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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

BENJAMIN ABRAHÃO – ENTRE ANJOS, CANGACEIROS E... VOLANTES.


Uma fotografia raríssima em que o polêmico Benjamin Abrahão aparece ao lado de um caminhão, onde podemos ver Policiais Volantes embarcados em um caminhão, provavelmente se preparando para seguir na caça aos cangaceiros.

Benjamin Abrahão devido à sua astúcia e desenvoltura conseguiu durante certo período transitar livremente tanto entre Forças Policiais, assim como no bando de Lampião.

Benjamin Abrahão no auge do cangaço conseguiu fotografar e filmar o dia a dia do grupo cangaceiro e muitas das imagens de Lampião e sua gente que hoje conhecemos são frutos de sua coragem e ousadia.

Uma ousadia que “possivelmente” tenha sido a causadora de sua morte precoce, ocorrida de forma misteriosa e envolta de mistérios e contradições.

Foto: Acervo de Antônio Amaury Corrêa de Araújo
2ª fonte: facebook

Página: Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)

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O TRABALHO É UM GERADOR DE SAÚDE.

Horácio Duarte Neto

Aos 74 anos, seu Horácio cumpre rigorosamente sua rotina diária de trabalho no Armazém Delrio. Antes, das 5 às 6 horas, faz sua caminhada ao lado da nora Laurinete e toma um café da manhã reforçado com a esposa Geni. Pega o carro e dirige até a Rua Coronel Gurgel, Centro de Mossoró, onde passa o dia. Abre sua loja cedo, verifica o estoque, arruma os produtos e aguarda os clientes. É assim há 55 anos, sempre com os pés no chão, com um carisma no rosto e o orgulho de ser um dos mais antigos empresários em atividade na cidade.

Nascido em 31 de maio de 1941 nas imediações da Avenida Rio Branco, filho do gari da Prefeitura Luis Horácio Duarte e da dona de casa Cecília Firmino Duarte, seu Horácio é o filho do meio dos cinco que o casal colocou no mundo. Os outros são na ordem Alaíde, Raimunda, José Wilson e Maria da Paz. Vivos só estão ele e a caçula, que mora em São Paulo. 

As poucas condições da família fez com que nenhum deles tivesse muitas oportunidades de estudos. Ele mesmo foi alfabetizado por dona Neném Constantino, à noite, com luz de lamparina na casa dela, distante cerca de 200 metros da dele. Depois ainda fez os primeiros anos na Escola Estadual Cônego Estevam Dantas, no bairro Boa Vista.


DOS PASTÉIS DA MÃE À PEDRA DO MERCADO – Já aos seis anos seu Horácio iniciou suas atividades profissionais vendendo pastéis nas oficinas da cidade. Era sua mãe que fazia, esticando a massa com garrafas, sem os cilindros adequados que hoje ele vende em sua loja lembrando-se do esforço que ela fazia no passado. O resultado do trabalho dos dois resultava no pão de cada dia. “Da minha infância lembro da alegria de menino na linha do trem, do rio Mossoró, das industrias de algodão e dos armazéns de sal. No mais era ajudar em casa como podia”, revela.

Aos 14 anos já era ajudante de marcenaria, produzindo barris na indústria do ‘Português’. A distância dos chafarizes fazia com que toda família precisasse do produto para reserva e transporte de água. “Um barril bem feito podia durar uns quatro anos, se não deixasse secar a parafina, que era o produto impermeabilizador da obra de arte”, explica. O chafariz que ficava mais perto de sua casa era na esquina da Rua Lopes Trovão com a Avenida Rio Branco, onde hoje está a Praça dos Esportes. 

Demonstrando uma memória invejável, seu Horácio conta que após três anos desta atividade, encontrou um novo serviço na Cooperativa de Consumo Popular de Mossoró Ltda entregando, de bicicleta, as feiras que os cooperados encomendavam a partir da Praça Felipe Guerra. Foram mais dois anos de sua vida trabalhando com carteira assinada, até resolver empreender.

Tinha 19 anos quando juntou suas economias e foi com o amigo Alcindo de carona para Fortaleza para comprar confecções. Para ser preciso, trouxe uma caixinha em seu próprio colo na boleia do caminhão que lhe custou apenas um café para o motorista. O investimento inicial colocou na Pedra do Mercado. Durante dois anos as caixinhas foram aumentando de volume. “Cheguei a trazer certa vez dez caixas de confecções, um volume de vendas que me deu condições de chegar ao centro da cidade”, relembra.


O SOSSEGO NA VIDA PROFISSIONAL E FAMILIAR – A insistência do amigo Herculano, que era dono do Crediário Globo, ‘O Maior da Cidade’, para que seu Horácio ficasse no ponto onde atuava, pois iria se mudar para Natal, foi a sua passagem para chegar a Coronel Gurgel. Anos depois, foi a vez de seu Abílio Gouveia Diniz, seu Nô, lhe oferecer o ponto onde vendia cereais e guardava sua caminhoneta. Apesar de seu Horácio dizer que não teria condições de ocupar aquele espaço com suas poucas mercadorias, propôs um acordo: se ele fizesse um contrato de cinco anos, sem reajuste no aluguel, ficaria no ponto. E assim foi feito.
Ocupou 30% da loja com suas confecções e no restante veio morar com dona Geni. Neste novo local, onde está até os dias de hoje, os negócios melhoraram, inclusive após a decisão de mudar, aos poucos, suas mercadorias: de confecções para utilidades domésticas. “Atividade que dispensava a constante atualização de estoque, item que o setor de moda exige em uma velocidade cada vez maior”, explica.

Seu Horácio havia casado com dona Geni Silva Duarte no final de 1960, quando ainda negociava na Pedra. Ficou morando na casa de seus pais até reunir as condições de ir morar quase vizinho, em uma casa da própria família. Os dois filhos só chegaram com cinco e seis anos após o casamento: Hélio Silva, que é proprietário da Servpro Net, no shopping Boulevard, e que já lhe deu os netos Hélio Filho, Helder e Maria Clara; e Horácio Junior, dono de uma indústria de confecções que produz para a Guararapes, e que lhe deu os netos João Horácio, Jessica, Vinicius, Lívia e Lucas. O único neto casado é Helder, mas por enquanto nenhum sinal de bisneto para o casal Horácio e Geni.


O BRASIL VAI MAL, MAS SEU HORÁCIO VENDE SAÚDE – Apesar de sua idade, seu Horácio surpreende os clientes ao subir em um tamborete para pegar as mercadorias mais altas das prateleiras. Vestido a caráter, com sua calça social, sapato, cinto e camisa de botão de mangas curtas, recebe a todos com muita cortesia e bom humor. “Meus clientes são fiéis. Mais de uma vez já ouvi de senhoras que aprendeu a comprar comigo desde quando a mãe a trazia segurando em suas mãos, de tão pequenas que eram”, explica.

Para ele o segredo é ter sempre um bom estoque, de tudo, e preço para competir no mercado. “Compro tudo direto da fábrica, isto me dá margem maior para definir o preço final e poder ser competitivo”, ensina. Seu Horácio lembra que de quando começou são poucos os empresários que ainda estão em atividade. “Na verdade só me lembro de Medeiros, Amadeu e Hugo Pinto”, relaciona. “Somos resistentes na fé, força de vontade, perseverança e esperança, características que nos trouxeram até aqui”, resume.

Pedindo a Deus para que lhe dê saúde durante muitos anos para continuar no ofício, seu Horácio ver a situação do país como delicada. “Além da situação econômica está difícil, estamos trancados em casa enquanto muitos estão armados nas ruas fazendo o que não deve. Chegamos em casa às 18hs e nos trancamos. Passamos a chave em nossa própria cela, onde ficamos fechados com medo do imprevisível. E assim estão milhões de brasileiros”, descreve.

Todo domingo frequenta com a esposa a missa das 19hs da matriz de Nossa Senhora da Conceição, pois mora em uma rua próxima, na casa que comprou ainda nos anos sessenta. Os dois filhos moram bem perto, o que possibilita se encontrarem todos os dias. Para seu Horácio, a rotina de trabalho é o que de melhor faz em sua vida. “O trabalho é um gerador de saúde, mantém em dia minha mente, a circulação, a memória, os ossos firmes e o coração batendo firme e forte. O resto a gente deixa nas mãos de nosso bom Deus”, encerra o simpático Horácio.

http://www.obomdemossoro.com.br/#!O-TRABALHO-%C9-UM-GERADOR-DE-SA%DADE/c1sbz/565190640cf26ffe7c21691a

2ª Fonte: facebook

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O CRÂNIO DO EX-CANGACEIRO CORISCO


Entrega do crânio do cangaceiro Corisco, que foi reintegrado aos seus restos mortais exumados em 13 de julho de 1977, no cemitério QUINTA DOS LÁZAROS, na Bahia... Depois de 37 anos de muito briga judicial, Dada pode finalmente velar e enterrar seu companheiro.


Adendo - http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Corisco foi assassinado no dia 25 de maio de 1940. Com ele foi enterrado o resto da Empresa de Cangaceiros Lampiônica e Cia, do afamado rei do cangaço Lampião.


Fonte: facebook

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domingo, 22 de novembro de 2015

MULHERES NOTÁVEIS


Durvalina Gomes de Sá, nasceu em 25 de dezembro de 1915 em uma fazenda denominada arrasta pé, Paulo Afonso/BA. Lugar esse preferido para coito de Lampião e alguns cangaceiros, o cangaceiro Virgínio, viúvo da irmã mais velha de Lampião, se apaixona por Durvalina, que tinha 15 anos. Com fama de galanteador, não perdeu tempo. Pegou Durvalina e, para desespero dos pais dela, fugiu com a moça para o cangaço.

Após a morte de Virgínio, Durvinha profundamente abatida, é amparada por Moreno, assim se inicia uma das mais incríveis histórias de romance do cangaço.

Fonte: facebook

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“O FIM DE VIRGULINO LAMPIÃO” O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS


O livro “O FIM DE VIRGULINO LAMPIÃO” O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS custa:
30,00 reais, com frete incluso.

Como adquiri-lo:
Antonio Corrêa Sobrinho
Agência: 4775-9
Conta corrente do Banco do Brasil:
N°. 13.780-4

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A ESPOSA DE JESUÍNO BRILHANTE


Capa do Livro 'Jesuíno Brilhante: O cangaceiro romântico', de Raimundo Nonato. Fonte da foto: http://ozildoroseliafazendohistoriahotmail.blogspot.com.br/

Dona Maria era a esposa legítima de um pacato lavrador e vaqueiro que trazia o nome de Jesuíno Alves de Melo Calado. 

Isto até a idade de vinte e sete anos, quando tornou-se conhecido como Jesuíno Brilhante. 

Estas informações vamos encontrá-las num trabalho do escritor Raimundo Nonato. Seu livro “Jesuíno Brilhante, o cangaceiro romântico”, é mais um elo na corrente da história do cangaço. 

O casal tinha quatro filhas e um filho, o caçula. 

No ano de 1871, o destino resolveu terminar com a vida pacífica do jovem pai de família. 

O furto de um caprino, propriedade da gente de Jesuíno, por um membro da família dos Limões, pretos valentes e famosos por seus atrevimentos, deu início a uma sequência de lutas e mortes. 

Um irmão de Jesuíno foi agredido, dentro da vila de Patu, uns dias depois do furto por Honorato Limão, que ficou vangloriando-se do sucedido dentro da humildade em que ocorrera o episódio.

Alguém avisou Jesuíno do que acontecia; estava em uma casa bastante próxima.

Honorato falava alto para que todos ouvissem e Jesuíno escutava calado. 

Sua mulher em dado momento, chamou-lhe a atenção com as seguintes palavras: (segundo Raimundo Nonato): “Quem ouve tanto desaforo deve ter perdido a vergonha”. 

Essas palavras, ditas a queima-roupa, pela mulher, mexeram com seu brio de sertanejo.

Armou-se. 

Entrou na venda e matou o preto Limão a punhal. 
Estava iniciada a guerra entre os dois clãs.
Sua vida foi cheia de lances marcantes. 

Ordenou vários casamentos, como quando o noivo depois de seduzir a jovem negava-se a reparar o mal, ele intervinha a favor da desprotegida. 

Contam ainda quem que, certa vez uma pobre mulher disse-lhe que um valentão da região, sabendo que o marido da mesma estava ausente dissera que viria dormir com ela nessa noite. 

Jesuíno teria ficado dentro da casa, no quatro e este, ao ser invadido pelo malfeitor, foi palco da luta, pois o cangaceiro armado de punhal já aguardava o atrevido que foi crivado de pontaços. 

Salvou a honra da honesta sertaneja. 

Não teve dúvida em matar um de seus melhores homens quando este movido pela força irrefreável do sexo tentou abusar de uma donzela colocada sobre a proteção do cangaceiro zeloso das questões morais. 

Em ocasiões em que a polícia ou outros inimigos o atacavam, procurava refúgio na Casa de Pedra, esconderijo da serra do Cajueiro, onde em tempos anteriores seu tio José Brilhante buscava também abrigo e enfrentava as volantes. 

O sobrinho seguiu lhe os passos.

Sua família, a esposa Maia e os filhos acompanhavam-no, bem como seus comandados em números que não ultrapassava a uma dúzia, e escondiam-se ali na Casa de Pedra. 

Esse grupo atuava no Rio Grande do Norte e Parayba, lutava cantando como o fizera durante o combate na cidade de Imperatriz (atualmente denominada Martins) a mora da Corujinha. 

“Corujinha que anda na rua
Não anda de dia
Só anda de noite
Às Ave Maria...”

Ou esta outra estrofe que cantavam enquanto carregavam e disparavam os terríveis e mortíferos bacamartes: 

“Corujinha que vida é a tua? 
Bebendo cachaça, caindo na rua
Isto é bom, corujinha!
Isto é bom!”...

Interessante, e aqui vamos fazer um reparo para marcamos bem o fato. quase todo cangaceiro tinha como um ponto de honra máxima, na vida guerreira, não ser preso jamais. 

Morrer, ficar aos pedaços, tudo isso era uma possibilidade bastante presente para quem escolhia o cangaço. 

Segundo Câmara Cascudo, seu pai ao perseguir o cangaceiro Rio Preto ouvia-o cantar assim: 

“Rio Preto foi quem disse
E como disse não nega;
Leva bala e leva chumbo, 
Morre solto e não se entrega...”

Já do famoso Antônio Silvino, os cantadores afirmam que seria esta a opinião. Exaltando a morte do pai teria se externado desta forma: 

“Foi morto a tiros lutando
Na rua dum povoado
Vimos ele cair morto
No mais doloroso estado
Porém, tivemos a glória
De o não ver desfeitado”.

Não ser preso era o que importava. A morte, para quem se defendia das grades da prisão, era uma medalha honrosa, motivo de orgulho para os descendentes. 

Curiosamente esse cangaceiro foi obrigado, em virtude de grave ferimento, a entregar-se

“Num recado que mandei
Aonde a polícia estava
Eu pedia garantia
Dizendo que me entregava,
Mesmo porque - estava certo 
Daquela não escapava”.

Mas voltemos a Jesuíno Brilhante, este sim, seguiu a conduta tradicional dos antigos cangaceiros – tombou no campo da luta.

Sua esposa, Maia, findou casando-se com um dos cabras do falecido. 

Fonte: Lampião: As mulheres e o cangaço - Antonio Amaury Corrêa de Araújo

http://tudodepatu.blogspot.com.br/2015/08/a-esposa-de-jesuino-brilhante.html

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O CANTOR JOÃO MOSSORÓ FAZ SHOW NO PRIMEIRO SÁBADO DE CADA MÊS, NO RIO DE JANEIRO, NO MERCADÃO CADEG


Você que é nordestino, principalmente de Mossoró, ou de outra cidade do Rio Grande do Norte,  e mora no Rio de Janeiro, ou apenas paciando, prestigie o artista, participando do seu show no Mercadão Cadeg.

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LANÇAMENTO


O pesquisador social e médico psiquiatra Epitácio Filho lançará em Mossoró no próximo dia 24 o seu livro digital "Fui ao Croatá... O lançamento acontecerá no auditório da Biblioteca Ney Pontes Duarte, antiga União Caixeiral.

NOVEMBRO AZUL

Dentro das programações do Novembro azul, as UBS de Patu têm realizado uma série de ações preventivas nos bairros da cidade. Os dias "D" acontecem semanalmente e tem ampliado o número de consultas relacionadas à saúde masculina. A culminância do projeto será no próximo dia 28 com ações da Secretaria Municipal de Saúde nas ruas da cidade.

ACONTECENDO

Muita festa e alegria para Sandra Suassuna, Nadyr Godeiro, Lorena Nunes, Rubson Medeiros, o professor Mascena, Eveline Soares, Joalmi Júnior e hoje Larissa Maia e o querido Stefferson Dantas. Parabéns.

A Prefeitura de Patu, através da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos, em parceria com o Ministério das Cidades, retomou ontem as obras de sinalização de todas as avenidas da cidade. Os trabalhos estão bem avançados.

Na última quarta (18) aconteceu o coquetel de lançamento da coleção de alto verão da loja Fina Flor com direito a muitos brindes, desfile de peças e presenças ilustres. Eulália Alves e Jaqueline Jales receberam as clientes com muito luxo. 

A festa de Nossa Senhora dos Impossíveis está movimentando a cidade e a região que têm comparecido em massa para as celebrações no santuário. A programação segue com eventos sociais especiais até hoje e procissão amanhã, participe!

O fim de semana já tem destino certo, a boate pântano programa superfesta pra você que quer curtir no melhor estilo. Hoje, o Dj Guilherme comanda a festa e amanhã, o show fica por conta de Carlinhos e Banda. A entrada é gratuita!

Já com as coleções de alto verão bombando a LORD Boutique traz pra suas clientes o que há de melhor no universo da moda e do bom gosto.
As coleções da Santa Lolla e da Lança Perfume estão de arrasar!

http://omossoroense.uol.com.br/index.php/sociais/patu/71889-20112015

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(IN)DISCIPLINA NO ESPAÇO ESCOLAR: DESAFIOS À PRÁTICA NA EDUCAÇÃO - SUBMETE A PUBLICAÇÃO

Por Prof. Dr. Reginaldo de Souza Silva – UESB/DFCH
educacao.atarde.uol.com.br

Prezado Sr. 

Submeto a apreciação de V.Sas., para possível publicação artigo intitulado: (In)disciplina no Espaço Escolar: Desafios à Prática na Educação.
Atenciosamente,

Prof. Dr. Reginaldo de Souza Silva
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Departamento de Filosofia e Ciências Humanas
Coordenador do Núcleo de Estudos da criança e do Adolescente - NECA/UESB

(In)disciplina no Espaço Escolar: Desafios à Prática na Educação

Estamos vivendo um tempo de crise de autoridade nos espaços educacionais, notadamente, das escolas, institutos e universidades, que refletem os problemas sociais, entre eles, o respeito ao bem comum, as ideias e valores (ou a falta), a convivência comunitária etc. Pesquisa realizada em 2008 pela Organização dos Estados Ibero-Americanos com cerca de 8,7 mil professores mostrou que 83% deles defendem medidas mais duras em relação ao comportamento dos alunos, 67% acreditam que a expulsão é o melhor caminho e 52% acham que deveria aumentar o policiamento nas escolas. Espaços educacionais tem sido alvo de consumo e tráfico de drogas, bebidas alcoólicas, brigas etc, nas atividades regulares e também em festas, reuniões e eventos.

A (in)disciplina no espaço escolar tem sido um desafio as práticas educativas. Gestores, professores, alunos, pais, mães e responsáveis tem sido chamado a enfrentar os desafios, que deixaram de ser esporádicos. Educadores não sabem como lidar, interpretar. Compreender ou reprimir? Encaminhar ou ignorar? Como administrar o ato indisciplinado? De um lado, autoridade e controle absoluto, substituídos por uma crescente perplexidade. Violência e indisciplina, linha tênue entre os limites de convivência. Mas, afinal, o que é indisciplina? Existem vários conceitos e definições.

Para Makarenko e Gramsci, “diz respeito a todos os elementos envolvidos com a prática escolar, estando desta maneira intimamente relacionada com a forma e, como a escola, organiza e desenvolve o seu trabalho...” não pode ter o caráter externo, posto que, a disciplina é resultado da educação. A disciplina não surge espontaneamente e, sem disciplina, o trabalho escolar não pode alcançar o seu alvo, as suas finalidades. Para Gramsci “disciplina significa a capacidade de comandar a si mesmo, de se impor aos caprichos individuais, as veleidades desordenadas, significa uma regra de vida, a consciência da necessidade livremente aceita, na medida que é reconhecida como necessária para que um organismo social qualquer atinja o fim proposto. A disciplina exterior está fadada ao fracasso, não é um instrumento educativo, ao passo que a disciplina fixada pela própria coletividade dos seus componentes mesmo, se tarda a ser aplicada, dificilmente fracassa na sua aplicação”. Para Silva, 2004 é todo e qualquer comportamento que seja contrário as regras[...]. No caso da escola todas as vezes que o(a)s aluno(a)s desrespeitarem alguma norma serão vistos como indisciplinados. A revolta contra estas normas (desobediência insolente); O desconhecimento delas (caos dos comportamentos, desorganização das relações); “Desobediência, rebelião, insubordinação” ou mesmo, ser compreendida por: regime de ordem imposta ou mesmo consentida; ordem que convém ao bom funcionamento de uma organização; relações de subordinação do aluno ao mestre e, submissão a um regulamento, etc.

Possíveis origens: Faixa etária dos alunos e diferença de gêneros? Situação socioeconômica? Reflexo da fragilidade na educação familiar? Forma de contestação ao currículo e procedimentos desenvolvidos nas instituições educacionais? Manifesta-se da mesma maneira nas diversas disciplinas e espaços escolares? Alicerça-se na ausência de algumas competências docentes? Questão de afetividade? Pedido de socorro dos alunos, chamando a atenção para conflitos emocionais? Possíveis equívocos referentes à compreensão do termo indisciplina?

Segundo (CHISPINO, 2005), grande parte da revolta dos alunos não vem “do nada”. Ela tem um início e vai aumentando à medida que o educando percebe que a sua opinião, seus valores e seus direitos, não são levados em conta dentro do ambiente escolar ou quando professor/instituição não consegue fazê-lo entender o seu papel como aluno. O aluno quer sentir-se parte da escola, Dar ideias para a melhoria; perceber a preocupação dos professores e ser ouvidos por eles e demais responsáveis pelo ambiente (…).

A simples obediência não é sinal de uma boa disciplina e não pode nos satisfazer, porque a disciplina não se cria com algumas medidas “disciplinares” mas, com todo o sistema educativo, com a organização de toda a vida, com a soma de todas as influencias que atuam sobre a criança e/ou adolescente” Makarenko. 1981. Assim, os castigos e outras medidas coercitivas devem ser evitadas ao máximo, como também, afirma Montessori e D. Bosco.

Mas como garantirmos a autoridade do professor e o convívio num clima de indisciplina? Quais seriam os limites de cada professor no trato desta questão? Tentando conter a onda de "indisciplina" alguns educadores e estabelecimentos de ensino lançam mão de atitudes autoritárias que, ao invés de contribuírem para a democratização do ensino, para a melhoria das relações humanas e do ensino, só fazem tornar o ambiente mais hostil, na tentativa de transformar os alunos em corpos dóceis. Não estaria ai um dos fatores do desinteresse, da apatia, da " indisciplina" dos alunos? Seria possível uma integração entre os professores para que haja espaço de participação ativa dos alunos. Onde não se resumisse a cópia de pontos, resolução de tarefas, mas houvesse uma dinâmica interna na sala de aula que, dentro do possível, alterasse a forma de distribuição das carteiras, e a relação individual pudesse ser coletiva, inclusive na solução dos problemas, etc.

Prof. Dr. Reginaldo de Souza Silva – UESB/DFCH -

Enviado pelo professor Dr. Reginaldo de Sousa Silva

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ALCINO E RANGEL (O FILHO CONFESSA)

Por Rangel Alves da Costa*

Difícil de compreender e mais ainda de acreditar, mas confesso que somente agora, já passados três anos de seu falecimento, é que verdadeiramente estou mais próximo a Alcino, meu pai.

Até aquele novembro de 2012, fui simplesmente filho. Mas a sua partida acabou me colocando numa proximidade tal que o reencontro como se fosse em vida. A partir de então tenho me dividido entre o que sou e o que ele era. Ou ainda é.

Explico por que. Após sua partida me debrucei na sua biografia. Não é fácil escrever sobre um pai, pois se corre o risco de fugir à realidade para sentimentalizar os escritos. Tudo fiz para apenas transcrever a pessoa, sua obra e sua memória.

Desde aquele instante entrei num mundo de Alcino que eu, apenas como filho, ainda não conhecia em profundidade. Ao analisar seus escritos, encontrei valores que permaneciam desconsiderados para mim. Ao enveredar no seu legado, passei a compreender sua importância enquanto escritor, pesquisador, estudioso do cangaço, conferencista, poeta, radialista e sertanejo.

Certamente que eu já conhecia a produção de literária de Alcino, mas não sua importância dentro do contexto nordestino, do cangaço, do messianismo, da saga do povo matuto, da preocupação maior com a terra, com a gente e com a história.


Fato também relevante se deu no entendimento de sua importância perante outros estudiosos e pesquisadores da saga cangaceira. Somente após sua partida é que conheci o entrelaçamento profundo e as grandes amizades construídas no mundo acadêmico, nos seminários, bem com a partir das correspondências mantidas com ilustres escritores.

A evidência de tais aspectos foi surgindo na construção da biografia. Contudo, quando comecei a me envolver na apuração de seu acervo, no sentido de preservação e manutenção, bem como para posterior formação de um memorial, então é que o filho se viu novamente diante do pai.

Como Alcino era muito cuidadoso – e até ciumento – com os seus livros, discos, manuscritos, rascunhos, correspondências, fotografias, enfim com o que escrevia e também com o que lhe servia como base de pesquisa, eu nunca quis me intrometer demais no seu mundo. Mas a situação já era outra. Ele havia partido e a mim cabia ser o guardião de suas relíquias.

Quando afirmo que a mim cabia cuidar de suas relíquias, não pretendo afastar a responsabilidade dos demais filhos. E são muitos os meus irmãos. Contudo, há um fator que sempre me uniu a Alcino muito além da condição de filho: a propensão à escrita e o amor ao sertão. O amor incondicional de Alcino pela terra sertaneja é o mesmo sentido pelo seu filho.

Coisas do destino, talvez. Mas dizem que sou o filho mais parecido com Alcino, com relação à feição. Já outros vão além para reconhecer na minha obra uma herança paterna. De qualquer modo, sempre bom que haja tal reconhecimento. Sinto orgulho de tudo isso.
Hoje, confesso mais vez, convivo com Alcino a cada instante, principalmente quando estou em Poço Redondo. Agora, confesso ainda, tenho Alcino ao meu lado e o compromisso fraterno de preservar sua permanência, não somente em mim, mas por todo o sertão.


Quando lutei contra o mundo para dar vida ao memorial, só Deus sabe a força do destino que me conduzia. Ainda luto com todas as forças que tenho, mas consciente que assim teria de ser. Ninguém constrói uma obra grandiosa sem grandes sacrifícios. E sei do merecimento de meu pai para a minha contínua luta.

Foi o memorial que novamente colocou pai e filho dentro da mesma casa. E um na presença do outro. Tudo ali é Alcino, é Dona Peta, é família, é história, é sertão. E eu com a dádiva divina de cuidar dessa moradia que acolhe a tudo e a todos com tanto amor.

Os caminhos de Deus são assim: apenas uma estrada, mas chamando a cada um para encontrar seu destino. E o meu é me dividir entre o que sou e o que Alcino ainda é.

Poeta e cronista
blograngel-sertao.blogspot.com

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O VALENTE CANGACEIRO LAMPIÃO


"Desconfiado e valente
Lampião temia mais
Uma só sombra por trás
Do que cem homens na frente
Obedecia somente
Ao Padre Cícero Romão
O resto era no facão
Na lazarina e no braço
Lampião rei do cangaço
Foi assombro do sertão."

Fonte: facebook

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sábado, 21 de novembro de 2015

LAMPIÃO O CANGACEIRO!


O mais novo Livro do escritor e pesquisador do cangaço João de Sousa Lima, e para adquiri-lo, basta entrar em contato com o autor através deste e-mail:

joao.sousalima@bol.com.br

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ESCRITOR SABINO BASSETTI PÕE NA PRAÇA O SEU MAIS NOVO TRABALHO SOBRE CANGAÇO - LAMPIÃO O CANGAÇO E SEUS SEGREDOS


Através deste e-mail sabinobassetti@hotmail.com você irá adquirir o  mais recente trabalho do escritor e pesquisador do cangaço José Sabino Bassetti com o título "Lampião - O Cangaço e seus Segredos".

O Livro custa apenas R$ 40,00 (Quarenta reais) com frente já incluído, e será enviado devidamente autografado pelo autor, para qualquer lugar do país.

Endereço para pedido: sabinobassetti@hotmail.com

Não perca tempo e não deixa para depois, pois saiba que livros sobre "Cangaço" são arrebatados pelos colecionadores, e você poderá ficar sem este. Adquira já o seu.

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UMA MULHER COMANDOU CANGAÇO CONTRA JESUÍNO

Por Epitácio Andrade

Em seu livro clássico Solos de Avena, o escritor catoleense Alicio Barreto narra que o jovem Zé Limão ao devolver uma junta de bois que havia sido emprestada ao major José Lobo dos Santos da Fazenda Dois Riachos, na zona rural dos municípios paraibanos de Belém de Brejo do Cruz e Catolé do Rocha, ao major Brilhante, pai do famigerado cangaceiro Jesuíno Brilhante (1844-79) no Sítio Tuiuiú, zona rural de Patu, no médio-oeste do Rio Grande do Norte, cometeu o infortúnio de cumprimentar o senhor major, sem a tradicional retirada do chapéu, situação que na sociedade escravocrata consistia num ato de grande desrespeito, ofensa que Jesuíno reparou com uma sova de chibatadas no escravo insolente.

Major Zé Lobo

Esse episódio desagradou, profundamente, dona Felícia Joaquina lobo Maia, esposa do major Zé Lobo dos Santos Maia, casal proprietário do escravo Zé Limão, criado favorito de dona Felícia, entre os muitos da Fazenda Dois Riachos, aonde veio a se formar grande parte do bando de cangaceiros da Família Limão. 

Dona Felícia

Em 1871, com a morte do major Zé Lobo, Dona Felícia passa a comandar ao lado de seu filho ainda jovem Valdivino Lobo Maia, coronel da guarda nacional as ações de enfrentamento ao cangaço de Jesuíno Brilhante.  

Coronel Valdivino Lobo

O temor a Jesuíno no Sertão também estava ligado à crença de que o bandoleiro tinha o corpo fechado, ou seja, invulnerável à penetrabilidade de armas brancas e projéteis. Tal crença está ligada ao mito do catolicismo popular de que o sacerdote tem o poder de transformar a hóstia em corpo e o vinho em sangue. 

Doc: O Lugar da Morte de Jesuíno Brilhante

Foi nesse cenário mítico-religioso-fatalista que os algozes do Brilhante conferenciaram na fortaleza do coronel João Dantas de Oliveira, segundo Câmara Cascudo, afeito à magia, no sítio Patu de Fora, zona rural de Patu, a confecção de uma bala envenenada e a mobilização de uma tropa destacada na cidade de Imperatriz (Hoje Martins) que, sob o comando do sargento Preto Limão organizou a emboscada fatal que ceifou a vida do cangaceiro Jesuíno Brilhante, no serrote da Tropa, comunidade Santo Antônio, zona rural de São José de Brejo do Cruz, na Paraíba, em dezembro de 1879. 

Fortaleza do Coronel João Dantas - 1981 - Foto: Emanoel Amaral

No documentário O Lugar da Morte de Jesuíno Brilhante depois de uma encenação de uma cerimônia de fechamento de corpo conduzida pela benzedeira patuense dona Francisca de Mica, o cidadão Nonagenário Mário Valdemar Saraiva Leão, com 98 anos, narrou que Jesuíno procurava rastrear a tropa e era alertado por um de seus cabras de que quem caça cobra, caça a morte e, ao ser alvejado por uma descarga fatal, sussurrou: Valha-me Nossa senhora uma bala envenenada atravessou meu coração. 

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ESPAÇO PERNAMBUCO MOSTRA HISTÓRIA DE LAMPIÃO, O REI DO CANGAÇO


Clique no link abaixo: Um excelente vídeo sobre Cangaço. Se não abrir, leve-o até ao google.

http://g1.globo.com/pernambuco/videos/v/espaco-pernambuco-mostra-historia-de-lampiao-o-rei-do-cangaco/2794538/

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CONVERSANDO COM VERA FERREIRA NETA DE LAMPIÃO E MARIA BONITA

Por Rubens Antonio

Conversando sobre colorizações e outras referências.
Tive o prazer de receber a visita de Vera Ferreira.
Marcada pela cordialidade, afinidades e simpatia, tivemos uma muito proveitosa conversa sobre, principalmente, é claro, Cangaço.

Fonte: facebook

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