Por: Alfredo Bonessi




Por: Alfredo Bonessi




Acervo do Guilherme Machado historiador
Cangaceiro
Caracol, preso em Salvador no ano de 1944 durante a entrevista com o sergipano
Joel Silveira. Vocês sabem porque alguns cangaceiros não foram presos (Sila e
Zé Sereno, por exemplo) e outros sim? Uns foram anistiados em 1938, outros
executados depois disso. Dadá foi absolvida em 1942 e outros, como Ângelo Roque
ficou preso entre 1940 e 1950. Pesquisar sobre o cangaço é muito importante.
Fonte: Cangaço
na Literatura.
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Por Luiz Ferraz Filho
Uma das mais confusas e esquecidas passagens sobre o período do cangaço é a morte de Levino Ferreira. Estive no local do combate juntamente com os amigos pesquisadores Geraldo Antônio Junior (pesquisador e youtuber), Fabiano Ferreira (historiador de Flores-PE) e João da Capoeira (membro do IHGPAJEU), onde colhemos alguns relatos de moradores descendentes de quem viu de perto o Combate da Baixa do Tenório, entre 4 e 5 de julho de 1925.
Lampião estava na Fazenda Melancia, município de Flores - PE, onde torturou o fazendeiro José Calú e liberou alguns viajantes que ele havia sequestrado na estrada. Depois partiu com seus cangaceiros até chegar na casa de Sebastião Cordeiro (Sebasto), morador da localidade Baixa do Juá, no Tenório. Lá foi bem recepcionado pelo fazendeiro onde jantou e encontrou dormida para todos. A casa ficava no pé da Serra Vermelha, marco divisório entre os municípios de Flores e Betânia, e onde existe um local conhecido por Furna de Lampião.
Na região encontramos o agricultor Raimundo Cordeiro, 79 anos, neto de Sebasto. 'Meu pai contava que Lampião estava muito desconfiado. Alguns cangaceiros jantaram e armaram rede para dormir nas árvores do terreiro da casa. Meu avô ofereceu uma rede, mas Lampião não quis e disse que iria ficar em pé. Quando foi meia noite ele disse que a casa estava cheirando a sangue e mandou os cangaceiros se levantarem. Saíram da casa e com pouco tempo o tiroteio começou', falou Raimundo Cordeiro. O combate foi contra a volante paraibana do tenente José Guedes que vinha em perseguição ao bando e acabou perdendo o seu sub-comandante, sargento Cícero de Oliveira, que tombou com um tiro na testa.
Várias versões já foram ditas e escritas sobre o Combate do Tenório (Baixa do Juá). Alguns escritores relatam que Levino morreu dentro da cozinha de uma casa na escuridão da noite. Uma segunda versão cita que o rastejador Belarmino Morais viu o vulto de um cangaceiro em cima do serrote de pedra gritando e atirou. Já outra versão sobre a morte de Levino diz que ele foi ferido no terreiro de uma casa, foi socorrido e morreu oito dias depois.
Na mesma região outro relato interessante encontramos do morador Luis Pereira da Silva (Luis de Puliça), nascido e criado no lugar e que foi nosso guia até o local do combate. Eles nos confidenciou uma versão local totalmente diferente das outras versões sobre a morte de Levino Ferreira. Segundo ele, os moradores mais velhos diziam que o combate aconteceu a tarde e no início da noite o irmão de Lampião foi ferido pela volante paraibana do tenente José Guedes. Ao ver o irmão ferido, o Rei do Cangaço - que já conhecia bastante o lugar - providenciou fazer o transporte do ferido nas costas rumo a furna da Serra Vermelha, enquanto outra parte do bando seguia atirando pela estrada para distrair e confundir a polícia. Transportado nas costas de um dos cangaceiros, Levino Ferreira faleceu no meio do caminho antes de chegar na furna da serra.
Quando amanheceu o dia, Lampião deu a ordem pra cortar a cabeça de Levino e mandou sepultar o corpo. Durante os anos seguintes nunca se soube o local exato ou qual a identidade dos três cangaceiros que faleceram no combate da Baixa do Juá, no Tenório. Sabe-se pela tradição oral dos moradores que um corpo foi sepultado embaixo de um juazeiro e outros dois corpos tiveram a ossada encontrada nos anos 60 e 70 no local do combate quando fizeram o alicerce para construir uma casa e no arado da terra para plantar. Vale ressaltar que anos depois há relatos de fragmentos de ossos humanos também encontrados na furna da serra que segundo moradores o cangaceiro Lampião se escondeu.
O corpo do cangaceiro sepultado no Juazeiro foi o único desenterrado posteriormente pelas volantes que chegaram na localidade dias após o combate. Uma moradora da época indicou o local para o capitão José Caetano e o tenente Higino Belarmino fazerem a identificação. Como estava sem a cabeça, não houve certeza na identificação.
Eis a dúvida. Porque sepultar o corpo de apenas um cangaceiro embaixo de um juazeiro e deixar os outros dois corpos de cangaceiros ao relento no campo de batalha sem nenhuma sepultura. Alguém pode até cogitar que esse corpo sepultado no juazeiro venha a ser o sargento Cícero de Oliveira, porém, a Força Volante encontrou o corpo sem a cabeça. Se fosse um policial volante não necessitaria de uma pessoa da região pra localiza-lo, pois, a própria volante já saberia o local e não utilizaria dessa prática de cortar a cabeça de um companheiro de farda. Pelo visto, esse corpo sepultado no juazeiro era um importante cangaceiro do reinado lampiônico. Seria este o corpo do famoso Levino Ferreira da Silva ???.
Luiz Ferraz Filho, Pesquisador ;Presidente da Comissão do Cariri Cangaço Serra Talhada
FONTE CONSULTADA:
(CARVALHO, Rodrigues de; Serrote Preto, Lampião e seus Sequazes)
(AMAURY, Antônio & FERREIRA, Vera; O Espinho de Quipá)
(FERRAZ, Marilourdes; O Canto do Acauã)
(MACIEL, Frederico Bezerra; Lampião, seu Tempo e seu Reinado)
(LIRA, João Gomes de; Memórias de um Soldado de Volante)
http://cariricangaco.blogspot.com/2021/05/combate-do-tenorio-e-o-corpo-de-levino.html
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Por Betina Moura
O cangaceiro
os usava para esconder a cegueira em um dos olhos.
Nos primeiros
dias de julho de 1925, o bando de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião (1898-1938),
fazia uma de suas muitas incursões pelo sertão pernambucano. Os cangaceiros
foram surpreendidos por agentes do governo e começou um tiroteio. Um dos
membros, Livino – o irmão mais novo de Lampião,
foi atingido. O líder reagiu. No confronto, um soldado atirou em um cacto e a
bala da escopeta fez com que um espinho fosse parar no olho direito de Lampião.
Livino acabou morrendo. Lampião, levado à cidade de Triunfo, perto do campo de batalha, foi atendido por um médico que retirou o espinho, mas não conseguiu salvar o olho do cangaceiro. Resultado: ele ficou cego de um olho. “O bom humor o impedia de esconder o problema, e ele brincava dizendo que não adiantava nada ter dois olhos, pois é preciso fechar um deles para atirar”, diz o pesquisador Antonio Amaury Correa de Araújo, autor de dez livros sobre a história do cangaço. O incidente transformou o cangaceiro em canhoto – ao menos na hora de atirar, mas não atrapalhou sua fama de justiceiro. E o levou a usar óculos até o fim da vida. “Os óculos, que aparecem em quase todas as fotos, escondiam a deficiência de quem não a conhecia e protegiam os olhos do sol escaldante do sertão”, diz Antonio. Há notícia de pelo menos três óculos diferentes – sobre um deles há a história, nunca confirmada, de que os aros eram de ouro.
Dois dos
óculos de Lampião, simples, redondos, de aro comum, foram deixados por
ele nas casas de pessoas que o abrigaram durante o chamado “ciclo de
Pernambuco”, antes de os cangaceiros cruzarem o rio São Francisco em direção à
Bahia, em agosto de 1928. Há cerca de oito anos foram doados por essas pessoas
à Casa de Cultura de Serra Talhada, em Pernambuco, onde se encontram até hoje.
Sobre os óculos que usava quando morreu, tudo indica que foram entregues para a polícia de Alagoas, que expôs as cabeças dos cangaceiros mortos após dizimar o grupo de Lampião numa emboscada na gruta do Angico, em Poço Redondo, Sergipe. No ataque-supresa, 11 cangaceiros foram mortos – entre eles, Lampião e sua mulher, Maria Bonita.
A própria
polícia promoveu a rapinagem do tesouro do bando. Ficaram com eles jóias,
dinheiro, perfumes e tudo o mais que tivesse valor – inclusive os óculos.
Extraído do
blog: "História Licenciatura"
http://hid0141.blogspot.com/2010/07/os-oculos-de-lampiao.html
Independente
do texto acima
Clique nos links abaixo para você ler os artigos que ainda não leu.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com/2011/12/inutil-guerra-de-portugal-na-africa.html#links
http://blogdomendesemendes.blogspot.com/2011/12/patativa-do-assare-genio-nordestino.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com/2011/12/antes-que-anoiteca-cronica.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com/2011/12/fivers-marcas-do-que-se-foi.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com/2011/12/nossa-querida-amiga-nely-sofre-avc.html
Por José Tavares de Araújo Neto
A casa grande
da Fazenda Dois Riachos, no município de Catolé do Rocha/PB, foi o principal
cenário dos acontecimentos narrados no livro "Ulysses Liberato, um
cangaceiro a serviço foi major Jose Inácio do Barro", ocorridos em
fevereiro de 1922.
Na manhã do dia
26, o terreiro desta casa foi tomado por um bando de cangaceiros, que sob o
comando de Sinhô Pereira e Ulysses Liberato, com a presença de Lampião e seus
irmãos Antonio e Livino, viria alterar de forma indelével a história do
cangaço.
https://www.facebook.com/
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Manoel M. Mattos.
A prostituta que
matou o cangaceiro José Maria de Oliveira do bando de Antônio Silvino. Era
prostituta independente e não tinha cafetão. Segundo a legenda, seu nome era Amélia Mendes da Silva.
https://www.facebook.com/groups/243768081416983/?multi_permalinks=347200254407098¬if_id=1695822891693811¬if_t=feedback_reaction_generic&ref=notif
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
https://www.facebook.com/groups/243768081416983/?multi_permalinks=347200254407098¬if_id=1695822891693811¬if_t=feedback_reaction_generic&ref=notif
http://blogdomendesemendes.blogspot.comPor Leonardo Ferraz Gominho
Na noite da última sexta-feira, dia 29 de setembro, um grupo formado por estudiosos do sertão nordestino, em reunião virtual, criaram a Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino – ABRAES -, que tem como sede a cidade de Floresta, no Sertão pernambucano.
Os sócios fundadores ocuparam as primeiras dezenove cadeiras. Outras 21 serão ocupadas, por meio de processo eleitoral, por membros que deverão demonstrar conhecimento em pelo menos uma das seguintes temáticas: cangaço, messianismo, genealogia de famílias sertanejas, geografia cultural sertaneja, religiosidade, regionalismo sertanejo, folclore sertanejo, musicalidade regional, festejos sertanejos/nordestinos, poesias, vaqueiros, culinária, personalidades sertanejas e outros temas comuns ao sertão nordestino.
Nasce a Academia com a finalidade não só de estudar e pesquisar os temas mencionados, mas, principalmente, para fomentar o desenvolvimento e a produção literária e cultural, a divulgação de artigos, livros e eventos com foco nessas temáticas.
Nesse sentido, a ABRAES buscará reconhecer valores e estimular novos talentos, valorizar e preservar a cultura nordestina, discutir e programar ações conjuntas com entidades governamentais e outras instituições, estimular o intercâmbio cultural entre entidades congêneres; promover palestras, encontros, seminários e afins, sobre as temáticas objeto da Academia; publicar antologias com artigos relativos às aludidas temáticas, outorgar prêmios literários; promover o congraçamento e a cidadania através da educação e cultura, da proteção e preservação da história e do patrimônio histórico material e imaterial regional.
Na ocasião da criação da Academia, por aclamação, foram eleitos e empossados os membros da Diretoria: Leonardo Ferraz Gominho (Presidente, patrono Luís Wilson), residente em Maceió; Dênis Artur de Barros Carvalho (Secretário-Geral, patrono Oswaldo Lamartine de Faria), residente em Floresta; Emmanuel Conserva de Arruda (Tesoureiro, patrono José Américo de Almeida), residente em João Pessoa; e Adriano de Carvalho Duarte (Diretor Cultural e de Relações Públicas, patrono Rodolfo Teófilo), residente em Jardim/CE.
A ABRAES tem o Conselho Fiscal formado por Gustavo Costa Farias (Presidente, patrono José Aloísio Brandão Vilela), residente em Maceió; Euclides José de Almeida Junior (Junior Almeida, patrono Ulysses Lins de Albuquerque), residente em Capoeiras/PE; André Luiz de Carvalho Nunes (patrono Daniel Parish Kidder), residente em Lauro de Freitas/BA; e Gilmar Teixeira dos Santos (suplente, patrono Cid Teixeira), residente em Feira de Santana/BA.
Além dos
componentes da Diretoria e do Conselho Fiscal, tomaram posse os seguintes
acadêmicos: Frederico Eduardo Pernambucano de Mello (residente em Recife,
patrono Gilberto de Mello Freyre), Ricardo Beliel (residente no Rio de Janeiro,
patrono Ariano Suassuna), Juliana Pereira (residente em Fortaleza, patronesse
Rachel de Queiroz), Severino Neto de Souza (Souza Neto, residente em Barro/CE,
patrono Abelardo Montenegro), Antonio Guimarães de Oliveira (residente em São
Luís/MA, patrono Nina Rodrigues), Angelo Osmiro Barreto (residente em
Fortaleza, patrono Paulo de Medeiros Gastão), Gutenberg Medeiros Costa
(residente em Nísia Floresta/RN, patrono Câmara Cascudo), Nivaldo Alves de
Carvalho (residente em Floresta, patronesse Benedita Maria de Carvalho Barros),
Leandro Cardoso Fernandes (residente em Teresina, patrono Napoleão Tavares
Neves), Yony de Sá Barreto Sampaio (residente em Recife, patrono José Guimarães
Duque), Ivanildo Alves da Silveira (residente em Natal, patrono Nertan Macedo).
A cadeiras ainda a serem ocupadas terão como patronos: Alvina Gameiro, Maria Isaura Pereira de Queiroz, Freire Alemão, Alcino Alves Costa, José de Alencar, Ranulpho Prata, Graciliano Ramos, Pereira da Costa, Barão de Studart, Padre Antônio Vieira, José Lins do Rego, Euclydes da Cunha, Aglae Lima de Oliveira, Pedro Calmon, Daniel Walker, William Palha Dias, João Brígido, João da Silva Feijó, Patativa do Assaré, Gustavo Barroso e Nelson Barbalho.
https://robertoalmeidacsc.blogspot.com/2023/09/pesquisadores-criam-academia-para.html?fbclid=IwAR1WPE9DAjlryKZ1UMNlCADG9FIb9a8gyLWcrz_QLnVGo2XUNNpbmsYZtfg
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Por Helton Araújo
Tenente
Ladislau Reis de Souza, popularmente conhecido como tenente Santinho, da
polícia baiana.
No registro
fotográfico vemos ele e sua volante chegando em Jeremoabo-BA, após 15 dias nas
caatingas à procura de Lampião e seu bando, em 1933.
A tradição
oral e uma grande linha de pesquisadores colocam o tenente Santinho como um dos
mais cruéis membros das forças volantes, essa linha de pesquisadores aponta
suas crueldades tão barbaras quando as praticadas pelos cangaceiros.
Santinho,
ficou enraizado na história do cangaço com o ato do suplício do cangaceiro
Venceslau Xavier, vulgo Baliza (cuidado para não confundir com José Dedé, vulgo
Baliza, morto na década de 20). Após ser detido e recambiado para a volante de
Santinho, Baliza sofreu todo tipo de torturas, até ter seu trágico fim ainda
agonizante em uma fogueira em chamas.
A volante de
Santinho também é responsável pela morte e decapitação do cangaceiro Açúcar.
Suas ações
contra aqueles que consideravam coiteiros também eram enérgicas e brutais.
Ladislau Reis,
o tenente Santinho, sobreviveu ao cangaço. Depois disso, quando saiu da PM, foi
prefeito por três vezes em Mata de São João, na Bahia, vindo a falecer no ano
de 1985.
E você
conhecia essa foto e a fama do Tenente Santinho?
https://www.facebook.com/groups/179428208932798/user/100075011314548/
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Por José Di Rosa Maria
Acompanhamento e Arranjo: Macote
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Por José G. Diniz.
Atos que não praticamos sozinho
Precisa preparação com paciência
Dar para poder receber essência
E não parar no meio do caminho
Sem pressa, devagar, devagarinho
Nesta pratica existe um segredo
No momento de fazer o chamego
Trate o peba, mastigue, sinta o cheiro
Excitação ainda é o melhor tempero
Para ela não ficar chupando dedo.
https://www.facebook.com/josegomesd
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Por Hélio Xaxá
Por Fatos na História - Cangaço e Nordeste
https://www.youtube.com/watch?v=1xWaAjGKN_o&ab_channel=FatosnaHist%C3%B3ria-Canga%C3%A7oeNordeste
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Por Helton Araújo
Na imagem
podemos ver a ex-cangaceira Otília Teixeira Lima, nas hostes do cangaço, ela
foi a primeira companheira do afamado cangaceiro Mariano Laurindo Granja.
Otilia estava
com o bando de Mariano, na Fazenda “Mucambo”, junto com “Pau Ferro”, “Criança”
e “Pai Velho”. Minutos após a chegada do grupo, dois cabras foram escalados
para arranjar montadas na vizinhança. Foi quando apareceu, de surpresa, o
contingente do sargento José Rufino, que, com 15 praças, vinha procurar pousada
na aludida fazenda.
Reconhecendo
os bandidos, a força entrou em tiroteio contra os mesmos, pondo-os em fuga,
depois de cerca de duas horas de fogo.
Otilia estava
descansando na casa da fazenda, quando começou a fuzilaria.
Receosa de ser
atingida pelos projéteis, ali deixou–se ficar, sendo finalmente presa e
conduzida ao cárcere. Mariano, seu velho companheiro conseguiu, habilmente,
cortar a retaguarda da força, fugindo à chuva de balas que se despejava sobre
eles.
Otília sofreu
todo tipo de abusos na cadeia de Jeremoabo-BA.
A foto é da
ocasião da filmagem do documentário "Memórias do Cangaço" de 1964.
Arquivo:
Thomaz Farkas
Agradecimento
pela imagem a : Guilherme
Velame Wenzinger
https://www.facebook.com/groups/414354543685373
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Por Fatos na História
Por Helton Araújo
David Jurubeba
e Margarida Jurubeba. Pioneiros fundadores da Igreja Batista em Serra Talhada
(PE). Ela entregou a sua vida para Jesus em 1931, através da pregação do
missionário L. L. Jonhson, quando o mesmo chegou a cavalo em visita a Floresta
(PE), onde residiam. Apesar das perseguições do pároco local, David hospedou o
missionário e permitiu a pregação do evangelho em sua casa.
David
Jurubeba, foi um dos mais ferrenhos nazarenos perseguidores de Lampião e seu
bando.
Um fato sobre
David Jurubeba que ficou muito conhecido, foi quando desafiou Lampião em meio a
um combate para saírem no mano a mano na faca.
Conhecia esse
fato sobre o David Jurubeba ?
https://www.facebook.com/groups/414354543685373
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Por Helton Araújo
Severino
Garcia Santos, vulgo Relâmpago, foi mais um que engrossou as fileiras do
cangaço. Apesar de ter sobrevivido ao hostil mundo do cangaço, Relâmpago já
idoso teve um fim triste e um tanto curioso.
Ele morreu no
prédio do INSS, quer saber o errado dessa história ?
Clica no link
que está logo aí abaixo
e assista nosso novo
vídeo postado no YouTube.
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Por Helton Araújo
Uns estão pelo
hype, eu estou pela história, não dedico horas e dias da minha vida por esse
tema atoa. Criei as mídias CANGAÇO ETERNO, não para valorizar crimes cometidos
por cangaceiros ou volantes, criei essa marca para preservar e propagar a
história de um povo que por muitos anos e por incrível que pareça em alguns
locais até hoje são esquecidos.
Não romantizo
o CANGAÇO, não acho Lampião herói, nem tão pouco coloco volantes em pedestais,
estudo incansavelmente para entender e difundir o contexto histórico da época.
Não irei me calar ou me intimidar por ataques de qualquer esfera que seja!
Meu
compromisso não é com política, não é com fanáticos por A ou B, seja nos dias
atuais ou na época do cangaço. Meu compromisso é única e exclusivamente com a
história. Não irei permitir, mesmo diante da minha pouca relevância no cenário
nacional, que essa história seja passada para gerações futuras com romantização
ou inverdades.
Em respeito a
grandes pesquisadores que já se foram como: Dr. Amaury, Alcino Alves, Sabino
Basseti, Dr. Napoleão Tavares, Paulo Gastão, entre outros tantos que dedicaram
suas vidas a esse tema. Continuarei com imparcialidade e respeito propagando
essa história.
E o nome é
CANGAÇO ETERNO para que jamais o sofrimento daquela gente seja esquecido e não
para eternizar ou idolatrar QUALQUER UM que tenha cometido os crimes.
Me chamo
Helton Silva de Araújo, nascido em Barueri, São Paulo, com muito orgulho, filho
de pais pernambucanos. Residente atualmente em Pernambuco e com mais orgulho
ainda de nas minhas veias correrem o sangue quente e destemido do Nordeste. Não
vai ser uma certidão de nascimento ou uma divisão territorial que vai me tornar
menos apaixonado pela história dessa terra que tanto amo.
Finalizo
dizendo que meu canal no YouTube só tem 2 anos e 10 meses, e se conquistei 68
mil inscritos nesse pequeno período de tempo não foi por acaso. Se hoje tenho o
respeito dos amigos pesquisadores sérios do tema, também não foi à toa.
Eu e meus
companheiros de pesquisa que de fato levam esse estudo a sério, seguiremos até
o fim com esse compromisso e você que também pensa assim é nosso convidado a
fazer parte desse time.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=327640539746321&set=gm.841027604351396&idorvanity=414354543685373
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Por José Mendes Pereira
Por onde anda o pesquisador e colecionador do cangaço o Dr. Ivanildo Alves da Silveira, que nunca mais o vi nas páginas da internet?
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