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segunda-feira, 11 de maio de 2026

PEDRO NÉL PEREIR - UMA LONGA VIDA DE TRABALHO E HONESTIDADE - 15 ANOS DE SAUDADE!

 Por: José Mendes Pereira


Pedro Nél Pereira nasceu no dia 17 de Abril de 1922, na Fazenda Duarte, município de Mossoró. Se sair de Mossoró em um automóvel, gastará no máximo 10 minutos. Era filho de Manoel Francisco Pereira (Seu Néo) e de Herculana Maria da Conceição (Madrinha Herculana, como chamava a vizinhança, e  netos e bisnetos a chamavam de Mãenanana, Mananana ou ainda mamãenana).

Pedro Nél e sua esposa Antonia Mendes Pereira

Nasceu e se criou na Fazenda Duarte, propriedade de Francisco Duarte (Chico Duarte), tendo sido educado por dona Chiquinha Duarte, esposa do fazendeiro. Após o seu casamento continuou sendo morador do fazendeiro, só saindo de lá quando conseguiu comprar uma pequena propriedade, no dias de hoje pertence aos herdeiros. 

Chico Duarte e dona Chiquinha Duarte

São poucos mossoroenses que não conheceram Pedro Nél Pereira; costumeiramente ele organizava no mês de Outubro a festa de São Francisco, e após o leilão, o fole gemia nas noites enluaradas do Sítio São Francisco, de sua propriedade.

Pedro Nél Pereira

Nos anos 40 prestava serviços ao exército brasileiro, em Natal, quando foi convocado para participar da guerra da Alemanha, juntamente com tantos outros mossoroenses. Mas para sorte de todos, quando estavam no navio para partirem, receberam a notícia que a guerra havia acabado. 

Pedro Nél Pereira

Foi agricultor, membro efetivo de dois Conselhos Comunitários de Mossoró, membro efetivo do Sindicado dos Trabalhadores na Lavoura de Mossoró, durante 40 anos. 

Pedro Nél é o segundo da fila.

Foi fundador da Capela de São Francisco de Assis, no Sítio São Francisco e suplente vereador de Mossoró. Pedro Nél Pereira recebera por merecimento patente 2º tenente do exército. 


Era casado com Antonia Mendes Pereira e pai de 16 filhos: Nilton Mendes Pereira, Francisco Mendes Pereira (já falecido), Eneci Mendes Pereira, Antonio Mendes Pereira, Maria das Graças Pereira, José Mendes Pereira, Luzia Mendes Pereira, Anzelita Mendes Pereira, Antonio Mendes Sobrinho, Raimundo Mendes Pereira (falecido), Elizabete Mendes Pereira (falecida), Maria do Carmo Mendes Pereira (falecida), Laete Mendes Pereira, Eliete Mendes Pereira (falecida), Antonia Vera Lúcia Mendes Pereira e Lúcia do Carmo Mendes Pereira.


Pedro Nél Pereira faleceu no dia 10 de Maio de 2011, em Mossoró, aos 89 anos; não deixou nenhuma intriga durante  o período em que viveu. Foi compadre de  trinta e um casais, incluindo os padrinhos dos seus filhos. Durante a sua vida soube considerar todos os seres humanos. Jamais fez intrigas, apenas lutava para manter amizades sinceras sem menosprezar ninguém.


Hoje, 11 de Maio de 2026, está completando 15 anos que ele partiu para a eternidade. Pedro Nél Pereira era pai do administrador deste blog.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

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CHAMADA GERAL...

 Por Ivanildo Alves Silveira

Ajudem-me a identificar esses dois cangaceiros


Essa foto, foi retirada do filme que Benjamim Abrahão fez sobre Lampião e seus cangaceiros, em 1936.
 Analisem as características físicas e tentem "identificar", os aludidos  cangaceiros, (um cabra e uma cabrocha) pois, tenho lá minhas dúvidas.....
Comentem !!! Desde já, agradeço aos participantes.

Abraço a  todos
Ivanildo Alves Silveira
Colecionador do cangaço
Membro do Cariri-cangaço e da SBEC
Natal/RN

http://lampiaoaceso.blogspot.com

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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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domingo, 10 de maio de 2026

ARTE NORDESTINA!

Por Lampião, Cangaço e Nordeste

Arte Nordestina! Arte Caririense! Essas facas e punhais da foto não são apenas instrumentos para cortar e matar, mas, também, legítimas expressões da arte da Região do Cariri Cearense, sul do Estado do Ceará. Desde os primeiros contatos com o branco, o índio foi seduzido pela tecnologia do ferro e do aço, abandonando suas quicés de pau e pedra por instrumentos mais sofisticados, "made in" Europa. A faca e o punhal penetraram no sertão e no gosto do povo que ia surgindo desse rico caldeamento cultural. No início, além do fascínio, tais instrumentos eram uma eficiente alternativa no que diz respeito à economia de "bala" (projéteis), pois, pela dificuldade de se obter os componentes da pólvora (a exemplo do salitre) os bandeirantes "passavam os seus inimigos a fio de espada", ou seja, praticavam o rito da sangria, degolando, esgorjando ou decaptando. Mas o que nos move aqui não é a lembrança da violência do passado, e, sim, a arte que surgiu dessa antiga prática. De 1500 em diante, os mestres de ofício invadiram o continente brasileiro com suas tendas de ferreiro e, no Cariri, a produção desses artefatos foi significante. Uma das tendas ou oficinas mais famosas na dita região foi a da "Barra do Jardim", no município cearense de mesmo nome. Aí, no encontro dos rios Jardim e Croatá, entre o final do secúlo XIX e início do século seguinte, a família Pereira fabricava, artesanalmente, facas e punhais para venda, inclusive, um de seus clientes foi o Rei do cangaço, Lampião. A arte desses instrumentos está, principalmente, no cabo, o qual era fabricado com chifre de boi e moedas de cobre (para fazer o "cabo de embuá") ou com alpaca, etc., com formatos que se adequam perfeitamente à anatomia da mão. Algumas peças, com anéis de ouro, chegavam a custar uma pequena fortuna, o equivalente a um carro popular. A família Pereira tinha o hábito de registar sua marca em seus produtos com as siglas JP (José Pereira - o pai), GP (Geraldo Pereira - filho), PP (Paulo Pereira - filho) e SP (Simião Pereira - filho). Na presente foto encontram-se algumas peças fabricadas por eles. Quase todos esses objetos estão no Museu do Beleléu. Como se percebe, não se trata apenas de violência, cutelaria e arte, mas, também, de história e de identidade cultural caririense (Texto e Foto: Heitor Feitosa Macêdo/Objetos: Museu do Beleléu).

https://www.facebook.com/photo/?fbid=3047341585467795&set=gm.3105372833004973&idorvanity=179428208932798

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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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EX-COVEIRO RELATA O QUE ACONTECEU NO ENTERRO EM 1979

Por Notícia Viva

Eu tinha e trabalhava há três no cemitério municipal de Juazeiro do Norte. Quando aquele caixão chegou no último horário do expediente, senti de imediato que algo não deveria estar ali. Só fui descobrir a verdadeira natureza dessa intuição ao descer na cova e abrir a tampa de madeira. O que vi me fez cair de joelhos na terra seca do sertão cearense e rezar com todas as forças. Meu nome é Raimundo Bezerra, tenho setenta e quatro anos, e esta é a minha história.
O que vou relatar aconteceu no dia cinco de março de 1979. Eu dividia o turno com Dirceu, um homem sério e de poucas palavras, características ideais para quem lida com os mortos. Já havíamos preparado uma cova para um enterro agendado para as dezessete e trinta, o último horário. O que chegou naquela tarde de luz amarelada — que os mais velhos aqui chamam de "hora do mau encontro" — não era normal.
Dois policiais chegaram numa caminhonete trazendo um caixão simples. Desceram rápido, sem cerimônias. Queriam resolver logo. Enquanto o caixão repousava no chão, um policial me entregou a papelada. Ao pegar minha assinatura, olhou de canto para a madeira e disse, ríspido: "Esse aí matou três homens à facada e depois tirou a própria vida". Pegou o papel e foi embora, deixando-nos com a poeira e o silêncio.
Era o enterro de um assassino triplo. Fiquei parado, com aquela informação ecoando. Não havia familiares, choro ou padre para encomendar o espírito. Apenas eu, Dirceu e o morto. Anos em um cemitério tiram qualquer temor de corpos sem vida, mas diante daquele caixão, senti uma inquietação fria e visceral. Alguma coisa muito profunda avisava que o serviço não era comum.
Tentando afastar os pensamentos, fomos carregar a caixa até o setor mais isolado do terreno, onde ficavam os indigentes. Foi ao erguer a madeira que notei a anomalia. O peso estava completamente errado. Em três anos, eu já carregara caixões de todos os tipos e conhecia a proporção da carga. Mas aquilo era bizarro; parecia haver algo a mais lá dentro, além do corpo morto.
Meus braços tremiam involuntariamente. Notei que Dirceu caminhava com a testa franzida, o olhar fixo no chão, mas não trocamos uma palavra. Tentei me convencer de que era exaustão ou o calor brutal, mas a sensação ruim pairava como neblina. Chegamos à beira do buraco, apoiamos a madeira nas cordas e começamos a descê-la com cuidado.
Assim que o caixão tocou o fundo de terra, o som começou....
Leia mais no primeiro comentário

https://www.facebook.com/photo/?fbid=122134458441151078&set=a.122109144837151078

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LAMPIÃO

 Por Pedro Melo


Lampião, o comandante das caatingas. Fotograma do árabe B.Abraão, 1936 Imagem modificada da original (IA).

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2939299449734636&set=a.984806691850598

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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

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