus fundos, vimos uma casa aberta, na rua, ao seu poente. Fomos devagar e entramos na casa que era de residência do Sr. Joaquim Perdigão Nogueira, genro do prefeito Rodolfo Fernandes, onde os cangaceiros penetraram, quebrando alguns quadros e saqueando. Os familiares haviam saído providencialmente.

Dia seguinte(15) um comerciante do Alto da Conceição, andando pelo outro lado do rio, ouviu uns gemidos vindos de um matagal próximo à ponte ferroviária. Ali chegando se deparou com um cangaceiro ferido que outro não era senão jararaca. Dizem que o tal comerciante teria se apoderado de parte do dinheiro que o bandido conduzia. Verdade ou não, o boato deu o que fazer, pois o comerciante melhorou o seu comércio, tendo inclusive aberto letreiro defronte ao prédio " canto da felicidade".

A policia foi avisada da presença de jararaca, tendo trazido o mesmo para a cadeia da cidade, ficando no salão livre, sentado em uma espreguicosa, dada a gravidade do seu estado de saúde. A curiosidade chegou ao auge. Todos queriam ver o facínora. A policia não permitia. As primeiras pessoas que penetraram na cadeia com essa finalidade: Dr João marcelino de Oliveira, médico para avaliar a gravidade do ferimento, Dr. Lafayete tapioca, engenheiro da ferrovia Mossoró, e EU, na qualidade de repórter.

Antes mesmo de qualquer depoimento em inquérito policial a que responderia, jararaca começou a responder a algumas perguntas que fiz, o que constituiu um dos mais sensacionais furos de reportagem, publicado na edição DE O MOSSOROENSE do dia 19 de junho de 1927, da qual tiramos 5.400 exemplares.

Momentos críticos passamos quando alguns soldados em correria entraram no salão dizendo.

Lampião vem voltando com mais homens. Vai matar todo mundo.

O próprio jararaca notou a intranquilidade em que ficamos é nos confortou com suas palavras:

Os doutores podem ficar tranquilos que estando comigo o capitão respeita.

Mas, na verdade o bando que chegava era o do sargento keler, da polícia paraibana. Nosso susto foi justificado. A volante vestia-se também de cáqui e mescla azul, da mesma maneira, dos cangaceiros fedorentos, de cabelos nos ombros, cansados. Dois irmãos chamavam nossa atenção. Tinham cabelos cumpridos. Diziam não cortar, enquanto lampião não morresse, para vingar a morte de outro seu irmão.

De minha reportagem com jararaca a par de amplo noticiário divulgado pelo O MOSSOROENSE, naquela edição citada, o jornal" Estado de São Paulo" em 30 de julho de 1973 recordando o ataque de Lampião à nossa cidade assim narrou com destaque:

O JORNALISTA ADENTRA A CADEIA E NUM FURO DE REPORTAGEM ENTREVISTA O HUNO DA NOVA ESPÉCIE- num se racional furo de reportagem, o jornalista Lauro da Escócia, filho do dono do jornal O MOSSOROENSE que, no ano passado completou 100 anos, consegue entrar na cadeia pública para entrevistar com absoluta exclusividade o cangaceiro jararaca, ferido em batalha de Mossoró, a cidade invicta. Jararaca sentado numa preguiçosa, com um buraco de bala no peito é outro na perna, recebeu muito bem o repórter, estava divertido, sorridente. O resultado dessa sensacional entrevista ocupou parte da primeira página de O MOSSOROENSE,n.844.

Ano XXVI edição de 19 de julho de 1927. Manchete: HUNOS DA NOVA ESPÉCIE. sub manchete. O famigerado lampião e seu grupo de asseclas atacam Mossoró. Chamadas que deveriam ser lidas ao som de marchas militares: A heroica defesa da cidade. É morto o bandido colchete é gravemente ferido o lombrosiano jararaca!

Hoje, Lauro da Escócia, agora dono do jornal, discorda pelo menos da qualificação de lombrosiano para jararaca.

Não, nada, sujeito simpático. Ele começou me dizendo que se chamava José leite e nasceu no dia 5 de maio, em Buíque, Pernambuco. Sujeito moreno, muito moreno, mas andava com lampião há um ano e alguns meses. Ele tinha um fuzil Máuser é cartucheiras de duas camadas, mais 560 mil reis no bolso e uma caixinha com obras de ouro no valor de 1 conto de reis. Disse que o ataque à Mossoró fora idealizado por Massilon leite e que lampião relatou um pouco, por causa da história das duas igrejas. Que quando lampião chegou em Mossoró, não gostou nada, nada, daquela igreja de bunda redonda( de onde estavam partindo os tiros contra o bando). De repente jararaca começava a rir, diz Lauro da Escócia, e a gente perguntava porque, espantado como um Homem com um buraco de bala no peito ainda conseguia rir. O cangaceiro explicava: eram lembranças divertidas do cangaço. Quando lampião invadiu o casamento de um inimigo, sangrou o noivo na sala da festa, mandou a noiva pro mato com um grupo de cabras é obrigou todos dançarem nus ao som de um xaxado.

Tinha uma velhinha- e o jornalista imitando jararaca, que chorava, chorava, dançando nua. " é a gente chorava era de rir".

O jornalista também quase chora de rir quando se lembra disso.

Mas enfim, jararaca para que Lampião queria tanto dinheiro?

Era para comprar as volantes de Pernambuco.

Voltamos a outros episódios com jararaca a prisão.

Keler não entrou na cadeia. Um seu ordenança, negro, bem alto chegou perto de jararaca, tendo- lhe arrancado do pescoço, num gesto brusco, uma volta de ouro que trazia com a medalha de Santa. Depois cobiçou um anel que o bandido trazia no dedo. jararaca tentou tirar, não conseguindo, ao que o negro foi logo dizendo: coloque a mão aqui. Eu vou cortar o dedo para tirar o anel. É puxou uma faca( facão) ao que o Dr. Marcelino implorou:

Meu senhor não faça isso. Cortar o dedo na minha frente, não. O negro desistiu por certo atento à sensibilidade do doutor.

Jararaca fez um pedido com certa ironia: tragam keler aqui que eu quero dizer quem é cangaceiro.

Disse depois: keler era do nosso bando é a polícia paraibana fez dele um sargento para nós perseguir.

Mesmo ferido, jararaca não escondia o seu riso. O desejo de ainda viver é no momento em que uma linda jovem da nossa sociedade penetrava na sala , atenta a sua curiosidade para ver o bandido, esse pergunta: essa moça é daqui?ao que recebendo a afirmativa, disse: se o capitão( Lampião) soubesse que aqui tinha uma moça tão bonita, teria entrado na cidade..a uma pergunta de D. Marola silva( esposa do sr. Viriato silva, se os vinte e tantos traços que tinham na coronha da sua arma eram anotações de mortes feitas pelo mesmo como dizem, respondeu jararaca.

É tudo mentira, minha senhora, eu nunca matei ninguém. E deu uma boa gargalhada, saindo o vento pelo furo do peito.

Apenas impaciente ficou seguidas horas naquele sofrimento pelo que chegou pedir um canudo de mamão é algumas pimentas malaguetas, dizendo que com isso ficaria bom.

Perguntei-lhe como

Disse: no bando quando alguém recebe ferimento como este ( apontando para o peito) sopra-se malagueta pelo canudo colocado na ferida. Sai toda salmoura do outro lado, arde muito mas a gente fica curado.

Mas, apesar de tudo isso, jararaca vinha aos poucos melhorando e se tivesse sido medicado convenientemente não morreria pelos ferimentos.

O tenente laurentino de Morais tinha ido a Natal de onde voltou na quarta feira seguinte. Esperou pela quinta, quando jararaca seria transportado para Natal.

Alta noite da quinta para a sexta feira levaram jararaca não para Natal, e sim para o cemitério, onde já estava aberta a sua cova.

Disse o bandido: vocês não me levam para Natal. Sei que vou morrer. Vão ver como morre um cangaceiro!

Naquele local foi- lhe dada uma coronha da é uma punhalada mortal. O bandido deu um grande urro é caiu na cova, empurrado.

Os soldados cobriram-lhe o corpo com areia.

Essa ocorrência feita as escondidas, foi guardada com as devidas reservas por alguns dias. Tempos depois o capitão Abdon nunes naquela época comandante da guarnição policial de Mossoró, revelou em depoimento à morte de jararaca, chamado José leite, de 22 anos, natural de Buíque, Pernambuco, hoje sepultado no cemitério da Cidade, sendo motivo de constantes romarias de fiéis que fazem preces e sua intercessão.

Estaria jararaca salvo?

Eis o relato.
LAMPIÃO não conseguiu.
Mossoró não foi defendida por 300.
Cidade pacífica.
Jararaca tripudiou na cadeia.
LAMPIÃO sempre foi guerreiro.
Herói nunca.
Bandido é facínora sim
As volantes também.
Ninguém melhor que outro.
O povo sofreu.

LAMPIÃO amealhou fortuna. Como?

Em um certo episódio em uma pequena cidade, ou vila, saiu após saque de mãos dadas com uma baronesa.

Me admiraria muito da história não há) dele sair ombro a ombro com Rodolfo Fernandes pelo centro de Mossoró.

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COMUNICADO.

 Por Benedito Vasconcelos Mendes

Susana Goretti e esposo Benedito Vasconcelos Mendes

O Curador do MUSEU DO SERTÃO, Professor Benedito Vasconcelos Mendes comunica aos Diretores(as) de escolas do ensino infantil, fundamental, médio e superior e aos professores em geral, que as inscrições para a visita ao acervo do museu estarão abertas no período de 20 de julho a 20 de agosto do corrente ano (2022), ATÉ HOJE - 20, através do WhatsApp (84) 99972-2139 e do e-mail beneditovasconcelos@gmail.com.
Comunicamos também que a entrada é 1 Kg de alimento não perecível, por pessoa, que deve ser entregue diretamente no LAR DA CRIANÇA POBRE DE MOSSORÓ, dirigido pela Irmã Ellen Scherzinger, localizado atrás da igreja de Nossa Senhora de Fátima, no conjunto Abolição II.
Cada instituição educacional (escola, colégio ou faculdade) deve fornecer uma lista com os nomes e faixa etária dos alunos, que deve ser entregue no Museu do Sertão, juntamente com o comprovante de recebimento dos alimentos pela Irmã Ellen.
DADOS IMPORTANTES:
1. DIA DA VISITA: 27 de agosto de 2022 (sábado).
2. HORÁRIO: 7:00 ás 11:00 horas.
3. ENDEREÇO: Museu do Sertão, estrada da Alagoinha, a 4 quilômetros de Mossoró. 4. LOCALIZAÇÃO: GPS: https://goo.gl/maps/hR7SCg7uRg7R441n7. 5.WHATSAPP: (84) 99972-2139.
6. E-MAIL: beneditovasconcelos@gmail.com
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terça-feira, 23 de agosto de 2022

LIVRO

  

Saiu a 2ª tiragem da Biografia de Maria Bonita....para adquirir: 75-988074138

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