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domingo, 8 de dezembro de 2024

MAIS OUTRA DO CORONEL SANTANA

 Por Bosco André

Coronel Santana

Numa de suas fazendas o Cel. Santana, mantinha um criatório de bodes e começou a desaparecer os bodes e o coronel chamou ao seu encarregado e disse:

- Compadre, isso é a onça que está pegando estes bodes e vamos pastorar a onça para matar”, lhe entregando um rifle.

Debalde aquela ordem do coronel, pois o compadre sempre alegava que não conseguia matar a onça e os bodes sumindo.

Um dia o Cel. Santana, manda chamar o compadre a Serra do Mato e conversa vai, conversa vem, escureceu e o Cel. Santana diz ao compadre:

- Você hoje vai dormir aqui e pode amarrar o seu cavalo perto daquela cana que replantei a poucos dias, mas amarre bem seguro para não estragar a cana e ainda porque lá perto tem uma bola de capim que dá para o cavalo alimentar-se bem durante a noite".

O compadre preparou um torno, fincou ao chão e amarrou o burro com uma corda nova.

Por trás, o Cel. Santana, manda um seu cabra a noite velha, cortar a corda com pedras, para que o compadre de nada desconfiasse.

Madrugada cedo, o compadre levantou-se e foi até onde estava amarrado o seu cavalo e para seu espanto o mesmo estava dentro da cana tão recomendada pelo coronel.

Ao retornar a casa grande, o Cel. Santana, já estava de pé e perguntou:

- Como foi compadre, o cavalo estava amarrado no lugar que você deixou?”

E o compadre disse:

- Compadre, o burro soltou-se e deu um estrago muito grande na sua cana, isso eu não posso negar”.

Então o Cel. Santana, disse:

- Pode ir para casa compadre, pois o homem que não mente, também não rouba”.

Bosco André

Extraído do blog "Cariri Cangaço"

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A VINGANÇA DO CANGACEIRO MEIA-NOITE.

 Por Marcondes Araujo Campos

O livro A Vingança do Cangaceiro Meia-Noite conta a história fictícia de Josefo Bezerra de Alencar, um matuto que entrou no bando de Lampião para vingar a morte de Dorotea, estuprada e assassinada por um soldado de volante.

Lampião o batiza com o apelido de Meia-Noite, em homenagem a um outro cangaceiro, que havia sido expulso do bando pelo próprio capitão Virgulino, mas ficara famoso pela valentia. Josefo passa a acompanhar o bando para cumprir sua vingança, participando de vários tiroteios com as volantes. 

A história é intercalada pela narração de fatos verdadeiros que aconteceram na trajetória de Lampião, com algumas adaptações feitas pela imaginação do autor. O final é surpreendente.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

https://www.amazon.com.br/dp/B0DPDRLTTB?ref=cm_sw_r_ffobk_mwn_dp_F29EZEGYWADF6H6VNXJ6&ref_=cm_sw_r_ffobk_mwn_dp_F29EZEGYWADF6H6VNXJ6&social_share=cm_sw_r_ffobk_mwn_dp_F29EZEGYWADF6H6VNXJ6&language=en_US&skipTwisterOG=1&bestFormat=true&fbclid=IwY2xjawHCuyxleHRuA2FlbQIxMAABHXQCyOPfpMFVhKuwi3nwdfGZW6X0F13uGQ3iYi44l8rblRfFaSmWs2drYg_aem_yqkxRXFpBfbL3u7TY_XFjg

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UMA FOTOGRAFIA REGISTRADA PÓS-CANGAÇO E EM IDADE AVANÇADA DO EX-CANGACEIRO MORENO (ANTÔNIO IGNÁCIO DA SILVA)...

 Por Cangaçologia

... na imagem podemos observar, ainda que com idade avançada, toda a sua altivez, mantida desde os tempos de cangaço.

Foi uma das maiores "feras" de todo o ciclo do cangaço e sobreviveu sem levar um único tiro sequer. Terminando seus dias de vida com 100 anos de idade, na cidade mineira de Belo Horizonte.

A fotografia que ilustra essa matéria foi cedida gentilmente pela nossa amiga Neli "Lili" Maria da Conceição, filha do casal cangaceiro Moreno e Durvinha.

Fica o registro!

Atenciosamente:

Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal Cangaçologia.

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AS MARCAS DA PASSAGEM DE LAMPIÃO – A HISTÓRIA DA CAPELINHA DA SERRA DA VENEZA

 Por: Rostand Medeiros


Um dos aspectos mais interessantes da história da passagem do bando do cangaceiro Lampião pelo Rio Grande do Norte, entre os dias 10 e 14 de junho de 1927, não aponta apenas para os relatos de lutas, resistências, arroubos de valentia, covardias, ou sobre o alivio em relação à fuga dos cangaceiros. Foi possível encontrar em alguns locais, interessantes situações originadas pelo medo da passagem de Lampião, que geraram manifestações que se perpetuam até hoje.
Capela da Serra da Veneza - Foto - Rostand Medeiros
Comento especificamente sobre uma ermida encontrada no alto de um promontório denominado Serra da Veneza, próximo ao sítio Garrota Morta, na fronteira entre os municípios de Antônio Martins e Pilões. Nesta elevação granítica, que segundo o mapa da SUDENE chega a atingir a altitude de555 metros, existe uma capela edificada em razão do medo provocado pela passagem do bando.
Primeiramente havíamos recebido uma informação que este pequeno templo fora erguido pelo fazendeiro Manoel Barreto Leite, conhecido na região como “Seu Leite”, proprietário de um sítio conhecido como Veneza e localizado próximo a esta serra. Esta informação dava conta que todos os anos, a família do proprietário rural mandava rezar uma missa como forma de marcar mais um aniversário da libertação de Barreto do julgo do bando. Tanto a construção da capela como a missa rezada anualmente eram parte de uma promessa que devia ser cumprida pela família Leite.
Na tarde do dia 11 de junho de 1927, um sábado, quando empreendia uma viagem, na altura do sítio Corredor, a cerca de dez quilômetros de sua propriedade, o fazendeiro Manoel Barreto Leite, foi capturado pela fração do bando comandado por Sabino. Sua libertação foi orçada em cinqüenta contos de réis. O mesmo só foi libertado em Limoeiro, atual Limoeiro do Norte, no Ceará, após a derrota do bando em Mossoró.
Manoel Leite era um homem conhecido na região, que possuía bons recursos financeiros e extremamente respeitado, por esta razão a existência da capelinha branca no alto da serra homônima de sua propriedade, ficou associada a uma promessa feita pelo fazendeiro seqüestrado.
Mas conforme seguíamos o trajeto, ao perguntarmos sobre este caso, percebemos o desconhecimento das pessoas da região em relação a esta versão. Buscamos apurar os fatos e no sítio Garrota Morta localizado nas proximidades desta serra, encontramos uma senhora chamada Maria Eugenia de Oliveira que esclareceu a verdade sobre esta capela. Esta senhora, pequena na estatura, mas é forte, voluntariosa, possui uma voz firma e olha direto no olho do interlocutor. Maria Eugenia não é daquelas de ficar em casa vendo novelas, já está na faixa dos cinquenta anos, mas todo santo dia trabalha voluntariamente como animadora da congregação católica local. Participando ainda como catequista e ministra da eucaristia.
Dona Maria Eugênia de Oliveira - Foto - Rostand Medeiros
Há alguns anos atrás, por sua própria iniciativa, em meio a este trabalho religioso ela iniciou uma pesquisa histórica com as pessoas mais idosas da sua região, onde apurou entre outras coisas a origem dos nomes dos logradouros, as histórias relativas as famílias da região e os fatos históricos mais representativos do lugar. Mesmo anotando estas informações em um caderno simples, através de sua louvável e comovente iniciativa foi possível conseguir as informações sobre a origem desta capela.
Segundo Maria Eugenia foram as idosas moradoras conhecidas como “Francisca do Uru” e “Francisca da Garrota Morta”, que lhe narraram os fatos que a comunidade local considera um verdadeiro milagre.
Na noite de 10 de junho de 1927, quando Lampião e seu bando se aproximavam da fazenda Caricé, a cerca de oito quilômetros da Garrota Morta, em meio às terríveis notícias, três fazendeiros da região procuraram refúgio junto às rochas da base desta elevação. Essas famílias eram comandadas respectivamente por Manoel Joaquim de Queiroz, proprietário do sítio Garrota Morta, Vicente Antônio, do sítio Cardoso e Francisco Felix, que habitava na pequena zona urbana que formava a Vila de Boa Esperança, atual cidade de Antônio Martins. Na época da passagem de Lampião, todo este vasto sertão pertencia a área territorial do município de Martins.
Durante o período que lá permaneceram, as três famílias não se encontraram e sequer se viram em nenhum momento. Em meio à aflição, estes homens solicitaram junto ao mesmo santo, São Sebastião, que os protegessem contra a ação dos cangaceiros.
No dia posterior o bando chegou próximo a Serra da Veneza. Os cangaceiros ainda palmilharam algumas casas edificadas dentro dos limites da propriedade Garrota Mortas, mas não chegaram próximo aos esconderijos no pé da serra.
Em meio ao sentimento de alivio que crescia, as três famílias que não se viam choravam de alegria e rezavam agradecendo. O mais interessante, segundo Maria Eugenia, mesmo sem existir nenhuma espécie de combinação, os três homens elegeram a mesma penitência; galgar a Serra da Veneza, erguer um oratório e ali depositar uma imagem em honra a São Sebastião.
Logo os fazendeiros e seus familiares foram a Vila de Boa Esperança a treze quilômetros da serra. Como muitos moradores da região, eles foram agradecer na capela do lugarejo, edificada em honra a Santo Antônio, o fato de nada de pior haver ocorrido. Neste local os três homens se encontraram, eram amigo, e logo debatiam sobre os fatos vividos. Para surpresa de todos os presentes, compreenderam que havia ocorrido uma interseção divina com relação a eles terem tido as mesmas idéias e os mesmos pensamentos.
O ponto branco no meio da Serra da Veneza é a capelinha - Foto - Rostand Medeiros
Em pouco tempo eles adquiriam conjuntamente uma pequena imagem de São Sebastião e logo galgavam a Serra da Veneza, para unidos edificarem um pequeno oratório. A ação dos três fazendeiros e as estranhas coincidências chamaram a atenção das pessoas na região. Outros penitentes passaram a subir a serra para pagar promessas. Mais algum tempo a comunidade da Garrota Morta já organizava uma singela procissão e não demorou muito para que o pároco local também viesse participar. Com o passar do tempo começou a ocorrer a participação de pessoas de outros municípios.
Em 1948, vinte e um anos após a passagem de Lampião e seu bando e do pretenso milagre, treze famílias da comunidade ergueram treze cruzes, formando uma via sacra entre a base da serra e o local do oratório. Cada uma destas cruzes tinha dois metros de altura e continha uma placa da família doadora. Percebendo o crescimento desta manifestação, conjuntamente estas pessoas deram início a construção da atual capela, em meio a uma intensa confraternização.
A capela foi construída em um ponto mais abaixo em relação à posição original do antigo oratório. Uma nova imagem de São Sebastião foi levada em procissão e se uniu a que ali havia sido colocada primeiramente.
Serra da Veneza - Foto - Rostand Medeiros
Atualmente a participação popular só cresce. A cada dia 20 de janeiro, inúmeros ex-votos são colocados como pagamento de promessas, velas são acesas e fiéis de vários municípios vêm participar subindo a serra. Em meio a um intenso foguetório, sempre as primeiras horas da manhã, um público que atualmente gira entre 400 e 500 pessoas, comparece ao sítio Garrota Morta e com a tradicional fé característica do nordestino, sobrem a serra. Entre as atrações do evento, sempre ocorrem apresentações de violeiros, que declamam em verso os medos e o pretenso milagre que envolveu as três famílias. Apesar da área onde a Serra da Veneza está situada não pertencer mais territorialmente a Martins, a capelinha está sob a jurisdição da Paróquia de Martins, que tem a frente o padre Possídio Lopes.
O sítio Garrota Morta esta localizado na área territorial do município de Antônio Martins, as margens da estrada que liga as cidades de Pilões e Serrinha dos Pintos. O dia da nossa visita a região estava particularmente quente, em meio a uma região já bem quente. Além do mais eram uma hora da tarde e nosso tempo era curto. Mas sei que vou voltar e subir esta serra.
Todos os direitos reservados

É permitida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de
comunicação, eletrônico ou impresso, desde que citada a fonte e o autor.

Extraído do blog: "Tok de História",
do historiógrafo Rostand Medeiros

DILMA ROUSSEFF SENDO INTERROGADA...

 Por Rostand Medeiros 

Photo

 
Uma foto da presidenta Dilma Rousseff em preto e branco durante um interrogatório na sede da Auditoria Militar no Rio de Janeiro foi publicada na edição da revista Época que começou a circular neste fim de semana. A imagem da presidente com 22 anos, sendo interrogada por oficiais faz parte do livro “A vida quer é coragem”,
do jornalista Ricardo Amaral, que chega às livrarias nesta primeira quinzena de dezembro, segundo a revista. Na foto, Dilma aparece de cabelos curtos, camiseta clara e calça jeans. A imagem teve repercussão nas redes sociais neste sábado. Segundo o livro, base da reportagem publicada pela revista, no dia do interrogatório, Dilma já passara por 22 dias de tortura. O livro de Amaral relata a trajetória de Dilma desde a juventude, em Belo Horizonte (MG), quando ingressou em organizações de luta armada contra o regime militar, até a eleição como presidente. O jornalista mineiro Ricardo Amaral foi assessor da presidenta Dilma na Casa Civil e durante a campanha eleitoral de 2010.
Nota do administrador do blog – Ao postar este material, a nossa intenção em nenhum momento possui qualquer sentido político em relação a Presidenta. Mas apresentar uma situação um tanto estranha e que pessoalmente nunca tinha visto; o fato dos militares presentes a uma seção oficial, em um ambiente extremamente controlado, sendo eles graduados oficiais, fardados, no auge da Ditadura Militar, que estavam cumprindo suas obrigações quanto servidores da nação, estarem descaradamente escondendo a cara. Do que eles queriam se esconder?
Será que estes homens fardados tinham vergonha do que faziam? Ou eram adivinhos em relação ao futuro do país?
Cumpri o serviço militar em 1986 como um simples soldado, como qualquer cidadão brasileiro faria. Mas nunca tive vergonha da farda que vesti.

Extraído do blog: "Tok de História", do historiógrafo
Rostand Medeiros 

JOÃO DE SOUSA LIMA ESCREVEU: - O JORNAL DE LAMPIÃO,

 sobre a modelo  Anna Evers, e o historiógrafo Rostand Medeiros  complementou com as suas informações.

Rostand Medeiros, João de Sousa Lima e Juliana Ischiara

 Anna Evers, a modelo fotografada na capa de “A Noite Ilustrada”, na verdade era a atriz Ann Evers, que atuou em Hollywood entre as décadas de 1930 e 40, sendo contratada pelos Estúdios Paramount.


Entre seus trabalhos cinematográficos se destacam Marie Antoinette (1938), If I Were King (1938), The Mad Miss Manton (1938), Gunga Din (1939, onde contracenou com:


Cary Grant),

Casanova Brown (1944, onde contracenou com

Ficheiro:Gary Cooper in For Whom the Bell Tolls trailer.jpg

Gary Cooper). 

Ann Evers nasceu no dia 6 de Setembro de 1915, em Scranton, Pennsylvania e faleceu aos 71 anos de idade, no dia 4 de junho de 1987.


Já a “Noite Ilustrada” era uma revista de variedades. Ironicamente um exemplar de “A Noite Ilustrada” estamparia a famosa foto da derrocada de Lampião e seu bando, aquela onde aparecem as cabeças.


Esta revista tinha grande importância na imprensa brasileira da época, conforme podemos ver na capa que mostra o retorno dos combatentes da FEB – Força Expedicionária Brasileira dos campos
 de batalha da Itália, em 1945.

Fontes:

Blogs: "João de Sousa Lima" e
"Tok de História", do Rostand Medeiros

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sábado, 7 de dezembro de 2024

PADRE LACERDA O DEFENSOR DE COITÉ

Por Beto Rueda


 No dia vinte de janeiro de mil novecentos e vinte e dois, Sinhô Pereira a frente de setenta cangaceiros atacou o arraial de Coité, Ceará.

O padre José Furtado de Lacerda que não era versado somente com a bíblia e terços, contava com um contingente de muitos defensores bem armados entre soldados e jagunços da família.

O combate durou até o fim da tarde, por seis horas. A resistência vinha da casa do padre, seus homens reagiram bravamente até o final, com algumas baixas.

Sinhô Pereira perdeu alguns elementos e muitos feridos, entre eles Antônio Ferreira, irmão de Lampião. Ordenou a retirada com chegada de uma volante comandada por Pedro Augusto de Lacerda, subdelegado de Mauriti e sobrinho do Padre Lacerda.

Esse foi um dos maiores combates daqueles tempos.

REFERÊNCIAS:

LUCETTI, Hilário ; LUCENA, Margébio de. Lampião e o estado maior do cangaço. Crato: Craturismo, 1995.

MOURA, Geziel. O fogo de Coité. < http://https://cariricangaco.blogspot.com/.../o-fogo-do-coite... >. Acesso em 24 nov.2017.

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𝑬𝑳𝑬 𝑬́ 𝑴𝑰𝑵𝑰𝑵𝑶 𝑫𝑬 𝑴𝑨𝑵𝑬́ 𝑭𝑼𝑴𝑨𝑪̧𝑨

 Acervo Jaozin Jaaozinn

Após navegar nos grupos relacionados ao tema cangaço no Facebook, me deparo mais uma vez que esse registro (primeira foto) do volante pernambucano Acilon de Souza Ferraz, que pertencia, naquele momento, a força baiana do também pernambucano Tenente Manoel de Souza Neto, o Tenente Mané Neto ou Mané Fumaça, já dando a entender que Acilon acompanhou Manoel no início da década de 1930.

Quando fui analisar mais uma vez essa foto, me espantei! Corri nos meus acervos, puxei a foto do volante não identificado (segunda foto) e, pasmem, a mesma farda que Acilon usava no registro é "cagada e cuspida" com a farda que esse soldado utilizou na sua chapa! Jabiraca, cartucheira para munição de revólver, o próprio coldre e revólver, o fuzil e sua bandoleira enfeitada, a alça que segura o copo... Não só isso, como também o cenário: veja as "rachaduras" lá em baixo, o "pano de fundo"...

Com certeza ocorreu algo de costume naquele tempo, um "me empresta isso para eu sair bem na foto" ou um "coloque isso para você ficar mais chique" - ato esse visível também nos ensaios fotográficos de Benjamin Abrahão com os cangaceiros e alguns volantes -.

Mas o que estou querendo com isso? Meus amigos, aqui posso dizer que conseguimos identificar o possível ano, o possível Estado em que foi registrada, e de quem era o seu comandante! Portanto, digo que "o volante desconhecido" era pernambucano, pertencente à força volante de Mané Neto nos idos dos anos 1930, e que atuou nas regiões da Bahia, sendo também este o possível Estado em que foi registrado. Aos poucos, o desconhecido vai sendo conhecido.

𝐶𝑅𝐸́𝐷𝐼𝑇𝑂𝑆 𝐷𝐴 𝑃𝑅𝐼𝑀𝐸𝐼𝑅𝐴 𝐹𝑂𝑇𝑂: 𝐺𝑟𝑢𝑝𝑜 𝐿𝑎𝑚𝑝𝑖𝑎̃𝑜, 𝐶𝑎𝑛𝑔𝑎𝑐̧𝑜 𝑒 𝑁𝑜𝑟𝑑𝑒𝑠𝑡𝑒 - 𝐹𝑎𝑐𝑒𝑏𝑜𝑜𝑘.

𝐶𝑅𝐸́𝐷𝐼𝑇𝑂𝑆 𝐷𝐴 𝑆𝐸𝐺𝑈𝑁𝐷𝐴 𝐹𝑂𝑇𝑂: 𝑂𝒉! 𝑇𝑒𝑟𝑟𝑎 𝐸𝑛𝑐𝑎𝑛𝑡𝑎𝑑𝑎 - 𝐴𝑐𝑒𝑟𝑣𝑜.

https://draft.blogger.com/blog/post/edit/1718124674750994237/9108194994258325740

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HOJE É O DIA DE SEU ANIVERSÁRIO MINHA PRIMOGÊNITA.

 Por Giovane Gomes

Há 20 anos, você veio ao mundo, eu tornei pai pela primeira vez. @giallez você é o grande amor de minha vida. Além de sermos pai e filha, somos amigos, confidente. 


Que esse dia seja repleto de paz, amor e fé para você, que o fruto que você carregar seja iluminado.

Te amo!

Adendo:

Parabéns para ela, pesquisador do cangaço! 

Felicidade e paz! - 

J. Mendes Pereira. administrador do:

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NOTA DE PESAR !

 Por Redação TCM Notícia

Amigos e familiares emitiram nota de pesar pela perda do repórter cinematográfico, com passagens também por TVs do Rio Grande do Norte

O cinegrafista e idealizador do blog O Câmera, Marcelino Neto, faleceu neste sábado, 07, em Mossoró. Segundo informações, ele morreu na manhã de hoje e foi encontrado sem vida por familiares.

Marcelino foi o precursor do formato de blog policial em Mossoró, com cobertura em tempo real dos fatos da segurança pública.

Ele estava afastado das atividades do blog, onde foi substituído pelo genro Gilli Maia, que continuou a divulgar as notícias de polícia de Mossoró e região.

Amigos e familiares emitiram nota de pesar pela perda do repórter cinematográfico, com passagens também por TVs do Rio Grande do Norte.

https://tcmnoticia.com.br/mossoro/marcelino-neto-fundador-do-blog-o-camera-morre-neste-sabado-07-em-mossoro/

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MORRE EX-DIRETORA DO AMANTINO CÂMARA, “CHICA BOA”

 Por Yuri Rodrigues.

Faleceu no início da tarde desta quinta-feira (28), a enfermeira e professora aposentada Francisca Fernandes Barreto, conhecida carinhosamente como “Chica Boa”. Ao longo de sua trajetória, Chica Boa foi uma figura muito querida e respeitada na cidade de Mossoró, especialmente pelo seu trabalho dedicado à comunidade e aos mais necessitados.

Com um legado notável, Chica Boa foi diretora do Abrigo Amantino Câmara, instituição onde ganhou o apelido que se tornou símbolo de sua humanidade e dedicação. Ela também foi enfermeira e professora, tendo sido membro da primeira turma de enfermagem da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Em sua carreira acadêmica, atuou como professora titular na mesma instituição, aposentando-se em 2000. Antes disso, passou por diversas instituições, como o Sanatório Rafael Fernandes, e supervisionou estágios de doenças transmissíveis na UERN.

Sua dedicação à causa dos idosos no Abrigo Amantino Câmara foi marcante, onde atuou voluntariamente por mais de duas décadas, oferecendo carinho e dignidade aos assistidos. Sua contribuição para a educação e a saúde de Mossoró é amplamente reconhecida pela cidade.

https://tcmnoticia.com.br/mossoro/morre-ex-diretora-do-amantino-camara-chica-boa/

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FOTOS DO NORDESTE!

 Por Fotos do Passado

O lendário cangaceiro Lampião posa para foto segurando uma edição de um dos jornais que costumava ler, "O Globo", 1936.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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NOTA DE PESAR !

Por Lindomarcos Faustino

A família Fernandes comunica, com profunda tristeza, o falecimento do patriarca Raimundo Hundil Fernandes, conhecido carinhosamente como Hundil Fernandes.

Nascido em 14 de fevereiro de 1927, em São Miguel-RN, deixou um legado de amor, alegria e bondade. Pai de dez filhos, criou sua família na fazenda Nogueira, onde compartilhou inúmeros momentos felizes.

Sua memória permanecerá viva em nossos corações.

Descanse em paz.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=926879956079714&set=a.103305001770551

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

BARRA NOVA...

 Por Helton Araújo


Cangaceiro Barra Nova, morto em 1937 pela volante de Zé Rufino. Barra Nova costumava cozinhar para o bando e morreu fazendo isto, após emboscada bem sucedida pela volante.

Vale lembrar, que Lampião foi avisado por informantes da aproximação da volante do perigoso Zé Rufino, mas optou por ficar, pois a comida já estava pronta.

Infelizmente para o lado dos cangaceiros, Virgolino perdia naquele dia um experiente e fiel cangaceiro.

Gostou das informações? Aproveite e assista nosso último vídeo postado aqui no canal sobre FRASES MARCANTES DE PERSONAGENS DO CANGAÇO. Segue o link abaixo para os interessados.

https://youtu.be/_0bAA_t3aag?si=ojachayDpcWzNTjo

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2604378163104445%2C2603659649842963&notif_id=1733407079479628&notif_t=group_highlights&ref=notif

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AUSENTAR-SE POR UM TEMPO!

 Por Rangel Alves da Costa

TENHO publicado pouco e logo, logo ninguém verá nenhuma foto ou escrito meu aqui no Face. Vou me reservar a meus projetos e planos, de forma silenciosa e na distância de muitos, ou quase todos. Ou todos...

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GLÓRIA MENEZES, ANIVERSARIANTE DO DIA.

Por Mauro Senhorini

 90 Anos de Glória Menezes!! Vamos dar os parabéns a ela!!

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“A HUMILDADE FAZ MAIS HISTÓRIAS DO QUE A ARROGÂNCIA"

 Por José Mendes Pereira

Dr. Jerônimo Dix-huit Rosado Maia

Existem pessoas que são importantes e não só importantes, como importantíssimas, que não fazem nada para ninguém e nem por ninguém. Mas existem pessoas que na vida social, mesmo sendo muito importantes, são humildes, educadas, prestativas, e não se negam ajudar as pessoas sem olhar a quem.
Quando o Dr. Dix-Huit Rosado era Senador da República, certa feita, "BAIA" que foi candidato por algumas vezes a vereador de Mossoró, chegando a suplente, e eu, fomos até à Fazenda Barrinha, de propriedade de Dona Chiquinha Duarte, sendo que ela era tia do "BAIA".
O transporte que nos levava era um jeep 51, e não muito acabado, mas com certos problemas. Ao retornarmos da Fazenda, bem próximo à ponte do rio Angicos, infelizmente o jeep quebrou, deixando-nos sem condições de consertá-lo.
E ali, ficamos aguardando alguém conhecido que pudesse vir à Mossoró, e levar um mecânico para tentar consertá-lo.
O mais interessante é que na BR, vinha um enorme carro preto, de luxo, em direção à Mossoró, e até aparentava carro oficial. E ao observar que o jeep estava quebrado, porque nós havíamos colocado o triângulo em uma certa distância, isto para chamar a atenção de quem vinha na BR, o condutor do veículo diminuiu a velocidade do seu carro, e lentamente, foi o parando, até que o levou ao acostamento, e em seguida, desceu, e veio em nossa direção. Mas nós não esperávamos que quem vinha dirigindo aquele carro, era o ex-prefeito de Mossoró, o ex-médico Dr. Jerônimo Dix-huit Rosado Maia, que no momento era senador da República, e de grande influência política em todo Estado do Rio Grande do Norte, e principalmente em Mossoró.
Vamos fugir um pouquinho da nossa história, mas logo voltaremos.
Este último nome (Maia), Dr. Jerônimo Dix-huit Rosado não mais usava, porque quando o Dr. Tarcísio Maia foi nomeado a governador do Rio Grande do Norte, Dix-huit Rosado o apoiou, e o acordo foi feito que, ao término do seu mandato, Tarcísio Maia o apoiaria para governador do Estado. Mas, em vez de colocá-lo no governo do Rio Grande do Norte, Dr.Tarcísio Maia apoiou o Dr. Lavoisier Maia para substitui-lo. Mas não ficou só aí, e assim que o governo do Dr. Lavoisier Maia terminou, Dr. Dix-huit Rosado não foi apoiado por nenhum dos dois, levaram o nome de José Agripino Maia às urnas, sendo este filho do Tarcísio Maia, tendo sido eleito pelo o povo, com uma grande maioria de votos válidos. E a partir daí, surgiu a grande rixa entre os primos (Maias), fazendo com que Dr. Dix-huit Rosado evitasse de qualquer forma, usar em documentos o sobre nome (Maia).
Voltamos à nossa história.
Assim que o senador Dix-huit Rosado desceu do carrão, perguntou-nos:
- O que está acontecendo, o carro quebrou?
- Quebrou sim senhor! – respondeu-lhe o "BAIA".
- Vamos rebocá-lo até Mossoró – Disse ele já perguntando se tinha cordas para o reboque.
- Tenho Dr. Dix-huit, mas não é necessário. Nós vamos aguardar um conhecido, e mandaremos o recado para o meu mecânico vir com o seu carro para rebocá-lo. – Disse-lhe o "BAIA".
- Mas por quê? Eu não posso ser o homem que possa rebocá-lo?
- Doutor Dix-huit Rosado, não se preocupe. Não quero lhe dar um trabalhão deste.
- Vamos levá-lo agora! Pega a corda para amarrá-lo no meu carro.
- Mas é muito incômodo para o senhor, Doutor..., um senador rebocando um jeep.
- No Congresso Nacional eu sou Senador, mas aqui na estrada, eu sou um motorista como qualquer outro. - Disse ele.
- Amarramos a corda em ambos, ocupamos o jeep, e ele partiu até a antiga loja "Almeida Aires", para que o jeep fosse reparado. E lá, ele ainda disse ao proprietário, que mandasse as despesas para sua residência, e que me parece que neste tempo, ele residia no Palace Hotel de Mossoró, mesmo estando no Congresso Nacional.
Com este acontecimento, deduzi que: "A humildade faz mais histórias do que a arrogância".
Minhas Simples Histórias 

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixe-me pegar outro.