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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE MARTINS-ALAM CONCEDE TÍTULOS HONORÍFICOS A PROFISSIONAIS DE MOSSORÓ.


A Academia de Letras e Artes de Martins-ALAM, vai conceder TÍTULOS HONORÍFICOS aos profissionais: ANTÔNIO FILEMON RODRIGUES PIMENTA - GUÁLTER COUTO ALENCAR - FRANCI FRANCISCA DANTAS - ANTÔNIO MARCOS DE OLIVEIRA na Solenidade de Entronização, Elogios e Homenagens, no dia 27 de janeiro (sábado) às 19:00 horas no Salão de Festas do Hotel Serrano.

Antonio Filemon Rodrigues Pimenta

Guálter Couto Alencar

Franci Francisca Dantas

Antonio Marcos de Oliveira

ALAM - Sessão Magna / 27 de janeiro de 2018
- Cidade de Martins-RN
- Hotel Serrano (salão de festas)
(Taniamá Vieira Barreto-Presidente da ALAM)

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso

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INVEJA, MENTIRAS E TRAIÇÃO SEMPRE PRESENTE NO CANGAÇO

https://www.youtube.com/watch?v=7oS1k2OyVJI&feature=youtu.be

O coiteiro ‘pequeno’, aquele que servia para fazer compras nas Vilas, Povoados e pequenas cidades, ganhavam sempre uma boa grana para prestarem esse serviço. Vejam bem, a maioria desses coiteiros não ‘serviam’ para, por exemplo, levarem ou transmitirem um recado dos chefes de subgrupos. Sendo a informação ‘preciosa’, não podia estar ao alcance de todos.

Uma das coisas que fizeram com que entrasse de cabeça no estudo do tema cangaço foi exatamente esse ‘meio de informação’ criado, ou usado, por Lampião. 

Virgolino destaca-se, e muito, pela estratégia de “Guerra de Movimento” empregada nos anos em que assombrou o Sertão nordestino. Logicamente não queremos dizer que ‘ele’ criou, inventou tais movimentos, mas que empregou de uma forma exata e eficiente. Muitas vezes conseguiu deixar o inimigo, a tropa volante, no local em que queria ou mesmo fazê-la dar voltas sem saber mais o tino da trilha. Parte desse conhecimento seus chefes diretos, seu ‘estado maior’, aprendia no dia-a-dia.

Ocorreram fatos em que duas cidades, bastante distantes uma da outra, foram atacadas no mesmo dia e quase que na mesma hora. Soltando aos quatro ventos, os cangaceiros gritando na hora do arrocho, que era o bando de Lampião quem estava saqueando a cidade. Ao receberem as notícias, tanto as autoridades quanto a imprensa ficavam sem saberem como ocorrera uma coisa daquelas, por isso que há registros em periódicos com façanhas empregados em cidades distintas e distantes, no mesmo dia, com ações do bando do “Rei do Cangaço”.

Bem, são fatos que relataremos em outra oportunidade. O que veremos abaixo é um depoimento, uma entrevista, com o filho do casal cangaceiro Corisco e Dadá, Sílvio Bulhões, cedida e registrada ao pesquisador Aderbal Nogueira.

Bulhões narra como se deu a inveja de um coiteiro, Joca Bernardes, com outro, Domingos Ventura, que ele mesmo havia ‘apresentado’ a Corisco. Esse coiteiro, o Joca, nunca vira, imagina falar, com Lampião, ou seja, era um colaborador seleto e direto do “Diabo Louro”. Coisa que o outro, Domingos, também passou a ser. Na continuação da vivência, Joca notou seu ‘protetor’, Corisco, pender mais para o lado de Domingos. Começou então a inventar mentiras, sem medir as consequências, sobre o que ‘pretendia’ fazer Ventura.

Não devemos esquecer que o que Sílvio narra, fora a versão que sua mãe, Dadá, contou para o mesmo.

Postaremos as três partes. A 2 e 3 os amigos verão na parte dos comentários.

https://www.youtube.com/watch?v=IKjU_WW29Y8&feature=youtu.be

No último vídeo teremos a satisfação de revermos e escutarmos o saudoso pesquisador/historiador de Poço Redondo, SE, Alcino Alves, nos mostrar a casa onde fora assassinada uma família.

https://www.youtube.com/watch?v=Yb2xsix_was&feature=youtu.be

Produção Aderbalvídeo

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/

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DRA. ZÉLIA MACEDO HERONILDES, PARTICIPARÁ DA EXPOSIÇÃO DA SESSÃO MAGNA DA ALAM.


Na Sessão Magna da Academia de Letras e Artes de Martins- ALAN - A Escritora, Zélia Macedo Heronildes, participará da Exposição literária com o livro: "A CRÔNICA SOCIAL DO MEU TEMPO". O evento será no dia 27 de janeiro de 2018 (sábado), no Salão de Festas do Hotel Serrano na cidade de Martins-RN. 



ALAM - Sessão Magna / 27 de janeiro de 2018
- Cidade de Martins-RN
- Hotel Serrano (salão de festas)
(Taniamá Vieira Barreto-Presidente da ALAM)


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso

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FATOS DO RIO GRANDE DO NORTE NO MÊS DE JANEIRO


16/01/2000 – O sacerdote Monsenhor Expedito falecia aos 83 anos na cidade de Natal/RN, vitimado por uma insuficiência respiratória decorrente de um câncer.

Monsenhor Expedito Sobral de Medeiros era natural do município de São Rafael, Estado do Rio Grande do Norte, nascido em 13 de dezembro de 1916.

O religioso trabalhou por mais de 50 anos na Paróquia de São Paulo Apóstolo, em São Paulo do Potengi, sendo o primeiro pároco daquela paróquia, função que exerceu até o dia de sua morte. Monsenhor Expedito teve seu trabalho marcado pela atuação em defesa das causas sociais, buscando soluções para garantir o abastecimento d’água no semiárido e inspirou o programa de adutoras. Por causa disso, ficou conhecido como "Profeta das Águas".

Na cidade de São Paulo do Potengi/RN, existe uma praça em sua homenagem, localizada no centro da cidade, onde contém uma estátua em tamanho natural, retratando a sua imagem. 

Além da praça, outras organizações e edifícios possuem o nome do apóstolo das águas, como o grupo de escoteiros e o “Memorial Monsenhor Expedito”, onde guarda seus objetos pessoais.



Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso

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COLEÇÃO DE ARMAS DE FOGO HISTORIA PARTE I

Material do acervo de Renilson Soares
https://www.youtube.com/watch?v=J1DeCOucqC4&t=62s

[Vídeo] com conteúdo apenas recreativo, ilustrativo, sem pretensão a apologias ou violência de qualquer natureza. Armas de fogo fazem parte da história da humanidade, e, são patrimônio histórico de uma nação livre.

“Evidente que o bando comandado pelo Capitão Virgulino se tornou ainda mais letal em suas ações a partir da obtenção dos fuzis Máuser em 1926”.

Fonte: conforme [Parte 1/5]

Publicado em 18 de jan de 2014
Pequena amostra de armas de fogo de coleção. Filme feito em 1999 com vídeo VHS. As peças são de colecionador registrado no SFPC
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LIVRO “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”

Por Antonio Corrêa Sobrinho

O que dizer de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”, livro do amigo Ruberval de Souza Silva, obra recém-lançada, que acabo de ler, senão que é trabalho respeitável, pois fruto de muito esforço, dedicação; que é texto bom, valoroso, lavra de professor, um dizer eminentemente didático da história do banditismo cangaceiro na sua querida Paraíba. É livro de linguagem simples, sucinto e objetivo, acessível a todos; bem intitulado, pontuado, bem apresentado. E que capa bonita, rica, onde nela vejo outro amigo, o Rubens Antonio, mestre baiano, dos primeiros a colorizar fotos do cangaço! A leitura de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO” me fez entender de outra forma o que eu antes imaginava: o cangaço na terra tabajara como apenas de passagem. Parabéns e sucesso, Ruberval!

Adendo: José Mendes Pereira

Eu também recomendo aos leitores do nosso blog para lerem esta excelente obra, e veja se alguns dos leitores  possam ser parentes de alguns cangaceiros registrados no livro do Ruberval Souza.

ADENDO -  http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Entre em contato com o professor Pereira através deste 
e-mail: 
franpelima@bol.com.br

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MARIA BONITA E LAMPIÃO


A mulher de Lampião era chamada de Rainha do Cangaço, Maria de Dona Déa, Maria de Déa de Zé Felipe ou Maria do Capitão. O nome definitivo surgiu inspirado em um romance de 1914, Maria Bonita, de Júlio Afrânio Peixoto, adaptado para o cinema 23 anos depois. Vários repórteres chegaram ao consenso para padronizar a informação disseminada pelos jornais impressos.

Nos três primeiros anos, de 1929 a 1932, as mulheres do cangaço ficavam reclusas no Raso da Catarina, refúgio no nordeste da Bahia. Quando, enfim, foram autorizadas a acompanhar os bandos de cangaceiros, passaram a conviver com a elite sertaneja, esposas e filhas de coronéis poderosos.

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CBEÇA DO CANGACEIRO ZEPELIM

Por Volta Seca

Acima, foto da cabeça do cangaceiro ZEPELIM... Analise-a e, diga que detalhe "especial" a mesma apresenta, que não ocorre nas demais fotos das cabeças expostas dos outros cangaceiros..! Use seu poder de obervação...

https://www.facebook.com/search/top/?q=lampi%C3%A3o%2C%20canga%C3%A7o%20e%20nordeste

https://images.google.com.br/imgres?imgurl=http%3A%2F%2Fcultura.estadao.com.br%2Fblogs%2Fmonica-zarattini%2Fwp-content%2Fuploads%2Fsites%2F201%2F2015%2F01%2FFoto6.jpg&imgrefurl=http%3A%2F%2Fcultura.estadao.com.br%2Fblogs%2Fmonica-zarattini%2Fcolecaocangaceiros-fotos-historicas%2F&docid=1riqePWWINKohM&tbnid=8gAv1dkr9KTxWM%3A&w=550&h=870&source=sh%2Fx%2Fim

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

EMOÇÃO E FELICIDADE: NEUMA DE NINI DA RUA DO COMÉRCIO DE POMBAL/PB, FAZENDO PARTE DO PBA (PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO)! POR: JOSÉ ROMERO ARAÚJO CARDOSO



Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso

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LANÇAMENTO DE LIVRO


Lançamento do livro "Nas Redes das Memórias: As múltiplas faces do cangaceiro Chico Pereira", de Guerhansberger Tayllow, hoje 18/01, em Nazarezinho-PB. Momento ímpar, gratificante.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1997567363845490&set=a.1929416523993908.1073741833.100007767371031&type=3&theater&ifg=1

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LIVROS FRANCISCO PEREIRA LIMA


Novos inquilinos a disposição dos amigos. Excelentes livros. Quem desejar adquirir este e outros livros: 

franpelima@bol.com.br e 
whatsapp 83 9 9911 8286.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1997542060514687&set=a.1929416523993908.1073741833.100007767371031&type=3&theater&ifg=1

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CANGACEIROS PRESOS


Instigado pela postagem do amigo Raimundo Gomes, sobre os cangaceiros presos, na antiga Casa de Detenção do Recife, em número de 82 cabras, no período de 16 de julho a 22 de novembro de 1927, faço breve descrição de cada um, que constam relacionados na Revista Malho de 29 de Dezembro de 1928, baseado nas obras de Bismarck Oliveira (Cangaceiros de Lampião de A a Z), e de Geraldo Ferraz (Pernambuco no Tempo do Cangaço).


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FAMÍLIA DE CORISCO E DADÁ

Por Devanier Lopes

Família de Corisco e Dadá — com Indanaia SantosIlana Borboleta.

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A HISTÓRIA DE LAMPIÃO O "REI DO CANGAÇO"


Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, nasceu em 7 de julho de 1897 na pequena fazenda dos seus pais em Vila Bela, atual município de Serra Talhada, no estado de Pernambuco. Era o terceiro filho de uma família de oito irmãos.

Lampião desde criança demonstrou-se excelente vaqueiro. Cuidava do gado bovino, trabalhava com artesanato de couro e conduzia tropas de burros para comercializar na região da caatinga, lugar muito quente, com poucas chuvas e vegetação rala e espinhosa, no alto sertão de Pernambuco (chama-se Sertão as regiões interiores e distantes do litoral, onde reinava a lei dos mais fortes, os ricos proprietários de terras, que detinham o poder econômico, político e policial). Em 1915, acusou um empregado do vizinho José Saturnino de roubar bodes de sua propriedade. Começou, então, uma rivalidade entre as duas famílias. Quatro anos depois, Virgulino e dois irmãos se tornaram bandidos. Matavam o gado do vizinho e assaltavam. Os irmãos Ferreira passaram a ser perseguidos pela polícia e fugiram da fazenda. A mãe de Virgulino morreu durante a fuga e, em seguida, num tiroteio, os policiais mataram seu pai. O jovem Virgulino jurou vingança.

Lampião formou o seu bando a princípio com dois irmãos, primos e amigos, cujos integrantes variavam entre 30 e 100 membros, e passou a atacar fazendas e pequenas cidades em cinco estados do Brasil, quase sempre a pé e às vezes montados a cavalo durante 20 anos, de 1918 a 1938.

Existem duas versões para o seu apelido. Dizem que, ao matar uma pessoa, o cano de seu rifle, em brasa, lembrava a luz de um lampião. Outros garantem que ele iluminou um ambiente com tiros para que um companheiro achasse um cigarro perdido no escuro.

Comparado a Robin Hood, Lampião roubava comerciantes e fazendeiros, sempre distribuindo parte do dinheiro com os mais pobres. No entanto, seus atos de crueldade lhe valeram a alcunha de "Rei do Cangaço". Para matar os inimigos, enfiava longos punhais entre a clavícula e o pescoço. Seu bando sequestrava crianças, botava fogo nas fazendas, exterminava rebanhos de gado, estuprava coletivamente, torturava, marcava o rosto de mulheres com ferro quente. Antes de fuzilar um de seus próprios homens, obrigou-o a comer um quilo de sal. Assassinou um prisioneiro na frente da mulher, que implorava perdão. Lampião arrancou olhos, cortou orelhas e línguas, sem a menor piedade. Perseguido, viu três de seus irmãos morrerem em combate e foi ferido seis vezes.

Grande estrategista militar, Lampião sempre saía vencedor nas lutas com a polícia, pois atacava sempre de surpresa e fugia para esconderijos no meio da caatinga, onde acampavam por vários dias até o próximo ataque. Apesar de perseguido, Lampião e seu bando foram convocados para combater a Coluna Prestes, marcha de militares rebelados. O governo se juntou ao cangaceiro em 1926, lhe forneceu fardas e fuzis automáticos.

Em 1929, conheceu Maria Déa, a Maria Bonita, a linda mulher de um sapateiro chamado José Neném. Ela tinha 19 anos e se disse apaixonada pelo cangaceiro há muito tempo. Pediu para acompanhá-lo. Lampião concordou. Ela enrolou seu colchão e acenou um adeus para o incrédulo marido. Levou sete tiros e perdeu o olho direito.

O governo baiano ofereceu 50 contos de réis pela captura de Lampião em 1930. Era dinheiro suficiente para comprar seis carros de luxo.

Lampião morreu no dia 28 de julho de 1938, na Fazenda Angico, em Sergipe. Os trinta homens e cinco mulheres estavam começando a se levantar, quando foi vítima de uma emboscada de uma tropa de 48 policiais de Alagoas, comandada pelo tenente João Bezerra. O combate durou somente 10 minutos. Os policiais tinham a vantagem de quatro metralhadoras Hotkiss. Lampião, Maria Bonita e nove cangaceiros foram mortos e tiveram suas cabeças cortadas. Maria foi degolada viva. Os outros conseguiram escapar.

O cangaço terminou em 1940, com a morte de Corisco, o "Diabo Loiro", o último sobrevivente do grupo comandado por Lampião. 

http://www.eunapolis.ifba.edu.br/informatica/Sites_Historia_EI_31/cangaco/Site/imagens/lampiao.html

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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

AUCILEIDE PEREIRA SANTOS VISITA LOCAL ONDE LAMPIÃO E MARIA BONITA MORRERAM


Hoje eu fui ver de perto o local da emboscada onde o rei do cangaço Lampião e seu bando foram mortos. Valeu a pena enfrentar o sol subidas e descidas na caatinga.










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A BEATA MARIA ARAÚJO..!


17 de Janeiro de 1914, há exatos 104 anos morria Maria Magdalena do Espírito Santo de Araújo, Beata Maria de Araújo. Desde tenra idade que Maria de Araújo apresentava traços de uma pessoa mística, padre Cicero passaria a ser o seu guia espiritual, pois aquela passaria a sofrer perseguições e acusações caso a referida não fosse acompanhada e bem interpretada. 

Em 1° de março de 1889, com Maria de Araujo, acontece a transubstanciação da hóstia consagrada em sangue em sua boca. O fenômeno acontecerá dezenas de vezes. Acusada de embuste, D. Joaquim José Vieira priva a religiosa de suas liberdades, é interrogada sob forte apelo psicológico, além de tortura com uso de palmatória. Nesta data, Ela entrega sua vida a Deus para que Sedição de Juazeiro se debelace, pondo fim a guerra que tanto trouxe preocupações. 

Seu corpo fora sepultado no inferior da Capela do Socorro e em 1930 seus restos mortais são retirados e dado destino ignorado. Padre Cicero, já idoso aos 86 anos, ficara ainda mais indignado e, incompreensível, com a performance de sua igreja. O ato foi para exterminar as romarias, reduzir a zero o milagre eucarístico ocorrido naquele idos de 1889, cuja personagem central deveria ser ocultada. 

O milagre foi real, muito bem documentado, prova que a aquela mulher tinha sim uma relação muito próxima com Deus, como afirma a parapsicóloga Maria Pagani Forti. Hoje, havemos de relembra-la, pois sua vida foi de plena religiosidade, honesta, simples e humilde. Viva a Beata Maria de Araújo.


https://www.facebook.com/photo.php?fbid=783147211887255&set=gm.759050464303900&type=3&theater&ifg=1

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MAIS UM BELO MATERIAL DO PESQUISADOR CHARLES GARRIDO


Prezados, saudações.

É sempre uma enorme satisfação estar ao lado dos nossos queridos leitores, solicitando aos mesmos que continuem prestigiando as publicações dos colegas que aqui expõem seus respectivos trabalhos.

Analisaremos as imagens, após à leitura.

Hoje, trago a vocês, mais um relato do ex-cangaceiro "Vinte e Cinco". Leiamos atentamente o episódio narrado por ele:

"Houve um tiroteio muito grande e, nesse dia, o grupo não estava completo, pois o Capitão, às vezes, dividia "os meninos" para fazerem pequenas diligências. Nessa ocasião eu estava com ele, éramos sete ou oito, não me lembro muito bem o número exato. 

Aparentemente, estava tudo tranquilo. Mas, como sempre, os "macacos" não davam trégua, fomos surpreendidos, o chão estremeceu, foi bala pra todo lado. Porém, não deu pra saber qual era a volante, pois tratamos logo de fugir.

Caminhamos a tarde inteira no mato, mas eles não desistiram, e vieram seguindo nosso rastro.

Lampião, devido ao tiro que havia levado no pé, anos atrás, sempre que caminhava demais, começava a reclamar de dores, foi quando ele viu que havíamos saído do perigo, pelo menos por enquanto, parou o grupo e falou:

- Sei que hoje vou morrer. Tô aqui no meio do mato com esses "meninos", sem reta-guarda, a munição vai acabar, e dessa vez, eu sei que não escapo.

Ele disse isso, talvez, porque Luiz Pedro, não estava junto da gente. Ele tinha perdido a mulher há poucos dias, e Lampião preferiu deixá-lo mais resguardado.


Em certa parte o Capitão tinha razão, naquele momento eu era o mais velho dos "meninos", mas havia três anos que estava no cangaço e, já tinha dado tempo de adquirir uma certa experiência. E quando eu ouvi aquilo da boca de Lampião, me doeu. Foi então quando eu respondi:

- Pois agora eu vou mostrar pro senhor; que menino também briga.

- Cuidado, os macacos estão vindo no rastro. (Lampião)

- Não se preocupe, o senhor não ta podendo caminhar. Fique aqui com dois homens lhe dando cobertura, que a gente vai montar uma emboscada.

E assim a gente fez, deixamos ele num local seguro e fomos esperar os "macacos". Eu reuni rapidamente os outros que estavam comigo, e disse:

- Ninguém atira antes de mim.

Ficamos escondidos atrás das árvores. Não se dava um "pio".

Nessa hora, era só tensão, a gente sabia que eles estavam se aproximando.

Tudo em silêncio, calmo... foi quando de repente, ouvimos o barulho das "pisadas" deles. Eram naquelas horas que o coração disparava sem querer, e só faltava sair pela boca.

Foi quando avistamos os "macacos" nitidamente. Eram seis ou sete. Mas não dava tempo de pensar em muita coisa. 

Tinha um rastejador na frente, olhando sempre para baixo, atrás de nosso rastro, enquanto que os outros seguiam logo atrás dando cobertura. Era eles vindo, e eu na mira... eles vindo, e eu na mira..., se aproximando, vinte, quinze, dez metros... e aí foi quando eu:
Táaaaaaaaaaaaaaaa...mandei bala!

Nesse momento, os outros cangaceiros começaram a atirar sem parar. Foi papôco por todo canto, e tome bala. Mas por incrível que pareça, eles não resistiram. Talvez acharam que o nosso grupo era numeroso, por isso preferiram partir em retirada, já que eram poucos na ocasião. 

O combate foi rápido. Não demorou muito.

O rastejador morreu. Ele hoje deve estar procurando o rastro do Satanás, lá no inferno.

Cheguei perto dele, peguei o fuzil, o punhal, e dentro do bornal tinha um caderno cheio de letras... achei aquilo bonito, pois eu não sabia ler.

Pegamos tudo aquilo que podíamos, e fomos ao encontro do Capitão.

Quando chegamos até ele, eu falei:

- O senhor disse que hoje ia morrer, porque não confiava nos meninos. Mas tá aqui o resultado do "gado" . O fuzil é meu, o resto pode ficar.

Lampião disse:

- Eu ouvi os tiros, mas pelo tanto de bala, pensei que não tinha sobrado um cristão. E isso é pra macacada ver, que comigo e com minha gente, ninguém tira fiança".

Vamos à análise das imagens, por gentileza:

1 - Vinte e Cinco é o que está sentado ao centro, usando óculos escuros.

2 - Ele e eu, em sua residência, em Maceió, no ano de 2006.

Meus amigos, a vocês, o meu carinho e respeito de sempre.

Charles Garrido.
Pesquisador.
Fortaleza-CE.

https://www.facebook.com/groups/1617000688612436/permalink/1880946495551186/

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O PREFEITO QUE ENFRENTOU LAMPIÃO - FINAL

Por Ana Paula Cardoso

Cidade nomeada em homenagem ao prefeito-herói


Entre as várias homenagens prestadas em memória do prefeito que organizou o plano de resistência aos cangaceiros, se destaca a criação da cidade de Rodolpho Fernandes. Antes de se desmembrar do município de Portalegre, o povoado de São José dos Gatos, terra natal de Rodolpho Fernandes, teve início com Francisco Régis Filho, comerciante e proprietário de terras que chamavam a atenção pela grande quantidade de gatos do mato, conhecidos como maracajás. O comerciante mandou construir uma capela para São José no povoado e, a partir daí, a localidade começou a ser chamada pelos moradores de São José dos Gatos.

Somente no ano de 1962, através da Lei 2.763, o distrito de São José dos Gatos se desmembrou de Portalegre e recebeu nome em homenagem ao ilustre filho da terra e ex-prefeito que conseguiu escorraçar o bando de Lampião de Mossoró.

A pequena cidade Rodolpho Fernandes, no Rio Grande do Norte, se estende por 154,8 km quadrado e contava com 4417 habitantes no último censo no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os habitantes da terra que homenageia o mártir da resistência são chamados de Rodolfo Fernandenses.

FINAL

Fonte:
Revista: BZZZ
Ano: 4
Nº: 51
Páginas: ... 27.
Mês: Setembro de 2017.
Digitado por José Mendes Pereira

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LAMPIÃO E DADÁ, FIGURINISTAS DO CANGAÇO...!

https://www.youtube.com/watch?v=boduo1kto-o&feature=youtu.be

Dadá foi quem iniciou o figurino colorido fabricando embornais cheios de cores e figuras. Lampião vendo isso, abraçou a ideia e passou a adotar enfeites e confeccionar a indumentária que marcou dali em diante a vestimenta do cangaço,. Eram dois estilistas que com suas criações enfeitaram a vida dura daqueles homens, trazendo-lhes o orgulho de pertencerem ao bando do Rei do Cangaço.
Publicado em 12 de dez de 2017
Dadá foi quem iniciou o figurino colorido fabricando embornais cheios de cores e figuras. Lampião vendo isso, abraçou a ideia e passou a adotar enfeites e confeccionar a indumentária que marcou dali em diante a vestimenta do cangaço,. Eram dois estilistas que com suas criações enfeitaram a vida dura daqueles homens, trazendo-lhes o orgulho de pertencerem ao bando do Rei do Cangaço.
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INDICAÇÃO DE LEITURA: O CABELEIRA / FRANKLIN TÁVORA

Kleber Marins

Antecessor de Lampião no Cangaço, quando criança ficou entre a brandura da mãe e a brutalidade do pai. José Gomes é o vulgo Cabeleira. Apavorando o sertão com sua pouca idade e seus longos cabelos ondulados. 

Já dizia a trova popular:

Minha mãe me deu 
Contas pra rezar;
Meu pai deu-me faca,
Para eu matar

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1937469042932471&set=gm.758472751028338&type=3&theater&ifg=1

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CABEÇAS DOS CANGACEIROS "SERRA BRANCA", SUA COMPANHEIRA "ELEONORA" E "AMEAÇA"

Por Sálvio Siqueira

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=775765532564001&set=gm.711203412377111&type=3&theater

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