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quarta-feira, 3 de abril de 2024

RELÍQUIAS DO CANGAÇO EM CALUMBI-PE

 Por O Caçador de Histórias

https://www.youtube.com/watch?v=VzhmeI3iNdE&ab_channel=OCA%C3%87ADORDEHIST%C3%93RIAS

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A EX-CANGACEIRA DADÁ AO CENTRO.

Por Robério Santos
https://www.facebook.com/photo/?fbid=10161255050312840&set=gm.2171753749835591&idorvanity=893614680982844

A amiga Indaiá, Dadá e Helenito Barreto Pinto (acredito que então prefeito) na sepultura de Corisco antes da exumação. Miguel Calmon-BA. Década de 70. Acervo: Indaiá.

https://www.facebook.com/groups/893614680982844/?multi_permalinks=2171132429897723%2C2171199569891009%2C2169910806686552%2C2169918306685802&notif_id=1712065033485316&notif_t=group_highlights&ref=notif

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A TARDE É QUENTE

 Clerisvaldo B. Chagas, 3 de abril de 2024

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3030

ANTES DOS TROVÕES (FOTO: B. CHAGAS).

Os trovões passaram hoje à tardinha por Santana do Ipanema.  Negócio invocado. Às três e meia eu havia tirado uma foto do céu muito bonito: fundo azul e mancha branca soberba, completando o desenho Divino. Acabara de sair do Posto de Saúde São José, onde fora tomar vacina contra a Influenza. Mas ao chegar a casa, o céu transmudou-se para desmentir a foto (abaixo). Formaram-se, então, nuvens de chuvas escuras, mas não tão escuras assim. E eu, naquele velho costume sertanejo de interpretar os céus: afirmei que ela não viria para a cidade e, se viesse seria para trazer apenas um sereno. Sim, o tempo escureceu, o calor se acentuou, o vento foi modesto e os trovões ensaiaram seus arroubos. Desliguei tomadas, fiquei sem Internet, mas não passou disse, como eu previra.

Um sereno mesmo, apenas.  A água foi despejar em lugar mais distante, enquanto os trovões ameaçavam como quem dizia: “Não foi agora, mas logo voltaremos”. E cadê a Internet querer retornar! Melhor mexer nos meus romances inéditos do “Ciclo do Cangaço” e deixá-los no ponto de publicação quando chegar a hora. E novamente fui consultar o calendário que nos mostra ainda no início do outono. E de fato, pode começar o período chuvoso tradicional que para nós é de outono/inverno. Assim a fotografia de estio não saiu por mentirosa. E agora, minhas amigas e amigos, vamos  vivendo esses tempos esquisitos que começaram com a epidemia e não mais ousam retornar ao que era. E para que aguardar a gripe que já matou milhões por esse mundo velho de meu Deus!

Mostrei a marco do braço da vacina da infância na época do Grupo Escolar Padre Francisco Correia. A mesmo vacina contra a gripe espanhola que na época era aplicada com bico de pena de escrever arranhando a pele, deixando a marca para contarmos a história cerca de setenta anos depois. Continuamos, desde os tempos do grupo, acreditando na Ciência, na inteligência humana e usufruindo da evolução científica. Uma vacina de pena de escrever, de pistola, de agulha... E brevemente não invasiva. Mas a expiação na terra não terminará tão cedo.

Só resta ver o tempo e acreditar.



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TENENTE ZÉ LUCENA MATOU O PAI DE LAMPIÃO A VINGANÇA FEROZ DO REI DO CANGAÇO.

 Por História da Vida Real.

https://www.youtube.com/watch?v=JlXpRvxGa-g&t=333s&ab_channel=Hist%C3%B3riasdaVidaReal

Veja a História Tenente Zé Lucena Matou o Pai de Lampião na maior covardia veja A VINGANÇA FEROZ DO REI DO CANGAÇO, Lampião tentou dar cabo de Lucena várias vezes, mas este Fugiu para Maceió Alagoas. E de Alagoas o Tenente nunca mais colocou o pé em um sitio siquer, só andava rodeado de seguranças, foi prefeito de Maceió, em eleições duvidosas, este é o Tenente Lucena, que Lampião botou pra correr. #historiasdavidareal #historiasdelampião Contato: artehoraciomoura@gmail.com

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TOCANDO EM FRENTE

 Por José Mendes Pereira

https://www.youtube.com/watch?v=_OfXk5C9Mu4

Uma interpretação que já foi gravada "Tocando em Frente", pelo João Mossoró, e que  no meu pouco conhecimento sobre música, nem o autor Almir Sater a interpretou com tanta harmonia. 

https://www.youtube.com/watch?v=cqkjWthhbfw&ab_channel=RaizesNordestinasMusic

João Batista de Almeida Lopes, ou simplesmente João Mossoró, começou a sua carreira artística no ano de 1958, quando fundou, com seus irmãos Oséas Carlos André Almeida Lopes, o Carlos André e Hermelinda de Almeida Lopes Lopes o Trio Mossoró. Dois anos depois, o trio foi apadrinhado por João do Vale, e, por ele, foi levado para a gravadora Copacabana. Ao todo, o trio gravou uma série de doze LPs. João Mossoró reside na cidade Maravilhos - no Rio de janeiro e continua fazendo shows. 

Parabéns, conterrâneo João Mossoró! 

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terça-feira, 2 de abril de 2024

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR NO CANGACEIRO PONTARIA?

 Por Helton Araújo

Ricardo Rocha era natural de Alagoas e segundo o livro de Bismarck Martins de Oliveira, Cangaceiros de Lampião de A a Z, ele teria entrado para o cangaço no ano de 1925. Recebendo o vulgo de Pontaria, ficando conhecido também por Ricardo Pontaria e Zé Velho.

Seu vulgo aponta para um cangaceiro habilidoso no manuseio de armas e de excelência em sua mira, daí o famoso "Pontaria".

Segundo Bismarck, Ricardo Pontaria teria saído do cangaço por volta de 1927 e voltado na década de 30 já em território baiano. O experiente Pontaria foi morto em fevereiro de 1938 no estado de Alagoas, pela volante sob comando do então Cabo Aniceto Rodrigues.

Pontaria depois de morto foi decapitado e teve sua cabeça exposta, nessa emboscada foi morto também o cangaceiro Cícero Garrinchinha, vulgo Catingueira, que era companheiro de Aristéia.

Para saber essa história completa clique no link que está logo ai abaixo e assista nosso último vídeo postado no canal Cangaço Eterno no YouTube.

https://youtu.be/KTO03LCGnNI?si=pGa46NU9Jpcvb0QT

 https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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DICA DE LIVRO.

 Por Robério Santos


https://www.facebook.com/groups/893614680982844/?multi_permalinks=2169910806686552%2C2169918306685802&notif_id=1712065033485316&notif_t=group_highlights&ref=notif

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CLARA

Por Hélio Xaxá


Do amor humano nasceu
E era especialmente especial
No amor de família cresceu
Astro de brilho sem igual.
Sem avisar, virou Estrela
Deus a levou para o Céu
Manto sagrado a envolvê-la
Fez-lhe de Luz um véu...
Nunca seria da Terra
Ser de tão tenra alegria
E tão especial beleza...
Deus que nunca erra
Na sua Santa Sabedoria
Dos Anjos a fez princesa.


Hélio Xaxá

https://www.facebook.com/helio.xaxa

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SERÁ?

 Arquivo Jaozin Jaaozinn

𝐴𝑀𝐼𝐺𝑂𝑆,

Certamente, a imagem presente nessa publicação, talvez seja inédita nas fotografias referentes ao tema cangaço.

Este, registrado e compartilhado no O Jornal/RJ, do ano de 1932, é nada mais e nada menos que o coiteiro Zé Borrego, algoz do cangaceiro Açúcar (ou Assucar).

Com o auxílio da reportagem deste jornal e com a publicação do Sr. João Costa, presente no Blog do Mendes, pude comparar os fatos presentes e apontar que este senhor seja o matador do cangaceiro Tiburtino.

Entretanto, é melhor relembrarmos, de forma resumida, como foi esse episódio que este bandoleiro estava presente. Em 30 de novembro de 1932, na Fazenda Burdão, próximo de Jeremoabo/BA, travou-se um feroz combate da força do Tenente Santinho (com a presença do Cabo Odilon Flor) contra o subgrupo do cangaceiro Moderno.

Segundo a história, o grupo liderado por Virgínio tinha acabado de assaltar algumas fazendas próximas das regiões de Jeremoabo, e depois vieram a descansar debaixo de um umbuzeiro. A volante comandada por Ladislau (o Tenente Santinho), com o auxílio do rastejador da tropa, acabam por encontrar o local que o bando estava acampado, e resolveram preparar uma tocaia, porém, foram descobertos, onde desencadeou um forte tiroteio.

Quase todos do grupo de Moderno conseguiram sair ilesos, tirando Tiburtino Vieira Feitosa – pertencente à tribo Pankararé –, onde é alvejado por diversas vezes, mas consegue fugir ainda com vida do tiroteio. Santinho acaba por colocar a sua tropa para vasculhar toda a mata na procura do facínora.

Açúcar seguiu até a casa do coiteiro Zé Borrego, onde pediu para que o ajudasse a cuidar das feridas, indicando até mesmo quais produtos medicinais deveriam ser aplicados. Depois do procedimento, o cangaceiro adormeceu; e foi nessa hora que Borrego o mata.

𝑀𝐴𝑆 𝑃𝑂𝑅 𝑄𝑈𝐸̂?

Antes mesmo do combate, Santinho passa com sua força na casa deste fazendeiro (talvez por já pressentir que ajudava Lampião e outros) onde maltrata a sua família e o ameaça de morte, ainda dando um aviso de que "qualquer coisa que voar, rastejar ou andar pela sua propriedade deverá ser informado a mim”.

Aproveitando da boa hora de sua grande visita, além de ser "perdoado" de suas ligações com cangaceiros, Zé Borrego acaba matando e cortando a cabeça do bandido, e fora ao encontro de Santinho, entregando a prova de sua feitoria, onde, depois desta, sua família foge da fazenda enquanto Zé segue como um "contratado" da força volante de Ladislau, conseguindo assim fugir da cadeia.

Já com essa foto, podemos adicioná-la com as outras duas raras da cabeça do malfeitor, completando ainda mais a história por trás de sua morte.

Não sabemos por qual motivo, mas a força militar alegava que Assucar foi abatido em forte confronto, enquanto os jornais sustentavam a informação de que fora Zé Borrego o seu matador.

𝑭𝑶𝑵𝑻𝑬𝑺: 𝑶 𝑱𝒐𝒓𝒏𝒂𝒍/𝑹𝑱 - 1932; 𝑱𝒐𝒂̃𝒐 𝑪𝒐𝒔𝒕𝒂; 𝑩𝒍𝒐𝒈 𝒅𝒐 𝑴𝒆𝒏𝒅𝒆𝒔; 𝑳𝒊𝒗𝒓𝒐 𝑭𝒐𝒓𝒄̧𝒂𝒔 𝑽𝒐𝒍𝒂𝒏𝒕𝒆𝒔 - 𝑩𝒊𝒔𝒎𝒂𝒓𝒄𝒌 𝑴𝒂𝒓𝒕𝒊𝒏𝒔.

.𝐂𝐀𝐍𝐆𝐀𝐂̧𝐎 𝐁𝐑𝐀𝐒𝐈𝐋𝐄𝐈𝐑𝐎.

 https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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"PODE CRER"

Por Raimundo Lucas


Se um dia alguém me ver
Num canto desconsolado
Pode crer tem algo errado
Pois não gosto de perder
Minha alegria pra ter
Perto de mim a tristeza
Digo com toda certeza
Que amo viver sorrindo
No mundo distribuindo
Amor carinho e nobreza.
"O Galego do Jucuri"
O poeta sonhador

https://www.facebook.com/raimundo.lucas.165

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PROCURANDO...

 Por José Mendes Pereira

Amigos leitores e pesquisadores do movimento cangaceiro, por onde anda o nosso amigo e pesquisador do cangaço Sávio Siqueira, que nunca mais o vi nas redes sociais?

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FLORO BARTOLOMEU...O QUE DIZER DELE ? !

Por Manoel Severo

 

Floro Bartolomeu

Em nosso último encontro na capital potiguar, entre o Grupo de Estudos do Cangaço de Natal e o Cariri Cangaço-GECC, o pesquisador e escritor, Honório de Medeiros nos confidenciava o desejo de escrever sobre Floro Bartolomeu. Aquilo ficou em minha cabeça, como que martelando sem parar... Chegou a lembrança de outros encontros, desta vez na Saraiva Mega Store do Iguatemi, em Fortaleza, quando o Cariri Cangaço-GECC, reuniu os confrades para a Conferência do grande pesquisador, professor doutor, Renato Cassimiro, sobre Padre Cícero e Lampião.

Naquela oportunidade tivemos um amplo capítulo para discutir a figura ímpar que foi Floro Bartolomeu, segundo o próprio Renato Cassimiro, "uma das mais destacadas e importantes figuras de toda a história do Juazeiro", afirmação essa confirmada e asseverada por todos os confrades presentes, cada um desfilando os muitos episódios protagonizados pelo famoso "braço armado de Padre Cícero".

Floro Bartolomeu e Padre Cícero

A formatura em medicina na Bahia, o casamento em Triunfo, a partida para o sertão do Ceará, as Minas do Coxá, o Conde, a aproximação com padre Cícero, o poder em Juazeiro, o Fogo do Taveira, o Rebate, o Boi Mansinho e o Beato Zé Lourenço, a independência de Juazeiro, a Guerra de 14 - Sediçao, a política, os jagunços, Batalhões Patrióticos e a Coluna Prestes, o convite a Virgulino, a patente de capitão, Setembrino de Carvalho...O Exército...Enfim, esse era Floro Bartolomeu, um homem  que mudou sua época e deixou um legado: Juazeiro do Norte.

Floro entre os deputados cearenses que romperam com o presidente do Ceará em 1914. Veja quem são:
 Os quinze deputados estaduais que romperam em oposição ao governo do coronel Liberato Barroso (da direita para a esquerda, sentados) Pedro Rocha, Polydoro coelho, Pantaleão Telles, floro Bartholomeu, Manoel Satyro, Antônio Luiz, Affonso Fernandes (em pé) Vergílio Correa, Jorge de Souza, Pompeu Pequeno, Armando Monteiro, Abílio Martins, Leonel Chaves, Antônio Sylvino e Antônio Pinto de Sá Barreto.
Fonte: Fon Fon: Seminário alegre, político e esfuziante – RJ, Nº 44, 31/10/1914, p. 27 In: http://memoria.bn.br/hdb/periodico.asp
Cortesia: professora Fátima Pinho
Floro e os Jagunços da Sedição e depois, Batalhões Patrióticos.
Fotografias do arquivo do Padre Lauro, memorialista do Crato, cortesia do confrade Wilton Dedê.
o
Todos os episódios marcantes e decisivos que ocorreram no estado do Ceará, notadamente na região do Cariri e centro-sul, durante os primeiros idos do século passado, tiveram a figura emblemática de Floro Bartolomeu, ou simplesmente Doutor Floro, como personagem principal, daí, nunca é tarde aguardar mais uma grande obra, nos trazendo esse fantástico personagem. Com a palavra os mestres: Honório de Medeiros, Renato Cassimiro, Daniel Walker, Renato Dantas, Napoleão Tavares Neves, Lira Neto...

Manoel Severo

https://cariricangaco.blogspot.com/2011/12/floro-bartolomeuo-que-dizer-dele.html

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O CANGACEIRO BEM-TE-VI

Por Rogério Arlanch Filho  


Prezado José Mendes,

A história do cangaço sempre foi um assunto que me fascinou, não por me aprazer imagens de violência e morte, mas pelo conjunto de razões que levaram ao surgimento do cangaço, e todo aquele misto de heroísmo e covardia que o movimento deixou como parte da "cultura" nordestina.

Curiosamente, a primeira sessão de cinema que assisti, aos 6 anos de idade, foi justamente o filme de Lima Barreta: O Cangaceiro.

Por isso tudo, após ter assistido todos os filmes referentes ao tema, consultar muitas fontes, e ver muitos vídeos disponíveis no youtube, as narrativas que vi sobre a morte de Lídia, executada por Zé Baiano, tudo o que consegui saber sobre o destino de Bem-te-vi (se é que mesmo essa versão merece crédito), é que o cangaceiro, pivô da morte da dita, mais bela das cangaceiras, após Zé Baiano ouvir o relato de Coqueiro, fugiu do acampamento, certamente temeroso da vingança do companheiro de Lídia.

Nunca mais se soube a respeito dos passos daquele cangaceiro após aquele acontecimento? Sendo ele de origem da mesma cidade, onde nascera Lídia (se é que foram amigos de infância, como dizem algumas fontes), nenhum de seus possíveis parentes deu qualquer informação sobre seus passos, fosse logo após o acontecimento, ou muitos anos depois, quando através de relatos, muita coisa se descobriu sobre os cangaceiros remanescente ao massacre de Angico?

Confesso que esse enigma me inquieta, pois certamente, Bem-te-vi teria muito a relatar sobre a morte, e as circunstâncias de Lídia.

Parabéns pelo trabalho que faz.

Obrigado por qualquer informação

Rogério Arlanch Filho - Brotas - SP

Enviado por e-mail

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segunda-feira, 1 de abril de 2024

DESCANSE EM PAZ, MEU TIO SEBASTIÃO CLEMENTE(TIÃO QUELÉ).

 

AUTOR: GEORGE KELÉ.


DEPOIS DE DEZESSETE ANOS

VOLTEI AO MEU SERTÃO

COM A MORTE DO MEU TIO

DOEU O MEU CORAÇÃO

E SEUS AMIGOS DESOLADO*

VENDO VOCÊ ALI DEITADO

DENTRO DAQUELE CAIXÃO

XXXXXX

HOJE COM CERTEZA AÍ NO CÉU

VOCÊ TERÁ MUITA ALEGRIA

AO ENCONTRAR TIO ANTÔNIO

TIO ZÉ QUELÉ E TIA MARIA

E O MEU PAI CHICO QUELÉ

VAI PEDIR PRA SÃO JOSÉ

ORGANIZAR UMA CANTORIA.

XXXXXX

NA HORA DA SUA MORTE VOCÊ DIZIA

NÃO QUERO CHORO NEM VELA

EU QUERO É ZÉLIA ALI SENTADA

NO BANCO DAQUELA CAPELA

E ESSA CENA QUEM ASSISTIR

ERA CAPAZ DE NÃO RESISTIR

UMA CENA FORTE IGUAL AQUELA.

XXXXXX

AGORA COM CERTEZA TIÃO

VOCÊ DESCANSA EM PAZ

TODOS NÓS AQUI NA TERRA

NÃO TI ESQUECEREMOS JAMAIS

E VOU DIZER SEM MISTÉRIO

QUE LÁ NAQUELE CEMITÉRIO

O SEU CORPO AGORA JAIZ

XXXXXX

PAU DOS FERROS FICOU TRISTE

O ENCANTO TODO CHOROU

NA HORA DE SUA DESPEDIDA

MUITA CHUVA DEUS MANDOU

E SÃO SEBASTIÃO O SANTO

LHE COBRIU COM O SEU MANTO

E DIRETO PRA O CÉU TE LEVOU.

XXXXXX

ESSA FOI MINHA HOMENAGEM

PELA MORTE DO TIO QUERIDO

POR TODOS OS SEUS FAMILIARES

TU JAMAIS SERÁ ESQUECIDO

E DONA ZÉLIA HOJE EM PRECE

A JESUS CRISTO AGRADECE

OS ANOS COM VOCÊ VIVIDO.

XXXXXX

ENCANTO.31/03/24.

AUTOR.GEORGE KELÉ.

 https://www.facebook.com/photo/?fbid=3674344462884557&set=a.1777150565937299

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REGISTRO DOS MELHORES MOMENTOS DA MINHA VIDA.

Por Assis Nascimento.

De ontem lá no Crato-Ce, registro dos melhores momentos da minha vida, quando estou junto da minha família "pequena".

Não é que goste menos, da grande família, e sim, porque me sinto o responsável pelo bem estar de meus filhos e netos. Daí a razão, de me fazer presente, em tudo que é evento que envolva os meus descendentes.
Assim penso, por isso digo e faço!
Boa noite, saúde e paz!

https://www.facebook.com/photo/?fbid=7157501961025075&set=a.298598163582190

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HOJE 1º. DE ABRIL DE 2024 - FUGI ÀS PRESSAS DO PARQUE DE DIVERSÃO PARA NÃO SER MACHUCADO.

 Por Jose Mendes Pereira Mendes


Era um sábado de um mês qualquer, do ano que também não me lembro mais, mas isso foi no período em que inocentemente posei diante de uma câmara fotográfica para fazer esta foto, entregando-a aos amigos e amigas do facebook para ser julgada através de elogios ou no meio de críticas.

A noite chegou clareada pela lua que elegantemente desfilava na gigantesca e deslumbrante passarela do universo. Na José de Alencar, no bairro Paraíba, em Mossoró, eu me vestia e me calçava para fugir e chegar até ao Parque de Diversão, no grande Lago do bairro Santo Antonio, que por lá tinha se estabelecido naquelas imediações do hospital de Caridade de Mossoró.

Assim que me aprontei, saí de mansinho para que os olhares dos monitores da Casa de Menores Mário Negócio, seu Manoel Maia e o mano Francisco José Caldas Da Silva Dedé (o nosso amigo 40), que não me vissem. E pela Avenida Alberto Maranhão, entrei. Mais à frente, ocupei a Rua João Marcelino, e em seguida, invadi a Juvenal Lamartine, e por ela, não demorei muito para chegar ao Parque de Diversão.

Quando eu entrei na multidão de jovens que visitava aquela recreação, fui logo atacado por uma porção de garotas que enlouquecida queria me beijar, me abraçar ou me namorar. Não tendo como ficar naquele lugar, saí tentando me livrar das garotas que no momento me rodeavam. Num espaço que elas me cederam a oportunidade de ficar mais livre, saí às carreiras, tirando o trajeto numa grande velocidade em busca da Casa de Menores Mário Negócio, porque lá, era o meu refúgio. E todas as garotas me seguiram como loucas, quase me pegando. Eu correndo e elas correndo num pega-pega dos danados.

Ao chegar à instituição, eu estava mais morto do que vivo. Mas mesmo assim, fui pular o muro, porque não dava tempo abrir o portão com a chave, do contrário, elas me pegavam e me machucariam todas de uma só vez. E ao cair do outro lado do muro, pisei na ponta de uma tábua que tampava um cacimbão. Com o meu peso, a tábua subiu a outra ponta, e ao voltar ao local de origem, provocou um som confuso. Foi aí que acordei, porque, a cama de acampamento desarmou no momento do meu medo. Ao acordar, percebi que nem de casa eu tinha saído naquela noite. Eu tinha me deitado sobre a cama de acampamento com uma sonolência das danadas.

CELENE QUEIROZ SOBRE OS CANGACEIROS MARCELINOS - CANAL CANGAÇO EM FOCO

 Por Cangaço em Foco.

https://www.youtube.com/watch?v=In-R-JWVRDk&ab_channel=CANGA%C3%87OEMFOCO

Primeira entrevistada a ex secretária de cultura da cidade de Barbalha/CE.

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O BOI NA UNEAL

 Clerisvaldo B. Chagas, 1 de abril de 2024

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3. 029


 Após sucessos de lançamentos do livro “O Boi, A Bota e a Batina; História Completa de Santana do Ipanema”, o BOI será lançado também na Universidade Alagoana, no Campus da UNEAL, em Santana do Ipanema. Sob a égide do confrade e professor Carlindo Lira – que também esteve no lançamento no Restaurante Sushi – o BOI promete berrar com fartura para os acadêmicos que querem mergulhar na história completa da “Rainha do Sertão” e consequentemente na história de todo o semiárido alagoano.  Santana do Ipanema é a mãe de oito municípios que a ela pertenciam. Portanto, a curiosidade acadêmica é fundamental para debates, pesquisas e surgimento de novas janelas enriquecedoras do nosso acervo santanense e sertanejo.

Recebemos inúmeras felicitações pela qualidade da Obra trazida a lume à sociedade nordestina e brasileira. Agradecemos as diversas manifestações de carinho do povo alagoano e de outros estados para onde o BOI foi exportado, tendo como exemplo, Paraíba e Rio Grande do Norte. Pena que algumas pessoas do grupo fechado dos 100, tenham se distraído e faltado ao compromisso assumido com o grupo e com a gráfica. Mas o Boi, a Bota e a Batina, com os poucos livros que restam, procuram sair de águas escassas para águas mais profundas. Assim, no próximo dia 17 de abril, se assim o bom Deus nos permitir, estaremos no Bairro Lagoa do Junco, onde se encontra o majestoso edifício da UNEAL à margem da BR-316, saída para Maceió.

Aliás, o Bairro Lagoa do Junco que abriga inúmeras repartições públicas importantes, é descrito no livro acima sobre seu surgimento e expansão. Cada página da História de Santana é uma novidade, uma surpresa, mina de diamantes para os amigos do conhecimento e da cultura geral. Desde quando o rei de Portugal proibiu a criação de bovinos na zona da Mata canavieira, que o boi vagueia pelos sertões nordestinos e que nós continuamos a agradecer a Providência divina em virarmos todos vaqueiros diretos ou indiretos desse animal sagrado que tanto impulsionou a nossa Economia.

Boi Bumbá, Boi Mamão, Bumba Meu Boi...  BOI NA UNEAL.

Viva o novo lançamento do Boi, a Bota e a Batina...

LANÇAMENTO NO RESTAURANTE SUSHI.



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MULHER SUPERCOLA.

Autor: José Di Rosa Maria

Pra todo canto que vou
Você faz questão de ir;
Pra quê você me seguir
Se nenhum motivo eu dou?
Depois que a gente casou
Meu sossego tem fim;
Você me seguindo assim-
Vou findar virando a bola;
Já vi cola, que não cola
Como você cola em mim!


https://www.facebook.com/jose.ribamar.3939

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ENCONTRARAM...

 Arquivo Giih De Figueiredo


Recentemente, os pesquisadores que escavavam as ruínas romanas em Los Villaricos, no sul da Espanha, encontraram um sarcófago de 2 metros de comprimento adornado com padrões geométricos e folhas de hera entrelaçadas.

Este sarcófago provavelmente data do século VI d.C., durante as invasões dos Visigodos e outras tribos germânicas nas terras antes pertencentes ao caído Império Romano.

O notável achado arqueológico destaca a rica história da região e fornece insights valiosos sobre a transição entre as eras romana e visigoda.

Os Visigodos foram uma tribo germânica que desempenhou um papel significativo na história da Europa durante a Antiguidade Tardia. Originários do leste da Europa, os Visigodos migraram para o oeste e estabeleceram um reino na região que é hoje a Espanha e Portugal, após a queda do Império Romano no século V.

No ano 410 d.C., liderados pelo rei Alarico, os Visigodos saquearam Roma, um evento simbólico que marcou o declínio do Império Romano. Posteriormente, sob o rei Ataulfo, os Visigodos estabeleceram uma aliança com Roma e foram assentados na Aquitânia, parte da Gália.

Entretanto, após a morte de Ataulfo, os Visigodos migraram para a Península Ibérica, onde estabeleceram um reino duradouro. Este reino visigodo na Península Ibérica foi marcado por influências culturais romanas e visigodas, representando uma fusão única de tradições. Seu domínio na região durou até a invasão muçulmana no início do século VIII.

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