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quinta-feira, 31 de agosto de 2023

PRINCESA ISABEL RECEBE A FESTA DE ABERTURA DO CARIRI CANGAÇO 2023 NO PALACETE DOS PEREIRA

 Por Manoel Severo

A manhã do dia 23 de março de 2023 na cidade de Princesa Isabel foi particularmente marcante; nesta manhã o Palacete dos Pereira; emblemático patrimônio arquitetônico e histórico, não só da Paraíba mas de todo Nordeste; acolhia a chegada em grande estilo a segunda edição do Cariri Cangaço em terras Princesenses; a primeira edição aconteceu ainda no ano de 2015. Mais que a chegada do Cariri Cangaço em Princesa neste ano de 2023, o Palacete recebeu a representação da instituição Polícia Militar da Paraíba para a solenidade de inauguração de Exposição Itinerante do Museu da Policia Militar, com itens especificamente ligados à "revolta de Princesa" ainda em 1930, quando as forças da policia do estado, chegaram ao Palacete dos Pereira em perseguição a seu principal protagonista: Coronel Zé Pereira.

Prefeito Ricardo Pereira e Manoel Severo
Manoel Severo e Irismar Mangueira

"Quem diria, a policia militar adentrando o palacete dos Pereira pacificamente para celebrar a exposição itinerante do Museu da PM , depois de mais de 90 anos quando esteve aqui sob armas para o cerco e tomada de Princesa Isabel em 1930, momento marcante proporcionado pelo Cariri Cangaço, na verdade mais um marco para a historia de nosso Cariri Cangaço" lembra Emanuel Arruda, Conselheiro Cariri Cangaço e presidente da Academia Princesense de Letras e Artes.

Prefeito Ricardo Pereira
Tenente Coronel Arnaldo Sobrinho e homenagens pelos 50 anos da Rádio Patrulha da PM
Manha de abertura no Palacete dos Pereira 
 Palacete dos Pereira e a festa do Cariri Cariri Cangaço

Com a presença do curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo, do presidente da Comissão Organizadora, Emanuel Arruda, do prefeito municipal Ricardo Pereira, do Tenente Coronel Arnaldo Sobrinho, do diretor de cultura Lucinaldo Feitosa, dentre outras diversas autoridades civis e militares; deu-se inicio no Palacete dos Pereira, o Cariri Cangaço Princesa Isabel 2023.

"Toda nossa gratidão ao querido amigo, Conselheiro Cariri Cangaço Emanuel Arruda, a Rosilene Leonardo, a Lucinaldo Feitosa, a Thiago Pereira, a Zé Pereira Neto, enfim a todos que irmanados nos ajudaram a construir esse grande evento"
"Saibam que é uma honra imensa voltar a Princesa Isabel, terra na qual o Cariri Cangaço sempre foi recebido com muita generosidade, traduzindo a índole desse povo tão acolhedor. Hoje mais uma vez estamos vivendo um dia histórico."
Manoel Severo, curador do Cariri Cangaço

"É uma grande honra para todos nós de Princesa receber mais uma vez esse evento verdadeiramente contagiante que é o Cariri Cangaço".
Emanuel Arruda, Conselheiro Cariri Cangaço e 
Presidente da Academia Princesense de Letras e Artes

Na oportunidade com a participação da Banda Marcial da Policia Militar da Paraíba foi celebrada o aniversário de 50 anos da Rádio Patrulha da policia militar paraibana, com entrega de comendas a homenageados pela policia militar, e em seguida se deu a inauguração da exposição itinerante do Museu da Policia Militar nas dependências do Palacete dos Pereira, que foi aberto ao público com a exposição se estendendo até o mês de abril de 2023.

Comenda do Mérito Cultural Cariri Cangaço ao Museu da Policia Militar da Paraíba, concedido por ocasião Mostra Itinerante em Princesa Isabel.
Thiago Pereira, Manoel Severo, Zé Pereira Neto e Ricardo Pereira
Tenente Coronel Arnaldo Sobrinho; Célia Cangaceira e Quirino
André Nunes, Louro Teles, Manoel Severo, João de Sousa Lima, 
Emanuel Arruda, Narciso Dias 
Policia Militar da Paraíba e a Comenda Cariri Cangaço
Silene Pereira Valões
Angelo Osmiro, Narciso Dias, Adriano Carvalho e Zé Tavares e a Comenda Cariri Cangaço concedida a Policia Militar da Paraíba
Adriano Carvalho
Joaquim Pereira, João de Sousa Lima
Josué Santana
Bispo André Nunes
Wilton Dedê e Manoel Severo
Policia Militar da Paraíba

Para o Conselheiro Cariri Cangaço e presidente do GPEC, Narciso Dias, de João Pessoa, "essa manhã marcou mais um grande tento do Cariri Cangaço quando na oportunidade da abertura aqui em Princesa presta essa homenagem ao Museu da Policia Militar, consolidando a irmandade entre as instituições".


FOTOS ERICK CLEMENTINO
Cariri Cangaço Princesa Isabel
23 de março de 2023
Palacete dos Pereira
Solenidade Polícia Militar da Paraíba

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KELLY LIRA NO BOTECO GOL BAR

 Por Alan Jones

Nesta QUINTA-FEIRA, 31/08, tem Kelly Lira no "Boteco Gol Bar" no projeto “O Brega é Chic” fechando a temporada de Agosto. Para quem ainda não foi lá, o  Boteco Gol Bar fica em Mossoró, ali perto da loja Concret, proximidades do campo de futebol o Nogueirão, no bairro Nova Betânia.

Vamos cantar juntos as melhores canções. 

Vá lá prestigiar o nosso show! Espero vocês!!!

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SERTÃO DE MUIÉ SÉRIA E DE HOMI TRABAIADOR...

 Por José Mendes Pereira

A lenda diz que em um show que fez seu Luiz Gonzaga em uma cidade do nordeste brasileiro (não tenho informação qual foi o município e nem tão pouco o Estado), interpretou a música "A VOLTA DA ASA BRANCA", e quando ele cantou os versos: "Sertão de Muié séria e de homi trabaiador", lá da multidão, um crítico senhor gritou: "Seu Luiz Gonzaga, faz muitos anos que o senhor não anda por aqui!".

Minhas Simples Histórias

Como eu escrevo histórias fictícias e não fictícias diferencie as minhas histórias  fictícias das não fictícias. Segundo a lenda, esta é real.

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quarta-feira, 30 de agosto de 2023

LIVRO

   Por José Bezerra Lima Irmão

Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.

Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.

Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.

Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.

Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.

Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.

A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.

Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.

......................

Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.

Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.

Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.

Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),

Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.

A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.

As Revoltas Tenentistas.

Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...

Vejam aí as capas dos três livros:



https://www.facebook.com/profile.php?id=100005229734351

Adquira-os através deste endereço:

franpelima@bol.com.br

Ou com o autor através deste:


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DIA DO RIO IPANEMA

 Clerisvaldo B. Chagas, 29 de agosto de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.953

Ao jornalista Fernando Valões

 



O “Dia do Rio Ipanema” foi criado pelo idealizador e escritor Clerisvaldo B. Chagas, na época, um dos fundadores da AGRIPA – Associação Guardiões de Rio Ipanema, com sede em Santana do Ipanema, Alagoas. A ideia foi endossada pela AGRIPA, apresentada a Câmara Municipal de Vereadores, Tácio Chagas Duarte, votada, aprovada e transformada em Lei. Então, o “Dia do Rio Ipanema”, ficou oficializada como “21 de abri”, em 2014. O escritor foi inspirado pelo “Dia do Rio Piracicaba”, comemorado em Piracicaba, São Paulo. Governava o município alagoano o gestor Mário Silva. A comemoração anual ainda é insipiente, sem a força e a pompa que deveria ser, por parte das autoridades, sobre o “Pai de Santana”. Sem ele, Santana não existiria.

A data foi escolhida porque abril é um mês pouco chuvoso e além disso não precisaria criar-se um novo feriado no município porque já era Dia de Tiradentes, antigo feriado nacional. Rio periódico ou intermitente, passa a maior parte do ano seco e beneficia a população desde os tempos indígenas. Já forneceu argila para o fabrico de tijolos e telhas, areia para construções, água para matar a sede e gasto doméstico, pasto para diversos tipos de gado, juncos para fábricas de colchões, lenha para fogões, madeira para carro de boi e móveis, inúmeros tipos de ervas, arbustos e árvores medicinais, pedras para decoração, caça, peixe, crustáceos e banhos em correntes, poços e cacimbas. Cheio só fornece água. Seco, uma diversidade enorme.

Nunca foi olhado com olhar de amor, pelas autoridades, mas como o grande receptador de dejetos. Quem sabe se daqui para frente, com a política do governo federal pelo meio ambiente, desperte alguma coisa de bom, daqueles que estão vivos graças aos inúmeros favores prestado aos seus pais, avós e demais familiares! Por falar nisso até agradeço ao escritor Fernando Valões por ter citado positivamente meu nome no seu livro “Santana do Ipanema, Sua Origem”, páginas 4, 187 e 188 e, ao outro amigo que tem três página do seu livro, sobre a história da cidade de Batalha, referindo-se ao nosso trabalho literário “Ipanema um Rio Macho”.

Que saudade dos banhos no Poço dos Homens!

Ipanema, pai dos pobres... E dos arrogantes.

GAZETA DE ALAGOAS ENTREVISTA ESCRITOR CLERISVALDO NO RIO IPANEMA, SECO.



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LIVRO

 Por Professor Pereira


Mais um livrasso que chega até mim, "CANGACEIROS DE LAMPIÃO DE A a Z". 2a EDIÇÃO. REVISADA E AMPLIADA. AUTOR: BISMARCK MARTINS DE OLIVEIRA. MAIS DE MIL NOMES, 560 PÁGS. Minhas notas, indispensável na estante de quem aprecia o tema. 

Agradecimentos ao Prof. Pereira, Francisco Pereira Lima,
Vendedor livreiro, Cajazeiras(PB), contato 83 99911-8286 fone/zap.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2098175797180343&set=a.984806691850598&comment_id=2530034140481878&notif_id=1692733692421956&notif_t=feedback_reaction_generic&ref=notif

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E AGORA?

 Clerisvaldo B Chagas, 30de agosto de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.954

Seguindo rigorosamente a tradição, agosto foi mês de frio e das últimas chuvas do nosso inverno sertanejo alagoano. Dias mais, dias menos da primeira quinzena, “últimos tamboeiros do inverno”, segundo o saudoso poeta, Rafael Paraibano. O Sol mais fraco reinicia o domínio e logo robustece o “pega fogo” Mesmo faltando alguns dias para a Primavera, o inverno já foi consolidado dentro das previsões dos “profetas das chuvas” que não erraram em nada. Observar o mundo, o clima no Hemisfério Norte, as ações naturais na terra, o aquecimento das águas do Oceano Pacífico, enchentes, incêndios e o blábláblá dos homens. Pelo menos até agora, o boi está de barriga cheia e provoca o suspiro de alívio da Agropecuária. A safra foi colhida ou falta pouco e, o restante do ano, nós sertanejos raiz, entregamos tudo nas mãos do Senhor dos Mundos.

A frieza foi enfraquecendo e, como se diz por aqui: “O verãozão tá pegado”. Logo cedo, mesmo antes da barra do dia, alguns tipos de pássaros começam os remexidos nos ninhos com seus chilrear urbano. E quando o relógio marca 5.15 começa a surgir a tímida claridade de um novo amanhecer. As portas estão cerradas, as ruas estão desertas, os gatos ainda dormitam antes do reconhecimento diurno, cujo lixo de recolhimento é atração instintiva. Apagam-se as últimas luzes dos postes. Não passam mais os bandos do Espanta-boiada, como nas madrugadas chuvosas. Vozes se aproximam... São dos primeiros corajosos à caminhada antes da barra. Começa o preparo do cuscuz fumegante, do café gostoso do novo dia de inverno sem chuva.

Assim o mês “perigoso” de agosto vai chegando ao fim. Perigoso porque ficou estigmatizado por ter acontecido grandes tragédias nacionais em trechos dos seus trinta e um dias.

 Já o meu pai que nascera em agosto, celebrava aniversário e Dia dos Pais, muito próximos. Dizia gostar muito do mês de nascimento e que “agosto era igual a todos os outros”. O que geralmente pensamos é que, passado esse período, estamos praticamente no final do ano, quando todas as atenções da economia do país começam a se mexer muito cedo visando Natal e Ano Novo. E sobre o tempo, deixe que venha o El Niño, as previsões sobre as coisas do céu. Tudo é de Deus.

CÉU DO MANHECER EM 22 DE AGOSTO, 5.15 HS, EM SANTANA DO IPANEMA (FOTO: B. CHAGAS).


http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2023/08/e-agora-clerisvaldo-b-chagas-30de.html

MAIS UM ANO CONCEDIDO POR DEUS NESTA ESTRADA DA VIDA.

 Por Antônio José de Oliveira

Filipe meu filho, o tempo vai passando como que esteja voando. Agora neste 30 de agosto Deus lhe concede mais um ano de vida - 21 anos, portanto. até aqui nos têm ajudado o Senhor.

Deus permitindo, no final deste ano você estará completando seu terceiro grau. Iniciou aos 16, e, com o consentimento de Deus concluirá no final deste 2023. Tanto é que hoje não poderá estar aqui, e sim cumprindo seu estágio, talvez em plantão no Hospital Veterinário. Que Deus continue iluminando seus passos nos estudos, na vida espiritual, e na saúde, e que seja sempre um jovem compreensivo conosco - seus familiares, com os amigos, com todos, e saiba fazer jus à profissão que muito cedo escolheu.

Gratidão a Deus por permitir concluir seu curso em tempo recorde.

Serrinha, 30 de agosto 23 - Antônio José de Oliveira.

https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=pfbid0TnqNGqj5wYMMpCFki1DB9dM2fQQY7S2ZipoesZH6CUVRzs9gN1NjWpAH68jvPt9zl&id=100015130849160&comment_id=831946614950821&reply_comment_id=685762876771519&notif_id=1693404598791305&notif_t=comment_mention&ref=notif

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SEU MANÉ ALVES ANUNCIA A APRESENTAÇÃO DO CANTOR JOÃO GONÇALVES EM MOSSORÓ.

 Por José Mendes Pereira

Seu mané Alves em Mossoró, sendo babá de Cosme e Damião. - Não tenho informação de quem seriam filhos. - Site http://www.luciarocha.com.br/2012/10/o-sertao-rural-e-seu-mane.html

Meus amigos Alan Jones (cantor), Railton Melo (empresário no ramo gráfico), Pedro José do Nascimento (ex-gráfico) e João Augusto Braz (empresário no ramo gráfico), esta ouvi no conjunto Walfredo Gurgel quando eu morava lá, mas já se passaram muitos e muitos anos que isto aconteceu. 

Quando o cantor João Gonçalves gravou a música "Pescaria em Boqueirão", e ele veio fazer o lançamento do seu novo sucesso aqui em nossa cidade, seu Mané Alves ficou encarregado de sair pelas ruas de Mossoró, em uma publicidade (não me lembro de quem seria o carro de  publicidade volante), anunciando que o cantor iria se apresentar em um dos clubes do nosso município. 

https://www.youtube.com/watch?v=VZiCXDE8Mzo&ab_channel=Jo%C3%A3oGon%C3%A7alves-Topic

O seu anúncio era o seguinte:

"Atenção, atenção juventude mossoroense! Vai chegar em nossa cidaaade, o homem da lapa de minhoooca!"

Minhas Simples Histórias

Como eu escrevo histórias fictícias e não fictícias diferencie as minhas histórias verídicas das fictícias. Até hoje ninguém a escreveu, somente eu fiz registro desta história engraçada do seu Mané Alves. Ela não me foi contada. Eu a presenciei.

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LIVE - UMA CONVERSA ATEMPORAL: PROSEANDO COM ANTÔNIO AMAURY CORRÊA DE ARAÚJO

Por Centro de Estudos Euclydes da Cunha - CEEC


Terça-Feira (29/08/23) às 19h no Youtube.
O Centro de Estudos Euclydes da Cunha - CEEC/UNEB tem o prazer de promover uma conversa entre o Manoel Neto e Lucas Viana sobre a entrevista UMA CONVERSA ATEMPORAL: PROSEANDO COM ANTÔNIO AMAURY CORRÊA DE ARAÚJO, publicada no segundo volume do nosso periódico CANGAÇO EM REVISTA.
Manoel Neto, é historiador, escritor, documentarista e coordenar o Centro de Estudos Euclydes da Cunha - CEEC da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, onde cumpre a função de editor chefe das publicações “Cangaço em Revista” e da “Revista Canudos”. É associado do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia - IGHB e integra a Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço – ABLAC. É coautor da “Cartilha Histórica de Canudos” e de “Os Intelectuais e Canudos: O Discurso Contemporâneo”. Sua última publicação é o livro “Três Ensaios sobre o Cangaço”. No campo do documentário codirigiu os filmes “Vaqueiros Canudos” e “Feminino Cangaço”, além de assinar a direção solo das obras “Três Vezes Canudos: A biografia de uma cidade” e “Assim Era Dadá: A vida pós-cangaço de Sérgia da Silva Chagas”.
Lucas Viana é um artista multidisciplinar que transita entre linguagens do audiovisual e do design gráfico. Bacharel em História pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, coordena o Núcleo de Audiovisual e Mídias do Centro de Estudos Euclydes da Cunha - CEEC da Universidade do Estado da Bahia - UNEB. É codiretor do documentário "Feminino Cangaço", diretor de fotografia do documentário "Assim era Dadá: A Vida Pós-Cangaço de Sérgia da Silva Chagas", além de fazer parte da comissão editorial dos periódicos "Revista Canudos" e "Cangaço em Revista". Também é responsável pela identidade visual de todas as mídias do Centro de Estudos Euclydes da Cunha – CEEC, desde os conteúdos audiovisuais, até as publicações, eventos e redes sociais.
Transcrição da entrevista com Antonio Amaury Corrêa de Araújo cedida na ocasião da realização do documentário “Feminino Cangaço”, conduzida por Manoel Neto com participação do Ten. Cel. Raimundo Marins e Lucas Viana.
Leia a CANGAÇO EM REVISTA completa aqui: https://www.revistas.uneb.br/.../cangacoem.../issue/view/784
O periódico CANGAÇO EM REVISTA é a única publicação do país exclusivamente dedicada ao fenômeno do cangaço, acontecimento histórico que mobilizou tanto os aparelhos repressivos dos estados nordestinos, como também grande parte da imprensa brasileira que reportava quase que diariamente as façanhas de Virgulino Ferreira, o Lampião e seu bando, durante as décadas de 30 e 40 do século passado. O volume 2 do periódico homenageia o eterno pesquisador, escritor, memorialista, Antonio Amaury Corrêa de Araújo e traz, além de uma série de artigos sobre a temática, uma entrevista cedida pelo grande mestre aos pesquisadores do CEEC na ocasião da realização do documentário Feminino Cangaço, como também um rico depoimento do seu próprio filho, Carlos Elydio Corrêa de Araújo.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2265285910347007%2C2265100733698858%2C2264408847101380%2C2264272070448391&notif_id=1693170894971455&notif_t=group_highlights&ref=notif

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