Por José Mendes Pereira
Meu neto especial João Victor Araújo com pouco mais de 18 anos.
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Por José Mendes Pereira
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Por Cangaço Eterno
https://www.youtube.com/watch?v=rFQid3rUhHs&ab_channel=Canga%C3%A7oEternoConheça um pouco mais sobre o cangaceiro Antônio Rosa irmão adotivo de Lampião.
https://www.youtube.com/watch?fbclid=IwAR2SLkubft3BbA4YYgryulbyva61IffinnS2yO30uySlFLFrE3eR7sJifAE&v=rFQid3rUhHs&feature=youtu.be&ab_channel=Canga%C3%A7oEterno
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Por Manchete de 18 de maio de 1935, no jornal “Diário de Noticias” BA.
A presença de cangaceiras aprisionadas foi uma das marcas do momento. Anna Maria da Conceição, nascida em Jeremoabo, era companheira do cangaceiro "Jurema". Caminhava com Jurema, Juremeira, Beija-Flor e Nevoeiro, quando a volante do sargento Vicente caiu sobre o subgrupo. Foi alvejada com dois tiros de fuzil, que lhe atingiram os braços, sendo capturada.
A outra é a cangaceira Otilia Teixeira Lima, de Poços, e era companheira de "Mariano Laurindo Granja", antes da Rosinha. Adentrou o Cangaço em 1931, depondo que constituíam o bando, naquele momento em que adentrou, Lampeão, Mariano, Zé Bahiano, Pó Corante, Gato, Bananeira, Volta Secca, Maçarico, Cajueiro, Balisa, Cabo Velho, Nevoeiro, Luis Pedro, Virgínio, Suspeita e Medalha, além de Maria Bonita e algumas mulheres que não indicou os nomes.
Deslocava-se, em 1935, junto com Mariano, Criança, Pai Velho e Pau Ferro, quando o subgrupo foi cercado pela volante do sargento Rufino. Cerrada brigada, foi cercada, não conseguindo Mariano romper o seu cerco para libertá-la. Acabou entregando-se.
Este material está no blog Lampião Aceso do pesquisador Kiko Monteiro, que o adquiriu no blog Cangaço na Bahia, administrado pelo professor, escritor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio.
Já eu o adquiri no Lampião Aceso.
http://lampiaoaceso.blogspot.com/search/label/Ana%20de%20Jurema
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Clerisvaldo B. Chagas, 24 de fevereiro de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.476
No momento em que a Igreja também dá uma pausa nas suas atividades, devido a Pandemia que assola o mundo, passamos defronte ao Centro Bíblico de Santana do Ipanema, notando uma solidão de deserto nas ruas do entorno. Situado no Bairro Camoxinga, mais ou menos por trás do Estádio Arnon de Melo, o lugar, ainda sem habitações, não passava de uma pista de corrida de mourão com o nome de Parque Bela Vista pertencente ao Dr. Dalmário Nepomuceno Gaia. Alguns o chamavam de Parque de Vaquejada, onde a pega de boi na pista divertia o povo. Vendida depois, aquela área de terra passou a ser loteada e atualmente representa uma área residencial bastante concorrida. Foi ali erguido o Centro Bíblico, um lugar de estudos e ações católicas que atingiu o ápice tendo à frente os saudosos senhores José Vieira e José Nogueira, o primeiro, também fundador do Sindicato Rural.
Sob o comando do padre José Augusto, então, dirigente da Paróquia de São Cristóvão, o movimento bíblico tornou-se uma imensa força católica no município com movimentos produtivos e animados que atraíam multidões. Ali surgiram compositores que revolucionaram com novos cânticos para a Igreja. Após anos a fio de crescimento e vigor, o pároco José Augusto foi comandar outra paróquia na capital alagoana. Os líderes bíblicos citados acima, faleceram, o movimento arrefeceu e, o restante não sabemos contar de certo. Lugar bastante agradável, o Centro Bíblico físico continua de pé e como referência para a região onde se acha implantado.
A área em torno do antigo Parque de Vaquejada, foi valorizada pelas ruas planas, terrenos enxutos e pavimentação em paralelepípedos, mas a existência do Centro, deu atestado final à localidade. Formou-se na área uma pequena elite do poderoso bairro. Entretanto, apesar de bem localizada para moradias, as queixas mais comuns daquela região, é crucial. A chegada da água nas torneiras ainda é um grande problema, notadamente durante o verão.
Dizem que era mais fácil derrubar o boi na faixa, no tempo do Parque Bela Vista, de que chegar água todo dia no lugar onde o gado berrava.
Nem com as rezas poderosas do Centro Bíblico.
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2021/02/parquede-vaqujadacentro-biblico.html
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Por Verluce Ferraz
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Por Vanessa Campos
A rainha do cangaço, a exemplo de Lampião e do bando, costumava rezar o terço ao amanhecer e ao anoitecer. Quando foi degolada em Angico, Sergipe, os soldados encontraram junto ao corpo, uma medalha de São Jorge, o seu santo protetor Nos anos 30, São Jorge era famoso no Brasil. Ele é considerado o santo dos marginalizados.
Veja essa história em www.mulheresdocangaco.com.br.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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Por Volta Seca
Local da morte de Lampião e mais 10 cangaceiros, além do soldado Adrião. Para se chegar á Grota, temos vária alternativas.
1º) Pega-se um barco em Piranhas-AL, e,desce pelo Rio São Francisco, até chegar ao restaurante Angico. Em seguida, caminha-se numa trilha na caatinga, em torno de 800 metros..(veja, esquema)
2º) Outra opção é ir pela cidade de Poço Redondo-SE, ou seja, por cima da Grota, sendo a maioria dos trechos de declive... (Percurso mais longo, em torno de 1200 metros);
3º) Idem, igual a opção nº 1, porém o barco aporta, desta feita, em um outro restaurante, mais adiante, denominado Ecopark ..., seguindo-se uma trilha na caatinga em torno de 1100 metros, até a Grota..
Na FOTO, ABAIXO, (tirada do lado alagoano), Vê-se, o Rio, o restaurante, e trilha indicada pela seta no Restaurante Angico, que foi a trilha que a polícia volante do Tem. João Bezerra fez para dar cabo à Lampião.
Foto: Cortesia Antonio Amaury C. Araujo, com as indicações feita por Voltaseca Volta para esclarecer o tópico,,,,abs.
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Por Jorge Luiz
Venho informar a todos o falecimento de Jackeline Medeiros, partiu na tarde de ontem, 23/02 devido a um Câncer.
Convidamos aos amigos é familiares a se fazerem presente no seu velório, logo mais as 9h - 10h no Centro de Velório SBC, em frente ao Cemitério São Sebastião.
Que Jackeline descanse em paz sobre a luz de Jesus Cristo e no acalento dos seus familiares que já se foram.
https://www.facebook.com/photo?fbid=5092881090753298&set=gm.3602698543146883
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Por João Costa
Amanhece na Grota Angico em 28 de julho de 1938; a chuva havia sessado, as orações matinais concluídas, o café da manhã servido enquanto alguns cangaceiros ainda dormem – a aurora encontra o capitão Virgulino Ferreira já de pé, saboreando café de punhal na cintura, fuzil ao lado à disposição.
Ao mesmo tempo, subindo riacho seco de Angico, na linha avançada da Volante de tenente João Bezerra está o aspirante Ferreira; militar obstinado e linha-dura; um pouco atrás, o delator Pedro de Cândido e o soldado Sebastião Vieira Sandes, ou Santo – os únicos na numerosa volante que conheciam pessoalmente Lampião.
E um detalhe desconhecido por muitos: Cândido segue Sandes pari passu amarrado ao próprio Sandes.
Cândido, por ser coiteiro da máxima confiabilidade de Virgulino e Sandes por ter sido cangaceiro que gozara da confiança do casal Virgulino-Maria Bonita, tratado intimamente por “Galeguinho”, artesão em couro que dividia com o capitão horas intermináveis no manejo de uma máquina Singer, mas agora soldado volante e atirador de escol.
“Ocupada a posição, a um sinal do aspirante, Pedro de Cândido se aproxima da borda do penhasco e recua de repente, branco como papel: avistara Lampião logo abaixo, em frente de uma pedra pontuda”.
O até então, “Rei do Cangaço está a menos de oito metros de distância, em pé, inteiramente equipado, salvo pelo chapéu e pela cartucheira de ombro”, narra Frederico Pernambucano de Melo, em seu livro “Apagando Lampião”.
E segue narrando em detalhes:
“o coiteiro Pedro de Cândido olha para Santo; por meio de gestos e de movimentos de boca, Santo confirma a identificação para o aspirante (Ferreira) que, em resposta, “olha para Santo e molega o dedo indicador na direção de Pedro”; era a senha para que este também fosse eliminado".
Os demais soldados da volante que subiam o riacho estavam distante e o cerco planejado pelo tenente Bezerra e Ferreira ainda não se concretizara.
Mas na guerra as oportunidades surgem, não dá tempo para “arrodeios” nem vacilações, especialmente quando se trata de emboscada, do fator surpresa e da dimensão do inimigo.
Em cima da grota o aspirante Ferreira, o militar responsável pelo manejo da famosa metralhadora Bergman já está bem posicionado, mas ele também sabe que metralhadoras são pesadas e não apropriadas para tiro de ponto e uma rajada poderia “botar a caçada a perder”.
O historiador narra que o aspirante Ferreira abdicou de apertar o gatilho. Em vez disso, faz gestos para que Sandes se aproximasse. Mas por que Sandes?
Porque era o franco-atirador da volante, habilidoso no manejo do fuzil Mauser alemão modelo 1908, calibre 7mm, cano extralongo, balas novíssimas, ano 1932 e, claro, conhecia pessoalmente Virgulino.
Sandes toma posição de tiro.
Lá embaixo, Lampião leva à boca sua caneca com café, e é nesse exato o instante do disparo fatal, de cima para baixo.
Pou!
O ex-amigo, ex-coiteiro, ex-cangaceiro, carinhosamente chamado por Maria Bonita, de Galeguinho, e agora soldado de volante, Sebastião Vieira Sande – o soldado Santo, põe um ponto final na longa trajetória do bandoleiro mais famoso do Brasil.
- “Foi uma queda desconjuntada do corpo; queda de quem cai para não levantar mais”, relatou Sandes muitos anos depois a Frederico Pernambucano.
“Foi um tiro solitário, certeiro e a uma distância menos de 8 metros”, acrescentou.
Nos segundos seguintes o inferno desabou sobre a Grota de Angico. Agora, chovia balas sobre os cangaceiros – que tiveram poucas chances de organizar um contra-ataque, restando a debandada geral debaixo de nuvens de fumaça da munição detonada e não da névoa do amanhecer.
Após o tiro fatal em Lampião, o soldado Sandes se desamarra de Cândido e faz um gesto inesperado.
- Foge, desgraçado!
Mesmo tendo recebido ordens do aspirante Ferreira para matar o coiteiro ali mesmo, Pedro de Cândido ganha um sopro de vida.
Mas os admiradores do cangaço podem ficar com outra versão dos acontecimentos – a do sargento Antônio Honorato da Silva, o Noratinho.
Ao Jornal Diário de Pernambuco de 2 de agosto de 1938, Noratinho deu a sua versão numa narrativa elaborada. Disse ele:
“Vi Lampião se erguer, apresentando na face a expressão de um enorme pavor. Levei o fuzil ao rosto. Mirei bem. A mulher do bandoleiro, nesse instante, estendeu os braços pedindo clemência. Fiz fogo e o chefe dos cangaceiros baqueou. Acompanhei sua queda com dois tiros”.
O sargento Honorato nunca vira antes Lampião nem de longe nem de perto. Pano rápido.
Acesse: blogdojoaocosta.com.br @joaososuacosta
Fonte: Apagando o Lampião – Vida e morte do Reio do Cangaço, de Frederico Pernambucano do Mello.
Foto1. Sandes (acervo de Frederico P. de Mello) 2. Pedro de Cândido no destaque, de volta a Angico.
https://www.facebook.com/groups/508711929732768/user/100003883872368
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Por Jose Irari
Lançamento de Livro.
Novo inquilino chegando.
Este promete matéria boa.
Já adquiri o meu através do amigo Adriano Carvalho.
Vamos prestigiar.
https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5/posts/3478689062242253?notif_id=1614116563865099¬if_t=wall&ref=notif
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Clerisvaldo B, Chagas, 23 de fevereiro de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.475
Visitando a região de Coruripe e Piaçabuçu, fomos nos deliciando com a mudança de cenário. Ficou para trás o nosso Sertão de rios secos, serrotes e mandacarus. Surgiram diante de nós o rio São Francisco, praias encantadoras e coqueirais dominando o mundo. Culinária deferente e recepção fraterna, vão aumentando o desejo de esticar o passeio por mais uma quinzena. Não gostaríamos de arranjar uma briga, tal o alto número de homens nas ruas conduzindo longos facões de arrasto. No Sertão só quem anda assim, com essa liberdade armada é o carreiro, condutor de carro de boi. Mas, no trecho em que estávamos, amigos e amigas, a sobrevivência dos nativos está diretamente ligada ao coco-da-baía. O facão é ferramenta de trabalho no alto dos coqueirais.
Ligados na paisagem, no povo e nos costumes, apreciávamos o movimento de pessoas sob os esguios coqueiros praianos, quando uma senhora passou comentando com outra sobre a carestia do lugar: “Aqui, minha ‘fia’, foi onde Judas perdeu as botas!”. “Eita, meu Deus! – pensamos – se foi ali, que o Judas perdeu as botas, imaginem, então, o que ele deve ter perdido em Santana do Ipanema, a Capital da Carestia!”. E essa carestia em Santana já era apontada desde a década de 20, tornou-se tradição e continua apavorando a dona-de-casa que procura a feira livre em busca de hortifrutigranjeiros. A falta de produção da terra, acostumada com outros cultivares, permite à morte na faca cega das senhoras santanenses que procuram fazer milagres na compra desses produtos importados de Pernambuco e Sergipe.
Infelizmente uma Central de Abastecimento anunciada pelo, então, prefeito Nenoí Pinto, não chegou a ser concretizada. Daí para cá, ninguém mais ousou retirar a pedra de cima do assunto. Além dos preços absurdos, são comentadas também a qualidade dos produtos que em muitos casos se supõe que o destino seria o lixo. A cidade e região precisam de algo semelhante a uma CEASA para derrubar os preços agressivos e a qualidade murcha das ofertas de restolhos. Não importa de onde parta a iniciativa, governamental ou privada, seria um largo passo na devolução das botas do Judas, das roupas e das pragas dessa tradição abusiva que engole o consumidor santanense.
Xô! Xô! Xô! Ideias cansadas, obsoletas, medievais. Não queremos vender graxa para as botas do Judas!
FEIRA LIVRE NA CHUVA DE SANTANA (FOTO: B. CHAGAS/ARQUIVO).
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Por Nas Pegadas da História
DICAS DE LIVROS SOBRE O CANGAÇO.
Nossa livraria https://jflavioneres-nph-livraria.fre...
Lampião e Maria Bonita: Uma história de amor entre balas https://amzn.to/35cf7Oo Lampião. Herói ou Bandido? https://amzn.to/31gQj6O Lampião, as mulheres e o Cangaço https://amzn.to/31dFtOL O Cabeleira: 155 https://amzn.to/2H0jTXu Assim Morreu Lampião https://amzn.to/2IHhCAP A história de lampião contada através dos cordéis https://amzn.to/3lWeAXB O covil do diabo https://amzn.to/3k9jaBx De olho em lampião https://amzn.to/37i9ukG Benjamin Abrahão: Entre anjos e cangaceiros https://amzn.to/3lOxu2K Um repórter do futuro no bando de Lampião https://amzn.to/2IFptim O Governador do Sertão https://amzn.to/31gcwlv Apagando Lampião – Vida e morte do rei do cangaço https://amzn.to/3lVgiZf Maria Bonita: Sexo, violência e mulheres no cangaço https://amzn.to/3jc56FY Cangaços https://amzn.to/2H2xQnM A história de lampião contada através dos cordéis https://amzn.to/36VCBIC CONHEÇA O CANAL ROSINHA VIDA MINHA ACESSANDO O LINK ABAIXO: https://www.youtube.com/channel/UCE32...
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Por Cangaçologia
O vídeo mostra a antiga casa que pertenceu a Desidério Ramos, um dos autores do assassinato do afamado valentão "Batistão", pai do não menos afamado cangaceiro Antônio Silvino o "Rifle de Ouro". A casa apresentada nesse documentário foi palco das primeiras desavenças envolvendo a família Ramos e Batistão. Uma intriga que trouxe inúmeras mortes e derramamentos de sangue para os sertões. A busca por vingança impetrada por Antônio Silvino contra seus inimigos e sua luta contra as autoridades, trouxe a intranquilidade, o medo e o terror à população sertaneja e fez com quê seu nome atingisse grande proporção em meio ao cangaceirismo/banditismo da época, chegando a inclusive a ser rotulado pelos jornais da época como o "Governador do Sertão". Apontado na história como o mais famoso cangaceiro antes da chegada de Lampião.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
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Por Contos do Cangaço
https://www.youtube.com/watch?v=Nq6aFJBqWVI&feature=share&fbclid=IwAR0SyT3Tw2VI6mK9ycPJZ2g0ZQOL2GhciP_nozTa96LjibnFzqyZkC_0aLs&ab_channel=ContosdoCanga%C3%A7ohttp://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Geraldo Júnior
David Gomes Jurubeba ou simplesmente Davi Jurubeba como era conhecido, foi um dos maiores inimigos de Lampião de toda sua trajetória na vida da canga. Entre parentes e amigos, foram dezessete o total eliminado por Lampião e seus seguidores, entre eles o irmão Olímpio Gomes Jurubeba, morto em seus braços por um tiro disparado durante um confronto entre o bando de Lampião e os Nazarenos do qual fazia parte. Fato que ficou conhecido como o "Fogo das Baixas". Conheçam um pouco da biografia desse singular personagem da história cangaceira.
Forte abraço, Cabroeira! Geraldo Antônio de Souza Júnior
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