Por Volta Seca
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quinta-feira, 28 de novembro de 2024
OS TIROS QUE ATINGIRAM LAMPIÃO, EM 28-7-1938 (Grota do Angico
quarta-feira, 27 de novembro de 2024
JOANA RIBEIRO_IRMÃ DE DADÁ_PARTE 1
Por Aderbal Nogueira
JOANA RIBEIRO_IRMÃ DE DADÁ_PARTE 2
Por Aderbal Nogueira
"As
volantes eram pior que os bandidos" Joana Ribeiro.
A difícil vida
do sertanejo no tempo do cangaço, inclusive de familiares de cangaceiros.
Nem todo
cangaceiro era cruel e nem todo volante era cruento, mas quem caísse nas mãos
de um desses tava em maus Lençóis.
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ANTÔNIO E SILVINO VENTURA, CRIANÇAS QUE SOBREVIVERAM DA CHACINA DA FAZENDA DE PATOS.
Por Helton Araújo
Antônio e Silvino
Ventura, as crianças que sobreviveram a chacina da fazenda Patos.
Seus pais e irmãos
foram sumariamente mortos e decapitados, por ordens de Corisco. O algoz das
inocentes vítimas foi o cangaceiro Pedro Pau-Ferro, vulgo Velocidade.
Querem conhecer mais
sobre essa história?
Clica no link abaixo
e assista nosso vídeo.
https://youtu.be/IwGAfcpAGug?si=vAutFlYQnXc1R8oO
Desde já agradeço
pelo apoio de todos vocês e Deus os abençoe.
https://draft.blogger.com/blog/post/edit/1718124674750994237/240661824872736032
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JOÃO NONATO, O CANGACEIRO GAVIÃO
Por Helton Araújo
Esse é João Donato,
vulgo Gavião. Este cangaceiro após preso deu depoimentos sobre sua vida no
cangaço.
Nesse sentido fizemos
um vídeo com outros depoimentos além desse. Para assistir o Link está logo ai
abaixo.
https://youtu.be/7QxJgERy5gY?si=ZTGtop4pKlc5Rd9_
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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JOÃO FERREIRA, IRMÃO DE LAMPIÃO.
Por Helton Araújo
Ô VIDINHA BOA
Por Hélio Xaxá
terça-feira, 26 de novembro de 2024
GÊNIO DA ENGENHARIA
Por Adelsomota
Filho de um
padre e uma escrava, um gênio da engenharia, construidor de estradas,
Ferrovias, portos, desbravou a Chapada Diamantina, construiu a estrada, Morro
do Chapéu, a Barra do Rio Grande, hoje Barra, cortando o Sertão e integrando a
Chapada Diamantina, aos sertões, atuou em nossa região, foi convocado pelo
imperador em inúmeras missões, aqui no estado de, São Paulo. Elaborou o sistema
de abastecimento de águas da Cantareira, hoje sistema cantareira de águas e
abastecimentos, coordenou o sistema de Saneamento da Capital, construiu
juntamente com seu primo, André Rebouças, a Ferrovia, Curitiba a Paranguâ no
estado do Paraná, assim como o próprio porto de, Paranguâ seu nome está
eternizado em nomes de, ruas e cidades em, São Paulo, Bahia, Paraná, Theodoro
Fernandes Sampaio, AdelsoMota, Memorialista(segue seu histórico, O Dr. Teodoro
Fernandes Sampaio (1855-1937) foi um Engenheiro, Geógrafo e Linguista Baiano.
Nascido no
Engenho Canabrava, Bahia, pertencente ao visconde de Aramaré, (hoje localizado
no município baiano de Teodoro Sampaio) era filho da escrava Domingas da Paixão
do Carmo e do padre Manuel Fernandes Sampaio.
Foi alforriado
assim que nasceu, educado pelo pai, estudou nas melhores escolas da Bahia do
educador Abílio César Borges, Barão de Macaúbas e no Colégio Central da Bahia.
Aos 23 anos, se forma no curso de Engenharia da Escola Politécnica do Rio de
Janeiro em 1878, sendo ainda contratado como desenhista do Museu Nacional.
No mesmo ano
visitou a mãe, já liberta da Escravidão e os irmãos, comprando, no ano
seguinte, a carta de alforria de seu irmão Martinho, gesto que repete com os
irmãos Ezequiel (1883) e Matias (em 1885).
Em 1880 integra
a "Comissão Hidráulica", nomeada pelo imperador Dom Pedro II, sendo o
único engenheiro brasileiro entre norte-americanos. Também realizou o trabalho
de prolongamento da linha férrea de Salvador ao São Francisco (1883)
Sendo um
amante das ciências, o próprio Imperador Dom Pedro II fazia consultas com
Sampaio acerca da Flora e da Fauna Brasileira, discutiam acerca de vários temas
da cultura brasileira, em especial sobre a linguística dos índios Tupi. Na área
da linguística, escreveu sobre a influência do tupi na língua portuguesa falada
no Brasil com a obra "O Tupi na Geographia Nacional" (Sampaio 1901)
A convite de
Orville Derby, que conhecera numa expedição aos sertões sanfranciscanos,
participa da Comissão Geográfica e Geológica que realiza primeira medição de
base geodésica do Brasil sendo esta executada no Estado de São Paulo em 1889.
Ali, dentre outras realizações, participa em 1891 da Companhia Cantareira
(engenheiro-chefe), é nomeado Diretor e Engenheiro Chefe do Saneamento do
Estado de São Paulo (de 1899 a 1904).
Foi, em 1894,
um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo; membro do
Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (1898), que presidiu em 1922; sócio
do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1902). Participou da fundação
da Escola Politécnica, como parte da comissão do governo estadual composta por
ele e Francisco Sales de Oliveira cujo resultado foi a lei de fundação da
instituição, em 1893
Teodoro
Sampaio, filho de uma escrava negra, foi um dos maiores pensadores brasileiros
de seu tempo. Engenheiro por profissão, legou-nos uma bibliografia de vasta
erudição geográfica e histórica sobre a contribuição das bandeiras paulistas na
formação do território nacional, entre outros temas. Igualmente digna de
consideração foi sua contribuição ao estudo de vários rios brasileiros, de
pinturas rupestres em sítios arqueológicos nacionais, do tupi na geografia
brasileira e da geologia no País. Neste campo, a geologia brasileira,
participou de momentos marcantes, como a expedição de Orville Derby ao vale do
rio São Francisco e de comissões específicas. Além disso, foi grande amigo de
Euclides da Cunha, e auxiliou o escritor com conhecimentos sobre o sertão
baiano na elaboração do livro Os Sertões.
Seu nome
figura na memória intelectual do País ao lado de Capistrano de Abreu, Joaquim
Nabuco, Nina Rodrigues e outros do mesmo patamar. Em sua memória, foram
batizados dois municípios brasileiros (na Bahia e em São Paulo) e também uma
importante rua da cidade de São Paulo)
Fonte: Baianos
Ilustres, Antônio Loureiro de Souza, Salvador, 1949. /História de D Pedro II -
Página 710 de Pedro Calmon.
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LAMPIÃO E O FOGO DE SERRA GRANDE NO SERTÃO PERNAMBUCANO.
Por Silas Cabral de Lima Filho
Há 98 anos, no
dia 26 de Novembro de 1926, acontecia o que para muitos foi o maior combate de
toda a história do cangaço.
Chefiados por Virgulino Ferreira da Silva, o vulgo Lampião, seu irmão Antônio Ferreira, seu braço direito, Sabino das Aboboras, ou Sabino Gomes, e demais cangaceiros, atraíram as forças volantes, que estavam em seu encalco, para uma emboscada na Serra Grande.
Com uma posição privilegiada, por estar em terreno alto na serra,
os cangaceiros esperavam as volantes que decidiam se iam subir a serra com 260
soldados ,pois sabiam que eram uma emboscada. Entre as fileiras das Volantes se
destacavam o Tenente Higino, que tinha um plano de arrodear a serra e pegar os
cangaceiros pela retaguarda. Contudo, os outros comandantes de volantes,
Sargento Arlindo Rocha e Cabo Manoel Neto, foram contra. Manoel Neto teria dito
que "veio pra brigar e queria brigar logo". Arlindo Rocha teria dito
que já iria subir porque iria "almoçar bala". O combate começou as
8:45 da manhã e terminou quase as 18:00 horas. Foi um desastre para as forças
volantes. Manoel Neto teve as pernas varada de bala e Lampião teria dito:
"PERDEU A FAMA CACHORRO AZEDO !" Mesmo carregado, Manoel Neto não
parava de atirar. Arlindo Rocha recebeu um balaço na mandíbula e "almoçou
bala" como teria dito. Esse ferimento fez com que mais tarde Arlindo
reestruturasse sua mandíbula com metais, o que lhe rendeu apelido de
"mandíbula de prata". Outros soldados sucumbiram e muitos escaparam
baleados. Há relatos de soldados com o bucho varado e com os intestinos na mão.
Do lado dos cangaceiros ninguém morreu e Lampião ganhou fama de invencível.
Contudo, depois deste combate, praticamente nada mais deu certo nos objetivos
de Lampião até que em Agosto de 1928 o mesmo atravessa o Rio São Francisco para
o lado da Bahia para começar uma nova fase do cangaço.
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O RELÓGIO DA MATRIZ
Clerisvaldo B. Chagas, 25 de novembro de 2024
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.152
Sim, ele veio
da reforma 1949-1953, da Matriz de Senhora Santana, em Santana do Ipanema.
Representava um dos grandes charmes da torre de 35 metros que encantava a
região sertaneja. Em cada uma das quatro faces da torre, um enorme mostrador
que ajudou em muito o comércio local e a população. Passou a ser a hora oficial
da cidade e os comerciantes abriam e fechavam o comércio baseados nos seus
quatro mostradores. Assim o, Comércio abria as 7.30 horas e puxava para o
fechamento às 11.30. Parada para o almoço. Reabria a 13.30 e seguia
para o fechamento às 17.30. Uma marreta automática batia as horas em
um sino sem badalo e o som era ouvido por toda periferia de Santana e por
alguns sítios rurais com as Tocaias.
Lá da Rua
Antônio Tavares, dava para avistar a hora e, nesse caso fomos muitas vezes para
defronte à casa do Senhor Severino (pai de Valda) e que dava para enxergar bem
as horas na Matriz. O relógio gigante parecia regular a hora de todos em
Santana do Ipanema. Depois que deu o prego, pronto. Muito difícil se dá um
jeito em coisa tão antiga. Sobre sua origem, nada ficou registrado, bem como as
origens dos sinos no compartimento imediatamente inferior. Entretanto o relógio
da Matriz nunca foi retirado da parede. Mesmo parado há décadas, continua
ocupando seu espaço antigo como quem diz: “Daqui não saio, daqui ninguém me
tira”. Funcionando ou não, mantém a beleza intacta da torre. Inúmeras vezes foi
o meu guia nas idas para o Grupo Padre Francisco Correia e nas aberturas e
fechamentos da loja de tecidos de meu pai, no Comércio.
Sim que a Igreja Matriz toda sempre foi o cartão postal do nosso município na sua totalidade. O relógio podia até nem chamar atenção, mas sua utilidade era praticamente escravagista das incontáveis consultas públicas. Já ouvi suas badaladas encolhido na torre dos sinos. Morto de medo, é verdade. E no romantismo do inverno, quando as andorinhas sentavam no alto da torre e no sobrado do meio da rua, as fortes badaladas da casa do relógio, faziam-nas voltar a rodear a torre com seus piados característicos. E se você viu que andorinhas, relógio e torre eram tão românticos no inverno, não pode imaginar também a expectativa do verão.
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O ROMANCE QUE NÃO FOI ESCRITO.
Clerisvaldo B. Chagas, 22 de novembro de 2024
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.151
Sim, todos
aqueles personagens que moravam perto do rio Ipanema, naquela rua sem
calçamento, repleta de barro de louça, sabiam de sobra o que era a pobreza e a
miséria. Alípio, Tributino, Mário Nambu, Zefinha, Antônia, Abelardo, Arnaldo,
jisus, a prostituta Tina e a vasculhadora de casa Maria Lula. Estamos falando
dos anos 50-60, em Santana do Ipanema. Oscar Silva já havia escrito um romance
Maceió-Sertão, mas havia sido há mais de trinta anos passado: “Água do Panema”.
Estou lamentando que nem eu, por não ter pensado nisso antes, e nem outro
escritor da terra, fez um romance com os personagens acima, narrando o
cotidiano daquele lugar. Falei várias vezes em crônicas e vou lembrar novamente
Maria Lula. Todos moravam defronte do curral de gado do senhor José Quirino.
Na última casa
da rua, casa pequena e de taipa, Maria Lula vivia sozinha. Olhos azuis, alta,
forte, branca galega, parecia uma alemã. De modo grosseiros, não era bonita.
Sempre estava indo ao Ipanema, lavar a roupa e apanhar água para beber.
Transportava pote de barro com água de cacimba, ou no ombro ou na cabeça, com
rodilha. Era convidada pelas casas de pessoas abastadas, para vasculhar a casa,
usando vassoura de palha e vara comprida. Vez em quando, Maria Lula tomava uma
bicada de “cana”, o que a deixava mais vermelha do que chapéu de mestra de
pastoril. Maria Lula também podia abastecer alguém com água do pote.
E bem que um romance de amor naquele terreno escorregadio de inverno, seria interessante: Maria Lula, vasculhadora; Mário Nambu cantor; Tributino, pescador; Zefinha, engomadeira; Antônia, lavadeira; Alípio, ébrio e ex-jogador do Ipanema; Jisus, carregador de sacos; a vizinhança: Genésio, sapateiro, Zé Preto e Joaquim, manganheiros, Silvino Sombrinha, consertador de guarda-chuva; Santana e Carrito, bodegueiros; Tina, prostituta; Caçador, policial civil; Zé Limeira, fazedor de malas; Nego Tonho, muito novo.... Veja que romance supimpa! Quem sabe... Quem sabe... Quem sabe!
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A MORTE E TRAIÇÃO DE JOCA BERNARDO | CNL | 1076.
Por O Cangaço na Literatura - Robério Santos
ENTREVISTA COM JOCA BERNARDO RELATO DO HOMEM MAIS POLÊMICO NO PERÍODO DO CANGAÇO
Por Na Rota do Cangaço
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#lampião rei do cangaço
#Joca Bernardo
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#Pedro de Cândido
#cangaço no nordeste
imagens ilustradas extraídas da internet
Entrevista extraída do blog Caiçara dos rios dos ventos
http://meneleu.blogspot.com/2016/02/o...
Narração e dublagens Sizinho Junior
Conheça nosso grupo do facebook NA ROTA DO CANGAÇO
/ 635306490722005
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ONDE ESTAVAM ADÍLIA E CANÁRIO NO DIA QUE LAMPIÃO TOMBOU?
Por Aderbal Nogueira
ADÍLIA - "QUEM TRAÍA, MORRIA".
Por Aderbal Nogueira
NOTA DE FALECIMENTO!
O blogdomendesemendes e Relembrando Mossoró vêm comunicar o falecimento de dona Maria Elizani Fernandes da Silva, vulgo Galega. A mesma residia no conjunto Abolição IV. Era mãe de Kaio César, que trabalha na Livraria Arte e Saber. Nossos sentimentos aos familiares e amigos.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2024
COMO É QUE UM PAÍS COMO O BRASIL PODE PRODUZIR FRUTOS DE PRIMEIRA QUALIDADE SE AS FIGUEIRAS SÃO PODRES?
Por José Mendes Pereira
O Brasil não pode formar adolescentes honestos porque o congresso nacional (com letras minúsculas), a maior parte dos congressistas é banda podre?
O bando de desonestos do congresso nacional diz que nada pode fazer pela educação, saúde e segurança, porque não tem dinheiro. Se o bando de desonestos roubou tudo e nada é devolvido? Como é que o Brasil tem dinheiro para cuidar disso?
Todos os ladrões acusados irão ficar impunes, além do mais, mangando da "gente".
Não devolveremos nada, bandos de brasileiros bestas!
Estamos aguardando os seus votos para o próximo ano."
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COLCHETE E JARARACA EM MOSSORÓ, NO RIO GRANDE DO NORTE
Por José Mendes Pereira
O CANGACEIRO DO BANDO DE LAMPIÃO JARARACA FOI MARTIRIZADO PELA POLÍCIA E ENTERRADO VIVO NA COVA QUE ELE MESMO FOI OBRIGADO A CAVAR - VIROU SANTO POPULAR - É A SÍNTESE DA RESISTÊNCIA POIS UNE EM SI O MESSIANISMO E O CANGAÇO! NO TRIBUNAL POPULAR DA HISTÓRIA OS CORONEIS FORAM OS DERROTADOS.
LANÇAMENTO DE LIVRO...
Por Julierme Do Nascimento Wanderley
No dia 1º de
fevereiro, na antiga Fazenda Pacatuba, localizada no município de Sapé-PB, será
lançado o primeiro livro da série "As Façanhas do Cangaceiro Antônio
Silvino, O Rifle de Ouro" – Volume I: A Hecatombe da Usina Santa Filonila.
Venha e se surpreenda!
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