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quarta-feira, 23 de abril de 2025

O ESCONDERIJO ONDE MARIA DO CAPITÃO FOI TRATADA - ROTA DO CANGAÇO.

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=UDr2Gfpk5NQ

No quarto vídeo da Expedição Rota do Cangaço realizada em julho de 2024, conheceremos a Fazenda Guaribas, local onde Maria Bonita ficou sendo tratada após ter sido baleada. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com

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A PRIMEIRA DESAVENÇA DE CORISCO E LAMPIÃO.

Por Clube do Saber
https://www.youtube.com/shorts/-PBnsvI0dpQ
 
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CANGACEIRO TRAIU LAMPIÃO E TEVE O FIM MAIS CRUEL DO SERTÃO.

 Por A História do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=YtR8IhCxdRs

No sertão, a justiça não vem com toga — vem com faca. Lampião confiou. Foi traído. Mas não esqueceu. Essa é a história real e brutal do grupo de cangaceiros que se aliou à volante e entregou seus próprios irmãos. O resultado? Uma caçada implacável. E um fim digno de quem esqueceu o que é honra. Se inscreva no canal e ative o sino. Aqui, o cangaço é contado sem enrolação — como aconteceu.

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O ESCRITOR E PESQUISADOR DO CANGAÇO RUBENS ANTONIO ERA FÃ DA CÁSSIA ELLEN.

 Por José Mendes Pereira

Rubens Antonio

O saudoso mestre da literatura cangaceira era fã n°. 1 da saudosa cantora Cássia Ellen, e uma das suas músicas de mais preferência era "Por enquanto".

https://www.youtube.com/watch?v=VKag5mHFlUc

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LAMPIÃO TINHA RESPEITO E CONSIDERAÇÃO AOS VELHOS E POBRES

Por José Mendes Pereira

Lampião e seu respeitado bando.

Conta-se que certa noite, os cangaceiros pararam para pernoitar e jantar num pequeno sítio, Um dos homens do bando, queria comer carne e a dona da casa, uma senhora de mais de 80 anos, tinha preparado um ensopado de galinha. O sujeito saiu e voltou com uma cabra morta nos braços.

- Tá aqui. Matei essa cabra. Agora, a senhora pode cozinhar pra mim?

A velhinha, chorando, contou que só tinha aquela cabra, e que era dela que tirava o leite para alimentar os seus três netinhos, já que não tinha outro alimento.

Sem tirar os olhos do prato, Lampião ordenou:

 - Paga a cabra da mulher.

O cangaceiro, contrariado, jogou algumas moedas na mesa, dizendo:

- Isso pra mim é esmola.

- Agora paga a cabra, sujeito! – Disse Lampião.

- Mas capitão, eu já paguei!

- A quantia que você jogou para a senhora, disse que é esmola. Agora paga a cabra à senhora.

E o sujeito pagou a cabra duas vezes. 

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LAMPIÃO E O CANGACEIRO VOLTA SECA QUASE SE DESMANTELARAM.

 Por José Mendes Pereira

Lampião sentado à esquerda e Volta Seca à direita.

Segundo o escritor Joel Silveira, o cangaceiro Volta Seca reafirmou uma briga que teve com Lampião em 1931, por querer socorrer Bananeira, ferido em combate. Lampião achava que o socorro poderia ocasionar problemas sérios de confrontos com a polícia. Volta Seca agia solidariamente, sem querer deixar para trás o companheiro atingido por tiros. O ambiente ficou tenso, e por pouco as duas feras (suçuaranas) não se enfrentaram. 

A fama de valentia, contudo, ampliou-se dentro e fora do grupo, e por Volta Seca ter fama de compositor e de cantor, tendo ele salvado parte do repertório dos grupos de cangaceiros. 

Acusado de vários crimes o Volta Seca, com a maioridade foi a julgamento, sendo condenado inicialmente a 145 anos de prisão, posteriormente reduzidos a trinta anos. Passou vinte anos na cadeia. 

Em 1952 recebeu indulto do presidente Getúlio Vargas. Logo em seguida serviu de consultor para o filme “O Cangaceiro” de Lima Barreto, (Não teria gostado do resultado final da obra).

O disco da Todamérica é um bom exemplo, e foi reproduzido em parte, décadas depois, por um álbum, long-play, dos Estúdios Eldorado, de São Paulo, com o título de A Música do Cangaço. Nele, além das canções cantadas por Volta Seca, figuram artistas como Luiz Gonzaga, Sérgio Ricardo, Teca Calasans e Antonio Carlos Nóbrega.      

O pesquisador Robério Santos junto ao túmulo de Volta Seca na vizinha cidade de Estrela Dalva(Foto: Facebook/Robério Santos). - https://leopoldinense.com.br/noticia/12893/livro-reconstitui-a-historia-de-volta-seca-o-jovem-cangaceiro-do-bando-de-lampiao-que-viveu-em-nossa-regiao.

Se você tem interesse em adquirir este maravilhoso livro sobre o cangaceiro Volta Seca, é só entrar em contato com o autor pelo e-mail: roberiosantos@hotmail.com  ou  comentando em seu canal no You Tube  “O Cangaço na Literatura”. Pedido feito, será enviado o mais rápido possível.

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terça-feira, 22 de abril de 2025

𝑶𝑺 𝑭𝑶𝑮𝑶𝑺

 Por Jaozin Jaaozinn

𝑫𝒆𝒅𝒊𝒄𝒐 𝒆𝒔𝒔𝒆 𝒕𝒆𝒙𝒕𝒐 𝒂𝒐 𝒂𝒎𝒊𝒈𝒐 𝒆 𝑷𝒓𝒐𝒇𝒆𝒔𝒔𝒐𝒓 𝑹𝒖𝒃𝒆𝒏𝒔 𝑨𝒏𝒕𝒐𝒏𝒊𝒐 𝒅𝒂 𝑺𝒊𝒍𝒗𝒂 𝑭𝒊𝒍𝒉𝒐.
Quando se fala em traições no cangaço, aquelas de amor, lembram-se sempre do caso de Lídia, a amada de Zé Baiano, com Bem-te-Vi, cabra de Corisco, ocasionando a morte desta pelas mãos de seu companheiro. Entretanto, nas rodas de conversa sobre tal assunto, poucos irão relembrar de outro polêmico, porém, não muito compartilhado: as fugas ou os "fogos" de Maria Jovina (ou Maria de Jovino), amásia de Pancada.
Maria Adelaide de Jesus, a Maria Jovina — conhecida assim por ser filha de Jovino —, era natural da região de Santana do Ipanema/AL, sendo filha de lavradores. Por se trombarem no meio das paragens dos bandos na fazenda em que morava (a Pedra D'água) ou então por já terem uma relação "duradoura" (entrevistado pelo jornal A Noite/RJ, fala que namorava Maria desde 1933), em 1935, com seus 14/15 anos, é pega por Francelino José de Souza (conhecido antes das armas como Lino de Zezé), o Pancada — da região de Mambebé, povoado de Paulo Afonso/BA. A princípio, segundo ela, não queria e nem gostava de acompanhar Pancada, tampouco viver, ou melhor, sobreviver nas guerras de volantes, secas e violências que sofrera na mão do seu homem. Seguia-o por causa das ameaças que recebia e por não conseguir brecha para fugir. Começou "afeiçoar-se" a ele após se entregar para a polícia. No bando ficou conhecida por ser comunicativa, uma ótima "enroladora" de cigarros — sendo ela a última que enrolou para Gato, último pedido antes de morrer — e pelo alto libido que tinha. Ou seja, traía costumeiramente o seu marido com outros homens.
Dois deles foram Balão e Azulão.
O primeiro, baseado nas entrevistas que deu, foi mandado pelo próprio Lino acompanhar sua mulher até um exato ponto, que continha objetos pessoais de Maria. Na caminhada no meio da caatinga, Adelaide se joga nos braços de Guilherme, pedindo para que provasse que era homem e valente como diziam. E lá fizeram o ato. Após a cangaceira pegar os pertences escondidos na mata, fazem novamente, e uma última vez antes de chegarem no acampamento.
Nas contas de Balão, consumou a jovem quatro vezes em um só dia. Pancada nada suspeitou, ou então fingiu que não suspeitava.
(Mas um fato desse relatado e apoiado somente por ele, afamado por inventar ou temperar demais as histórias em seus depoimentos, fica difícil de acreditar. Contudo, ficou-se registrado nas linhas do tema o caso deste com Maria Jovina.)
O segundo — apoiado pela memória e depoimento do ex-bandoleiro Moreno — era do grupo do Diabo Louro. O episódio possivelmente ocorreu no final do mês de junho para julho de 1938. Maria foi pega no flagra por um cangaceiro, no qual a delatou para Corisco. O chefe, enlouquecido e andando pra lá e pra cá, esperava a volta de Pancada que tinha saído com outros para buscar munição. Cristino queria seguir as Regras do Cangaço, onde nela recriminava severamente a traição, punindo aqueles que estavam envolvidos; a moda 𝘩𝘢𝘭𝘢𝘩 𝘓𝘪́𝘥𝘪𝘢. Alguns eram contra e outros a favor. A filha de Jovino se via numa enrascada, ora, nenhuma foi poupada quando entregue, nenhuma foi diferente aos olhos dos "juízes encourados"... Porém, no meio de todos, um se compadeceu e advogou a favor de sua vida: Antônio Ignácio da Silva, o Moreno.
Antes de se tornar cangaceiro, trabalhava na fazenda do pai da cangaceira cuidando do gado e da plantação. Lá formou-se uma grande amizade entre eles. Agora, no mundo de flores e armas, mostrou a bondade que ainda tinha no seu coração e resolveu defender sua colega e Azulão. Nos diálogos que tivera com o Diabo Louro, afirmava que “pela correria das perseguições e do tanto de coiteiros delatores que existiam, não precisaria mais de se preocupar em mandar embora a mulher. Enquanto ao cabra, se matar agora, ficará só. Só tem ele contigo; se tu levar um tiro, quem irá te acudir? Então te peço que não mate Maria e Azulão”. Cristino ainda não concordou, mas depois de tanta discussão — quase o caso de ambos apontarem o fuzil um pro outro —, aceita o pedido e ainda deixa Moreno decidir o que fazer com ela.
Antônio incorpora a cangaceira em seu grupo e leva-a para as terras de sua família. Já Pancada certamente soube do ocorrido após chegar da viagem. Tomou outro rumo.
De todas as delatadas, Maria Jovina conseguiu sobreviver; seu marido não a matou ou então pagou para matar. Mas não escapou das possíveis surras que levou quando seu marido a buscou novamente. Na entrega do subgrupo de Lino, em outubro de 1938, estão um ao lado do outro, fotografados como marido e mulher, e ainda grávida do mesmo.
O caso de Maria é curioso, uma exceção talvez inédita na história cangaceira e uma epítome perfeita de que, mesmo em períodos de guerra, ainda há esperança e compaixão em certos homens.
𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸𝑆: 𝑀𝑜𝑟𝑒𝑛𝑜 𝑒 𝐷𝑢𝑟𝑣𝑖𝑛𝒉𝑎 — 𝐽𝑜𝑎̃𝑜 𝑑𝑒 𝑆𝑜𝑢𝑧𝑎 𝐿𝑖𝑚𝑎; 𝐵𝑙𝑜𝑔 𝑑𝑜 𝑀𝑒𝑛𝑑𝑒𝑠 — 𝑡𝑒𝑥𝑡𝑜 𝑑𝑒 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 𝑀𝑒𝑛𝑑𝑒𝑠 𝑃𝑒𝑟𝑒𝑖𝑟𝑎; 𝐵𝑙𝑜𝑔 𝐿𝑎𝑚𝑝𝑖𝑎̃𝑜 𝐴𝑐𝑒𝑠𝑜 — 𝑡𝑒𝑥𝑡𝑜 𝑑𝑒 𝑀𝑎𝑟𝑖𝑎𝑛𝑎 𝑃𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑎; 𝑗𝑜𝑟𝑛𝑎𝑙 𝐴 𝑁𝑜𝑖𝑡𝑒/𝑅𝐽 - 𝟏𝟗𝟑𝟖; 𝑐𝑎𝑛𝑎𝑙 𝐹𝑎𝑡𝑜𝑠 𝑛𝑎 𝐻𝑖𝑠𝑡𝑜́𝑟𝑖𝑎: 𝐶𝑎𝑛𝑔𝑎𝑐̧𝑜 𝑒 𝑁𝑜𝑟𝑑𝑒𝑠𝑡𝑒 — 𝑌𝑜𝑢𝑡𝑢𝑏𝑒; 𝑐𝑎𝑛𝑎𝑙 𝐴𝑑𝑒𝑟𝑏𝑎𝑙 𝑁𝑜𝑔𝑢𝑒𝑖𝑟𝑎: 𝐶𝑎𝑛𝑔𝑎𝑐̧𝑜 — 𝑌𝑜𝑢𝑡𝑢𝑏𝑒.

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ENTRETENIMENTO SIM, HISTÓRIA NÃO; AS MINHAS OBSERVAÇÕES SOBRE A SÉRIE MARIA E O CANGAÇO

Por Junior Almeida

Manoel severo e Júnior Almeida

Estreou no streaming Disney Plus no último 4 de abril (de 2025) a série “Maria e o Cangaço”, que tem seu enredo baseado no livro da escritora Adriana Negreiros, “Maria Bonita, Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço”, publicado em 2018. A obra cinematográfica da produtora norte americana, evidentemente, despertou a curiosidade de milhares de cinéfilos, além dos muitos pesquisadores do cangaço. Como historiador que se dedica a cascavilhar a sangrenta saga nordestina, assim como demais colegas, também me interessei em assistir aos seis primeiros capítulos da temporada de estreia, decidindo, assim que o fizesse, tecer alguns comentários a respeito da referida produção. Deixando claro que além de ver o trailer da própria série, praticamente não li nada a respeito sobre a obra, um ou outro anúncio, ou chamada de matérias, isso, para não me deixar influenciar pela opinião dos outros. Pela compreensão de tudo que vi no filme e consegui entender, respeitando sempre quem pensa diferente, vamos às MINHAS observações:

A fotografia do filme é impecável. Os cenários naturais, destacados pelas imagens aéreas de drones são belíssimos. As imagens da Baixa do Chico, em Glória, na Bahia, com seus majestosos cânions secos, são uma atração à parte da película. As terras da árida Cabaceiras, na Paraíba e Piranhas, em Alagoas, ambos municípios sertanejos, também foram usadas nas locações da série. Na chamadas “Lapinha do Sertão” e “Roliúde Nordestina”, eu tive a oportunidade de conhecer alguns desses cenários, os naturais, e os montados pela produção da série. Na segunda cidade, a casa/museu do Padre Ibiapina, localizada ao lado esquerdo da igreja que serviu de cenário para o maravilhoso “O Alto da Compadecida”, clássico do cinema nacional, em “Maria e o Cangaço” é a sede das forças de repressão ao banditismo. Foi nessa casa que aconteceu um dos tiroteios fictícios entre militares e cangaceiros. Outro imóvel de Cabaceiras, esse, ao lado direto da referia igreja, que os Estúdios Disney usaram em suas filmagens, foi a fictícia bodega de um coiteiro e compadre de Lampião, assassinado covardemente pelo sádico personagem tenente Silvério Batista. Em setembro de 2024, estive em Cabaceiras, no evento “Borborema Cangaço”, conhecendo esses lugares. Havia pouco tempo que a equipe do Disney esteve por lá, filmando, deixando as celas no museu do Padre Ibiapina e a bodega/cenário ainda montadas, servindo como atração turística. Bela sacada das pessoas de lá.

Como pesquisador às vezes é um “bicho” meio chato, encontrando até mesmo uma vírgula fora do lugar na obra de um colega, não poderia deixar de observar alguns detalhes da série, que não condizem com a realidade do que foi a grandiosa e sangrenta História do cangaço. Logo na abertura do primeiro capítulo, aparece a legenda informando que a obra “é baseada em fatos reais”. Não é bem assim. Em minha modesta opinião, ficaria melhor a informação de que tal filme “continha personagens reais e imaginários em um enredo fictício.” Seria mais lógico e honesto.

Na série, a indumentária dos atores/cangaceiros, não é o que de fato existiu no cangaço. No lugar da mescla caqui e azul dos bandoleiros, os chamados guerreiros do sol usam gibões de couro, parecendo, aos olhos menos atentos, com simples vaqueiros. Os chapéus de abas quebradas dos cangaceiros não têm os adereços que conhecemos, especialmente da fase mais exibicionista do cangaço lampiônico, como as estrelas de Davi, encontradas nos chapéus dos ditos capitães Virgulino e Corisco, dentre outros, ou mesmo a simples cruz, do chapéu de Candeeiro II (Manoel Dantas Loiola). O que vemos na série são chapéus adornados com várias estrelinhas de metal, dessas usadas em peças de couro, como o chapéu coco do vaqueiro ou arreios para animais. Além da diferença da vestimenta, também falta o colorido dos bordados nos bornais. No filme, essas peças parecem mais com rotos bisacos de caçador.

Uma mudança nos antagonistas da saga cangaceira, esse sim, um erro grotesco, é que ao invés de lutarem contra as forças policiais dos Estados nordestinos, os cangaceiros têm como seu ferrenho perseguidor o Exército Brasileiro, com direito da exibição em cena, do símbolo daquela instituição militar. Como se não bastasse a nódoa histórica pelo EB ter assassinado os miseráveis de Canudos, ter implantado a ditadura no país em 1964, além de episódios mais recentes, agora, vem uma produtora estrangeira associar a imagem da respeitada instituição a eventos em que não participou diretamente. Decisão infeliz dos produtores, em inserir o “Braço Forte Mão Amiga” no enredo. Aliás, o roteiro é todo pró cangaceiro, pois todas as mortes praticadas pelo personagem inimigo principal dos bandoleiros, foram realizadas com atos de covardia. O filme é feito para quem assiste odiar a força policial, no caso, o Exército.

Ainda no primeiro episódio da série, que se passa em 1932, aparece um veículo de transporte para os militares. Como a cena mostra o caminhão de longe, não dá para identificar bem o modelo. Parece ser um GMC CCKW, esse, que começou a ser produzido a partir de 1941, mas se o veículo usado nas cenas foi o Reo, fica mais anacrônico ainda, pois o primeiro modelo desse bruto só começou a ser fabricado em 1950.

A talentosa Ísis Valverde, a primeira dama do cangaço, no enredo, portanto personagem a principal da série, é mineira de Aiurioca. Pode ela interpretar o papel da baiana Maria Bonita?! Lógico que sim. A carioca Tânia Alves, por exemplo, até hoje é lembrada como a Maria Bonita, do seriado da Globo de 1982, no que ela mesma diz que “não foi ‘um’ papel e, sim ‘o’ papel” de sua carreira. O problema, em minha opinião, é o sotaque da atriz, que para quem é de fora da região, pode até passar despercebido, mas, para um nordestino raiz, desses do interior, soa estranho. Ficou caricato. Um estereótipo do que geralmente as emissoras do Sudeste fazem do nordestino. Outra coisa, que não gostei, foi uma espécie de escorbuto que arrumaram para a rainha do cangaço. Pelo que se sabe, ou o que se sabia, até então, é que Maria Bonita tinha uma dentição perfeita, dentes certinhos e brancos. O amarelo da boca de Ísis Valverde ficou feio, aparentando falta de higiene da mulher de Virgulino.

Quanto ao gaúcho Júlio Andrade, o Lampião do filme, para mim, assim como Isis Valverde, o problema é a maneira de falar. Não que seja da minha conta, claro, mas questiono: será que em todo Nordeste, capitais ou interior, não tinha um ator traquejado com a fala e os costumes da região que pudesse atuar nesse papel?! Acredito que sim.

No segundo capítulo, aparece uma cena aonde o tenente Silvério mata covardemente um agricultor, mesmo obtendo dele informações do paradeiro de Lampião, fazendo com que o espectador alimente ódio às forças de repressão ao cangaço. Como dito, aliás, o enredo é bem parcial nesse sentido, pois enquanto mostra cenas como essa, de covardia dos homens da lei, por outro lado, sempre procura mostrar que os cangaceiros são sertanejos de fé, místicos, com suas rezas fortes de fechamento de corpo. Até na abertura da série, umas das primeiras imagens é de um oratório, ligando-o aos cangaceiros. No terceiro episódio, em uma cena em que o volante Silvério Batista chega ao coito e não encontra ninguém, então esbraveja perguntando "quem foi a 'alma sebosa' que avisou aos cangaceiros para que eles fugissem". Expressão totalmente anacrônica, que não existia na época. Esse termo se não criado, foi muito disseminado pelo apresentador pernambucano Joslei Cardinot, quando apresentava seu programa policial na Tv Tribuna, do Recife. Mais à frente, a atriz que interpreta “Lídia de Zé Baiano”, que na série tem outro nome (como veremos adiante) usa uma expressão que não era dela, ao dizer que "o cangaceiro quis 'abusar' dela". Quanto refinamento nas palavras de pessoas tão rudes. Não acredito que condiz com a realidade da época e lugar.

Outras cenas do enredo, que acredito estarem dentro da chamada licença poética, não da história real, é a que mostra a recém parida Maria Bonita, fugindo, cavalgando de pernas escanchadas no animal, bem como o batizado de Expedita, com apenas Lampião e sua companheira, sem nenhuma segurança, um fato impensável para quem entende o mínimo de cangaço. Nesse episódio do batizado, foi realizado um ataque da força volante, isso, por conta de uma delação de um irmão de Maria de Déia. Depois, por conta dessa suposta traição, o irmão de Maria Bonita foi ferrado pelo cangaceiro Zé Bispo (Zé Baiano) e, depois assassinado, novamente pelas costas, pelo tenente Silvério Batista. Tal evento nunca existiu na História do cangaço! Está apenas na fantasia de série.

No capítulo quatro, Maria Bonita é quem flagra a mulher do cangaceiro Zé Bispo (Zé Baiano), com Lourdes (Lídia) em adultério com o cabra Curió. Na trama, prevendo o que poderia acontecer, a companheira de Lampião deu dinheiro à imprudente bandoleira, para que ela e o amante pudessem fugir. Pura fantasia. Por outro lado, como na vida real, a mulher adúltera foi morta a pauladas pelo seu companheiro, sendo diferente da realidade o desfecho, pois na série, dois cangaceiros foram mortos, o “urso” e o cangaceiro que também queria foliar com Lídia, ou melhor: com Lourdes, quando sabemos que o bandoleiro que corneou Zé Baiano, protegido pelo chefe Corisco, não foi morto nesse episódio. Por falar no chamado “Gorila de Chorrochó”, no filme, o deixaram com um tom de pele mais claro e tiraram-lhes os cabelos. O Zé Baiano (Zé Bispo) da série é moreno claro e careca.

Ainda, uma coiteira baiana de nome “Fideralina” (referência à baiana Dona Generosa, ou à matriarca cearense da família Augusto? À segunda não deve ser, pois essa faleceu em 1919) é incumbida por Lampião de comprar terras para ele, mas termina o traindo para roubá-lo, sendo mutilada como punição. Na ficção, essa coiteira é muito culta e tem uma filha que canta em inglês e toca no piano músicas clássicas. Fideralina acompanha a filha, pois é uma talentosa soprano. Puro glamour em meio às caatingas baianas.

No capítulo cinco, outra licença poética do enredo, pois Maria Bonita é presa, quando ia fugindo, após o volante Silvério Batista, sempre apresentado como sádico e covarde, ameaçar matar a pequena Expedita, apontando-lhe uma arma na sua cabeça. Neste mesmo episódio, uma cena inimaginável para quem estuda cangaço: furiosa, Dona Déia confronta Lampião, o chamando de maldito, por conta de ele ser o responsável pela morte de um dos seus filhos, no caso, o seu cunhado, três anos antes. O detalhe que chama atenção nesse capítulo, é o agravamento da tuberculose de Lampião. Essas cenas teoricamente se passam em 1935. Corroboram para esse pensamento, a passagem em que Maria Bonita é Baleada. Na vida real, tal evento ocorreu em julho daquele ano, em terras pernambucanas de Serrinha do Catimbau, então distrito de Garanhuns, Pernambuco. Nessa passagem, foi dada mais emoção ao caso, pois a baianinha, que estava presa, foi resgatada a cavalo pela cangaceira Dadá, mas quando fugia em sua garupa, o tenente Silvério (sempre ele) atirou nela pelas costas. De acordo com a História, sem contar Angico, a única vez que Maria de Déia foi baleada, foi em 20 de julho de 1935, em local já citado.

Nesse mesmo episódio, dar-se um pulo no tempo, mostrando Maria já curada na data de 7 de março de 1938 e, dizendo que já são sete meses depois dos ferimentos da bandoleira, portanto, tal ação teria ocorrido em agosto de 1937. Outro confronto de datas da vida real para série, é que aparece ao bando, Benjamin Abrahão, capturado e desconhecido de Lampião e seus cabras. Historicamente as datas não batem. O chamado Turco já era conhecido de Lampião desde 1926, em Juazeiro. Outra coisa: as filmagens de Benjamim foram realizadas em 1936, portanto, um ano antes do que mostra o filme. Também achei o vocabulário dos cangaceiros do filme bem refinado, o que não condiz com o linguajar sertanejo de homens sem instrução daquela época.

No último episódio, um primeiro tenente (Silvério Batista, no enredo, é segundo tenente) chega à sede de operações policiais e, ao perceber o desleixo dos militares, fala que “sabe porque essa praga comunista que chamam de cangaço não se acaba.” Essa passagem nos chamou atenção, tendo em vista, que na História já se tentou ligar o cangaço ao comunismo, mas, isso com pouca frequência. Em um desses episódios, Frederico Pernambucano de Mello, citando o jornal Gazeta de Notícias de 26 de agosto de 1936, nos conta em seu “Estrelas de Couro a Estética do Cangaço” o seguinte:

O secretário do Interior e Justiça do Ceará, Martins Rodrigues, membro da poderosa Liga Eleitoral Católica, a LEC, movimento direitista simpático ao governo, em visita à cidade de Juazeiro do Norte no mês de agosto de 1936, em discurso às lideranças locais, disse com ares de mistério que tinha consultado ‘certos documentos’ no Rio de Janeiro, que lhe permitiam sustentar que os dirigentes do extremismo vermelho não tinham escrúpulos de lançar mão de todos expedientes e elementos, até mesmo de cangaceiros como Lampião, para serviço de seus sinistros planos.

Para nós, do meio “cangaceiro”, uma grata surpresa no último episódio da série, por conta da aparição do talentoso poeta Neto Ferreira, de Campina Grande, declamando em uma típica feira nordestina, pouco antes de eclodir um tiroteio entre Lampião e policiais. Uma cena emocionante, que gostei, foi a que aparece Maria Bonita, triste, imaginando estar com a filha Expedita, sentindo a sua falta. Acredito que isso deve sim ter acontecido por várias vezes, afinal, a bandoleira era mãe. Por falar na filha de Lampião, no seriado Expedita teria sido criada por uma tia, e não pelos vaqueiros Manuel Severo e sua mulher Aurora. Neste mesmo episódio, Lampião e Maria Bonita abandonam seu bando, com o propósito de fugir, depois se arrependem e voltam para os seus comandados. Passagem impensável para quem conhece do assunto.

Outras disparidades históricas da série, por mim observadas: a morte de Zé Baiano se dá em 1938, e não em 1936, como aconteceu de verdade e, ao invés de ser morto por civis, na ficção, ele é assassinado por um outro cangaceiro. Nas cenas finais, não aparece a figura do coiteiro Joca Bernado, nem toda trama que culminou na morte do rei do cangaço e parte de seu bando. No enredo dos Estúdios Disney, quem entregou o coito de Lampião foi um cangaceiro desgarrado do bando e, depois da delação, foi (novamente) covardemente assassinado pelo tenente Silvério Batista. No dia do combate em Angico, Corisco sozinho, é quem faz o parto de Dadá e, por isso não atravessou o rio para se encontrar com Lampião no coito. No início da das cenas do combate de Angico, Lampião orienta Maria Bonita “a pegar Sila e Inacinha e fugir. Como assim?! Inacinha tinha sido presa em Piranhas, dois anos antes, portanto, não estava em Angico. Para ser mais específico, a frase dita pelo Lampião da série foi:

Tu (Maria Bonita) pega Sila e Inacinha e as outras, e arriba!

Outra fantasia dessa passagem, é que todos os cangaceiros viram quando os homens do Exército estavam chegando e cercando o local para ataca-los, diferente do que realmente aconteceu em Angico, onde a força chegou na surdina. Aliás, o local da morte de Lampião, no filme, é bem diferente de onde aconteceu o fato. Em “Maria e o Cangaço”, a batalha final se deu em campo aberto, numa planície. Na minha opinião, já que a equipe do seriado estava na região, bem que poderiam ter usado o cenário real, a Grota de Angico, para essa filmagem. Neste tiroteio do filme (Angico), morreram três mulheres, isso ainda quando Maria Bonita atirava ao lado de Lampião, quando se sabe que na história do derradeiro combate de Lampião foram duas as mulheres a morrer; Enedina, mulher de Zé de Julião, o Cajazeira, e a própria Maria Bonita.

Nos créditos da produção aparece como tendo dado consultoria à equipe da série, o Mestre Frederico Pernambucano de Mello e Jairo Luiz Oliveira, de Piranhas, dois experientes estudiosos do cangaço. Por tudo que vimos nos seis capítulos do filme, ficou a impressão de que a dupla de pesquisadores não teve acesso à totalidade do roteiro, ou mesmo a ideia de que suas opiniões não foram levadas em conta, pois são erros bobos, que poderiam muito bem não aparecer no filme. Se tivesse que dar uma nota à série, como entretenimento, minha nota seria alta, mas isso, analisando a película como fantasia, pois se a nota fosse dada pela análise da História, seria pequena, pois, da maneira como foi produzido, acredito que o filme vá muito mais confundir a cabeça dos que estão iniciando suas pesquisas cangaceiras. Em MINHA opinião, a série “Maria e o Cangaço” é uma boa pedida como entretenimento, como História não!

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O CANGACEIRO GITIRANA

Por Guilherme Velame Wenzinger

Restauração da foto do cangaceiro Gitirana publicada no jornal O Globo por ocasião de sua prisão, noticiada em agosto de 1940. O trabalho foi realizado por mim, com o uso de inteligência artificial e Photoshop, buscando preservar ao máximo a fidelidade à imagem original.

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ESTE ERA O ESCRITOR E PERSQUISADOR DO CANGAÇO RUBENS ANTONIO

 Por José Mendes Pereira

Rubens Antônio

Ele sempre me dizia: "Mendes, evita postar fotos minhas com careca total". E eu o obedecia com esta foto nos seus trabalhos cangaceiros. Mas eu dizia que ninguém iria olhar para a careca, e sim, para o que ele escreveu sobre cangaço.


Masculino

Local

Salvador, Bahia, Brasil

Introdução

Mestre em Geologia, cursei Geologia, Artes Plásticas e História, Entendo-me como um Historiador Natural, com aspectos também de Filósofo Natural. Ministrei aulas, na Universidade Estadual da Bahia - UNEB de: - Antropologia - Epistemologia - Metodologia do Trabalho Científico - Ensino de História - Elementos de Geologia - Paleontologia - Sedimentologia - História da Ciência * email: rubensantonio@gmail.com

Interesses

Geologia, História, Artes Plásticas, História Natural, História das Artes, Paleontologia, Astronomia

Filmes favoritos

"Contato", "Luzes da Cidade", "Valquíria"

Músicas favoritas

"Canon" Pachelbel, "Conquista do Paraíso" Vangelis, "Tema de Gabriel" Morricone, "Inverno" Vivaldi, "Immortele" Lara Fabian, "Por enquanto" Cássia Eller

Livros favoritos


"O Nome da Rosa" Umberto Eco, "Estória sem fim" Michael Ende

Ele faleceu no dia 20 de abril de 2025.

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BENITO ALVARADO VIVEU NA ESPANHA DO SÉCULO XIX.

 Por Fatos Curiosos

Não era bonito segundo os padrões tradicionais. Mas as mulheres adoravam-no.

Benito Alvarado viveu na Espanha do século XIX. Nasceu com distrofia congênita e aparência rara, mas isso não o impediu de se tornar o homem mais desejado de toda a Catalunha.

Não só atraía olhares... hipnotizava. Dezenas de mulheres se renderam ao seu charme. Casamentos acabaram. Escândalos explodiram. E todas, mais cedo ou mais tarde, acabavam nos seus braços.

Até que um dia, o ciúme cobrou o seu preço. Um grupo de maridos furioso agrediram-no até à morte.

Mas o verdadeiro segredo de Benito não morreu com ele.

Só uma pessoa o conhecia: a sua mãe

Depois de sua morte, ela revelou que Benito não era apenas um sedutor... Era perfumista. E tinha criado uma fragrância com o feromono humano mais poderoso já visto.

Um cheiro ao qual nenhuma mulher poderia resistir.

História encontrada na net.

Crédito: Histórias

Fotos de España Antiguas.

Patrocínio Everest Mix, tudo para sua casa

#curiosidades

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QUEM ENTERROU OS CORPOS NA GROTA DO ANGICO? | CNL | 1711

 Por O Cangaço na Literatura 

https://www.youtube.com/watch?v=6jyZBGzU6eU

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segunda-feira, 21 de abril de 2025

GROTA DO ANGICO...

 Por O Cangaço na Literatura

Grota do Angico, 2 de agosto de 1938.

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PREPARANDO-SE PARA VISITAR A GROTA...

Por Robério Santos

Grupo se preparando para ir à Grota do Angico no dia 9 de agosto de 1938, com o objetivo de enterrar os corpos. Na imagem, vemos João Bezerra em Maceió-AL ao lado de estudantes de Direito do Recife, incluindo o pai de Alceu Valença @alceuvalenca , o senhor Décio de Souza Valença. Vocês conheciam esta foto? Foto feita dia 5 de agosto de 1938.

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LAMPIÃO NO POÇO DO NEGO #CANGAÇO #LAMPIÃO #NAZARENOS

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=7P5Z-ZJOj4E

Visitamos dois pontos importantes em Nazaré, que foram os locais onde os Ferreira construíram sua primeira e segunda casas, na região de Poço do Nego. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira 

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O ASSASSINATO de PC FARIAS: Os Segredos Sombrios da Corrupção e do Poder no Brasil! - Como arquivo em Nosso Blog.

Por Viajantes da Evolução 

https://www.youtube.com/watch?v=HZzW7z4e1jE

Prepare-se para mergulhar em um dos casos mais polêmicos e misteriosos da história recente do Brasil. Neste vídeo, revelamos os detalhes chocantes por trás do assassinato de Paulo César Farias, o tesoureiro de Fernando Collor, e sua namorada, Suzana Marcolino. O que parecia ser um simples crime passional escondia uma teia de corrupção, poder e conspiração que abalou o país.

Descubra como PC Farias, envolvido em um esquema bilionário de desvio de verbas públicas, foi silenciado na véspera de um depoimento que poderia expor nomes poderosos. Explore as contradições da investigação oficial, as ameaças sofridas por peritos independentes e as teorias que sugerem um acobertamento de proporções gigantescas.

Por que Suzana Marcolino, que vivia uma vida de luxo ao lado de PC, teria cometido um crime tão brutal? Quem era o terceiro elemento ouvido nas gravações daquela madrugada fatídica? E por que os seguranças da casa não ouviram os tiros, mesmo com testes comprovando que os disparos eram audíveis?
Neste vídeo, você vai:

  • Conhecer os detalhes do esquema de corrupção que PC Farias comandava.
  • Entender as falhas e inconsistências da investigação oficial.

  • Descobrir as teorias que apontam para um possível assassinato encomendado.
  • Refletir sobre a impunidade que persiste até hoje.

Inscreva-se no canal "Viajantes da Evolução", deixe seu like, comente o que achou deste caso e compartilhe este vídeo. A verdade pode ser perturbadora, mas é só enfrentando-a que podemos esperar por justiça.
Assista até o final e descubra por que este caso continua a assombrar o Brasil. #ViajantesdaEvolucao #PcFarias #CorrupcaonoBrasil

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AS CASAS DE LÍDIA E A DE NENÉM DO OURO | CNL | 1530.

Por O Cangaço na Literatura 

https://www.youtube.com/watch?v=1JB8kV62Bks&t=757s

PARA COMPRAR LIVROS FALE NO WHATSAPP 79 99969-5819.

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RELAÇÕES PERIGOSAS E O FIM DE ROSINHA - ROTA DO CANGAÇO 2024_27.

Por Aderbal Nogueira
https://www.youtube.com/watch?v=KtHr4i7UA9w

Visitamos um local que faz parte da história do cangaço, onde viveu a cangaceira Rosinha e é pouco conhecido da maioria das pessoas. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com

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MORRE O PAPA FRANCISCO, LÍDER QUE ROMPEU TRADIÇÕES E SE TORNOU UM SÍMBOLO DE DIÁLOGO.

Por Paulo Barros - Camille Bocanegra

O Papa Francisco acena do Papamóvel a caminho da Via Crucis na Praia de Copacabana durante as celebrações da Jornada Mundial da Juventude em 26 de julho de 2013, no Rio de Janeiro, Brasil (Foto de Buda Mendes/Getty Images)

Primeiro papa jesuíta e latino-americano da história, ele conduziu a Igreja Católica em um período de grandes transformações.

Um dos papas mais carismáticos da história recente, Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, morreu nesta segunda-feira (21) aos 88 anos. Francisco havia ficado internado por 38 dias, desde o dia 14 de fevereiro, no hospital Gemelli, em Roma, em virtude de uma bronquite que evoluiu para uma pneumonia bilateral.

No domingo (21), visivelmente debilitado, o Pontífice chegou a aparecer na sacada da Basílica de São Pedro para a mensagem de Páscoa Urbi et Orbi, deixando sua última mensagem para a Igreja e o mundo.

O papa faleceu às 7h35 desta segunda, pelo horário de Roma (2h35 de Brasília).

“O Bispo de Roma, Francisco, retornou à casa do Pai. Toda a sua vida foi dedicada ao serviço do Senhor e de Sua Igreja”, disse o comunicado do Vaticano.

Um líder que rompeu tradições, aproximou a Igreja dos mais pobres e se tornou um símbolo de diálogo e inclusão, Francisco marcou sua trajetória por gestos de humildade e posicionamentos firmes sobre temas sociais e ambientais.

https://www.infomoney.com.br/mundo/morre-o-papa-francisco-aos-88-anos-confirma-vaticano/

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JOVEM GUARDA E MÚSICAS ANTIGAS INESQUECÍVEIS.

Por Edgar Tolentino

Ele foi um dos grandes ídolos da música brasileira cantava também em espanhol, sua portentosa voz era sinônimo de casa cheia, vendeu milhões de discos, mais como dizia uma de suas músicas, Eu sei que tudo passa, tudo passara, o vi várias vezes andando sempre acompanhado no centro da capital paulista na época da estrondosa jovem guarda em 1966, ele se foi a voz trovejante deixou sua marca inseparável na música, Nelsom Ned como você faz falta para seus fans.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2178790545872045&set=gm.9782703855145808&idorvanity=2775312042551726

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