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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A BALAIADA FOI UMA REVOLTA OCORRIDA NO MARANHÃO ENTRE OS ANOS DE 1838 E 1841.


Antecedentes[editar | editar código-fonte]

No Maranhão havia dois partidos, os liberais (chamados de bem-te-vis, por causa do seu jornal, chamado O Bem-te-vi) e os conservadores (cabanos, por analogia com os cabanos do Pará, Pernambuco e Alagoas). [1]

A revolta dos balaios[editar | editar código-fonte]

Memorial da Balaiada em Caxias, no Maranhão.

A revolta tomou o nome de Balaiada porque Balaio era o apelido de um de seus principais líderes, Manuel Francisco dos Anjos Ferreira. Ele era um fabricante de balaios, e fora vítima da violência policial, que havia violentado uma de suas filhas, sem que houvesse punição nenhuma.

A principal causa da revolta foi a detenção do irmão do vaqueiro Raimundo Gomes, o Cara Preta[2], acusado pelo subprefeito da Vila da Manga [1] (atual Nina Rodrigues)[carece de fontes], José Egito, um cabano. No dia 13 de dezembro de 1838, Raimundo Gomes, com nove outros homens, invadiu o edifício da cadeia pública da povoação e libertou-o, reforçando seu grupo com os prisioneiros soltos e vinte e dois soldados encarregados da segurança policial da Vila.[1]

Raimundo Gomes conseguiu o apoio de Lívio Pedro Moura, Mulungueta, Manuel Francisco dos Anjos Ferreira e do Balaio, o que deu nome ao movimento.[1]

Os revoltosos, após destruir e saquear fazendas e vilas, investiram contra a Vila de Caxias, que, sob a liderança civil de João Paulo Dias e do capitão militar Ricardo Leão Sabino, conseguiram resistir, inclusive com o apoio de mulheres, a quarenta e seis dias sob o cerco do bando de Raimundo Gomes.[1]

Quando não havia mais como defender a vila, o capitão Sabino simulou haver aderido à revolta, mas disparou um canhão, causando pânico entre os balaios, o que permitiu que a vila fosse evacuada. Esta vitória animou o partido dos Bem-te-vi, que enviou emissários à capital São Luiz, pedindo a rendição ao presidente do Maranhão.[1]

Os balaios, porém, eram desorganizados, sem unidade de comando, e perderam um de seus líderes, o Balaio, que foi atingido por um projétil atirado de seu próprio bando e morreu de gangrena.[1]

A repressão[editar | editar código-fonte]

Vestígios arquitetônicos no Memorial da Balaiada.

Para combatê-los a Regência enviou ao Maranhão, como Presidente e Comandante das Armas da Província o coronel Luís Alves de Lima e Silva, que tinha experiência militar por ter lutado na Guerra de Independência e na Guerra da Cisplatina, de 1825 a 1828. Ele recebeu o comando de todas as tropas em operação no Maranhão, Piauí e Ceará, e assumiu o comando em7 de fevereiro de 1840.[1]

A Balaiada (1838).

Lima e Silva criou a Divisão Pacificadora, dividindo em três colunas, comandadas por Sérgio de Oliveira, que ocupou as comarcas de Caxias e Pastos Bons, João Thomaz Henrique, que atuou em Vargem Grande e Brejo, e Souza Pinto Magalhães, que ocupou a Vila Icatu e as margens do rio Mearim.[1]

A estratégia dos revoltosos era de guerrilha rural, atacando só os pontos fracos da defesa do governo; a resposta estratégica foi manter suficientemente guarnecidas todas as vilas e cidades importantes para os revoltosos. Destes pontos fixos, Lima e Silva combateu a Balaiada, usando muitas vezes o cerco contra grupos de rebeldes.[1]

Os balaios ainda tiveram o apoio de três mil escravos, que fugiram das fazendas, se aquilombaram e depois ficaram sob a liderança do negro Cosme Bento das Chagas.[1]

Em 23 de agosto de 1840, quando foi proclamada a maioridade do imperador Dom Pedro II, Lima e Silva anunciou aos maranhenses a quase extinção da guerra civil.[1]

Lima e Silva receberia, mais tarde, o título de Barão de Caxias por esta campanha.[3]

Referências
Ir para cima↑ Arruda, José Jobson de A.; Piletti, Nelson TODA A HISTÓRIA: História Geral e História do Brasil 5ª edição 1996, ISBN 8508052022
Ir para cima↑ Artigo sobre o tema do cientista social, mestre em sociologia-política e doutorando em ciências sociais, Renato Cancian - UOL Educação, em 31 de julho de 2005.
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
MIRANDA,A. Balaios e Bem-te-vis: a guerrilha sertaneja (2a. ed.). Teresina: Instituto Dom Barreto, 2002.
JANOTTI, Maria e Lourdes Mônaco. A Balaiada. São Paulo: Brasiliense, 1987. 74p. il.
OTÁVIO, Bigode Janeiro: Imprensa Nacional, 1942.
OTÁVIO, Rodrigs". São Paulo: Siciliano, 2001. 75p. ISBN 8526708694

SANTOS, Maria Villela. A Balaiada e a insurreição de escravos no Maranhão. São Paulo: Ática, 1983. 145p.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Balaiada

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AS 10 CIDADES MAIS ARBORIZADAS DO RN


Os dados, retirados do Censo do Entorno do IBGE, mostram o percentual de casas com uma árvore por perto dentro da cidade.

Major Sales – 99,3%
João Dias – 99,1%
Timbaúba dos Batistas – 99,0%
Lucrécia – 97,8%
Pedra Grande – 96,9%
Jardim de Angicos – 96,9%
Água Nova – 96,7
São Vicente – 96,5%
Pedro Avelino – 96,4%
Viçosa – 96,1%

FONTE: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir de dados do Censo Demográfico 2010: Características urbanísticas do entorno dos domicílios.

Gentilmente enviado por e-mail pelo Prof. Dr. Carlos Alberto Nascimento de Andrade (UERN/FE/DE)

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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REVOLUÇÃO PRAIEIRA


A Revolução Praieira, também denominada como Insurreição Praieira, Revolta Praieira ou simplesmente Praieira, foi um movimento de caráter liberal e federalista que eclodiu, durante o Segundo Reinado, na província de Pernambuco, no Brasil, entre 1848 e 1850.

A última das revoltas provinciais, está ligada às lutas político-partidárias que marcaram o Período Regencial e o início do Segundo Reinado. Sua derrota representou uma demonstração de força do governo de D. Pedro II (1840-1889).

REVOLUÇÃO PORPETICA:
-1875- apoio dos liberais

Reivindicava as suas glorias, seus propôs, assim ficou conhecido como revolução porpetica de forma global, inscreveu-se no contexto das revoluções liberais, socialistas e nacionalistas que varreram a Europa neste período do século XIX, incluindo a Revolução de 1848 na França que promoveu a extinção do absolutismo no país.

Em nível local foi influenciada pelas ideias liberais dos que se queixavam da falta de autonomia provincial, sendo marcada pelo repúdio à monarquia, com manifestações a favor da independência política, da república e por um reformismo radical.

Com fundo social, econômico e político, contou com a participação das camadas menos favorecidas da Província de Pernambuco, oprimidas pela grande concentração fundiária nas mãos de poucos proprietários. Como exemplo, uma quadra popular à época, refere à poderosa família Cavalcanti:

"Quem viver em Pernambuco
não há de estar enganado:
Que, ou há de ser Cavalcanti,
ou há de ser cavalgado." (Quadra popular)

Ainda como fundo socioeconômico, registra-se a histórica rivalidade com os portugueses, que dominavam o comérciona província. Em síntese, as principais causas da Rebelião Praieira foram:[1]

o predomínio do latifúndio;

a dependência e marginalização do pequeno agricultor;
o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade;
o papel monopolizador dos comerciantes portugueses;
o êxodo rural;
a crise da economia pernambucana.


A revolta teve como causa imediata a destituição, por D. Pedro II, do Presidente da Província Antônio Pinto Chicorro da Gama (1800-1887), representante dos liberais. Durante quatro anos à frente do poder, Chicorro da Gama combatera o poder local dos gabirus, grupos mais poderosos da aristocracia latifundiária e mercantil, ligados ao Partido Conservador.

A substituição deste liberal pelo ex regente Araújo Lima, extremamente conservador, foi o estopim para o início da revolução, que já acumulava insatisfação com a política imperial e dificuldades devido ao declínio da economia açucareira.

Os rebeldes queriam formar uma nova Constituinte para alterar a Constituição brasileira de 1824, visando a efetiva liberdade de imprensa (uma vez que esta estava limitada, extinguindo artigos que ferissem a família real ou a moral e os bons costumes), a extinção do poder moderador e do cargo vitalício de senador, voto livre e universal, garantia de trabalho, além da nacionalização do comércio varejista que estava nas mãos dos portugueses

Em abril de 1848, os setores radicais do Partido Liberal pernambucano – reunidos em torno do jornal Diário Novo, na Rua da Praia, no Recife, e conhecidos como praieiros – condenaram a destituição de Chichorro da Gama, interpretando esse gesto como mais uma arbitrariedade imperial.

A revolta contra o novo governo da Província eclodiu em Olinda, a 7 de novembro de 1848, sob a liderança do general José Inácio de Abreu e Lima, do Capitão de Artilharia Pedro Ivo Veloso da Silveira, do Tenente Coronel da Guarda Nacional Bernardo José da Câmara, futuro Barão de Palmares, do deputado liberal Joaquim Nunes Machado e do militante da ala radical do Partido Liberal, Antônio Borges da Fonseca. O presidente nomeado da Província, Herculano Ferreira Pena, foi afastado e o movimento espalhou rapidamente por toda a Zona da Mata de Pernambuco.

A sua primeira batalha foi travada no povoado de Maricota (atual cidade de Abreu e Lima).

Em 1 de janeiro de 1849, os revoltosos lançaram o seu programa, um documento que denominaram Manifesto ao Mundo, de conteúdo, em sua maior parte, social liberal (voto universal, liberdade de expressão, garantia de trabalho, separação dos poderes, direitos individuais na esfera jurídica) [2], supostamente escrito por Borges da Fonseca, um jornalista. O manifesto defendia:

o voto livre e universal do povo brasileiro;
a plena e absoluta liberdade de comunicar os pensamentos por meio da imprensa (liberdade de imprensa);
o trabalho, como garantia da vida para o cidadão brasileiro;
o comércio a retalho só para os cidadãos brasileiros;
a inteira e efetiva independência dos poderes constituídos;
a extinção do Poder Moderador e do direito de agraciar;
o elemento federal na nova organização
a completa reforma do Poder Judiciário, de forma a assegurar as garantias dos direitos individuais dos cidadãos;
a extinção da lei do juro convencional;
a extinção do sistema de recrutamento militar então vigente.

Apesar do caráter liberal da revolução, os revoltosos não cogitavam a abolição da escravidão.

Depois de receber a adesão da população urbana que vivia em extrema pobreza, pequenos arrendatários, boiadeiros, mascates e negros libertos, os praieiros marcharam sobre o Recife em fevereiro de 1849 com quase 2.500 combatentes, mas foram rechaçados. Marcharam em três Divisões, uma comandada por João Inácio de Ribeiro Roma, a segunda por Bernardo Câmara e a terceira era comandada por Pedro Ivo Veloso da Silveira.

A repressão[editar | editar código-fonte]

A província foi pacificada por Manuel Vieira Tosta, indicado como novo presidente, auxiliado pelo Brigadeiro José Joaquim Coelho, novo Comandante das Armas. As forças rebeldes foram derrotadas nos combates de Água Preta e de Igaraçu.

Os líderes do movimento pertencentes à classe dominante, foram detidos e julgados apenas em 28 de novembro de 1851, quando os ânimos na província já tinham serenado, ocasião em que o governo imperial pôde lhes conceder anistia. Voltaram, assim, a ocupar os seus cargos públicos e a comandar os seus engenhos.

Por outro lado, os rebeldes das camadas sociais menos privilegiadas - rendeiros, trabalhadores e outros - não tiveram direito a julgamento e, ou sofreram recrutamento forçado ou foram anistiados por intervenção de seus superiores para retornarem ao trabalho, exceto aqueles que foram sumariamente fuzilados durante e logo após os combates.

Consequências[editar | editar código-fonte]

Com o fim da Praieira, no início de 1850, iniciou-se outra parte do Segundo Reinado, um período de tranquilidade política, fruto do parlamentarismo e da política de conciliação implantados por D. Pedro II, e da prosperidade trazida pelo café.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Praieira


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ENCAMINHAMENTO DE CHAPAS CANDIDATAS AS ELEIÇÕES DA ASCRIM BIENIO 2017/2018


ASCRIM/PRESIDENCIA – RECEBIMENTO DAS CHAPAS CANDIDATAS ELEIÇÕES DA ASCRIM  - OF. Nº 270/2016.

MOSSORÓ-RN, 12 OUTUBRO de 2016

PREZADOS ASSOCIADOS DA ASCRIM,

ACUSAMOS, AGRADECEMOS E REGISTRAMOS O RECEBIMENTO DAS CHAPAS CANDIDATAS ÀS ELEIÇÕES DA ASCRIM PARA OS CARGOS DA DIRETORIA EXECUTIVA DA ASCRIM E DO CONSELHO FISCAL DA ASCRIM, NAS QUAIS HONRA-NOS SABER QUE O NOME DOS SENHORES INDICADOS CONSTA NO ROL DOS CANDIDATOS.

CONFORME SOLICITAÇÃO QUE NOS FOI FEITA PARA ENCAMINHAMENTO DAS CHAPAS CANDIDATAS AS ELEIÇÕES DA ASCRIM BIÊNIO 2017/2018, À COMISSÃO ELEITORAL DA ASCRIM-CEA, O FAREMOS AMANHÃ(13.10.2016), DATA EM QUE SE OFICIALIZA O FUNCIONAMENTO DA CEA, NA FORMA ESTATUTÁRIA, JUNTAMENTE. JUNTO AO ENCAMINHAMENTO DAS CHAPAS CANDIDATAS ENVIAREMOS – CONDIÇÃO “SINE QUA NON” - A “DECLARAÇÃO DE CANDIDATOS APTOS AS ELEIÇÕES DA ASCRIM”.

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO
-PRESIDENTE DA ASCRIM-

De: SILVA NETO <planesilva@msn.com>

Enviado: quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Para: ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES MOSSOROENSES ASCRIM; ceicaomaciel@yahoo.com.br;eheronildes@uol.com.br; fratermanoel@yahoo.com.br; goretti alves alves; lucioney@ymail.com;ludimillaoliveira@globo.com; Maria do Socorro Albuquerque Gurgel; martanmedeiros@gmail.com; SILVA NETO; susanalimaleitems@gmail.com; Vanda Maria Jacinto; Wilson Bezerra de Moura; Jose Romero; Expedito de Assis; Milton Marques
Assunto: ENCAMINHAMENTO DE CHAPAS CANDIDATAS AS ELEIÇÕES DA ASCRIM BIENIO 2017/2018

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso.

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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A PRISÃO DO CÉLEBRE CANGACEIRO ANTÔNIO SILVINO.

Por Geraldo Júnior

Antes do surgimento de Lampião no cangaço, Antônio Silvino era o grande e respeitado nome do cangaço nordestino. Durante anos Antônio Silvino e seu bando vaguearam pelos sertões do Nordeste. Suas ações geralmente eram voltadas contra pessoas de posses e contra o governo.

Era visto pela população como um bandido cavalheiresco que costumava zelar pela honra e o respeito às famílias sertanejas.

Antônio Silvino foi capturado por uma Volante pernambucana comandada pelo então Alferes Theophanes Ferraz Torres no dia 27 de novembro de 1914, nas mediações de Taquaritinga do Norte no estado de Pernambuco. Fato que ocorreu em uma localidade chamada Lagoa da Laje pertencente à época ao município de Taquaritinga do Norte em Pernambuco.

Após a prisão, Antônio Silvino foi conduzido ao Recife, onde foi julgado e condenado a Trinta e nove anos e quatro meses de prisão em regime fechado.

Foi libertado após ter passado vinte e três anos, dois meses e dezoito dias na prisão, após ter recebido indulto presidencial assinado pelo então presidente Getulio Vargas.

Antônio Silvino faleceu no dia 28 de julho de 1944 aos sessenta e oito anos de idade na cidade de Campina Grande/PB, onde está sepultado.

Na fotografia/imagem acima podemos ver da esquerda para a direita o Alferes Theophanes Ferraz Torres, Antônio Silvino, Antônia de arruda amante de A. Silvino e o Sargento José Alvino que auxiliou na prisão do Rifle de Ouro, como assim era conhecido o cangaceiro.

Foto: O Malho

Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo)

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DOIS LIVROS ESTRANGEIROS SOBRE LAMPIÃO:



1)"The Bandit King: Lampião of Brazil" de Billy J. Chandler(Inglês).


2)"Os Cangaceiros: Les Bandits d´honneur brésiliens" de Maria Isaura Pereira de Queiroz (em francês, o idioma do século XIX e XX começo).
***Os 2 livros possuem tradução para o português.

Adendo: http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Não temos certeza, mas os interessados deverão procurar o Professor Pereira lá da cidade de Cajazeiras, no Estado da Paraíba, através deste e-mail: franpelima@bol.com.br

https://www.facebook.com/groups/ocangaco/?fref=ts

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SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESTUDOS DO CANGAÇO

Sede: em Mossoró no Rio Grande do Norte – Brasil

Histórico:

Foi fundada em 13 de junho de 1993, data aniversário que lembra a entrada de Lampião na cidade de Mossoró no Rio Grande do Norte. É uma entidade sem fins lucrativos que coordena um maior entrosamento entre os pesquisadores, escritores e artistas brasileiros que estudam e divulgam o Nordeste. 

Assuntos como: Cangaço, Coluna Prestes, Canudos, revoltas: Praieira, Balaiada, Cabanagem, Quebra-Quilos, Juazeiro, Padre Cícero, Delmiro Gouveia e o progresso do Nordeste, Quilombos, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, e a Música Popular Nordestina, a Cultura e a Arte nordestinas são prioridades nos estatutos da SBEC para debatermos e divulga-los em eventos, no Brasil e no exterior.

Quem e quantos são os integrantes?

Escritores, Pesquisadores, Poetas intelectuais e alunos que se interessam pela pesquisa histórico-sociológica de Nordeste e do Brasil.
Qual a abrangência dessa entidade?

Inúmeros seguimentos da sociedade cultural, no âmbito das pesquisas em vários Estados do Brasil, com sócios espalhados por este País continental.

O que é necessário para se tornar sócio da SBEC?

Para ser sócio da entidade precisa ter trabalhos apresentados, artigos e/ou livros publicados, dentro dos diversos temas que permeiam a mesma. O pretendente deverá ser apresentado por um sócio efetivo e seu nome aprovado por, pelo menos, 5 outros sócios.

Os membros da diretoria?

1 –Presidente: -
2 -Vice-presidente: -
3 – 1º Secretário: -
4 – 2º Secretário: -
5 – 1º Tesoureiro: -
6 – 2º Tesoureiro: -
7 Assessor de Comunicação: -

Conselho Consultivo:


A SBEC foi uma criação do pernambucano da cidade de Triunfo, professor, escritor pesquisador do cangaço e dos diversos temas citados acima Paulo Medeiros Gastão. 

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CANGAÇO NO PIAUÍ


Mais um livro do escritor e fundador da SBEC -  (Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço) Paulo Gastão.


Entre em contato com o autor através deste e-mail:
paulomgastao@hotmail.com
Peça logo o seu para não ficar sem ele: Livros sobre cangaço se demorar adquiri-los ficará sem eles, porque são arrebatados pelos colecionadores.

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DOIS LIVROS DO ESCRITOR LUIZ RUBEN BONFIM

Autor Luiz Ruben Bonfim 


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Lembre-se que se você demorar solicitá-la, poderá ficar sem ela em sua estante. Livros que falam sobre "Cangaço" a demanda é grande, e principalmente, os colecionadores que compram até de dezenas ou mais para suas estantes.

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E-mail para contato:

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Luiz Ruben F. de A. Bonfim
Economista e Turismólogo
Pesquisador do Cangaço e Ferrovia

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ZABELÊ - O VELHO CANGACEIRO AINDA SE LEMBRA: NAQUELE TEMPO, SÓ DEUS NÃO SE AJEITAVA.


*Texto de Claudio Bojunga para o jornal “O Estado de São Paulo"  – 31/07/73

Um velho entrevado, torto, de 73 anos, tossindo, mal vestido, deve estar muito doente. Só os olhos são ágeis como os olhos de um menino: correm em torno da mesa, encara rapidamente as pessoas para depois se fixar na janela à esquerda, na porta aberta à direita; os olhos de Zabelê, mais de 40 anos depois, conservam a vigilância dos tempos do cangaço. E como se, a qualquer momento, um macaco fosse pular à sua frente ou às suas costas para enchê-lo de bala.


Zabelê, ou Isaias Vieira, um homem totalmente apavorado. É um exemplo dos cangaceiros que, depois da luta, ficaram por aqui mesmo, no Nordeste. Há muitos em todo o sertão, de Alagoas ao Ceará, todos escondidos sob nomes falsos. E eles sabem que não temem fantasmas. A vingança, no sertão, é elaborada com paciência chinesa. É possível, perfeitamente possível que, a qualquer momento, amanhã talvez, um outro velho entrevado descarregue seu revólver sobre o velho Zabelê. Afinal, Zabelê nem sabe quantos matou em um ano de cangaço. Era coiteiro de Lampião desde 1923, na região do Pajeú, até que o coito se tornou evidente demais, e perigoso. Olhando de um lado para outro enquanto fala, o velho conta:

- Lampião: tá descoberto que eu compro coisinha procê. Tô enroscado. Se não sentá praça vou acabar entre as pernas do tenente.

Lampião pensou um pouco. Não era qualquer coiteiro que podia “sentar praça” no cangaço. Zabelê insistiu:

- Tô desmantelado. Sou pai de família, tó desmantelado.

-Desmantelado você já nasceu.

E dito isso, Lampião aceitava um novo “soldado”. Porque era preciso estar mesmo muito “desmantelado” na vida para topar a parada. Zabelê tinha mulher, quatro filhos e muito azar.

Começou a brigar em 1926 e um ano depois estava preso. Participou de um combate importante, o de Serra Grande, naquele mesmo sertão. Como todo ex-cangaceiro, diz que, naquela batalha, morreram uns 30 macacos. Cangaceiro, nenhum. O mesmo truque usado pelos policiais da época. Vários dizem que em Serra Grande morreram um ou dois soldados. O coronel Higino José Belarmino, famoso entre outras coisas por não mentir, nem que a verdade possa “prejudicar” a imagem da Volante, diz que morreram dez soldados em Serra Grande. Cangaceiros, ele não sabe, ninguém sabe.


Isaias Vieira, o primeiro  “Zabelê”  cumpriu longa pena na penitenciária do Recife. Esta foto é de 29 de dezembro de 1928, quando ainda se encontrava preso. Foto do Acervo Lampião Aceso, não compõe a matéria original.  
Os cangaceiros sempre carregavam os seus mortos e feridos e os eternizavam, batizando um cabra novo com o nome do preso ou do morto: assim, este que apavorado conversa com a gente, é o primeiro Zabelê de uma série. Um toque de misticismo, nem tanto para confundir a polícia, mas o povo. O cangaceiro não morre. Zabelê está preso? Como, olha ele aqui.

Apesar do pavor, Zabelê I ainda ousa revelar, com seu raciocínio lógico de sertanejo, que tudo não se resume a troca de tiros entre grupos ou requintes de crueldade. Até Zabelê, personagem de mínima importância dentro daquela fase da História do Brasil, sabe o que significa corrupção. 

-Todo mundo ajeitava. O senhor pode ser naquela época o presidente da nação, ajeitava também. Naquela época só quem não ajeitava era Deus que não aparecia.  

Ele quer dizer que grande parte das armas do cangaço foi vendida pela própria polícia que importantes políticos da época, hoje venerandos e com estátua (algumas equestres) no meio das praças, estiveram envolvidos gravemente, pairando sua honra sobre os tiroteios que eles próprios manipulavam.

Zabelê: apavorado, velho, doente, pobre e atualizadíssimo.

*Créditos para Antônio Corrêa Sobrinho

 http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/2014/02/zabele.html
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CONVITE!


Convidamos todos os associados e associadas para o DIA DO/A PROFESSOR/A, que será realizado pela ADUERN na próxima sexta-feira (14), a partir das 19h. 

A atividade terá início com a Mesa Redonda "Panorama econômico do RN e os atrasos salariais no funcionalismo público" que terá como debatedores os professores Auris Martins ( Facem), Lemuel Rodrigues ( Fafic), Lindocastro Nogueira ( FAD)  e Alexsandro Donato ( FE). 

Após o debate será oferecido um jantar com música ao vivo para os/as presentes. 

As senhas já estão disponíveis na sede da ADUERN e podem ser retiradas no horário de 7h30 às 12h e 14h às 18. 

Jornalista
Cláudio Palheta Jr.

Telefones Pessoais :
(84) 88703982 (preferencial)

Telefones da ADUERN:


ADUERN
Av. Prof. Antonio Campos, 06 - Costa e Silva
Fone: (84) 3312 2324 / Fax: (84) 3312 2324
E-mail: aduern@uol.com.br / aduern@gmail.com
Site: http://www.aduern.org.br
Cep: 59.625-620
Mossoró / RN
Seção Sindical do Andes-SN
Presidente da ADUERN
Lemuel Rodrigues

 Enviado pelo professor Benedito Vasconcelos Mendes

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O CEMAS CONTINUA PRESTANDO SERVIÇOS RELEVANTES À PESQUISA ANIMAL BRASILEIRA

Por Benedito Vasconcelos Mendes
         
O CEMAS - Centro de Multiplicação de Animais Silvestres da UFERSA - Universidade Federal Rural do Seminário, idealizado e criado pelo Professor Benedito Vasconcelos Mendes em 1989, na antiga ESAM - Escola Superior de Agricultura de Mossoró, atualmente, continua fornecendo material biológico para diversas pesquisas de ponta na área animal desenvolvidas na UFERSA. 


A Tese de Doutorado da Médica Veterinária Ana Liza Paz Souza, defendida no Curso de Doutorado em Ciência Animal da UFERSA, foi escolhida pela CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior como uma das melhores Teses de Doutorado do Brasil. 

A Tese "Otimização de Protocolos de Criopreservação de Sêmen de Catetos", orientada pelo Professor Alexandre Rodrigues Silva, foi laureada com o Prêmio CAPES de Teses em 2016, cujos certificados serão entregues em Brasília no próximo dia 14 de dezembro. A Tese desenvolvida em Mossoró concorreu com 60 outras Teses de Doutorado feitas em diversas Universidades brasileiras.

Enviado pelo professor Benedito Vasconcelos Mendes

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