Autor: José Di Rosa Maria
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quarta-feira, 28 de agosto de 2024
QUALIDADES DE PAI
QUALIDADES DE PAI
Autor: José Di Rosa Maria
A SUPOSTA COVARDIA DE JOÃO BEZERRA
Por Aderbal Nogueira
LUIZ PADRE E SUA SUPOSTA MORTE EM 1920 | CNL | 1407
Por O Cangaço na Literatura
RAUL SEIXAS
Por José Mendes Pereira
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
terça-feira, 27 de agosto de 2024
A FOTO DA SAUDADE
Clerisvaldo B. Chagas, 28 de agosto de 2024
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.095
A foto abaixo representa trecho do Comércio de Santana do Ipanema, em torno do ano 1960. O retrato parece ter sido tirado da torre da Igreja Matriz de Senhora Santana. Vê-se da esquerda para à direita, casa de arquitetura bruta, construída pelo comerciante Tertuliano Nepomuceno. Casa alugada para diversas atividades e que o período mais famoso do edifício foi com o funcionamento do Banco do Brasil e depois com o PRODUBAN) (Banco do Estado). Vizinho, descendo o terreno inclinado, Casa O Ferrageiro, a loja de ferragens mais antiga de Santana. Vem em seguida a loja de tecidos de Adeildo Nepomuceno, Casa Vitória. Continuando, minúsculo vão onde era a oficina de relógios do consertador Getúlio e, finalmente, casa de esquina que foi loja de tecidos, casa de jogo, barbearia e outras coisas mais.
Não temos nenhuma ideia do que aconteceu com a parte esbranquiçada do primeiro plano da foto. Seria para, pelo menos mostrar um pedaço da praça que fica entre a igreja e essas casas comerciais. Entre o branco da praça e os prédios, desfila um carroceiro com a mesma elegância popular da atualidade. Preste atenção nos outros dois veículos da época. Entenda que os fundos da foto, mostra lá longe o outro lado do rio Ipanema, margem direita, ainda com grande vazio populacional. No segundo plano, isto é, no meio da fotografia, muitas pedras no leito seco do rio. Queremos dizer para os apreciadores de fotos antigas que era preciso coragem para subir a torre da Igreja Matriz de Senhora Santana, até a casa dos sinos e dali fotografar a paisagem.
Na época do cenário abaixo, ainda se encontravam fotógrafos tipo lambe-lambe, que atuavam na calçada alta da Matriz. Aguardavam clientes aos sábados e quartas, dias de feira livre, para fotografarem casamentos, batizados e outras fatos para documentos como as famosas 3X4. Foram esses fotógrafos anônimos que prestaram relevantes serviços para a posteridade da época. Foi à porta do fotógrafo fixo, Seu Antônio, Foto Sporty, que vi pela primeira vez a fotografias enorme de Corisco, em preto e branco, e a comprei. Infelizmente um padre da época, botou os fotógrafos para correr da porta da igreja. Não tendo outro ponto de trabalho os fotógrafos ou fora embora de Santana ou abandonaram a profissão. Não ficou um sequer e assim muitos e muitos fatos históricos deixaram de ser registrados.
CASTRADO, SANGRADO E MORTO POR LAMPIÃO - CALUMBI - ROTA DO CANGAÇO 2024-08
Por Aderbal Nogueira
"GENTE DE LAMPIÃO"
Por Helton Araújo
Aqui podemos
ver o cangaceiro Barra Nova e a cangaceira Neném do Ouro, companheira de Luiz
Pedro.
Pessoal preciso
do apoio de vocês, se ainda não forem inscritos nos ajude se inscrevendo em
nosso canal no YouTube o
CANGAÇO ETERNO . Deixarei o link abaixo para aqueles que possam nos ajudar.
https://youtube.com/@cangacoeterno?si=NgM4GBz96LCEZI6f
https://www.facebook.com/photo?fbid=516703874173319&set=gm.1036898028097685&idorvanity=414354543685373
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COSME AIRES - AUTODIDATA EM HISTÓRIA
Por Epitácio de Andrade Filho
Servidor público, autodidata e profundo conhecedor de história, Cosme Aires Nogueira era radicado em Mossoró, mas tinha raízes fincadas no Pé da Serra do Patu. Nasceu em 23 de outubro de 1957 e faleceu, cedo, em 24 de maio de 2016, antes de completar 60 anos.
Na década de 70, apresentou ao médico Epitácio de Andrade Filho (na época com 8 anos) o livro “Jesuíno Brilhante, o Cangaceiro Romântico”, de Raimundo Nonato, despertando seu interesse pelos estudos do cangaço.
Que o estudioso descanse no silêncio da eternidade e permaneça na luz, emanando bons fluidos para a construção de histórias de paz! Seu iniciado estreou na cangaceirologia como palestrante do tema: ”A Importância Histórico-social do Cangaço de Jesuíno Brilhante, durante programação do seminário dedicado ao cangaceiro potiguar, realizado em Mossoró no período de 11 e 12 de junho de 2005. Como também, no dia 13 desse mês e ano recebeu o diploma de sócio da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC).
Enviado pelo o autor.
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O MILAGRE DO SAPATEIRO Histórias de Lampião o rei do cangaço e de cangaceiro do sertão do Nordeste
Por História da Vida Real
VEJA MEU NOVO
CANAL "O POBRE E O RICO": • COMO SAIR DA POBREZA Ramo em expansão...
O MILAGRE DO SAPATEIRO
Histórias de Lampião o rei do cangaço e de cangaceiro do sertão do
Nordeste do Brasil, Lampião e seus cabras cangaceiros deram ordens para ninguém sair ou entrar em uma pequena cidade de Nazaré, mas um sapateiro teve que sair
escondido para comprar remédio para seu filho, então cangaceiros descobriram a
desobediência e tentaram matá-lo, mas todas as armas falhavam, então um
cangaceiro tentou dar cabo do sapateiro com o punhal, mas levou um terrível
choque elétrico que quase morre... esse suposto milagre... ficou conhecido como
"O milagre do sapateiro"
#historiasdavidareal #opobreeorico
Contato: artehoraciomoura@gmail.com
segunda-feira, 26 de agosto de 2024
O CANGAÇO EM SANTA INÊS - PB.
A morte do cangaceiro azulão.
Na década de
1920 o cangaceirismo assolava os Estados nordestinos. na época a Paraíba vivia
em constantes combates contra o cangaceiro Virgulino ferreira (Lampião),o rei
dos cangaceiros que dizia livremente que a culpa daquele estado de coisas era
do coronel José Pereira Lima (Zé Pereira de princesa). Segundo o Cangaceiro, Zé
Pereira avia o traído e o roubando uma grande quantia de dinheiro. Para piorar
a situação para o lado de Lampião as volantes paraibanas aumentaram o nível das
perseguições. Mesmo assim alguns lugares como Patos de irerê na Paraíba era
coito seguro de Lampião.
Desde 1924
quando Lampião foi baleado na lagoa do Vieira no vizinho Estado do Pernambuco,
o trânsito do cangaceiro só aumentou na Paraíba e Santa Inês virou rota do
banditismo rural. Nesta época um bando de cangaceiros liderados por azulão
vivia fazendo coalizões com o bando de Lampião. Azulão era um homem perverso e
tudo indica que ele era paraibano. Seu bando variável de 5 a 10 homens e suas
atuações eram basicamente nos mesmos lugares. Devido à brutalidade de azulão e
a falta de insubordinação aliada a um desejo sádico te possuir mulheres,
Lampião decidiu expulsar do seu bando. Azulão tinha fama de praticar estupros
junto com o seu bando e de alguma maneira Lampião não aprovava as atitudes dele
e esse foi o motivo da separação. Na realidade Lampião detestava azulão, porque
o cabra era desprezível até mesmo para outros cangaceiros. Vira e mexe ele
mandava recado para pais de família dizendo que ia carregar as filhas que
estivesse em sua casa, ele dizia e fazia e por isso ele era temido. A ira de
Lampião só aumentava contra azulão que além de praticar estupros dizia ele que
era cabra de Lampião e a culpa sempre caia nas costas do rei do cangaço.
Em Conceição
na Paraíba o cangaceiro azulão e seu bando poserem suas garras numa pobre
moça,a família que na época tinha posses ficou bastante desmoralizada. Zé
Pereira foi cobrado e com o apoio do governo do Estado intensificou as ações
das forças volantes na região, porém depois do acontecido em Conceição, Santa
Inês foi palco de uma terrível visita do azulão e seu bando onde também
praticou estupros. O terror estava solto. Um dia azulão avisou que iria
carregar três filhas do senhor chamado José Nunes. O coitado do trabalhador
rural acuado e sem ter o que fazer mandou avisar a volante comandada pelo
Tenente Raimundo Quintino em Conceição na Paraíba, que o bando de azulão estava
em suas terras pronto para atacá-lo e ele precisava de uma rápida ajuda.
Em meados de
1927 a volante de Raimundo Quintino sofrendo forte pressão do coronel José
Pereira que exigia resultados satisfatórios estacionou próximo a fazenda de
José Nunes na Serra Pintada que na época pertencia a Conceição mas que hoje
pertence a cidade de Santa Inês. Raimundo Quintino era muito Valente e esperto,
sua força volante era composta por parentes incluindo um filho.ele soube que
próximo a fazenda do pobre trabalhador havia um caldeirão com água e ele
decidiu fazer ali uma espera,(Uma tocaia). Foi uma ideia de gênio pois não
demorou muitos dias e logo o bando de azulão se aproximou do caldeirão na serra
pintada. O cangaceiro mor, gostava de andar no meio da fila Indiana formada
pelo bando, mas quando chegou no caldeirão o cabra se antecipou e foi pular uma
cerca de faxina. Não deu tempo nem botar os pés no chão e logo o fuzil cantou.
Azulão foi varado de bala e ficou igual uma peneira, o resto do bando se
escondeu próximo a um embuzeiro e abriu fogo contra volante onde Raimundo
Quintino foi baleado no pé. O tiroteio não demorou muito e logo os cabras
sumiram no meio da caatinga. Azulão foi pego e amarrado em um jumento e levado
para a cidade de Conceição onde foi jogado numa calçada. No mesmo dia esta foto
abaixo foi tirada mas azulão não saiu na fotografia porque Raimundo Quitino não
queria que sua imagem fosse associada a um cangaceiro daquele nível. Note que
na foto abaixo, Raimundo Quintino o primeiro da esquerda para a direita está
com o pé enfaixado. E foi assim que uma onça terrível chamada azulão foi tirada
do pasto em Santa Inês-PB.
Agradecimentos:
Professor José
Fabio Nicolal.
Damião Holanda
de Lacerda.
Pesquisa de
José Francisco Gomes de Lima.
https://www.facebook.com/profile.php?id=100052136048895
http:blogdomendesemendes.blogspot.com
PEQUENO CEMITÉRIO NA SERRA VERMELHA:
Por Paulo Dias Pereira
AQUI DESCANSA NA ETERNIDADE JOSÉ ALVES DE BARROS, ZÉ SATURNINO, O PRIMEIRO INIMIGO DE LAMPIÃO: (A FOTO FOI COLHIDA DO GRANDE ESFORÇO DO PESQUISADOR GERALDO JUNIOR, CANAL CANGAÇOLOGIA).
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?notif_id=1724688881253443¬if_t=group_r2j_approved&ref=notif
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
JOÃO GOMES JURUBEBA
Por Guilherme Velame Wenzinger
João Gomes
Jurubeba, ao lado esquerdo em sua juventude aos 14/15 anos, e à direita já em
sua fase idosa, foi um dos muitos jovens do povoado de Nazaré/PE que se
alistaram nas forças volantes para enfrentar Lampião e seus seguidores,
demonstrando grande coragem. A contribuição de indivíduos como João foi crucial
para o fortalecimento da resistência local e para a história da luta contra o
cangaço.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?notif_id=1724688881253443¬if_t=group_r2j_approved&ref=notif
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
BENJAMIN ABRAÃO
Benjamin Abrahão, qual a importância dele para vocês na história do cangaço?
LANÇAMENTO EM MOSSORÓ - DO LIVRO A OUTRA FACE DO CANGAÇO - ANTONIO VILELA.
Por Ana Lucia Granja Souza
Meu amigo José
Mendes, que prazer ler sua mensagem!
pois é, meu caro, eu estive participando do evento em Mossoró, cidade
belíssima, e o tema deste ano foi muito bom e proveitoso para nós,
pesquisadores, porque é mais um somatório de conhecimentos e aprendizagens, pois o que move a
pesquisa é justamente adquirir o conhecimento, divulgar, insistir, persistir e participar para o crescimento da causa.
E tive uma grande alegria em conhecer
sua filha Adryanna e na ansiedade de conhecê-lo, ela me falou que você não pode participar do evento, mas a gente compreende, não tem problema, e eu
sei que brevemente iremos nos conhecer, e este será um grande prazer.
Mendes, na realidade eu pedi pra outro amigo pesquisador tirar umas fotos
minhas e do evento e ele prometeu de enviar-me pelo meu e-mail, eu estava sem máquina nenhuma e tive que pedi para outros tirarem, mas se você puder
esperar um pouco eu irei receber as fotos e com certeza irei te repassar, foi muito proveitoso este fórum, pois mais uma vez adquirir conhecimento e também a
alegria de rever amigos que sempre estamos juntos em outros eventos do cangaço em outras cidades.
Parabéns pelo seu blog e pode ter certeza no que
eu puder colaborar, estou a disposição, confesso que ando muito ausente em todos que participo, mas também a gente tem outra vida não é, e tempo é ouro,
mas com certeza eu vou aparecer e comparecer neste blog de tão grande credibilidade que é mendes e mendes, e assim colaborar para que todos que
leem o blog, aprendam mais e ajude mais engrandecendo esse cantinho tão bom. muito obrigada, Mendes, por sua lembrança e pode contar comigo, quando
precisar. grande abraço.
Saudações Cangaceiras!
domingo, 25 de agosto de 2024
MÁRIO SARAIVA E "O LUGAR DA MORTE DE JESUÍNO BRILHANTE".
Por Epitácio de Andrade Filho
“MÁRIO VALDEMAR
SARAIVA LEÃO, venerado é
Pelos que dele descendem
Por seu exemplo de fé,
De trabalho, garra,
estudo,
Por tudo isso e por
tudo
Que fez por seu SÃO
JOSÉ”.
Os versos que
epigrafam esse pequeno registro correspondem à
primeira estrofe do
folheto de cordel MÁRIO SARAIVA
100 Anos de um
Sertanejo Forte, de
Manoel Monteiro,
lançado em julho de 2007, no centenário do
fundador de São José de
Brejo do Cruz.
A edição de arte da
obra tem o olhar cultural do premiado fotógrafo
Aurílio Santos.
No texto em versos “
Um Centenário de Vida”, do conterrâneo e
vizinho João Dorico,
que apresenta o cidadão centenário
homenageado, o poeta
afirma que:
“Mário Saraiva
Exemplo de
honestidade
Humilde sem vaidade
Encarou com luta e fé
Transformar seu São
José
De fazenda em
cidade.”
A partir de uma feira
à sombra de uma cajaraneira, em 5 de
setembro de 1936, o
fazendeiro Mário Saraiva deu início ao
município paraibano
de São José de Brejo do Cruz.
Nascido em 15 de
julho de 1907, na localidade conhecida como
“Brandões”, onde hoje é a cidade, o comerciante Mário Valdemar
Saraiva Leão é
descendente de família sertaneja que tem tradição
genética em alcançar
longevidade saudável.
Lúcido aos 98 anos,
em 2005, concedeu entrevista ao médico
psiquiatra Epitácio
de Andrade Filho, que realizou documentário “O
Lugar da Morte de
jesuíno Brilhante”, com base nesse depoimento
histórico. Segundo
Saraiva Leão, que escutara de seus
ascendentes, o
cangaceiro potiguar foi morto numa comunidade
rural margeada pelo
Riacho dos Porcos, chamada “Serrote da
Tropa”, em São José
de Brejo do Cruz.
Esse curta-metragem
está disponível no canal de TV “ O Cangaço
na Literatura”,
editado pelo jornalista sergipano Robério Santos.
Seu Mário Saraiva
faleceu aos 102 anos, no dia 16 de setembro de
2009, em sua
residência.
Enviado pelo autor.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
LAMPIÃO X ZÉ DO CÃO A justiça feita com o mais perversos dos Jagunços Historias do rei do cangaço
Por Histórias da Vida Real
https://www.youtube.com/watch?v=zs_-tMkESVgVEJA MEU NOVO CANAL "O POBRE E O RICO":
• COMO SAIR DA POBREZA Ramo em expansão...
LAMPIÃO X ZÉ DO CÃO A justiça feita com o mais perversos dos Jagunços Historias do rei do cangaço, e de cangaceiros, Esta história chocou o Nordeste, pois não existe maldade maior do que essa que foi aplicada.
#historiasdavidareal #historiasdelampião
Contato: artehoraciomoura@gmail.com
http://blogdomendesemendes.blogspot.com





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