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quinta-feira, 28 de novembro de 2024

OS TIROS QUE ATINGIRAM LAMPIÃO, EM 28-7-1938 (Grota do Angico

Por Volta Seca

 


No Instituto Histórico de Maceió, existem as CARTUCHEIRAS (De Ombro e cintura), do Rei do cangaço, as quais, mostram as marcas de perfurações de balas. 


Um dos tiros, o atingiram na região peitoral, próximo ao mamilo esquerdo (coração), enquanto o outro (na cartucheira de cintura), o atingiu na região do baixo ventre.


Local do tiro na cartucheira da cintura que sofreu Lampião quando foi atacado pela volante do tenente João Bezerra da Silva, na Grota de Angico, no Estado de Sergipe, na madrugada de 28 de Julho de 1938.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta

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quarta-feira, 27 de novembro de 2024

JOANA RIBEIRO_IRMÃ DE DADÁ_PARTE 1

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=TuPj1XZLWkg

D. Joana Ribeiro, irmã de Dadá, fala um pouco de sua irmã e do cangaceiro Corisco.

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JOANA RIBEIRO_IRMÃ DE DADÁ_PARTE 2

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=gd6S1MMgSa0

"As volantes eram pior que os bandidos" Joana Ribeiro.

A difícil vida do sertanejo no tempo do cangaço, inclusive de familiares de cangaceiros.

Nem todo cangaceiro era cruel e nem todo volante era cruento, mas quem caísse nas mãos de um desses tava em maus Lençóis.

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ANTÔNIO E SILVINO VENTURA, CRIANÇAS QUE SOBREVIVERAM DA CHACINA DA FAZENDA DE PATOS.

 Por Helton Araújo

Antônio e Silvino Ventura, as crianças que sobreviveram a chacina da fazenda Patos.

Seus pais e irmãos foram sumariamente mortos e decapitados, por ordens de Corisco. O algoz das inocentes vítimas foi o cangaceiro Pedro Pau-Ferro, vulgo Velocidade.

Querem conhecer mais sobre essa história?

Clica no link abaixo e assista nosso vídeo.

https://youtu.be/IwGAfcpAGug?si=vAutFlYQnXc1R8oO

Desde já agradeço pelo apoio de todos vocês e Deus os abençoe.

https://draft.blogger.com/blog/post/edit/1718124674750994237/240661824872736032

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JOÃO NONATO, O CANGACEIRO GAVIÃO

    Por Helton Araújo

Esse é João Donato, vulgo Gavião. Este cangaceiro após preso deu depoimentos sobre sua vida no cangaço.

Nesse sentido fizemos um vídeo com outros depoimentos além desse. Para assistir o Link está logo ai abaixo.

https://youtu.be/7QxJgERy5gY?si=ZTGtop4pKlc5Rd9_

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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JOÃO FERREIRA, IRMÃO DE LAMPIÃO.

 Por Helton Araújo

Foto raríssima
João Ferreira, volta ao sertão pernambucano para rever familiares que não os via há mais de 37 anos.
Vejam o momento da despedida.
Fonte primária: Revista O CRUZEIRO
Data: 25/09/1973
Gostaram da imagem?

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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Ô VIDINHA BOA

Por Hélio Xaxá


Que bom acordar de manhãzinha
Sob o seu olhar macio de fé...
Recomeçar a lida na cozinha
No seu beijo quente de café...
Sair assobiando sua música
Levando seu sorriso pro trampo
Como se ele fosse a única
Ou a mais bela flor do campo...
De noite, então contente, voltaria
E feliz, os labores, esqueceria
Nas plumas dos seus abraços...
Assim eu viveria a vida inteirinha
Com um pouco de sorte, adivinha
Morreria pleno nos seus braços...
Ô vidinha boa...
Ô vidinha boa
Meu Deus!
Ô coisinha boa...
Ô coisinha boa
Os braços seus...

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2030396937409573&set=a.137800900002529

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terça-feira, 26 de novembro de 2024

GÊNIO DA ENGENHARIA

 Por Adelsomota

Filho de um padre e uma escrava, um gênio da engenharia, construidor de estradas, Ferrovias, portos, desbravou a Chapada Diamantina, construiu a estrada, Morro do Chapéu, a Barra do Rio Grande, hoje Barra, cortando o Sertão e integrando a Chapada Diamantina, aos sertões, atuou em nossa região, foi convocado pelo imperador em inúmeras missões, aqui no estado de, São Paulo. Elaborou o sistema de abastecimento de águas da Cantareira, hoje sistema cantareira de águas e abastecimentos, coordenou o sistema de Saneamento da Capital, construiu juntamente com seu primo, André Rebouças, a Ferrovia, Curitiba a Paranguâ no estado do Paraná, assim como o próprio porto de, Paranguâ seu nome está eternizado em nomes de, ruas e cidades em, São Paulo, Bahia, Paraná, Theodoro Fernandes Sampaio, AdelsoMota, Memorialista(segue seu histórico, O Dr. Teodoro Fernandes Sampaio (1855-1937) foi um Engenheiro, Geógrafo e Linguista Baiano.

Nascido no Engenho Canabrava, Bahia, pertencente ao visconde de Aramaré, (hoje localizado no município baiano de Teodoro Sampaio) era filho da escrava Domingas da Paixão do Carmo e do padre Manuel Fernandes Sampaio.

Foi alforriado assim que nasceu, educado pelo pai, estudou nas melhores escolas da Bahia do educador Abílio César Borges, Barão de Macaúbas e no Colégio Central da Bahia. Aos 23 anos, se forma no curso de Engenharia da Escola Politécnica do Rio de Janeiro em 1878, sendo ainda contratado como desenhista do Museu Nacional.

No mesmo ano visitou a mãe, já liberta da Escravidão e os irmãos, comprando, no ano seguinte, a carta de alforria de seu irmão Martinho, gesto que repete com os irmãos Ezequiel (1883) e Matias (em 1885).

Em 1880 integra a "Comissão Hidráulica", nomeada pelo imperador Dom Pedro II, sendo o único engenheiro brasileiro entre norte-americanos. Também realizou o trabalho de prolongamento da linha férrea de Salvador ao São Francisco (1883)

Sendo um amante das ciências, o próprio Imperador Dom Pedro II fazia consultas com Sampaio acerca da Flora e da Fauna Brasileira, discutiam acerca de vários temas da cultura brasileira, em especial sobre a linguística dos índios Tupi. Na área da linguística, escreveu sobre a influência do tupi na língua portuguesa falada no Brasil com a obra "O Tupi na Geographia Nacional" (Sampaio 1901)

A convite de Orville Derby, que conhecera numa expedição aos sertões sanfranciscanos, participa da Comissão Geográfica e Geológica que realiza primeira medição de base geodésica do Brasil sendo esta executada no Estado de São Paulo em 1889. Ali, dentre outras realizações, participa em 1891 da Companhia Cantareira (engenheiro-chefe), é nomeado Diretor e Engenheiro Chefe do Saneamento do Estado de São Paulo (de 1899 a 1904).

Foi, em 1894, um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo; membro do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (1898), que presidiu em 1922; sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1902). Participou da fundação da Escola Politécnica, como parte da comissão do governo estadual composta por ele e Francisco Sales de Oliveira cujo resultado foi a lei de fundação da instituição, em 1893

Teodoro Sampaio, filho de uma escrava negra, foi um dos maiores pensadores brasileiros de seu tempo. Engenheiro por profissão, legou-nos uma bibliografia de vasta erudição geográfica e histórica sobre a contribuição das bandeiras paulistas na formação do território nacional, entre outros temas. Igualmente digna de consideração foi sua contribuição ao estudo de vários rios brasileiros, de pinturas rupestres em sítios arqueológicos nacionais, do tupi na geografia brasileira e da geologia no País. Neste campo, a geologia brasileira, participou de momentos marcantes, como a expedição de Orville Derby ao vale do rio São Francisco e de comissões específicas. Além disso, foi grande amigo de Euclides da Cunha, e auxiliou o escritor com conhecimentos sobre o sertão baiano na elaboração do livro Os Sertões.

Seu nome figura na memória intelectual do País ao lado de Capistrano de Abreu, Joaquim Nabuco, Nina Rodrigues e outros do mesmo patamar. Em sua memória, foram batizados dois municípios brasileiros (na Bahia e em São Paulo) e também uma importante rua da cidade de São Paulo)

Fonte: Baianos Ilustres, Antônio Loureiro de Souza, Salvador, 1949. /História de D Pedro II - Página 710 de Pedro Calmon.

 https://www.facebook.com/adelsomota.mota

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LAMPIÃO E O FOGO DE SERRA GRANDE NO SERTÃO PERNAMBUCANO.

 Por Silas Cabral de Lima Filho

Há 98 anos, no dia 26 de Novembro de 1926, acontecia o que para muitos foi o maior combate de toda a história do cangaço.

Chefiados por Virgulino Ferreira da Silva, o vulgo Lampião, seu irmão Antônio Ferreira, seu braço direito, Sabino das Aboboras, ou Sabino Gomes, e demais cangaceiros, atraíram as forças volantes, que estavam em seu encalco, para uma emboscada na Serra Grande. 

Com uma posição privilegiada, por estar em terreno alto na serra, os cangaceiros esperavam as volantes que decidiam se iam subir a serra com 260 soldados ,pois sabiam que eram uma emboscada. Entre as fileiras das Volantes se destacavam o Tenente Higino, que tinha um plano de arrodear a serra e pegar os cangaceiros pela retaguarda. Contudo, os outros comandantes de volantes, Sargento Arlindo Rocha e Cabo Manoel Neto, foram contra. Manoel Neto teria dito que "veio pra brigar e queria brigar logo". Arlindo Rocha teria dito que já iria subir porque iria "almoçar bala". O combate começou as 8:45 da manhã e terminou quase as 18:00 horas. Foi um desastre para as forças volantes. Manoel Neto teve as pernas varada de bala e Lampião teria dito: "PERDEU A FAMA CACHORRO AZEDO !" Mesmo carregado, Manoel Neto não parava de atirar. Arlindo Rocha recebeu um balaço na mandíbula e "almoçou bala" como teria dito. Esse ferimento fez com que mais tarde Arlindo reestruturasse sua mandíbula com metais, o que lhe rendeu apelido de "mandíbula de prata". Outros soldados sucumbiram e muitos escaparam baleados. Há relatos de soldados com o bucho varado e com os intestinos na mão. Do lado dos cangaceiros ninguém morreu e Lampião ganhou fama de invencível. Contudo, depois deste combate, praticamente nada mais deu certo nos objetivos de Lampião até que em Agosto de 1928 o mesmo atravessa o Rio São Francisco para o lado da Bahia para começar uma nova fase do cangaço.

 https://www.facebook.com/photo/?fbid=9168281579848524&set=a.139462749397164

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O RELÓGIO DA MATRIZ

 Clerisvaldo B. Chagas, 25 de novembro de 2024

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.152

MATRIZ DE SENHORA SANTANA.

Sim, ele veio da reforma 1949-1953, da Matriz de Senhora Santana, em Santana do Ipanema. Representava um dos grandes charmes da torre de 35 metros que encantava a região sertaneja. Em cada uma das quatro faces da torre, um enorme mostrador que ajudou em muito o comércio local e a população. Passou a ser a hora oficial da cidade e os comerciantes abriam e fechavam o comércio baseados nos seus quatro mostradores. Assim o, Comércio abria as 7.30 horas e puxava para o fechamento às 11.30. Parada para o almoço.  Reabria a 13.30 e seguia para o fechamento às 17.30.  Uma marreta automática batia as horas em um sino sem badalo e o som era ouvido por toda periferia de Santana e por alguns sítios rurais com as Tocaias.

Lá da Rua Antônio Tavares, dava para avistar a hora e, nesse caso fomos muitas vezes para defronte à casa do Senhor Severino (pai de Valda) e que dava para enxergar bem as horas na Matriz. O relógio gigante parecia regular a hora de todos em Santana do Ipanema. Depois que deu o prego, pronto. Muito difícil se dá um jeito em coisa tão antiga. Sobre sua origem, nada ficou registrado, bem como as origens dos sinos no compartimento imediatamente inferior. Entretanto o relógio da Matriz nunca foi retirado da parede. Mesmo parado há décadas, continua ocupando seu espaço antigo como quem diz: “Daqui não saio, daqui ninguém me tira”. Funcionando ou não, mantém a beleza intacta da torre. Inúmeras vezes foi o meu guia nas idas para o Grupo Padre Francisco Correia e nas aberturas e fechamentos da loja de tecidos de meu pai, no Comércio.

Sim que a Igreja Matriz toda sempre foi o cartão postal do nosso município na sua totalidade. O relógio podia até nem chamar atenção, mas sua utilidade era praticamente escravagista das incontáveis consultas públicas. Já ouvi suas badaladas encolhido na torre dos sinos. Morto de medo, é verdade. E no romantismo do inverno, quando as andorinhas sentavam no alto da torre e no sobrado do meio da rua, as fortes badaladas da casa do relógio, faziam-nas voltar a rodear a torre com seus piados característicos. E se você viu que andorinhas, relógio e torre eram tão românticos no inverno, não pode imaginar também a expectativa do verão.

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O ROMANCE QUE NÃO FOI ESCRITO.

 Clerisvaldo B. Chagas, 22 de novembro de 2024

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.151

Sim, todos aqueles personagens que moravam perto do rio Ipanema, naquela rua sem calçamento, repleta de barro de louça, sabiam de sobra o que era a pobreza e a miséria. Alípio, Tributino, Mário Nambu, Zefinha, Antônia, Abelardo, Arnaldo, jisus, a prostituta Tina e a vasculhadora de casa Maria Lula. Estamos falando dos anos 50-60, em Santana do Ipanema. Oscar Silva já havia escrito um romance Maceió-Sertão, mas havia sido há mais de trinta anos passado: “Água do Panema”. Estou lamentando que nem eu, por não ter pensado nisso antes, e nem outro escritor da terra, fez um romance com os personagens acima, narrando o cotidiano daquele lugar. Falei várias vezes em crônicas e vou lembrar novamente Maria Lula. Todos moravam defronte do curral de gado do senhor José Quirino.

POVO DA BEIRA DO RIO (FOTO: JEANE CHAGAS).

Na última casa da rua, casa pequena e de taipa, Maria Lula vivia sozinha. Olhos azuis, alta, forte, branca galega, parecia uma alemã. De modo grosseiros, não era bonita. Sempre estava indo ao Ipanema, lavar a roupa e apanhar água para beber. Transportava pote de barro com água de cacimba, ou no ombro ou na cabeça, com rodilha. Era convidada pelas casas de pessoas abastadas, para vasculhar a casa, usando vassoura de palha e vara comprida. Vez em quando, Maria Lula tomava uma bicada de “cana”, o que a deixava mais vermelha do que chapéu de mestra de pastoril. Maria Lula também podia abastecer alguém com água do pote.

E bem que um romance de amor naquele terreno escorregadio de inverno, seria interessante: Maria Lula, vasculhadora; Mário Nambu cantor; Tributino, pescador; Zefinha, engomadeira; Antônia, lavadeira; Alípio, ébrio e ex-jogador do Ipanema; Jisus, carregador de sacos; a vizinhança: Genésio, sapateiro, Zé Preto e Joaquim, manganheiros, Silvino Sombrinha, consertador de guarda-chuva; Santana e Carrito, bodegueiros; Tina, prostituta; Caçador, policial civil; Zé Limeira, fazedor de malas; Nego Tonho, muito novo.... Veja que romance supimpa! Quem sabe...  Quem sabe...  Quem sabe!

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A MORTE E TRAIÇÃO DE JOCA BERNARDO | CNL | 1076.

Por O Cangaço na Literatura - Robério Santos

https://www.youtube.com/watch?v=2ycihaAzZu4


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ENTREVISTA COM JOCA BERNARDO RELATO DO HOMEM MAIS POLÊMICO NO PERÍODO DO CANGAÇO

 Por Na Rota do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=RiHmLC2En2k&t=88s

#cangaço #lampião rei do cangaço #Joca Bernardo #Grota do Angico #Pedro de Cândido #cangaço no nordeste imagens ilustradas extraídas da internet Entrevista extraída do blog Caiçara dos rios dos ventos http://meneleu.blogspot.com/2016/02/o... Narração e dublagens Sizinho Junior Conheça nosso grupo do facebook NA ROTA DO CANGAÇO   / 635306490722005  

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ONDE ESTAVAM ADÍLIA E CANÁRIO NO DIA QUE LAMPIÃO TOMBOU?

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=Bt4cKCYbh-g

Segundo vídeo com Adília, gravado pela comitiva da SBEC em 2001, onde ela fala entre outras coisas, como era Lampião no bando e onde ela estava no dia em que Lampião foi morto. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com #lampiao #cangaço #maria bonita

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ADÍLIA - "QUEM TRAÍA, MORRIA".

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=ni0p590zHI8

No terceiro e último vídeo da série, gravado pela comitiva da SBEC em 2001, Adília fala de vários assuntos da época do cangaço, entre eles filhos, roupas, traição e porque saiu da escola. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com #lampiao #cangaço #maria bonita #cangaceiros

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NOTA DE FALECIMENTO!

Por blogdomendesemendes e Relembrando Mossoró
Foto do Relembrando Mossoró

O blogdomendesemendes e Relembrando Mossoró vêm comunicar o falecimento de dona Maria Elizani Fernandes da Silva, vulgo Galega. A mesma residia no conjunto Abolição IV. Era mãe de Kaio César, que trabalha na Livraria Arte e Saber. Nossos sentimentos aos familiares e amigos.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=919031540197889&set=a.103305001770551

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segunda-feira, 25 de novembro de 2024

COMO É QUE UM PAÍS COMO O BRASIL PODE PRODUZIR FRUTOS DE PRIMEIRA QUALIDADE SE AS FIGUEIRAS SÃO PODRES?

 Por José Mendes Pereira

O Brasil não pode formar adolescentes honestos porque o congresso nacional (com letras minúsculas), a maior parte dos congressistas é banda podre?

O bando de desonestos do congresso nacional diz que nada pode fazer pela educação, saúde e segurança, porque não tem dinheiro. Se o bando de desonestos roubou tudo e nada é devolvido? Como é que o Brasil tem dinheiro para cuidar disso?

Todos os ladrões acusados irão ficar impunes, além do mais, mangando da "gente". 

Não devolveremos nada, bandos de brasileiros bestas! 

Estamos aguardando os seus votos para o próximo ano."

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COLCHETE E JARARACA EM MOSSORÓ, NO RIO GRANDE DO NORTE

 Por José Mendes Pereira

https://www.youtube.com/watch?v=5d3Obey-zLo

Quando o ex-cangaceiro Colchete foi alvejado pelos defensores da cidade de Mossoró, na tarde de 13 de junho de 1927, frente à casa do ex-prefeito o coronel Rodolfo Fernandes, na Avenida Alberto Maranhão, vendo-o no chão, já morto, o José Leite de Santana, alcunhado no mundo do crime "Jararaca" foi até ao falecido, para tentar recuperar a sua arma e seus equipamentos de trabalho do crime, e ao chegar próximo, foi duas vezes baleado

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Pal%C3%A1cio-da-Resist%C3%AAncia-Mossor%C3%B3.jpg

Ferido no peito (comprovado na foto), e não tendo mais condições de lutar ali com os seus comparsas contra Mossoró, saiu de mansinho, tentando chegar até ao coito que toda equipe de Lampião havia feito na localidade denominada (Saco). 

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1597074430452679&set=pcb.1597074627119326

E como os ferimentos eram graves resolveu chegar até a ponte de trem, e por lá, permaneceu até o dia seguinte, e foi encontrado por um morador, ao qual ofereceu três contos de réis para ocultá-lo e ir à cidade, e comprar medicamentos para o salvo tratamento. Segundo fonte que eu li, o homem matou-lhe a sede, e o escondeu no pontilhão. 

Mas o dito senhor foi direto para as autoridades policiais, e comunicou (dia 14), que nas proximidades da ponte de trem, tinha um homem que possivelmente pertencia ao grupo do famigerado capitão Lampião. A força policial foi até lá, e constatou que era mesmo homem do capitão. Jararaca não usou resistência e, foi preso e levado para a Cadeia Pública de Mossoró. 

http://honoriodemedeiros.blogspot.com/2012/08/o-ataque-de-lampiao-mossoro-como-era.html

Nos dias que esteve preso na cadeia de Mossoró melhorou muito, mas se queixava de não ficar bom, as autoridades negavam-lhe o santo remédio que seria pimenta malagueta para curar os ferimentos. 

Quando vivo, prestou declarações ao jornal "A REPÚBLICA" de Natal-RN. Segundo ele, entrou para o cangaço do capitão Lampião com oito homens, e nasceu no dia 5 de maio de 1901, no município de Pajeú de Flores. no Estado de Pernambuco. No ano de 1921, foi soldado do exército em Maceió. Sempre foi respeitado pelo seu bando, uma espécie de líder. 

Mas o amigo cangaceiro após a sua prisão, ficou sem saber qual seria o seu destino a partir dali. E finalmente, o Jararaca faleceu na noite do dia 19 de junho de 1927, aos 26 anos de idade. 

LEIAM O QUE ESCREVEU VALDECIR ALVES

O CANGACEIRO DO BANDO DE LAMPIÃO JARARACA FOI MARTIRIZADO PELA POLÍCIA E ENTERRADO VIVO NA COVA QUE ELE MESMO FOI OBRIGADO A CAVAR - VIROU SANTO POPULAR - É A SÍNTESE DA RESISTÊNCIA POIS UNE EM SI O MESSIANISMO E O CANGAÇO! NO TRIBUNAL POPULAR DA HISTÓRIA OS CORONEIS FORAM OS DERROTADOS. 

"O povo tem a chave das portas do paraíso, além de ser o poder originário nos países democráticos. Só santifica quem quer, numa espécie de democracia celestial. Assim, os oprimidos do povo, as vítimas da opressão e das injustiças, os mártires... acabam sendo santificados, cultuados, obrando seus milagres e paradoxos acontecem. No Nordeste do Brasil, em que o messianismo e o cangaço foram formas de resistência aos coronéis feudais, O cangaceiro do bando de Lampião Jararaca, sintetiza em si as duas formas de enfrentamento. Foi cangaceiro do bando de lampião. Tinha tal nome por ser muito impulsivo e brutal. Mas capturado pela polícia, após o  bando de Lampião tentar invadir Mossoró, em 13/06/1927, acabou por ser levado ao cemitério, obrigado a cavar sua própria cova e foi enterrado vivo. TAL MARTÍRIO LEVOU O POVO A SANTIFICÁ-LO. Os coronéis venceram Lampião, mas o museu é do Cangaço, do contrário ninguém iria ao museu dos coronéis, e o herói, santo e martirizado foi o cangaceiro. NO FINAL O OPRIMIDO PELO PODER, TAMBÉM É MEMBRO DO POVO. O POVO QUE TEM O PODER COLETIVO, DONO DO IMAGINÁRIO POPULAR, santificou quem quis e os coronéis perderam a guerra. É A JUSTIÇA QUE SE FAZ PELO JULGAMENTO DO TRIBUNAL DA HISTÓRIA. Os cangaceiros, heróis no imaginário popular são os vencedores. UMA MENSAGEM PARA OS QUE ABUSAM DO PODER TEREM MAIS CUIDADO E DESCOBRIREM QUE NÃO SÃO TÃO PODEROSOS ASSIM!

Abaixo pequeno documentário de 03 minutos sobre essa fenômeno sociológico da história do Brasil, A SANTIFICAÇÃO POPULAR DO CANGACEIRO JARARACA, dirigido por mim,veja e compartilhe:".

https://valdecyalves.blogspot.com/2014/05/o-cangaceiro-do-bando-de-lampiao.html

Não podemos dizer que ele mereceu uma morte tão terrível, na minha humilde opinião, seu assassinato foi exagerado. Traíram-no, levando-o para o abate, como se fosse um animal.

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LANÇAMENTO DE LIVRO...

 Por Julierme Do Nascimento Wanderley

No dia 1º de fevereiro, na antiga Fazenda Pacatuba, localizada no município de Sapé-PB, será lançado o primeiro livro da série "As Façanhas do Cangaceiro Antônio Silvino, O Rifle de Ouro" – Volume I: A Hecatombe da Usina Santa Filonila.

Venha e se surpreenda!

https://www.facebook.com/photo/?fbid=942120534506370&set=a.109191361132629

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