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quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

CACIMBAS DO IPANEMA

 Clerisvaldo B. Chagas, 7 de dezembro de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.810

Não é questão de saudosismo, mas sim, de detalhes da história santanense. A foto apresentada, raríssima dos tempos em que Santana era abastecida de água por profissionais em jumentos, parece só existir com outra parecida, dos anos 60. Esta foto foi descoberta por nós na página 95 do livro do saudoso geógrafo Ivan Fernandes Lima, “Geografia de Alagoas”, publicado em 1965. Vamos a descrição:

Vê-se na fotografia, em primeiro plano, um buraco na areia, na verdade, uma cacimba. Como a boca é arredondada, supõe-se que ali era usado um tonel cilíndrico sem fundo para que a água da cacimba aflorasse e não fosse facilmente mexida e aterrada (costume da época). Vários jumentos e até um cavalo, mais distante, em outra cacimba, aguardam pela decisão dos botadores d’água. A foto foi tirada na pior hora para o tal livro: meio-dia em ponto, observe as sombras sob os animais.

O local é no rio Ipanema no trecho urbano vizinho a antiga estrada que seguia para Olho d’Água das Flores, região das olarias. Do lado direito da foto vê-se parte da cidade em galeria, perto do rio. Do lado esquerdo, a fotografia mostra uma casa à margem do Ipanema, caiada de branco. Pertencia o terreno ao senhor Marinho Rodrigues, pai do Dr. Clodolfo Rodrigues, primeiro médico santanense a clinicar na cidade.

No trecho urbano por onde o rio Ipanema passava, esse era o melhor para se apanhar água. Havia também no trecho urbano outro lugar muito utilizado pelos botadores d’água, era mais acima, no largo chamado poço do Juá, cujas cacimbas funcionavam bem, quando o poço secava.

A água dependia do lugar onde fosse retirada. Quase sem sal, salobra e excelente. Acima da barragem, muito acima, existe um sítio banhado pelo Ipanema chamado Marcela. Pagava-se um preço muito maior por uma carga d’água da Marcela, pois, além de ser longe da cidade, a água era excelente, sendo das mesmas areias do rio. A luta diária pelo líquido precioso envolvia toda a população, ricos e pobres viviam o mesmo drama diário. É certo que havia grandes cisternas em algumas casas, mas a venda era pouca. E o bom de tudo isso, é que o Ipanema nunca deixou faltar água para os seus filhos. Os transportes rudes também não faltavam, pois havia muito mais de cem botadores d’água em jumentos.

Valeu a foto?


http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2022/12/cacimbasdo-ipanema-clerisvaldob.html

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ASCRIM

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ASCRIM/ACADEM PRESIDENCIA – RETRANSMISSÃO/RESPOSTA AO CONVITE DA SECRETARIA DE CULTURA DA PMM: “LANÇAMENTO DOS PROJETOS CULTURAIS ANUNCIADOS PELO EXCELENTÍSSIMO SENHOR ALLYSON BEZERRA, M.D. PREFEITO DE MOSSORÓ-RN - OFÍCIO. Nº 031/2022. 

MOSSORÓ-RN, 05 de Dezembro de 2022.    

REF. CIRCULAR Nº 02/2017, DE 12 DE JUNHO DE 2017, REVISTA E AMPLIADA PELA ASCRIM CIRCULAR Nº 01/2022, DE 04.09.2022 . 


 ‘RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(a)! ’             

    É PRAXE DESTA PRESIDÊNCIA, QUANDO OFICIALMENTE CONVIDADO/COMUNICADO (VIA EPISTOLAR OU ELETRÔNICA), TEMPESTIVAMENTE(3 DIAS CORRIDOS), DIGNAR-SE RESPONDER, EM TEMPO HÁBIL, ÀS ECLÉTICAS MENSAGENS  DO(A)S EXCELENTÍSSIMO(A)S AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS, EXEMPLO QUE NOTABILIZA O VIÉS DE UM(A) DIRIGENTE INTELECTUAL CORRESPONDER A ESSE ECLETISMO, PORQUE SABE A DIFERENÇA ENTRE O LIAME DA PARTILHA E DO PRESTÍGIO QUE ASCENDE E CRESCE, NO INTERCÂMBIO DOS QUE RESPEITAM OS ABNEGADOS DEFENSORES DA CULTURA MOSSOROENSE.  

   DESTA FORMA, AGRADECENDO AO EXCELENTÍSSIMO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA INTERINO FRANCISCO THIAGO BENTO SILVA, PELO ESPECIAL CONVITE, HONRA-NOS ATRIBUIR MESMO VALOR DE PARTILHA, PARA CONFIRMAR QUE NOS FAREMOS REPRESENTAR OFICIALMENTE NO

LANÇAMENTO DOS PROJETOS CULTURAIS ANUNCIADOS PELO EXCELENTÍSSIMO SENHOR ALLYSON BEZERRA, M.D. PREFEITO DE MOSSORÓ-RN A REALIZAR-SE NO TEATRO MUNICIPAL DIX-HUIT ROSADO, LOCALIZADO NO CENTRO DE MOSSORÓ-RNEM 07.12.2022, (quarta-feira), A PARTIR  14HS.

   NA OPORTUNIDADE, A PRESIDÊNCIA DA ASCRIM E ACADEM ENTREGARÁ SOLENEMENTE AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR ALLYSON BEZERRA M.D. PREFEITO DE MOSSORÓ-RN, SINOPSE DOS 10 PROJETOS CULTURAIS QUE INTEGRAM E BALIZAM O CALENDÁRIO ANUAL ASCRIM E ACADEM DE CULTURA TRADICIONAL-CACTA, NO INTUITO DE OBTER SUBSÍDIOS PARA OS EMPREENDIMENTOS QUE GUARNECEM E ESTIMULAM O DESENVOLVIMENTO E PROGRESSO DA CULTURA MOSSOROENSE !

   PORTANTO, REPASSO O ASSUNTO DO ALVO CONVITE(ANEXO) DE IGUAL MODO, POR CÓPIA,  AS EXCELENTÍSSIMAS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS,  ACADÊMICOS DA ASCRIM E POTENCIAIS CANDIDATOS A ACADEMICOS DA ASCRIM E ACADEM, ILUSTRES PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS, GOVERNAMENTAIS, PÚBLICAS, PRIVADAS E MAÇÔNICAS,  JORNALISTAS E COMUNICADORES, POR SER DO INTERESSE, CLARO, DOS MESMOS, TOMAREM CONHECIMENTO E DIGNAREM-SE, DO SEU MISTER, CONFIRMAR SUAS PRESENÇAS, JUNTAMENTE COM AS EXCELENTÍSSIMAS FAMÍLIAS CONSORTES.    

   NESTA SINTONIA, UM CONVITE PARA PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CULTURAIS E A CONFIRMAÇÃO, INTERCAMBIADOS ENTRE PARTICIPANTES E ENTIDADES SINGULARES, MERECE E FUNCIONA COMO UM “FEEDER”, EVIDENTE, REPASSADO A TODOS OS ACADÊMICOS E INTEGRANTES DE SEUS CORPOS ADMINISTRATIVOS/SOCIAIS, PELO SEU PRÓPRIO DIRIGENTE, CUJO ESSE FEEDBACK ALIMENTA, NATURALMENTE O FERVOR E A CONSIDERAÇÃO EM QUE SINGRAM OS INTELECTUAIS E SERVIDORES   DESSAS PLÊIADES.  

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS, 

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO 

-PRESIDENTE EXECUTIVO DA ASCRIM ACADEM-  

MARIA GORETTI ALVES DE ARAÚJO 

-PRESIDENTA EXECUTIVA INTERINA DA ASCRIM- 

 

P.S.: 1. CONSIDERANDO A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE INTELECTUAL, INSERIDA NA REPRESENTATIVIDADE DE TODOS SEGMENTOS SOCIAIS ABAIXO RELACIONADOS, ENCAMINHA-SE ESTA CÓPIA ORIGINAL, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO AOS  INSIGNES DIGNITÁRIOS: 

P.S.-2): EVENTUALMENTE – EM RESPOSTA À TRANSMISSÃO DE CONVITE - RECEPCIONAMOS MENSAGENS QUE NOS SÃO ENVIADAS PELOS SIGNATÁRIOS DOS EMAILs DESTINATÁRIOS, AS QUAIS ENVIAMOS PARA OS PATROCINADORES DOS EVENTOS, ATRAVÉS DO NOSSO MALOTE DIGITAL OFICIAL DA ASCRIM-MADA .  

P.S.-2): ESTA É UMA CÓPIA ORIGINAL, ENCAMINHADA, OFICIALMENTE, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO PARA O(A)S:   

  EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES GOVERNAMENTAIS, JURÍDICAS, MAÇONICAS E MILITARES.  

REVERENDÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES RELIGIOSAS.  

MAGNÍFICOS REITORES E AUTORIDADES DE UNIVERSIDADES.  

EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.  

EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E INSTITUIÇÕES CONGENERES.  

ILUSTRÍSSIMO(A)S DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS, EDUCACIONAIS E DE CIDADANIA.  

ILUSTRÍSSIMO(A)S JORNALISTAS E COMUNICADORES.  

ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.  

POTENCIAIS CANDIDATO(A)S A ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM

Enviado pela ASCRIM

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ANTÔNIO CONSELHEIRO E A GUERRA DE CANUDOS.

 Por Antônio Corrêa Sobrinho

Muito em breve estarei lançando mais uma consolidação de textos jornalísticos, desta feita sobre ANTONIO CONSELHEIRO E A GUERRA DE CANUDOS.

Agora só a apresentação.

APRESENTAÇÃO

Tenho digitalizado artigos publicados em jornais e revistas de época, a respeito de acontecimentos históricos e marcantes relacionados ao estado de Sergipe, terra do meu nascimento e vida. Assim procedo, quando desejo conhecer mais amplamente eventos do nosso passado a partir das suas primeiras versões e traduções. Isso tem me possibilitado, por outro lado, coligir textos, em formato de livro digital (e-book), para transmissão de conteúdo ao público leitor atual.

São frutos das minhas pesquisas: TORPEDEAMENTOS QUE LEVARAM O BRASIL À GUERRA, O CASO DE SERGIPE, TRAGÉDIA DE RIACHUELO, TRAGÉDIA DO RIO DO SAL, LAMPIÃO, MARIA BONITA E O CANGAÇO SOB O OLHAR DOS LITERATOS NOS JORNAIS E REVISTAS, VIAGEM DE D. PEDRO II À CACHOEIRA DE PAULO AFONSO, VISITA DO CASAL IMPERIAL A SERGIPE, NAUFRÁGIO NO RIO DO SAL, O FIM DE VIRGULINO LAMPIÃO – O QUE DISSERAM OS JORNAIS SERGIPANOS.

Desta feita, apresento meu novo trabalho – ANTÔNIO CONSELHEIRO E A GUERRA DE CANUDOS – RELATOS DA IMPRENSA NACIONAL, coletânea de impressos (notícias, informes, cartas, telegramas, ofícios, comentários, análises, relatórios, mensagens, entrevistas, ordens do dia etc.) referentes ao célebre beato Antônio Vicente Mendes Maciel, o Antônio Conselheiro, e ao conflito bélico ocorrido no final do século XIX, nos anos de 1896 e 1897, nos sertões do estado da Bahia, no arraial de Canudos e suas cercanias, do município de Monte Santo – material este publicado, antes, durante e logo após o término da guerra.

Para tornar esta coleção um documento de transmissão mais fiel possível deste trágico e lamentável passado, sabedor que somos que “a comunicação sempre esteve fortemente entranhada na batalha das ideias pela direção moral, cultural e política da sociedade, ocupando posição proeminente no âmbito das relações sociais”, procurei reunir o que a respeito, expressou a imprensa nacional em suas variadas tendências, orientações, ideologias. Servi-me, para tanto, das publicações de jornais de viés republicano (situacionista, neutro e oposicionista) e monarquista, os relacionados a seguir:

A Notícia (RJ), A República (RJ), Cearense (CE), A Notícia (SE), Gazeta de Notícias (RJ), Cidade do Rio (RJ), A República (CE), Cidade do Salvador (BA), Correio de Minas (MG), Diário de Pernambuco (PE), Diário do Paraná (PR), O Estado de S. Paulo (SP), Folha do Norte (PA), Gazeta da Tarde (RJ), Dom Quixote (RJ), Gazeta de Petrópolis (RJ), Jornal do Recife (PE), Correio da Manhã (Portugal), Jornal do Brasil (RJ), O Progresso (SE), Gazeta de Ouro (MG), Jornal do Comércio (RJ), Liberdade (RJ), Minas Gerais (MG), O Apóstolo (RJ), O Comércio de São Paulo (SP), O Contemporâneo (MG), Maceió (AL), Farrapo (RS), O Imparcial (AM), O Jacobino (RJ), O Lábaro (RJ), O Lynce (RJ), O País (RJ), O Pará (PA), O Arauto (MG), A Lei (MG), A Gazetinha (MG), Correio Paulistano (SP), O Trabalho (AL), A Tribuna (PR), Gutemberg (AL), Pacotilha (MA), Revista Brasileira (RJ) e Revista Ilustrada (RJ).

São mais de 800 páginas de impressos, todos por mim digitalizados e atualizados ortograficamente, organizados de acordo com a ordem cronológica das datas de suas edições. Acresci Índice na parte final do livro.

Não me cabe, aqui, fazer comentários, tampouco emitir juízo de valor sobre Antônio Conselheiro e a guerra de Canudos, objeto que são do livro que ora anuncio.

Permito-me, entretanto, avaliar os textos aqui coligidos como algo de considerável valor, porquanto se trata de uma construção jornalística, e literária, produzida, em sua maior parte, por quem presente nos campos de batalhas, acampamentos, vivenciando o processo e a crueza da guerra – referindo-me aos jornalistas correspondentes de jornais, que aqui os menciono inclusive para homenageá-los: Manoel Benício, Euclides da Cunha, Ferreira da Silva, Favila Nunes, Cisneiros Cavalcante, este último, a serviço do diário A Notícia, do Rio de Janeiro, morto no front.

Como, igualmente, são valiosos os escritos formulados pelos oficiais comandantes, Claudio Savaget, Artur Oscar, Carlos Eugênio, Febronio de Brito, Carlos Teles e outros, sujeitos constitutivos que são desta história.

Nas folhas da Revista Brasileira, edição de outubro de 1897, neste livro à página 738 e seguintes, o catedrático da Faculdade de Medicina da Bahia, o renomado Dr. Nina Rodrigues, diz da loucura epidêmica de Canudos.

Outra relíquia é o Relatório da visita a Canudos apresentado, em 1895, pelo reverendo frei João Evangelista de Monte Marciano ao arcebispo da Bahia, sobre Antônio Conselheiro e seus seguidores, que extrai do Jornal do Recife, de fevereiro de 1897, incluso à página 202 deste.

Valorosas também são as publicações em si, aqui consolidadas, estas, talvez, ineditamente reunidas, porquanto dizem respeito a um noticiário trazido a lume há mais de 125 anos, espalhado, disperso, esquecido, lido tão somente por alguns leitores quando das edições dos jornais, visto, desde então, apenas por pesquisadores e raros frequentadores de acervos e hemerotecas. Além do mais, estamos falando das primeiras impressões sobre a guerra de Canudos, nascidas no contexto histórico, social, econômico, religioso e cultural: de um Brasil recém-republicano e de novas e ainda frágeis instituições; de monarquismo e monarquistas ainda presentes; de estados federados, autônomos; da presidência da República pela primeira vez nas mãos de um civil, doutor José Prudente de Moraes; do laicismo, da liberdade para todos os cultos religiosos; da escravidão recém-abolida; de forte crise econômica; de muita politicalha, de luta pelo poder; de revoltas etc.

Dizer que iniciei o livro com a informação do extinto jornal O Rabudo, editado na cidade de Estância, Sergipe, esta que foi a primeira menção feita pela imprensa ao beato Antônio Conselheiro, no dia 22 de novembro de 1874, 22 anos antes da deflagração das lutas em Canudos. E que concluí com o Relatório do Inquérito sobre o atentado praticado pelo militar do Exército, Marcelino Bispo de Melo, contra a vida do presidente da República, no dia 5 de novembro de 1897, na cidade do Rio de Janeiro, quando este recepcionava, no Arsenal de Guerra, tropas que retornavam de Canudos; atentado que findou na morte do ministro da Guerra, marechal Carlos Machado Bitencourt, quando, ao tentar salvar a vida do Presidente, atracando-se com o criminoso, terminou sendo por este esfaqueado; matéria colhida no jornal O Estado de S. Paulo, de 13 de janeiro de 1898.

Entre estes dois marcos, inicial e final, estão as muitas notícias e narrativas, reportagens, cartas, telegramas, editoriais, sobre o célebre líder religioso Antônio Conselheiro e a guerra em Canudos, esta que tantas vidas feriram, ceifaram e mutilaram, e também sobre os seus inesquecíveis personagens. Destaco as reportagens dos já mencionados correspondentes, Manoel Benício e Euclides da Cunha, este ainda sem o seu grande - Os Sertões.

Resta-me, isto posto, convidar você, leitor, a transportar-se, pela leitura deste ANTÔNIO CONSELHEIRO E A GUERRA DE CANUDOS – RELATOS DA IMPRENSA NACIONAL, aos dias da Canudos de Antônio Conselheiro e da fratricida Guerra. Você, por certo, aprofundará a sua compreensão; quem sabe, reinterpretará, questionará, ressignificará, este que foi um dos momentos mais singulares e simbólicos da História do Brasil. Além do quê, debruçar-se sobre o que disseram estes jornais, tornará você um dos que mais leram sobre a guerra de Canudos sem intermediários, direto dos seus primeiros intérpretes e tradutores.

Concluo, agradecendo à Biblioteca Nacional, ao O Estado de S. Paulo e à Universidade Federal de Sergipe (UFS), pela disponibilização dos seus acervos digitais. Gratidão ao meu filho Thiago Corrêa, pela diagramação e capa do livro. E um obrigado ao meu amigo, pesquisador, escritor, professor, youtuber, acadêmico, Robério Santos, da Itabaiana sergipana, pela sugestão do tema Guerra de Canudos e incentivo à realização da obra.

Aracaju-SE, 15 de novembro de 2022.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2022

TRILOGIA DO ESCRITOR JOSÉ BEZERRA LIMA IRMÃO

  Por José Bezerra Lima Irmão

Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.

Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.

Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.

Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.

Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.

Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.

A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.

Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.

......................

Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.

Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.

Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.

Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),

Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.

A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.

As Revoltas Tenentistas.

Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...

Vejam aí as capas dos três livros:


https://www.facebook.com/profile.php?id=100005229734351

Adquira-os através deste endereço:

franpelima@bol.com.br

Ou com o autor através deste:


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CANGAÇO - ANGICO ESMIUÇADO

Por Aderbal Nogueira
https://www.youtube.com/watch?v=tVMwH1G-HS0&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Quer ajudar nosso canal? Nossa chave Pix é o e-mail: narotadocangaco@gmail.com Esse vídeo havia sido postado em 3 partes. Hoje estou postando na íntegra para aqueles que ainda não assistiram e também para ver os comentários dos amigos, pois Angico é sempre motivo de bons debates. Nesse vídeo faço um Raio-X baseado em minhas pesquisas, o que não quer dizer que seja o que realmente aconteceu, mas é no que acredito. Saudações a todos e tamo junto pela história. Link desse vídeo: https://youtu.be/tVMwH1G-HS0

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MANÉ MORENO, ZÉ BAIANO E ZÉ SERENO, PRIMOS ENTRE SI.

 Por José Mendes Pereira

Dos três, somente o Zé Sereno conseguiu salvar a sua vida, na mais perigosa vida que foi o cangaço no século XX. 

Clique no link e leia sobre Mané Moreno, escrito por Sálvio Siqueira. - 

http://cariricangaco.blogspot.com/2016/05/a-morte-de-mane-moreno-porsalvio.html

Clique no link e leia sobre a vida e morte de Zé Baiano:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A9_Baiano

Foto do arquivo do pesquisador do cangaço Volta Seca

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A MORTE DE MANÉ MORENO

Por Valdomiro Aragão

A Fazenda Palestina onde ouve o fato, era de meu bisavô sr. Manuel Joaquim de Aragão, que é avô de meu Pai sr. Líosvaldo Lima de Aragão. Foi na casa do meu bisavô que aconteceu o fato, meu pai dizia que era muito pequeno e lembra do acontecido, pois estava na festa, baile, nessa noite, juntamente com os pais e irmãos, e quando os cangaceiros chegaram, como de costume e prevalecidos que são, botaram banca. A ordem era "aqui ninguém sai".

Meu avô, pai de meu pai, pediu pra ir levar as crianças em casa, pois já era tarde, e morava perto. Então, o cangaceiro Mané Moreno cuspiu no chão e disse:

- Vá e antes que o cuspe seque, esteja aqui de volta.. Aí foram. Mas assim que chegaram em casa, só escutaram os tiros, pois a volante já estava na batida, e bem perto. Fez o cerco na casa do meu bisavô, operação muito bem sucedida, pois morreram 3 e um saiu ferido, e mais ninguém. Isso em pleno sertão de Sergipe, na Fazenda Palestina, distrito de São Mateus da Palestina SE.

Clique no link para ler mais sobre o que escreveu Valdomiro Aragão:

http://cariricangaco.blogspot.com/2016/05/a-morte-de-mane-moreno-porsalvio.html

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LAMPIÃO E MARIA BONITA: CONHEÇA A CASA ONDE MOROU A RAINHA DO CANGAÇO - PAULO AFONSO/BA

Por Matheus Boa Sorte

https://www.youtube.com/watch?v=OzvEyYlZDc0&ab_channel=MatheusBoaSorte

Você conhece a história da maior cangaceira do Brasil? Já ouviu falar de como ela conheceu o famoso Lampião? Sabe onde ela morava? Nessa reportagem emocionante e riquíssima em história, chegamos até Paulo Afonso - Bahia, mais precisamente na comunidade Malhada do Caiçara, onde tivemos a oportunidade de conhecer a casa onde residiu Maria Bonita, a rainha do cangaço. Pudemos ver de perto os pertences originais, fotografias da época, objetos pessoais, além de ter a honra de conversar com parentes diretos da própria Bonita, tornando essa jornada ainda mais emocionante. Ao lado de historiadores especialistas no assunto, conseguimos maiores detalhes sobre esse período do cangaço, as festas da época, curiosidades e até mesmo como Maria e Lampião começaram o namoro. Não perca essa viagem de pura história e conhecimento. Aperte o play! #PauloAfonso #MalhadaDoCaicara #MariaBonita #Lampiao QUEM É MATHEUS BOA SORTE?

Sou um apaixonado pelas tradições culturais do Nordeste brasileiro. Pra ser mais específico, do sertão, o qual defendo ser muito mais que um canto de Brasil que chove pouco. Pra mim, sertão é sentimento, estado de espírito, de quem carrega em si o Sorriso, a Fé, a Persistência, a Coragem e um pouquinho da malícia. Sou publicitário por formação acadêmica, e pago meus boletos através da arte. Sou cantor, compositor, escritor, palestrante, educador, ator, apresentador de TV, radialista... Muita coisa né? Mas eu resumo isso tudo em somente um ofício: SOU CONTADOR DE HISTÓRIAS. Conheça mais sobre meu trabalho acessando meu site, me seguindo nas redes sociais, e se inscrevendo aqui no Youtube. Aprenda a viajar com até 70% de economia com o MÉTODO BSV: https://www.metodobsv.com.br Conheça Meu Curso de Oratória - Ciclo da Influência: https://www.ciclodainfluencia.com.br Acompanhe o meu dia a dia no Instagram: https://www.instagram.com/matheusboas... (@matheusboasorte) Também estou no facebook: https://www.facebook.com/matheusboasorte E pra ouvir minha canções, vem comigo pro Spotify: https://spoti.fi/3cz8SGH Meu Canal no Telegram, onde você recebe conteúdo exclusivo: https://t.me/matheusboasorte

Contatos Comerciais: Shows, palestras, campanhas, e por aí vai: contato@matheusboasorte.com.br www.matheusboasorte.com.br

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O TORMENTO DA LEPRA - CONTOS DO CANGAÇO - CANGACEIRO LAMPIÃO

 Por Contos do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=bg_IXPVJ0M4&ab_channel=ContosdoCanga%C3%A7o

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LIVRO DO ROSTAND MEDEIROS

 


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CURRAL DO MEIO

Clerisvaldo B. Chagas, 6 de dezembro de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.809
PESQUISANDO GOSTOSO EM ESTRADA DE BARRO (FOTO: B. CHAGAS)

Há muito sem transitar pela zona rural, domingo passado tivemos a oportunidade de novamente visitá-la. O objetivo era localizar mais uma romeira do padre Cícero Romão Batista e   colher graças alcançadas. Penetramos no mundo rural deixando a AL120 e rodando pelo antigo sítio Cipó, hoje engolido pela zona urbana. Fomos chegando ao sítio Curral de Meio (I) onde tem uma reserva ambiental do governo do estado, antiga estação agrícola experimental Sementeira. Isso em estrada de terra paralela a AL-120 e acabada pelas chuvas. Mas, antes de prosseguirmos cabe aqui não confundir com o sítio Curral do Meio (II) que fica mais distante da cidade. Além da alegria de estar rodando pelo paraíso, cheio de verde, de árvores, de riachos escorrendo e atravessando a estrada, víamos mangueiras em plena safra, completamente carregadas de frutos, ornando o caminho da Sementeira.

Fomos encontrar a pessoa indicada na associação comunitária onde iria começar uma reunião. Reservadamente conversamos com a mulher romeira que falava muito alto e entusiasmada com as graças que havia alcançado com o padre Cícero. Quem estava comigo, tomou a frente de tudo completamente embriagado pela beleza e os ares da zona rural. Acostumado em Maceió, foi como se tivesse rompido as amarras que a capital impõe, gozando o “clima” da Natureza plena. Nunca vimos tanta felicidade numa criatura que elogiava o sítio constantemente. 

Naqueles momentos éramos todos felizes: a senhora entrevistada, falando alto, só faltava flutuar de tanto contentamento. A associação comunitária recebendo visita de gente da rua e, o meu amigo também entrevistando a devota com entusiasmo, pois também alcançara milagre com o padre Cícero. Viagem curta e profícua em que foram, após, registrados mais duas graças do padre do Juazeiro, avançando assim em nossa proposta dos 100 milagres inéditos.

No retorno, mais uma pesquisa curta, na Rua São Pedro para fechar o outro trabalho: “Santana: Reino do Couro e da Sola”.

Pense num domingo de alto nível.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

FUGA PARA MINAS GERAIS, POR MORENO

Por Aderbal Nogueira
https://www.youtube.com/watch?v=9StGSB3BdgA&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Nesse vídeo do pesquisador João de Sousa Lima, Moreno narra que teve vários registros e que com as mudanças de nome ia ser muito difícil alguém descobri-los. Conta ainda como Durvinha se curou de uma enfermidade graças a um cego que encontraram no percurso. Uma história curiosa e bem interessante. Durvinha também fala a João de Sousa sobre a felicidade de ter voltado ao local de seu nascimento. Ao final do vídeo, outros versos de Moreno. Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCG8-... Link desse vídeo: https://youtu.be/9StGSB3BdgA

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SOU DA VOLANTE E CANGACEIRO DO MATO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=YHYjoq75zro&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Coletânea de imagens aéreas ao som de 'Sou da Volante' e 'Cangaceiro do Mato', de Jadilson Ferraz. Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCG8-... Link desse vídeo: https://youtu.be/YHYjoq75zro

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ZÉ SERENO - DEPOIMENTO DE UM EX-CANGACEIRO DO BANDO DE LAMPIÃO. PARTE I.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=9wvD-nmvqGM&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Um fantástico e surpreendente depoimento, onde Zé Sereno, um ex cangaceiro do bando de Lampião, fala sobre sua vida durante o período em que integrou as hostes cangaceiras e como ele e sua companheira Sila, escaparam da morte naquela manhã de 28 de Julho de 1938 em Angico, quando a Força Volante Alagoana deu cabo de Lampião, Maria Bonita e outros nove cangaceiros.

Detalhes impressionantes que farão vocês repensarem sobre os momentos finais da vida do Rei do Cangaço.

ASSISTAM...

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PILAR E A ESTÁTUA GIGANTE

Clerisvaldo B. Chagas, 5 de dezembro de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.807

Passando para lá e para cá, Maceió – Santana e vice versa, desde longas datas, sempre com vontade de entrar no Pilar, conhecer de perto a laguna Manguaba e provar o bagre que ficou famoso além das Alagoas. Nunca realizamos esse desejo e vamos pondo a culpa na máxima: “quem é cativo não ama”. Pilar foi o último lugar do Brasil onde houve oficialmente um enforcamento como castigo.  Cidade que conta a belíssima história de Nossa Senhora e milagre ali acontecido. Banhada pela laguna Manguaba que faz conexão com a laguna Mundaú, foi palco de engenhos e de intensa navegação de época. Representa uma cidade histórica e que tem muitas coisas a ser contadas para que quiser ouvir. Tem até música do saudoso Augusto Calheiros que deixou a cidade imortalizada.

LAGUNA MANGUABA, NO PILAR (FOTO: TRIBUNA).

Mas, a novidade agora é que em breve será inaugurada uma estátua de Nosso Senhor Jesus Cristo, como a maior do mundo e de 70 metros de altura, conforme, noticia a imprensa. A prefeitura da cidade faz assim um acasalamento entre as belezas naturais e o impacto religioso que beneficiará o turismo na área lagunar.  Sabedoria, demagogia ou sentimento religioso, pouco importa para tão arrojado empreendimento. Assim como a estátua de frei Damião que acelerou o turismo no distrito palmeirense de Canafístula, com certeza terá grandes romarias em direção ao Pilar, até mesmo por curiosidade para conhecer a maior estátua de Jesus, do mundo, além de apreciar toda beleza natural que a cidade proporciona. Pilar merece de fato alavancar o seu desenvolvimento e reescrever   nos anais do Século XXI.

Nos últimos dez anos, temos visto até com admiração, formações habitacionais no acesso a Pilar, na BR-316. Antes, somente canteiro de acesso à cidade, atualmente, tantas casas como se fosse a formação de um novo bairro iniciando de fora para dentro da urbe. Quando se diz: “aqui é a Chã do Pilar”, é como se dissesse “aqui é a nova cidade do Pilar”. E que bom que seja assim. Uma expansão, uma localidade de esperança para muita gente que almeja mudar de ares, isto é, cansado do ambiente lagunar, procura uma região de tabuleiro.  Esperamos sucesso total nas ideias administrativas, não só do Pilar, mas de outras cidades que procuram quebrar as amarras da mesmice.

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