Por Hélio Xaxá
Seguidores
domingo, 14 de abril de 2024
TEU BEIJO
sábado, 13 de abril de 2024
VOLANTE DO CAPITÃO NUNES FARIAS
Acervo: Giovane Gomes.
Uma fotografia da Volante do Capitão Nunes de Farias. Nesse registro fotográfico tem vários Florestanos, Manuel Flor, Altino , Zuza, Esnoque, Sebastião Sobreira e outros .
Em pesquisa de Campo conseguirmos encontrar vários jovens combates
da terra dos maiores inimigos de Lampião.
Fotografia
tirada em Floresta-PE.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=1053110973187826&set=gm.952700139850808&idorvanity=414354543685373
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
NOTA DE PESAR!
Por Relembrando Mossoró
O Relembrando Mossoró vem comunicar o falecimento da Professora Edna Maria Firmino de Medeiros, que ocorreu ontem no final da noite, vítima de complicações de diabetes.
Seu corpo está sendo velado na SEMPRE, ao lado do Tiro de Guerra, Centro de Mossoró e logo mais às 16hs será sepultada no Cemitério São Sebastião, nessa cidade.
Ela nasceu no dia 16 de maio de 1958, na cidade de Mossoró-RN; filha de José Firmino Sobrinho e Maria de Lourdes Firmino.
Foi normalista nos anos de 1978 a
1979, na Escola Estadual Jerônimo Rosado, aqui casou e teve três filhos. Era
moradora do bairro Alto da Conceição. Nossos sentimentos aos familiares e
amigos.
ENEAS DA SILVA NEGREIROS, FUNDADOR DA FITEMA
FONTE – O MOSSOROENSE
Faleceu no 12
de dezembro de 2005 (sábado), depois de 12 anos convivendo com um
câncer na próstata, o empresário Enéas da Silva Negreiros, fundador da Fiação e
Tecelagem de Mossoró S/A (Fitema). Autor de dois livros - "Memórias de um
amazonense radicado em Mossoró (1997)" e "Cultura, Comercialização e
Industrialização do Algodão na Zona Oeste do Rio Grande do Norte (2002)",
ele deixou 10 filhos, 31 netos e nove bisnetos.
Nascido em 29
de abril de 1911, também participou da fundação da Fábrica de Redes Santo
Antônio, do Rotary Club de Mossoró, do Centro das Indústrias do Rio Grande do
Norte, da Rádio Difusora de Mossoró e do Clube Reviver, foi diretor-presidente
da Companhia de Melhoramentos de Mossoró S/A (Comemsa) e da Empresa de Serviços
Telefônicos (Sertel), além de ter participado de diversas outras entidades.
Em vida, Enéas
costumava contabilizar a idade considerando até os meses. "Ele morreu com
94 anos e oito meses. Sempre dizia assim: 'depois dos noventa a gente conta os
meses, é igual a criança'", contou a filha Regina Coeli Negreiros.
Segundo
relatado por ela e suas irmãs Emília Verônica, Odinéia, Sílvia e Eneide, seu
pai era um homem muito religioso, católico praticante, que declamava, a todo
momento, o salmo 90. "Ele sabia decorado. E também citava outras passagens
bíblicas, principalmente do São Mateus", disse Verônica. Ele acordava,
todos os dias, às 4h para ler a Bíblia Sagrada, fazer suas orações e aguar suas
plantas.
Completamente
lúcido, Enéas tinha o espírito muito "jovem", de acordo com a
avaliação das filhas. "Ele era um homem que acompanhava as gerações, não
se deixava levar por uma forma de vida imposta pelo tempo", disse Regina.
Uma qualidade
citada por todas as filhas entrevistadas foi a capacidade do empresário de
ouvir. "Ele não impunha nada, gostava muito de ouvir e dialogar. Sempre
tinha um posicionamento próprio sobre as coisas, mas gostava de ouvir a opinião
dos filhos", contou Odinéia.
No meio de
tantas histórias contadas pelas filhas, uma chama atenção. Segundo Verônica,
todos os dias, quando ela e Odinéia ainda eram crianças, Enéas as acordava às
5h, chamando-as de "meus passarinhos". Os três ficavam no jardim da
casa conversando e tomando banho de mangueira. "Quando a gente cresceu,
ele passou a nos chamar de antúrios (uma espécie de planta muito presente na
residência). Ele nos molhava com a mangueira e dizia que estava aguando seus
antúrios", relatou Verônica, emocionada.
O empresário
gostava muito de poesia e fazia pequenos poemas e canções todo o tempo, para
todas as ocasiões. Os filhos e a esposa, Maria Odinéia de Negreiros, de quem
esteve ao lado por 60 anos, são temas constantes em seus versos.
http://jotamaria-fitema.blogspot.com/2017/07/eneas-da-silva-negreiros-fundador-da.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
COLECIONADOR DO PIAUÍ REÚNE MAIS DE 500 ITENS SOBRE LUIZ GONZAGA
Por G1 - Publicado por Manoel Severo em 2012
Wilson Seraine estuda há 15 anos a história e obra do 'Rei do Baião'.
Ele também é presidente da 1ª Colônia Gonzaguena do Brasil, em Teresina.
EZEQUIEL FERREIRA DA SILVA
Por Paulo Queiroz
Nesse combate
morreram também 18 soldados da volantes, esse combate e considerado juntamente
com Serra grande como o combate q aconteceu o maior número de baixas de
volantes da história do cangaço.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=2416563115397819&set=a.168237663563720
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
MEU CACHOEIRO
Texto: Sidney Ribeiro
"...meu
flamboyant na primavera que bonito que ele era dando sombra no quintal..."
ou "...o meu bom jenipapeiro bem no centro do terreiro dando sombra no
quintal..."?
Composta em
1962, por Raul Sampaio Cocco, autor de mais de duzentas canções, capixaba de
Cachoeiro de Itapemirim, integrante do famoso conjunto Trio de Ouro da década
de 1950 (Raul Sampaio, Lourdinha Bittencourt e Herivelto Martins); a canção
"Meu Cachoeiro", passou a ser hino oficial da cidade de Cachoeiro de
Itapemirim, em 1966. Mesmo tendo sido composta por este grande compositor e
integrante de um conjunto famoso e, quatro anos depois ter sido declarada hino
oficial da cidade, ela não teve muita repercussão. Não, não teve, até que
cachoeirenses influentes e alguns artistas tivessem a brilhante idéia de
sugerir que um outro cachoeirense viesse a grava-la. Esse cachoeirense,
conterrâneo de Raul, que assim como ele, também tinha começado a cantar na
mesma rádio, ZYL-9, e estudado na mesma escola, com uma diferença de quatorze
anos, era nada mais nada menos que Roberto Carlos. Sim, ele começou, aos nove
anos de idade, em 1950, a cantar na mesma rádio que Raul tinha iniciado, mas
Raul, quando Roberto começou ainda menino, já estava no Rio de Janeiro, com
alguma fama e, já sentia saudades da pequena Cachoeiro, que alguns anos depois
lhe serviu de inspiração para a canção.
Desta vez a
canção tinha tudo para ser sucesso. Ela era bonita, o cantor era famoso, o mais
famoso do país, e a letra tinha tudo a ver com ele, pois assim como Raul,
também tinha saido de sua terra natal para ir ao Rio de Janeiro tentar vencer
como cantor profissional. O primeiro venceu, mas a canção não. Seria muito
pouco provável alguém se interessar por uma canção que falava de uma
cidadezinha quase desconhecida para a maioria dos brasileiros (estamos falando
de um Brasil da década de 1960 quando não havia internet e outras mídias
interativas). Mas desta vez, tinha tudo para ser diferente, o cantor em
questão, era conhecido no Brasil, em toda a América Latina e ainda em alguns
outros países europeus. Roberto conheceu a canção em 1967, quando já era hino
oficial da cidade de Cachoeiro e ele estava no auge da Jovem Guarda. Durante
alguns anos, Raul lhe entregou fitas gravadas com a canção, no intuito dele
grava-la, mas Roberto não se mostrava interessado. Dizia que queria ele mesmo
compor uma canção falando de Cachoeiro. Depois de muita insistência, passados
três anos, em 1970, ele decidiu colocá-la no seu disco anual, justificando que
tudo que ele queria dizer de Cachoeiro, Raul já tinha dito naquela letra. No
entanto, pediu para que fossem feitas algumas alterações: O rítmo, porque
originalmente ela era uma toada à moda de viola e ele queria algo mais moderno.
O título "Meu Cachoeiro" para" Meu Pequeno Cachoeiro" e uma
parte da letra.
Quanto às duas
primeiras alterações não houve problema e o autor, Raul, concordou. Foi difícil
para Roberto aceitar na letra, a parte que dizia: ...o meu bom jenipapeiro bem
no centro do terreiro...
Para Roberto,
aquela coisa de terreiro soava estranho e ele também não conhecia o pé de
jenipapo, o jenipapeiro. Conta-se que Raul comprou alguns jenipapos e levou até
a gravadora, para o Roberto conhecer e, mesmo assim ele não queria gravar.
Roberto pediu para o Raul alterar a letra, ao que ele desconversou dizendo que
ela tinha sido feita com muita emoção e, retratava o que realmente tinha
acontecido. Na casa dele tinha um jenipapeiro e tudo que estava na letra era o
que ele externou num momento de saudade, longe de sua terra natal e, por esse
motivo achava que não deveria alterar nada. Somente depois da insistência de
muitos colaboradores, inclusive da direção da gravadora CBS, alegando que todos
iriam ganhar se Roberto colocasse aquela canção no seu disco, que a música
seria conhecida nacionalmente, é que Raul resolveu introduzir na letra, o
flamboyant. De nome francês, flamboyant, traduzido significa flamejante, devido
a coloração de suas flores. Por ser uma árvore muito comum na cidade de
Cachoeiro, talvez não tenha sido muito difícil para o Raul alterar a letra,
mesmo a contragosto. De fato, flamboyant soa muito mais poético que
jenipapeiro, mesmo que o coração de quem sente o que fez, num momento de
tristeza e saudade de sua terra, não concorde.
Alterações
feitas, Roberto introduziu alguns versos declamados que estão só na gravação do
disco, mas não fazem parte do hino, e finalmente, depois de quatro anos após
ter sido declarada hino da cidade, o Rei, a maior personalidade de sua terra,
empresta sua voz numa letra tão saudosa. O sucesso foi imediato e Cachoeiro de
Itapemirim ficou conhecida no Brasil inteiro.
Hoje, alguns
historiadores ainda se confundem e, de forma equivocada, atribuem ao Roberto a
alteração da letra, com a inclusão do flamboyant no lugar do jenipapeiro.
Através do filho do Raul Sampaio Cocco; José Cocco Neto, pude esclarecer a
dúvida, que sempre permeou a minha e a cabeça de fãs dos dois grandes
cantores/compositores, sobre a canção que num ineditismo até protocolar, faz de
Cachoeiro, a única cidade brasileira a ter um hino com duas versões. Assim,
cinquenta anos após ter sido declarada hino oficial da cidade de Cachoeiro de
Itapemirim, através do decreto municipal 1072/66 de 1966; em 2016, pelo decreto
municipal 7395/2016, a versão com os versos enaltecendo o flamboyant, passou a
ser também o hino da cidade.
Registre-se
também, que no ano de 2016, mais precisamente em Abril, Roberto foi fazer um
show em Cachoeiro, dia 19, data de seu aniversário. José Cocco Neto, filho do
Raul, quis fazer uma surpresa para seu pai e, junto com seu filho Rhodes, se
dirigiram ao hotel San Karlo, no centro da Cidade, onde Roberto estava
hospedado. Não é comum ele receber alguém em hotel, mas desta vez foi
diferente.Tratava-se de Raul, seu conterrâneo ilustre compositor. Assim; pai,
filho e neto puderam representar as gerações na companhia do mais ilustre filho
da cidade.
Naquele 18 de
Abril de 2016 foi a última vez que Roberto e Raul se encontraram. Raul partiu
em 26/01/2022.
Um dia, ainda
jovem, sentiu saudade de sua terra e fez uma canção, sem imaginar que ela se
transformaria em hino e, o que dizer então de hino com duas versões. Será
lembrado por gerações e gerações que cantarão sua música à sombra de um
flamboyant ou de um jenipapeiro, muitos sem saber, que a fruta e a flor que
continua nascendo em sua terra, dificilmente servirão novamente para dar tão
bela inspiração e, não haverá nenhum outro cantor mais famoso que Roberto, para
com a voz, trazer as reminiscências que farão com que os filhos de Cachoeiro
ausentes e saudosos, em todo pranto dessas mágoas, junte nas águas do seu
Itapemirim.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=418306107596956&set=a.274963078597927
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
CURIOSIDADES
Por Evandro Félix Marcondes
NO SEBO VERMELHO - LANÇAMENTO...
Por Honório de Medeiros
No Sebo Vermelho,
lançamento do segundo volume da "Genealogia da Família Guerra", do
mestre Luiz Fernando Pereira de Melo, cujas pesquisas e escritos acerca de suas
famílias fundadoras contribuem, sobremaneira, para o conhecimento da história do
Rio Grande do Norte.
Com @luizmariz ,
@janduhi.medeiros , Antônio Luiz de Medeiros , @honoriodemedeiros e o escritor. Natal, 6 de abril de 2024.
sexta-feira, 12 de abril de 2024
A JORNADA CONTINUA D, MARIA OSSANTA BORGES SALLES, VIÚVA DO SUB, DELEGADO HERCULANO BORGES DE SALLES
Por Adelson Mota
Homenagem a D, Maria Ossanta Borges Salles, viúva do Sub, Delegado Herculano Borges de Salles, e suas duas filhas, Enerina Borges Salles, e Edith Borges Salles, Herculano vindo da feira de, Santa Rosa, Jaguarari, 19 de Setembro de 1931 juntamente com seu ajudante, Hygino,
Depois de longa e exaustiva caminhada, param para se refrescar em uma aguada, assim também bebe os animais, e neste momento são surpreendidos pelo Vingativo, Cangaceiro, Corisco seu desafeto este o faz prisioneiro, e joga- lhe aos berros a promessa da vingança, que tarda mais não falha, e injusta assim, Corisco maltrata Herculano, e o mata ao amanhecer do dia 21/09/1931 na localidade, Fazenda Bom Despacho, Jaguarari, tinha 37 anos de idade passado este momento triste, D, Ossanta depois de muito tempo reclusa, junta os restos mortais do Amado, esposo e leva pra, Bonfim, Atual Senhor do Bomfim.
Ela se muda para, Serrinha e cria suas filhas, estas continuam a vida e progridem, como pessoas do bem, ela ainda, adota as crianças, Deluison Cardoso da Silva, nascido em 1937,e Balbina Maria Salles, nascida em 1962, D, Ossanta faleceu em 1990, aos 88 anos em, Serrinha, Bahia Enerina de Salles Santos faleceu, em 2006, aos 85 anos de idade. Edith Borges Salles Bulcão faleceu, em 2015, aos 91 anos de idade....
Adelso Mota, Té Mota, Memorialista contador de histórias do
cangaço na Bahia e na nossa região, agradecimentos, Ana
Cataldi , Rubens Antônio, com inserção de fotos livro, Cangaço na Bahia,
Cavalos do Cão, Professor e Historiador
Rubens Antonio.
https://www.facebook.com/groups/179438349192720
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
MARIA BONITA É DE TRIUNFO
Este ano, a
peça Massacre de Angico- A morte de Lampião tem Serra Talhada em novidade; a
atriz que faz o papel de Maria Bonita será outra. Ela se chama Bruna Flori,
formada em Teatro pela UFPE, nasceu em Triunfo e já mostrou a que veio. Criou
grupos populares, fez palestras; aprendeu Xaxado etc. Ela e os espectadores
aguardam a sua participação . Veja mais em www.mulheresdocangaco.com.br.Foto
Otávio Alexandre.
Pode ser uma imagem de 1 pessoa, chapéu e Sacsayhuaman
11 Eduardo
Ferreira, Salete Rêgo Barros e 9 outras pessoasTodas as reações:
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
"AO ANOITECER BATIA O DESESPERO" SILA SOBRE O CANGAÇO - CANAL CANGAÇO EM FOCO
Por Cangaço em Foco
AQUI FOI SEPULTADO O CORONEL SANTANA - CANAL CANGAÇO EM FOCO
quinta-feira, 11 de abril de 2024
MERCÚRIO OU MINERVA?
Clerisvaldo B. Chagas, 10 de abril de 2024
Escritor símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.033
No tempo em que tudo de luxo e cultura vinha da França, para Santana do Ipanema, por aqui chegou uma escultura com destino ao frontispício da residência do Coronel Manoel Rodrigues da Rocha. Lendo os escritores antigos, um deles (não dá mais lembrar quem com exatidão) tudo indica que foi Tadeu Rocha, filho do coronel acima, amante da geografia e emérito pesquisador, falava da citada escultura vinda da França, que era a estátua do deus Mercúrio. A esse deus mitológico também era atribuída à proteção ao comércio. Inúmeras vezes falamos aqui dessa escultura que ainda hoje permanece no mesmo lugar de quando veio da França no tempo de Santana vila.
Residência/comércio passando de donos, a estátua ornou a biblioteca Pública de Santana e Loja de tecidos de Benedito V. Nepomuceno. Continua ali como uma das maiores relíquias de Santana do Ipanema com grande possibilidade de levar sumiço como tantas outras ao longo da nossa história. Mas agora, jovens pesquisadores da terra descobriram, segundo eles, que na verdade, a estátua não é do deus Mercúrio e sim da deusa Minerva. Sai o macho e entra a fêmea. E agora Zé? Se for verdade, como justificar os escritos de quem viveu de perto o movimento histórico e cultural da época? Em que momento da história houve o escorrego que “perpetuou” o deus Mercúrio até o nossos dias?
A musa Minerva tão evocada pelos poetas cordelistas, devido a esses movimentos atuais de valorização da mulher, talvez tenha feito descobrir-se a feminilidade da estátua francesa. pelo menos esculpida e vendida na França. Mas como tudo sério tem o toque de humor do brasileiro, a estátua do jumento de Santana do Ipanema que não veio da França e sim de Pão de Açúcar está com as orelhas de molho. A qualquer momento surge um pesquisador moderno para examinar de perto se a estátua é de fato a de um jumento inteiro, capado ou de uma jumenta empoderada.
É Camonge morrendo, Camonge aprendendo, diz o povo do Sertão.
CONHEÇA O PERFIL CANGAÇO BRASILEIURO
https://www.instagram.com/cangaco_brasileiro?igsh=MWF1aWM0aHNlYWN1dg==
PUNHAL QUE LAMPIÃO DOOU AO VAQUEIRO DAVI SILVA
Por José Cícero da Silva
Relíquia: Punhal dado de presente por Lampião ao vaqueiro Davi Silva em 1927 durante sua passagem pelo sítio Malhada Funda e Vermelha em Aurora.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2410431359165794%2C2410431385832458%2C2410364972505766%2C2409085312633732%2C2409878109221119%2C2409609689247961%2C2408957492646514%2C2408855302656733%2C2408593252682938%2C2407874269421503¬if_id=1712489616911996¬if_t=group_highlights&ref=notif
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
EXPEDITA FERREIRA, FILHA DE LAMPIÃO E MARIA BONITA
Por Helton Araújo
Expedita Ferreira, no auge dos seus 21 anos com seu filho Djair. Foto de setembro de 1953.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2410431359165794%2C2410431385832458%2C2410364972505766%2C2409085312633732%2C2409878109221119%2C2409609689247961%2C2408957492646514%2C2408855302656733%2C2408593252682938%2C2407874269421503¬if_id=1712489616911996¬if_t=group_highlights&ref=notif
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
VAMOS CONHECER A PEDRA DE LAMPIÃO NO MUNICÍPIO DE SERRA TALHADA PERNAMBUCO.
Por Sertão Mamoeiro
SERRA TALHADA: AQUI NASCEU LAMPIÃO, O REI DO CANGAÇO, PERNAMBUCO. #16
Por Vida de Mochila
quarta-feira, 10 de abril de 2024
O CANGACEIRO ANTÔNIO SILVINO LEVOU UMA PISA DE UM CABRA MACHO" A COISA IA FICAR FEIA SE UM DOS HOMENS DE SILVINO NÃO SE INTERFERE NA LUTA!!!!
Arquivo Guilherme Machado
O cangaceiro
Antônio Silvino leva uma surra do sub-delegado Nicácio! O caso se deu no povoado
Vila do Trapiá, em Riacho das Almas Pernambuco.
Nicácio era um negro muito valente, que era comissário na vila do Trapiá. E ele mandou recado ao cangaceiro Antônio Silvino que não pisasse em Trapiá, que levava uma corsa ou seria preso.
E o temível cangaceiro foi até ao encontro do delegado, e disse:
- Aqui estou, neguinho! Eu nunca vi negro de palavra.
E o cangaceiro já foi apertando o gatilho do seu rifle em direção ao sub-delegado; Mas só que o tiro saiu em direção ao chão. E um dos seus homens desapontado, falou:
- Capitão, o cano do seu rifle tá torto.
E o Antônio Silvino retrucou:
- Mas o meu punhal não.
E voou para cima do delegado. Nicácio lutou de homem para homem, com o cangaceiro. Foi quando um dos homens do cangaceiro, ao se interver na luta, quebrou o braço do delegado, que tombou lutando. Mas levou a pior, e foi sangrado em praça pública.
Mas o chefe Antônio Silvino saiu muito machucado. Se não
fosse a intervenção de um dos seus homens, sei não!
Foto e Fonte
Extraídos do livro História que Limoeiro Conta: Autor: Antônio Vilaça.
https://www.facebook.com/groups/893614680982844/?multi_permalinks=2176254216052211%2C2175478666129766%2C2175110979499868%2C2175513249459641¬if_id=1712679995294828¬if_t=group_highlights&ref=notif
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
COMUNICANDO...
Por Robério Santos
Ontem eu estava conversando com @gabriiellydantass_ sobre estar desanimado para escrever. Já abandonei quatro projetos neste último ano: O Degredado; o Quadrinho do Antônio Conselheiro; Cabeças Cortadas e BOLERO. Agora estou concluindo O Santo e o Cangaceiro, que conta a relação de Lampião com o Padre Cícero.
Já venho recebendo recados maldosos e até ameaças. Hoje eu acordo e recebo esta notícia aí, veio em boa hora. Para muitos pode não ser nada um reconhecimento internacional, mas para mim neste momento vale muito a pena. Este livro representa muito pra mim e para muitos. Saibam que ele foi adotado por duas escolas, uma em Natal-RN e outra em Cabo Frio-RJ.
Não estou aqui na postagem vendendo livros, quando faço isso começo a receber mensagens horríveis e não estou muito bem hoje para absorver hoje coisas negativas de pessoas ruins (estou medicado).
Obrigado a todos que compraram o 77.15.32, vamos dar uma
pausa nas vendas dele e já, já se tornará mais um Volta Seca que não tem mais e
todo dia alguém quer comprar. Valeu, amigos!
https://www.facebook.com/groups/893614680982844/?multi_permalinks=2176254216052211%2C2175478666129766%2C2175110979499868%2C2175513249459641¬if_id=1712679995294828¬if_t=group_highlights&ref=notif
http://blogdomendesemendes.blogspot.com


