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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

CONVERSA SOBRE O CORDEL NORDESTINO.

Por Aderaldo Luciano

Por uma questão política e de revisão de termos, abandonei as designações "cultura popular" e "poetas populares" referentes, no primeiro caso, ao arcabouço colorido produzido pelo povo, presente nas suas manifestações artísticas, e, no segundo caso, à poesia escrevi vida de poetas que não passaram pela iniciação acadêmica. O que levou-me a esse solilóquio foi a constatação bem observada de que esses setores, os "populares", são os menos agraciados nas ações públicas para a cultura e os menos apreciados pelos dublês de gestores culturais. Observei, e todos podem observar, que um "poeta popular" jamais ganhará um prêmio literário promovido pelo estado oficial tendo as elites culturais como senhoras dos critérios avaliativos. Observei também que os "poetas populares" são usados como adorno em suas festas e ao final são convidados a comer na cozinha e dormir no quartinho. Vi também que esses mesmos poetas quando chamados para se apresentar em escolas, festas públicas e solenidades percebem os menores cachês, quando não são chamados a apenas "divulgar o seu trabalho". O poeta popular e seus pares da cultura popular, a despeito do seu trabalho e labuta, são considerados tão somente como apêndices, desprovidos do rigor técnico e estético requerido pelos editais elitistas. Assim, aqueles dublês aos quais me referi acima, entregam um milhão aos seus pares e apenas um quinhão de migalha ao poeta e ao artista populares. Trago isso para o cordel porque os poetas dessa falange são considerados poetas populares. O povo os ama, é verdade, mas as elites os repugnam. O cheiro do povo, o suor do poeta do povo, do poeta de cordel, constrange a madame e o salão do palácio e o alpendre da casa-grande. Ouvi de um poeta do povo sua vontade: elevar o cordel ao erudito. É um absurdo estético. Não existe elevação nem depressão na poesia. A poesia existe ou não. E acima de tudo não necessita de adjetivos. A poesia é a poesia. Toda e qualquer adjetivação, assim como o próprio termo "popular", é criação das elites para promover a apartação. Independente disso, vamos olhar quatro títulos de cordel escritos por mulheres, continuando as reflexões de matérias anteriores:

Fatima Filon é paulista, de São João da Boa Vista, radicada em Mogi Guaçu. Ativista literária, com vários títulos publicados, estreou no catálogo da Editora Luzeiro em 2012 com O Silicone. A crítica dos costumes, a observação do comportamento social é uma tradição no cordel. O poeta Manoel D'Almeida Filho estreou no cordel em 1936 com um poema nessa direção: A Moça Que Nasceu Pintada Com As Unhas De Ponta E As Sobrancelhas Raspadas. O pai do cordel, Leandro Gomes de Barros, tem vários títulos que perfazem a crônica social da cidade do Recife, como Os Coletores da Great Western, A Festa Do Mercado Do Recife ou Bento, O Milagreiro De Beberibe. Fátima recebe essa herança e trabalha seu poema com as orientações da tradição. O Silicone pensa a sociedade e a busca da beleza eterna e da eterna juventude ao abordar a indústria da cirurgia plástica, ampliada nos reclames midiáticos, assentada na crença da mulher fatal cuja ancestralidade está na Sibila de Cumas. Anotando as linhas do poema, Fátima faz um trabalho honesto, cumpre as rimas com certo rigor, sem muitas repetições, mas cai aqui e acolá na quebra do pé de um verso, sem comprometer o todo. Vale observar as cinco estrofes, no meio de 52, rimadas no "ÃO". Como a maioria dos poetas sabe e conhece, a rima nessa terminação propõe velocidade ao poema, todavia deve ser usada com parcimônia para não trair um provável encurtamento vocabular. O uso feito por Fátima é razoável, mesmo porque há ousadia em algumas rimas, por exemplo ao rimar "paparazzo" com "caso" e "prazo", na estrofe 50. A constante repetição da palavra "doutorzão" ao se referir ao profissional que promove a cirurgia plástica é depreciativa e merecia a utilização de sinônimos. A aparição da rima no diminutivo nas estrofes 15, 18, 35 e 45 transformaram-se, como quase sempre transformam-se, em armadilhas que podiam ser evitadas. A estreia de Fátima Filon na Luzeiro é interessante e o cordel exige uma continuidade para a prova final de seu chamado. Resta-nos aguardar os títulos que não conhecemos.

Silvinha França, paraibana de Guarabira, ao que nos parece bebeu na herança cordelística do brejo cuja capital foi sua cidade de origem. Situo Guarabira no brejo para cumprir o que chamamos de Cinturão Cordelístico Brejeiro, no qual estão dispostos os municípios de Areia (onde Francisco das Chagas Batista publicou seu primeiro poema e onde nasceu João de Cristo Rei), Solânea e Bananeira (berços dos Sena), Guarabira (possível terra de Apolônio Alves e centro editorial, vejam seu Pontes, Camilo e o próprio Pedro Batista), Sapé (Melchíades e Azulão), Alagoa Grande (Manoel D'Almeida Filho) e Alagoa Nova (Cícero Vieira, Mocó). Silvinha, portanto carrega a marca da terra. Licenciada em Geografia, palmilha a arqueologia, estuda os petrogrifos da região, protege seus sítios e milita nas lides da Sociedade Paraibana de Arqueologia. A Princesa Encantada Da Lagoa do Caju, seu cordel de estreia, retoma a lenda das assombrações da Lagoa do Caju, na cidade de Araçagi. A lenda fala de uma moça encantada, com voz sedutora, em melodia de lamento. Essa moldura serve à autora como fio condutor para a divulgação da escrita encontrada no Lajedo Grande, sítio arqueológico local. Referindo-me à tessitura da peça poética, ressalto a primeira página do poema, com três estrofes, das quais a primeira e a terceira estão armadas com rima no infinitivo “AR’ e a segunda, a do meio, rimando em “Á”. Embora bem colocadas, tanto as rimas como a métrica, na repetição do som agudo transformam esse primeiro encontro do leitor com o poema em uma espécie de “carreirão”, o que não é bom para o cordel, exigente que o é em matéria de diversificação de rimas. A rima em “AR” e “Á” serve muito à oralidade pois prepara o ouvinte para as terminações. No cordel, na bancada, é alçapão que aprisiona. Isso vale para toda a rima nessa categoria. As setilhas são fechadas na rima o que traduz o domínio da poeta sobre esse ofício: ababccb. Claro que isso não condena o poema, mas pede um pouco mais de trabalho. O poema de Silvinha tem virtudes maiores: notas sobre a origem de vários nomes estranhos ao leitor (são dezesseis notas valiosas para nós), uma boa bibliografia (21 citações sobre arqueologia e repertório legendário), uma apresentação da Sociedade Paraibana de Arqueologia e ficha catalográfica.

Maria do Rosário Lustosa Cruz, cearense do Juazeiro, pedagoga, arte-educadora e poeta, está na senda do cordel desde o ano 2000, como diz sua breve biografia na segunda contracapa do folheto O Remédio De Tonico. Tal título pertence ao Projeto SESC Cordel, Cordel Na Feira, produzido no Crato. Na mesma linha de O Silicone, de Fátima Filon, narra o encontro de seu Tonico, idoso, com a maravilha do fármaco estimulante sexual para comemorar suas bodas de ouro com Dona Toinha. Maria do Rosário cria os personagens e os coloca em situação de confronto por oferecer a um, o masculino, o estimulante, e a outro, o feminino, a passividade. Evocando o machismo e a Lei Maria da Penha, visto que a trama envereda pela agressão física e intervenção da lei, o poema está armado sobre sextilhas. Mesmo com alguns pés em seis versos, ou dúbios na contagem (“mãe de quatorze filhos”, na estrofe 2, ou “vivia admirado”, na estrofe 3), a história flui com rapidez porque assentada nas rimas em tempos verbais. Mas isso não revela um equívoco, tão somente a opção da poeta em aproximar seu relato da oralidade, facilitando a vida do leitor e pensando no ouvinte. A segunda estrofe, com rima no diminutivo, coloca palavras que, embora na terminação “inha”, não armadilham a autora: “vizinha”, “linha”, “Toinha”. A observação gramatical alcança as estrofes de 21 a 24. Essas estrofes compõem a fala da personagem Dona Toinha. É comum no cordel o travessão alternando estrofes se referirem a duas falas entre dois interlocutores. Maria do Rosário embasa-se na norma culta e a cada estrofe, mesmo sendo a fala de uma mesma personagem, a inicia com o travessão. O que está certíssimo e merece o aplauso. Outro elemento interessante é a verossimilhança negada. Explico: algumas peças de ficção, para fugir a qualquer mal-entendido, trazem um seu início o clichê “qualquer semelhança terá sido mera coincidência”. A autora subverte a ordem e o traz na última sextilha do seu poema. O Remédio De Tonico dialoga com outros títulos de crônica social e crítica de costumes. O cordel, como vemos, vai além da narrativa maravilhosa, como no caso dos três poemas abordados acima e do próximo a ser citado.

Ivonete Morais é cearense de Fortaleza. Socióloga, pós-graduada e ativista do cordel, tem títulos ligados a sua atuação acadêmica, como 23 De Abril: Dia Mundial Do Livro e Programa Criança Fora Da Rua Dentro Da Escola. No título que lemos, Ser Criança É... (Brincadeiras De Ontem E De Hoje), Ivonete busca nas memórias o rol de brincadeiras e jogos infantis nos quais as crianças nordestinas viveram seus dias, mas não é só. Usando o bordão “Ser criança é...” a poeta constrói o mundo da criança ideal vivendo no melhor dos mundos. Nas estrofes de 36 a 39 há uma crítica ferrenha ao mundo globalizado que, no discurso do narrador, ou pensador, não traz a felicidade à criança. A crítica ao consumismo denuncia a sociedade oferecendo produtos estranhos (celular, computador, laptop, patinete, videogame, motocross) em detrimento das tradições lúdicas (cantigas de roda, bonecas de pano, pula corda, parlendas, etc). Mas na estrofe 30 encontramos os dois versos: “Ser criança é acreditar/ Que existe Papai Noel”, ora o símbolo máximo do consumismo está representado aí nessa figura. Em outras duas estrofes há referências à religião cristã, na estrofe 2 (Pureza, ingenuidade/ São frutos do bom cristão) e na estrofe 15 (Ser criança é conhecer/ O autor da criação) para as quais cabem perguntas e reflexões: e as crianças que não são cristãs? E as crianças filhas de pais ateus? Até onde a pureza (elemento ideológico) e ingenuidade (elemento natural) são compatíveis dentro do mesmo caldeirão? Essas observações não querem manchar o bom trabalho de Ivonete no escrever do seu cordel, mas trazer a complexidade exigida na apreciação crítica de um folheto que muitos querem “popular” quando apenas bastaria jogar sobre ele, o cordel, o aparato teórico das ciências humanas, da teoria e crítica literária e ou da filosofia. O poema de Ivonete é uma ótima janela para o estudo crítico, o aporte teórico, a análise mais aprofundada. O cordel também é punhal. Fere os incautos e assassina os tolos.



Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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"O FOGO DA FAVELA" ou "O FOGO LAMPIÃO"


Essa fica localizada entre as cidades de Carnaubeira da Penha e Floresta, ambas em Pernambuco. Símbolo de uma sangrenta batalha entre a volante e os cabras de Lampião.


Porém, com o asfaltamento da estrada que liga as duas cidades, corre o risco de ser tirada de lá, e a região perder um símbolo da época do cangaço. 

Esse episódio da história ficou conhecida como "O FOGO DA FAVELA" ou "O FOGO LAMPIÃO".

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=685394158336198%2C685076488367965&notif_t=group_activity&notif_id=1501627445246334

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OS 150 ANOS DO TRANSLADO DA PADROEIRA DO ACARY: A FESTA DE AGOSTO EM 1867

Por Cicero José de Araújo Silva (Historiador)

Ser pesquisador e viver fuçando arquivos sempre nos rende gratas descobertas, que parecerem querer vir a luz da história. Documentos amarelados e empoeirados que esperam por décadas para nos contar prazerosamente fatos ocorridos em um Acary antiquíssimo. Pois bem, nas minhas ultimas pesquisas estive pacientemente lendo e transcrevendo jornais dos anos 1800.

Acidentalmente e quase sem querer descobri um documento raríssimo, e muito valioso para nossa história local. Trata-se de uma descrição da Festa da Padroeira de Acari no ano de 1867, quando foi realizada a transferência da antiga Igreja do Rosário (1738) para a atual Matriz (1863).

A festa foi acompanhada e narrada nos mínimos detalhes por um viajante que publicou seu relato no jornal o Assuense que circulou entre 1867 e 1872 na então Província do Rio Grande do Norte.

Para que todos os acarienses ouçam as vozes do passado, e através desse raro documento histórico possam viajar no tempo para aquela esplêndida noite de 15 de agosto de 1867, segue abaixo o documento transcrito!

“No dia 15 do corrente mês terminou a Festa da Padroeira do Acary, que foi assas concorrida. Tivemos ocasião de assistir aos últimos dias da festa, e podemos asseverar que em magnitude e explendor esteve ella altura do objeto a que foi destinada.

Alem do digno parocho da Freguesya o Rdv. Thomaz Pereira d’ Araujo e do seu coadjuctor o Rdv. Idalino Fernandes de Souza, á ella concorreram mais 6 sacerdotes. Orando ad evangelho o Rdv. Francisco Rafael Fernandes, que ainda um vez se mostrou digno da cadeira sagrada em que tantos louros tem sabido adquirir.

As trezultimas noites de novena corresponderam aos esforços dos noiteiros que delas se encarregaram, com especialidade as dos jovens e das jovens solteiras, que estiveram a todos os respeitos explendidos, sendo destes a ultima noite, que foi precedida de uma brilhante alvorada, acompanhada por mais de 100 jovens Acaryenses trajando branco, e sendo seguidos de um concurso de povo, que igualmente acompanhavam o carro triumphal.

Para aumentar o prazer da Festa da Padroeira, permittio esta que na véspera chegassem a Villa do Acary, 4voluntarios da Patria que d’alli haviam seguido para o theatro da Guerra do Paraguay, Manoel Hipolito Dantas de Maria, João Firmino Dantas de Maria, AntonioTheophilo de Maria e Gonçalo José Cardoso.

A chegada e recepção destes veio ainda mais aumentar as sensações de prazer que experimentava naquela ocasião o povo Acaryense, e não é fácil descrever as demonstrações de alegria e satisfação que então manifestaram todos em geral e em particular as famílias dos mesmos que alli se achavam.

Diremos em conclusão que a Festa de N. S. da Guia, Padroeira do Acary, foi a mais explendida de quantas havemos assistido, e prova de um modo incontestável o fervor religiosos do povoAcaryense e do digno Parocho que tem este mesmo povo a ventura de possuir.

Villa do Acary, 15 de Agosto de 1867.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

CORONEL JOÃO MARIA DE CARVALHO - IRMÃO DO CEL. LIBERATO DE CARVALHO, ESSE ÚLTIMO, GRANDE PERSEGUIDOR DE LAMPIÃO E SEUS GRUPOS.


Natural das terras da Serra Negra (atual Pedro Alexandre), na Bahia, filho de Pedro Alexandre, irmão de potentados como Liberato de Carvalho e Piduca Alexandre, a história de João Maria confunde-se com a própria história de Poço Redondo. Do lado de cá da fronteira foi possuidor de muitas fazendas, amigo fiel e protetor de muitos poço-redondenses, com grande influência e poder também por todo o sertão sergipano. Sua história precisa ser muito mais conhecida pelo poço-redondense de agora, pois nome cujo prestígio e fama vão muito além de apenas uma avenida com o seu nome. 


O Coronel João Maria não foi - como alguns asseveram - apenas um protetor de jagunços, cangaceiros e criminosos, mas homem que impôs seu poder também do lado da justiça social, da acolhida aos desfavorecidos, do zelo ao sertanejo necessitado. Foi, no mundo coronelista, exemplo maior de respeito e abnegação. Não se intimidou nem seu irmão Liberato, famoso comandante de volante, nem com Zé Rufino, caçador de cangaceiros, e todos ladeando o mesmo chão. Pelo contrário, fazia com que os próprios governantes respeitassem o seu nome e suas ações, tanto na Bahia como em Sergipe. João Maria de Carvalho nasceu em 24 de janeiro de 1890 e faleceu em 9 de agosto de 1963.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/

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MEIO AMBIENTE

Clerisvaldo B. Chagas, 01 de agosto de 2017
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica 1.705

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), existem mais de 1.000 espécies de animais em risco de extinção no Brasil. Entre eles estão a ararajuba, arara-azul, ariranha, baleia-franca-do-sul, cervo-do-pantanal, gato- maracajá, lobo-guará, macaco-aranha, mico-leão-dourado, muriqui-do-norte, onça-pintada, saíra-militar, sapo-folha, soldadinho-do-araripe, tamanduá-bandeira, tartaruga-de-couro, tartaruga-oliva, uacari-branco e o udu-de-coroa-azul.
GATO-DO-MATO
Principais causas da extinção de espécies no Brasil: tráfico de animais, desmatamento, queimadas, construções de hidrelétricas, caça predatória e poluição.
Ararajuba nal e em sete estados mais a outra espécie do oeste da Bahia. Esta já foi motivo de várias reportagens na televisão. Ariranha ou lontra, encontrada no Pantanal e Amazônia. Ameaçada pela pesca predatória, caça ilegal e poluição de mercúrio pelos rios.  Baleia-franca-do-sul: sofre a caça, a pesca e a poluição no litoral brasileiro. Cervo-do-pantanal: Vive no Pantanal, Amazônia e Cerrado: Desmatamento, caça ilegal e construções de hidrelétricas estão na lista das ameaças. Gato-maracajá: Desmatamento e caça pela sua valiosa pele. Lobo-guará: em vários lugares do Brasil, ameaçado pelo desmatamento e a caça. Macaco-aranha ou macaco-aranha-de-cara-preta: Encontrado na Amazônia: enfrenta tudo como desmatamento, caça ilegal, tráfico, hidrelétrica, rodovias, linhas de transmissão e até a caça pelos índios.
ARARAJUBA
A história é a mesma para ou guaruba. Somente na Amazônia. Sofre com tráfego e desmatamento. Arara-azul, na Amazônia, Pantaos outros animais.
No sertão de Alagoas, Com o incentivo do governo para desmatamento nos anos 60, tudo se foi acabando. Os animais maiores foram os primeiros a desaparecer. Começou com a onça-pintada, depois a onça-parda ou suçuarana, tamanduá, ema, preguiça, veado, lobo-guará, macacos, inclusive o guariba. Desses maiores, esporadicamente, se encontram ainda: Raposa, gato-do-mato (em outras regiões, chamados jaguatiricas), saguim, tatu, peba, cassaco e teiú (tiú ou tejo).
Quanto aos pássaros, nem podemos calcular as dezenas desaparecidas em nosso território.
Continua uma luta desigual entre defensores e destruidores da Natureza.

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A IGREJA SEM TETO

*Rangel Alves da Costa

O que dizer de um templo católico, principal igreja de uma cidade, de percurso histórico de mais de um século, sempre reformada segundo o crescimento da população e o advento de fiéis, mas que de oito meses para cá é avistada sem teto, completamente destelhado, num só vão entre o piso, as paredes laterais e o que houver lá por cima?
Esta igreja existe e está localizada na sede do município de Poço Redondo, no sertão sergipano. Com efeito, após ameaças de desabamento do antigo teto, ocasionadas principalmente por cupins e falta de manutenção, a Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Poço Redondo ficou inteiramente desprovida de qualquer cobertura, pois de canto a outro, desde a entrada à sacristia e outras dependências, tudo ficou à mercê do sol, da chuva, do vento e outras surpresas do clima sertanejo.
Muito difícil de acreditar que assim continue acontecendo, mas já são mais de oito meses que a Igreja Matriz de Poço Redondo está na triste e lamentável situação de não ter teto. Por mais esforços que Padre Mário César, pároco do município, venha fazendo, nada ainda foi conseguido que modifique a situação. Já foram feitos bingos, quermesses, festas beneficentes, arrecadações de porta a porta, mas ainda assim não foi obtida a quantia suficiente para a resolução do problema.


Além de ser uma igreja que sofre e que chora é também uma igreja que se inunda, se alaga e se destrói nas paredes, no piso, nas estruturas restantes. A continuar assim, daquele templo maior somente restará o chão vazio, nu, como angustiante recordação de tanta pujança de fé e abnegação religiosa. E com a festa da Padroeira Nossa Senhora da Conceição que se aproxima (06 a 15 de agosto), certamente que será uma comemoração religiosa mais triste, muito diferente do que a comunidade católica de Poço Redondo acostumou a ter.
Quem passa pela Praça da Matriz e avista a igreja de portas fechadas, sequer imagina a desolação por dentro, sequer imagina que o frio e a desproteção também adoecem o sentimento religioso de um povo. Após as portas da frente, apenas o imenso vão desolado, triste, como que abandonado. Mas não, pois mesmo “na barca nua”, como o Padre Mário sempre se refere à igreja sem teto, missas ainda são celebradas nas noites sem chuvas ou ameaças de chuvaradas.
Conforme afirmado, a Igreja Matriz de Poço Redondo, marco maior da religiosidade municipal, é de longo percurso histórico. Surgida como uma simples capela na antiga povoação sertaneja pertencente ao município de Porto da Folha, ao longo dos anos foi sendo ampliada e reformada para acolher fiéis em maior quantidade. Quando, a partir de 1953, a povoação foi desmembrada das terras buraqueiras, então a igrejinha passou a ter o status de matriz municipal e tendo como padroeira Nossa Senhora da Conceição. A situação em que hoje se apresenta confronta, pois, com toda a luta de um povo para a grandiosidade e beleza do templo.
A atual matriz sem teto foi a segunda igreja construída em Poço Redondo, pois a primeira foi a Capela de Santa Antônio do Poço de Cima, pelos idos do século XIX, através das mãos dos primeiros colonizadores, distando cerca de dois quilômetros da atual sede municipal e quando a localidade ainda era denominada Poço de Cima. Quando moradias e propriedades começaram a se espalhar mais abaixo, num local conhecido como Poço de Baixo, e onde está a atual cidade de Poço Redondo, os seus habitantes logo cuidaram de construir uma pequena igreja. E esta foi a raiz primeira da atual igreja matriz.


Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Poço Redondo, já teve, no passado distante, até o Capitão Lampião e parte de seu bando ajoelhados perante o seu altar. Conta a história que nos idos do mês de abril de 1929, chegando de repente ao pequeno arruado sertanejo e logo se dirigindo à casa de China do Poço para repouso e regabofe, o capitão cangaceiro foi surpreendido com a presença do Padre Artur Passos, vigário municipal que duas vezes por ano se dirigia à povoação para celebração de missa. Foi o encontro entre a cruz e o mosquetão. E somente depois de dividir a mesa com o religioso foi que Lampião conseguiu permissão para assistir missa junto com o seu bando. A única condição imposta foi que o armamento pesado ficasse do lado de fora.
Mas esta matriz de tantas histórias e tantos percursos, agora é apenas uma igreja que sofre, que chora, que padece. Cada pingo d’água que cai sobre o seu interior é como se uma lágrima se derramasse sobre a fé de um povo. Algum dia uma nova cobertura será colocada, mas enquanto isso apenas uma igreja de aflitiva desproteção, entregue às intempéries e ao deus-dará da incompreensão de tantos. Não há que culpar ninguém. Mas há que culpar todo mundo. O templo é de todos, mas são poucos os que vão além do olhar de piedade em busca de meios eficazes para a resolução do problema.

Escritor
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APRESENTAMOS O LIVRO PARAÍBA PLURALIDADE E REPRESENTAÇÕES GEOGRÁFICAS, VOL. 2.

Por Prof. Josias Galvão

Trata-se de uma produção acadêmica constituída por uma diversidade de artigos que abordam a dinâmica de processos existentes no território paraibano, sendo uma importante contribuição de pesquisadores envolvidos com estudos relacionados ao planejamento urbano e regional, à expansão urbana, às novas dinâmicas territoriais no campo, ao clima urbano, à geomorfologia, à política habitacional e à degradação ambiental, dentre outros. Em sua totalidade, o livro, composto por vinte e um capítulos organizados segundo as escalas geográficas paraibanas, possibilita, de maneira instigante, a compreensão de distintas formas de uso, ocupação e organização do espaço.

O livro está composto por: 

PREFÁCIO em que o homenageado é o ilustre professor Dr. Luiz Cruz Lima, UECE;
Capítulo 1
Currículo e formação de professores de geografia na Paraíba - Antonio Carlos Pinheiro; David Luiz Rodrigues de Almeida;
Capítulo 2
Certificação participativa da produção agroecológica: metodologia para o fortalecimento do campesinato paraibano - Mariana Borba de Oliveira; Josias de Castro Galvão;
Capítulo 3
A abordagem geomorfológica nos estudos de impacto ambiental: a realidade do estado da Paraíba entre os anos de 2005 e 2014 - Henrique Elias Pessoa Gutierres; Camilla Jerssica da Silva Santos; Jessika de Oliveira Neles Rodrigues; Valdeniza Delmondes Pereira;
Capítulo 4
Uma proposta metodológica para o uso turismo como alternativa a produção do espaço paraibano - Xisto Serafim de Santana de Souza Júnior; Martha Priscila Bezerra Pereira;
Capítulo 5
A migração e o retorno de paraibanos a São Paulo: uma abordagem relacional - Thiago Romeu de Souza;
Capítulo 6
A província/estado da Parayba nos livros didáticos de geografia do ensino primário (1870 – 1920) - Maria Adailza Martins de Albuquerque; Maria Deusia Lima Angelo;
Capítulo 7
O que os dados do censo agropecuário IBGE (2006) revelam sobre o espaço agrário paraibano? - Humberto Júnior Neves Barbosa; Marco Antonio Mitidiero Junior;
Capítulo 8
Promoção da saúde e geografia: análise de pesquisas no estado da Paraíba pelo Pró-Saúde Geo - Martha Priscila Bezerra Pereira; Xisto Serafim de Santana de Souza Júnior;
Capítulo 9
Apropriação privada do subsolo e precarização do trabalho e da vida: uma reflexão geográfica sobre a pequena mineração no Seridó paraibano - Caio César Rodrigues de Farias; María Franco García;
Capítulo 10
A tecnificação do território no Cariri Oriental paraibano: políticas públicas e cooperativismo agropecuário no município de Caturité – PB - Anieres Barbosa da Silva; Eduardo Ernesto do Rêgo; Joannes Moura da Silva;
Capítulo 11
Evolução dos indicadores sociais, econômicos e agropecuários de desertificação por análise fatorial em componentes principais na região dos Cariris Velhos (CV) – Paraíba - Mônica Larissa Aires de Macêdo; Eduardo Rodrigues Viana de Lima;
Capítulo 12
Condicionantes histórico e socioeconômico do processo de ocupação e degradação da bacia hidrográfica do rio Taperoá - Nadjacleia Vilar Almeida; Flávio Rodrigues Nascimento; Sandra Baptista da Cunha;
Capítulo 13
Degradação ambiental, parâmetros biofísicos e balanço de radiação em uma bacia no semiárido da Paraíba - Glauciene Justino Ferreira da Silva; Richarde Marques da Silva; Alexandro Medeiros Silva;
Capítulo 14
A judicialização da gestão hídrica e do conflito pela água: o caso do Açude Boqueirão-PB - Franklin Barbosa de Brito;
Pedro Costa Guedes Vianna;
Capítulo 15
Produção imobiliária, expansão urbana e incertezas sócio-espaciais nas cidades de Patos e Cajazeiras (PB) - Luciana Medeiros de Araújo;
Capítulo 16
Clima urbano e a formação das ilhas de calor na cidade de João Pessoa\PB - Joel Silva dos Santos; Vicente de Paulo Rodrigues da Silva; Eduardo Rodrigues Viana de Lima; Lincoln Eloi de Araújo;
Capítulo 17
João Pessoa: percursos, impasses e desafios da política habitacional municipal entre 1960 e 1980 - Thiago Almeida de Lima;
Capítulo 18
Reflexões sobre os processos erosivos nas praias da cidade de João Pessoa – PB - Magno Erasto de Araújo; Larissa Fernandes de Lavor; Vinícius Ferreira de Lima;
Capítulo 19
Desastre natural associado à ocorrência de chuva extrema na cidade de Patos, Paraíba - Marcelo de Oliveira Moura; Camila Cunico; Karinthea Karla Silva Temoteo; Natieli Tenório da Silva;
Capítulo 20
Diagnóstico ambiental e identificação de impactos negativos no bairro do Baralho, Bayeux-PB - Adriano Pereira Rodrigues; Christianne Maria Moura Reis; Janaína Barbosa de Melo;
Capítulo 21
A redefinição funcional de uma via: a mudança de uso e ocupação do solo da avenida Epitácio Pessoa de 1980 A 2001 - Doralice Sátyro Maia; Paula Dieb Martins.
Em breve lançamento em João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras e XII ENANPEGE




Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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LAMPIÃO FALOU:

Por José Mendes Pereira
Lampião Fonte da foto: https://tokdehistoria.com.br/tag/maria-bonita

“[…] Não vivo a vida do cangaço por maldade minha. É pela maldade dos outros. Dos homens que não têm a coragem de lutar corpo a corpo como eu, e ‎vão matando a gente na sombra, nas tocaias covardes. Tenho que vingar a morte dos meus pais. Era menino quando os mataram. Bebi o sangue que ‎jorrava da pele de minha mãe, e beijando-lhe a boca fria e morta, jurei vingá-la. É por isso, que de rifle às costas, cruzando as estradas do sertão, deixo um rastro sangrento à ‎procura dos assassinos de meus pais. É por isso que eu sou cangaceiro. Não sei quando hei de deixar os horrores desta vida, onde o maior encanto, a maior beleza seria ‎extinguir a maldade daqueles que roubaram a vida de minha mãe e de meu pai e de minhas irmãs. ‎‎[…]”
(Lampião).

Virgolino Ferreira da Silva o Lampião disse que era menino quando mataram os seus pais, mas quando os seus pais faleceram, ele já estava com 22 anos. 

 Família de Lampião (desenho de Lauro Villares utilizando-se de antigos retratos) - Infelizmente eu perdi a fonte desta foto.

Quando se fala "menino", já aparece uma porção de pessoas para o proteger, e creio que ele disse que na época da morte dos seus pais ainda era menino, justamente para que todos tivessem piedade dele e ficassem do seu lado. Mas na verdade, só o seu pai José Ferreira da Silva (Santos) foi assassinado.

Redesenhada pelo artista Diin Ladem. Os pais de Lampião - http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2016/06/no-coito-do-pesquisador-do-cangaco-jose.html
  
Sua Mãe Maria Sulena da Purificação (Lopes) faleceu (de infarto) devido o problema dele com seu vizinho Zé Saturnino, ou o problema de Zé Saturnino com ele, e também, devido  a falta de consideração do fazendeiro com o seu esposo. Ela não resistindo as brigas, ficou decepcionada e veio a óbito.

Redesenhada pelo artista Diin Ladem. Os pais de Lampião - http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2016/06/no-coito-do-pesquisador-do-cangaco-jose.html

Em ele dizer que mataram os seus pais, que somente o Zé Ferreira foi assassinado, acho que ele acusou também a morte da mãe para ganhar proteção por todos os Nordestinos. 

Lampião estava mais do que certo. Querer vingar a morte dos pais, mesmo que tenha sido apenas assassinado o Zé Ferreira, suas lamentações, qualquer um de nós faria a mesma coisa.

Quando ele fala que roubaram também a vida das suas irmãs, acho que ele se refere a falta de tranquilidade que antes elas tinham, permanência em um só lugar, do que a família viver com os cacarecos na cabeça, hoje aqui, amanhã ali, e assim, vivia a família de Lampião.


https://www.youtube.com/watch?v=-Tphzj8Vivc

Informação ao leitor: 

A primeira parte lá em cima que está destacada de vermelho, é real.
Veja site: https://www.antiwarsongs.org/canzone.php?id=39320&lang=en e está gravada na literatura lampiônica. Use-a se necessária. 

Os parágrafos seguintes são as minhas opiniões e não devem ser usados porque não têm  nenhum valor para a literatura lampiônica, apesar de constar os nomes verdadeiros dos pais de Lampião e seu inimigo n° 1. 

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O BLOCO DE SUJOS.

 Por Verneck Abrantes de Sousa

O BLOCO DE SUJOS. A organização e concentração era na casa de Seu Bandeira e Dona Rosa, tendo a frente Kleber Salgado Bandeira. A irmandade dos participantes, o vigor da juventude, a fraterna cachaça bebida, a alegria compartilhada, um flerte, um namoro, junto ao ritmo cadenciado dos instrumentos musicais, animava as ruas da cidade de Pombal. Hoje, velhas lembranças, muitas saudades. 


Verneck Abrantes de Sousa

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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SONHO DE UM BRASILEIRO

Por Zé Ronaldo

Um dia eu sonhei que estava
Lá no planalto central 
Subia a rampa sorrindo
E descia passando mal
Meu salário ia sumindo
Reclamar era fatal.

Tinha uns seres de gravatas 
Falando em seus microfones
Alguns defendiam a mata
Outros citavam a fome
Eita cambada ingrata
E o pato ninguém assume.

Os dragões da independência
Todos lindos e adornados
E os lobos da experiência
Olhavam os descamisados
Que seguravam sem paciência
Placas sem ver resultados.

A bandeira do Brasil 
Tremulando linda e bela 
Um soldado com o seu fuzil
Nem ligava pra mazelas
De cavalo ou com canil
Atacavam as favelas.

Partidos de todos os cantos
E coligações adversas 
Roubalheira era o manto
Era osso de costela
Pensei muito no meu canto
Preservei minha panela.

Foi então que acordei
No meio do quarto escuro
Sentei na cama e chorei 
Na visão eu via um muro
Por momentos imaginei
Na criança do futuro.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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LAMPIÃO NA BAHIA


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ZÉ PRAXEDES, O ÚLTIMO VAQUEIRO DE LUIZ GONZAGA, RECEBE EXEMPLAR DA REVISTA CONTEXTO (ESPECIAL 2012).

Por Kydelmir Dantas

ZÉ PRAXEDES o último vaqueiro de LUIZ GONZAGA, recebe exemplar da revista Contexto (especial 2012), com reportagem sobre o Centenário do Rei do Baião, e sua entrevista feita pelo amigo José De Paiva Rebouças. 


Entregue conforme o combinado... Isto aconteceu no Cariri Cangaço Exu - 2017... Fotos do Aurílio Santos 

https://www.youtube.com/watch?v=OaYCMv6nMGU

https://www.youtube.com/watch?v=DNBCw7r0mwU

https://www.youtube.com/watch?v=2voUJ8CJ6Nk

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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HOJE, 01 DE AGOSTO DE 2017, ÀS 19 HORAS NO AUDITÓRIO CENTRAL


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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NOVO LIVRO NA PRAÇA "O PATRIARCA: CRISPIM PEREIRA DE ARAÚJO, IOIÔ MAROTO".


O livro "O Patriarca: Crispim Pereira de Araújo, Ioiô Maroto" de Venício Feitosa Neves será lançado em no próximo dia 4 de setembro as 20h durante o Encontro da Família Pereira em Serra Talhada.

A obra traz um conteúdo bem fundamentado de Genealogia da família Pereira do Pajeú e parte da família Feitosa dos Inhamuns.

Mas vem também, recheado de informações de Cangaço, Coronelismo, História local dos municípios de Serra Talhada, São José do Belmonte, São Francisco, Bom Nome, entre outros) e a tão badalada rixa entre Pereira e Carvalho, no vale do Pajeú.

O livro tem 710 páginas. 
Você já pode adquirir este lançamento com o Professor Pereira ao preço de R$ 85,00 (com frete incluso) Contato: franpelima@bol.com.br 
fplima1956@gmail.com

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

NOVO LIVRO DE JOÃO DE SOUSA LIMA


Lampião, o cangaceiro! Sua ligação com os coronéis baianos, Raso da Catarina e outras histórias

Esse é o mais novo lançamento do historiador e escritor João de Sousa Lima. O livro faz um breve relato sobre quem foi Lampião; sua ligação com os dois mais famosos coronéis da Bahia, Petronilo de Alcântara Reis e João Sá.

A presente obra ainda nos remete as histórias acontecidas dentro do lendário Raso da Catarina e traz vários capítulos colhidos com exclusividade pelo autor.

O livro tem 232 páginas e dezenas de fotografias incluindo imagens inéditas na literatura cangaceira.
Pode ser adquirido diretamente com o autor no valor de R$ 45,00 (quarenta e cinco reais) com frete incluso para todo o Brasil. Entre em contato pelos e-mails e telefone abaixo: 
joaodesousalima@bol.com.br - joaoarquivo44@bol.com.br  
Pelo telefone: (75) 8807-4138.


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