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sexta-feira, 21 de abril de 2017

VALDETÁRIO CARNEIRO - A ESSÊNCIA DA BALA


Dos Jornalistas Rafael Barbosa e Paulo Nascimento, da cidade de Natal RN. "Valdetário, a essência da bala", é um livro que prende a atenção. Das primeiras palavras até o ponto final. Trata da vida de um dos mais temidos assaltantes que já irromperam no Rio Grande do Norte. Valdetário tornou-se uma lenda, tal a ousadia de suas ações. Ser implacável era o seu método, agir sem temor sua grife."

Nesta página fazendo um resumo da História do caraubense Valdetário, que chegou a ser comparado no programa linha direta da Rede Globo ao Lampião da era moderna. Despertar a curiosidade de quem não conhece sua trajetória igual a de alguns brasileiros revoltado com as injustiças e teve a coragem de desafiar esta estrutura corrupta e como acontece com todos é rotulado de Bandido e depois executado pelo Estado num pais que se vangloria de não ter pena de morte.


Será uma longa história em que alguns episódios de um Tio de Valdetário conhecido pelo nome de Antonino Carneiro, eu conheci assim como lembro do menino mais novo do que eu 5 anos o Valdetário que gostava de interpretar nos desfile de 7 de setembro O Tiradentes. São personagem e cenário da vida real.


A cena não é diferente no Oeste Potiguar do que se vê em grande parte de resto do interior nordestino. O sol castiga o sertão como em tantos dias do ano. E quando se aproxima o meio dia o calor é evidente. A senhora sai de sua casa, na beira do asfalto e começa a caminhar em direção a Caraúbas. No mesmo sentido vem vindo o homem em sua camionete que freia e pergunta:

 - Está indo pra onde, minha Tia?

 - Caraúbas. - Respondeu a senhora:

A mulher agradece a gentiliza e comenta: 

- Morro de medo de andar por aqui, por conta do tal Valdetário. Tenho muito medo dele - relata.

Qual a razão disso? Ele questionou, intrigado.

Na visão da mulher ele era um bandido perigoso que trucidava quem encontrasse pela frente. A viagem acaba já dentro da cidade e ele pega do bolso da camisa um maço de dinheiro e sem contar dar para a senhora e diz:

- Não tenha medo de Valdetário, não. Que esse homem sou eu e não faço nada do que já contaram para a senhora.

Essa história, como tantas outras que têm este homem como protagonista, é conhecida por muita gente da região Oeste. Pode até ser mentira, que é debitada na conta da lenda de Valdetário.

No dia 7 de março de 1959 nasce um menino que é batizado José Valdetário Benevides. Val, como passaria a ser tratado pelos amigos mais próximos e também pela família. 

A Saga da família Carneiro começa com Antonino Carneiro, um cidadão de bem e muito respeitado devido ao seu destemor de não deixar nada para depois. Tem muitas histórias dele contadas pelo povo, em que diziam que ainda não tinha nascido um Policial que tivesse a petulância de desarmá-lo, em termos é verdade. E talvez tenha tudo começado daí, pois Caraúbas era famosa em colocar Sargentos da PM para correr de lá. Eu afirmo isto porque na época eu era criança, e ouvia muito estas estórias de homens poderosos, e a polícia não desarmava, só os pobres dos Zé Maner, e quando algum Sargento desavisado tentava ou corria ou morria. Pela falta de estrutura do Estado e devido ao seu respeito e temor que todos tinham dele, ele se tornou uma espécie de Juiz seria o caso, pois dizem que ele resolvia as questões entre as pessoas, principalmente, rapazes que na nossa linguagem ofendia a moça e não queria casar. Ele conversava com o sujeito e convencia a ele reparar o que fez.


Este é o cenário da tragédia anunciada, que poderia ter sido evitada, mais não foi, e tudo se consumou no pior. É o que se pode dizer um dia de cão, um dos piores dias para quem residia em Caraúbas. Eu vivi este momento, e confesso não foi nada agradável a cidade mergulhou num clima de tenção nunca visto. 


Sargento Aderson, campeão de tiro da Polícia Militar do Rio Grande do Norte e pelo que eu escutava, foi enviado para Caraúbas com um propósito. Desmoralizar o homem mais temido da cidade, Antonino Carneiro. Tio de Valdetário Carneiro, Antonino foi um desses homens com valores que o tempo faz desaparecer. Apesar de ser apenas comerciante, sem muitas posses, chegou a ser vereador de Caraúbas duas vezes, entre 1958 e l966 - o prédio onde está a sede da Câmara Municipal foi dado o seu nome em sua homenagem. Era ele que resolvia os problemas de todos que o procurava na cidade. E resolvia do seu jeito. Forte, alto, teimoso e cheio de coragem, conseguia impor respeito.

Em 1958, ano de uma das secas da história do Nordeste brasileiro, eu nos meus 4 anos de vida, residindo na Fazenda Independência, lembro do meu pai trazendo macambira para a comida dele e minha mãe, quem me safava era o leita das cabras. Com os três açudes; São Vicente, Saboia e o Grande seco, o único local para os moradores de Caraúbas era o Olho D'água do Milho para pegar água. O dono do local terminou fechando a entrada da fonte. A população resolveu pedir socorro a Antonino. Ele foi ao local, arrancou a porteira e a levou no seu caminhão. As ações lhe renderam prestígio e amigos.

O ex-Governador Aluízio Alves tinha a casa de Antonino como porto seguro em Caraúbas, sempre o visitava. Um outro amigo de peso foi o Coronel Bento Manoel de Medeiros, o ex-Deputado Estadual Vingt Rosado, do clã política da cidade de Mossoró. Mas, ao mesmo tempo se multiplicava os inimigos. Um pistoleiro chegou a pegar carona com ele e desistiu de matá-lo ao ver o arsenal com o seu ajudante. Infelizmente a maior desgraça humana são as intrigas e os Lideres não escapam desta armadilha, a história começou em 1966. 

Chega em Caraúbas, designado como o novo delegado da cidade o sargento Aderson Adriano Pires, da Polícia Militar. A princípio os dois tinham um bom relacionamento, até que um dia, como diz a insustentável leveza do ser, por uma bobagem, orgulho besta que todos temos, veio à tona com toda sua força. Os dois se tornaram inimigos mortais, e alimentado pelas fofocas é um estopim para a desgraça. Valendo-se da condição política de seu parentesco com o Governador Monsenhor Walfredo Gurgel, seu aliado a primo em primeiro grau de sua mulher. Solicitou a transferência do Sargento Aderson. Pedido negado, coisas da política, se a missão do Sargento era esta, ele previu o fim da história: 

-- Um dos dois vai morrer, Monsenhor. (Antonino Carneiro)


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CANGACEIRA ADÍLIA

Por Noádia Costa

Adília Maria de Jesus era natural de Poço Redondo Sergipe, cidade que ficou conhecida como a capital do Cangaço, devido a grande quantidade de jovens que se tornaram cangaceiros. Quando acompanhou de forma espontânea seu namorado Bernardino Rocha (Cangaceiro Canário) ainda não tinha completado 16 anos.


Ao se tornar cangaceira, Adília imaginava ter uma vida de liberdade e escapar do forte controle exercido pelo seu pai, que a impedia de usar maquiagem, dançar e participar de festas. Além disso imaginava viver uma bela história de amor com o namorado Canário, fugindo da desaprovação desse relacionamento por sua família.

Sobre sua entrada no Cangaço Adília em entrevista a Gilvan de Melo Santos afirmou: 

"Eu fui porque quis. O rapaz era daqui, de Poço Redondo. Ainda não tinha dezesseis ainda, ainda ia interar. Eu namorava com ele. Nós dois quase menino. Meus país não queria e os país dele não queria. Ele me falou que ia pro sul, ai ele perguntou se eu ia pro sul e com dois anos ele vinha me buscar. Aí eu disse: Se você for pro inferno e vier me buscar eu vou, quanto mais pro sul."


O cotidiano no Cangaço se tornou um verdadeiro pesadelo. As longas caminhadas, a fome, as perseguições das volantes e o risco diário de perder a vida. Fora isso, ainda tinha que lidar com o ciúme doentio de Canário, que a ameaçava e a agredia fisicamente. Chegando a impedi-la de conversar com outros integrantes do bando. Seu relacionamento se tornou perigoso e abusivo.

Após a morte de seu companheiro em setembro de 1938, se entregou a polícia na cidade de Propriá. Durante sua passagem pelo Cangaço teve um único filho com Canário chamado João. Após ser libertada casou -se novamente na cidade de Poço Redondo. Concedeu várias entrevistas onde sempre afirmava das dificuldades da vida no Cangaço, e que não sentia saudade desse período.


Algo que me chama atenção nessa cangaceira, é a simplicidade e sinceridade durante suas entrevistas. Adília me lembra a doçura e a força do povo nordestino. Que não desanima mesmo diante das dificuldades. Nunca se promoveu, nunca enfeitou histórias, nunca quis ser o centro das atenções. Viveu uma vida simples e digna na periferia de Poço Redondo. Mesmo contando de seu sofrimento no Cangaço, ainda conseguia esboçar um sorriso e demonstrar alegria.

Faleceu em março de 2002 com 82 anos de idade.

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SALOMÃO DO NASCIMENTO RHEM

Por Rubens Antonio

Salomão do Nascimento Rhem e sua esposa, Idalzina Kruchewsky.

Imagem aproximadamente da época quando, enquanto capitão, assessorou Felippe Borges de Castro, enveredando o interior baiano, na caça a Corisco.


Imagem posterior, de quando concorreu a deputado, pela Bahia.



Rubens Antonio é baiano, professor e pesquisador do cangaço.

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[CANGAÇO NA BAHIA] CANGACEIROS ENTREGUES.

Por Rubens Antonio

Da esquerda para a direita:

Barra de Aço, Pedra Roxa, Pancada, Santa Cruz e Velocidade, em fevereiro de 1939.



Rubens Antonio é baiano, professor e pesquisador do cangaço.

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A LIBERDADE DO CANGACEIRO ZABELÊ

Do acervo do pesquisador José João Souza

O cangaceiro Zabelê morava na fazenda Xique Xique, no município de Vila Bela, atual Serra Talhada, seu nome verdadeiro era Isaias Vieira dos Santos.

No dia 12 de novembro de 1925, Isaias Vieira saiu de sua casa para levar a comida dos cangaceiro que estavam arranchados no curral da fazenda.

A conversa ia e vinha alheia a tudo, sem a mínima chance de alguém importuná-la, era um coito seguro.

O coiteiro Isaias Vieira há muito tempo vinha prestando serviços aos cangaceiros: trazendo comida, informações e servia de ponto de apoio entre Lampião e os fornecedores de armas.

Ultimamente Lampião alertava o amigo:

"- Isaias, a macacada tá cabreira que você é de minha confiança, é melhor se juntar à gente em definitivo e viver morando debaixo do céu aberto, na vida da espingarda!

A resposta:

"- num é certo, Lampião. Ajudar ao amigo eu posso e não conheço nada pra mim fazer ter medo, quanto mais de macaco. Mas tenho minha família pra dar conta."

Isaias Viera estava com 29 anos, era casado com Maria Benedita de Lima e tinha os seguintes filhos: Manoel Vieira (Neco Véio), Cecília Vieira, Jovina Vitorino de Lima, Benedita Vieira dos Santos e Joaquim Vieira. 

Os quinze homens que formavam o bando naqueles dias estavam gozando de um certo sossego.

Sorrateiramente a volante de Nazaré cercou a casa do protetor dominou a todos e entraram em interrogatório com seus familiares.

As perguntas eram feitas em tom de voz normal e as respostas eram quase aos gritos, para chamar a atenção dos cangaceiros que estavam no curral com o parente deles.

Desconfiaram do artifício e quando deram fé, olharam para os lados e lá iam os cabras em disparada.

A volante, comandada por Euclides Flor, Manoel Flor e Davi Jurubeba, abriu fogo, travando forte tiroteio.

A estas alturas Isaias havia recebido uma arma e reforçava a defesa.
Bateram em retirada por um buraco na cerca.

Resultou em dois cangaceiros sem vida e um ferido, o Cancão. Da volante morreu Idelfonso de Sousa Ferraz.

A partir desse dia, Isaias Vieira, que não queria ser cangaceiro, mas, como diz o ditado, " quem mexe com fogo acaba se queimando", não teve outra alternativa, entrou na peleja, pôs as cartucheiras cruzadas no tórax, quebrou o chapéu na testa e passou a se chamar Zabelê.

No período de pouco mais de um ano que ficou no cangaço circulava pelos sub grupo de Jararaca, Sabino e Antônio Ferreira, participando de grandes combates e momentos importante ao lado de Lampião.

Somente para citar algumas dessas passagens: participou da batalha da Serra Grande, foi ao Juazeiro com o bando para Lampião receber a patente de Capitão e presenciou o tiroteio da Tapera dos Gilo próximo à Floresta. Participou na linha de frente de diversas refregas contra os Nazarenos e dezenas de outros confrontos em Pernambuco, Paraíba, Ceará e Alagoas.

Certo dia, no primeiro trimestre de 1927, aconselhado pelos parentes e amigos, Zabelê e o amigo de cangaço, João Gavião, chegaram tranquilamente em Vila Bela e vão procurar as autoridades, e mediante o argumento de que seria soltos em seguida, pelo fato de terem se entregado de livre e espontânea vontade, aceitaram serem presos.

Que nada.

João Gavião foi acobertado por alguns membros da família, ganhando logo a liberdade. Zabelê foi julgado e pegou noventa anos de prisão. Encaminharam-no para a Casa de Detenção no Recife.

Quinze anos depois, em 1942, já findo o cangaço, Agamenon Magalhães, filho de Vila Bela, era o governador do Estado de Pernambuco, e foi participar de uma solenidade de inauguração de uma usina de beneficiar algodão na fazenda Saco, vizinho da fazenda Xique Xique, no município de Vila Bela, quando um certo roceiro com cara de doido, aproximou-se da comitiva governamental, gritando:

"Agamenon, solte meu pai! Agamenon, solte meu pai!"

Os presentes afastaram o importuno, que continuava esturrando em apelos.

O Chefe do Executivo perguntou a um dos convidados que estava ao seu lado: 

" - Quem é esse? Quem é o pai dele?"

Informaram tratar-se de um débil mental, que atendia pelo apelido de Neco Véio, filho do ex-cangaceiro Zabalê, que cumpria pena na Casa de Detenção, na capital.

Se a gritaria do rapaz surtiu efeito, não se sabe, mas, duas semanas depois, o ex-cangaceiro estava em Vila Bela saboreando sua liberdade, isto é um fato.

Zabelê nasceu no dia 20 de outubro de 1896 e faleceu no dia 10 de fevereiro de 1978, em Serra Talhada PE.

Do livro: Lampião, nem herói nem bandido, a história
De: Anildomá Willans de Souza

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quinta-feira, 20 de abril de 2017

NOVO LIVRO NA PRAÇA "O PATRIARCA: CRISPIM PEREIRA DE ARAÚJO, IOIÔ MAROTO".


O livro "O Patriarca: Crispim Pereira de Araújo, Ioiô Maroto" de Venício Feitosa Neves foi lançado no dia 4 de setembro de 2016, às 20h durante o Encontro da Família Pereira em Serra Talhada.

A obra traz um conteúdo bem fundamentado de Genealogia da família Pereira do Pajeú e parte da família Feitosa dos Inhamuns.

Mas vem também, recheado de informações de Cangaço, Coronelismo, História local dos municípios de Serra Talhada, São José do Belmonte, São Francisco, Bom Nome, entre outros) e a tão badalada rixa entre Pereira e Carvalho, no vale do Pajeú.

O livro tem 710 páginas. 
Você já pode adquirir este lançamento com o Professor Pereira ao preço de R$ 85,00 (com frete incluso) Contato: franpelima@bol.com.br 
fplima1956@gmail.com

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A HORA DA VERDADE

Por Alfredo Bonessi

A hora da verdade chegou há uma lista de gente com indícios fortes de corrupção com empreiteiras.

Desde muito tempo que políticos recorrem as empreiteiras  para o financiamento de suas campanhas políticas, alem de outras trocas de favores as empreiteiras eram obrigadas a contribuir e depois, em contratos acima dos valores das obras, recuperavam esse dinheiro pior foram as obras que não forma realizadas e aquelas em que se gastou dinheiro publico e não serviram para nada e hoje tornou-se um monte de sucata.

Para cada obra realizada é preciso que se faça, hoje em dia, uma estimativa de custos e que seja verificado se ela realmente custou aquilo que foi cobrado e pago. Depois é só pegar a autoridade política reinante na época, os tais ministros de obras, secretários de obras, mestres de obras, engenheiros,  e fazer as cobranças via União Federal.

Quanto aos políticos, o povo brasileiro espera uma punição severa e exemplar contra eles, com a devolução daquilo que foi roubado do Brasil e dos brasileiros, porque a população pobre pagou essas contas nos anos que mendigaram sem merenda, sem saúde, sem emprego e muitos morreram por doença porque faltou a ajuda do governo que poderia ter salvo a vida de milhões de pessoas portanto a roubalheira constituiu um crime hediondo.

De igual maneira espera-se  punição ao partido político correspondente ao político envolvido uma punição para ambos de no mínimo 8 anos, inelegíveis, perante ao parlamento.

Se não houver essa punição corre-se o risco de haver uma levante civil, com graves conseqüências a estabilidade política e institucional no Brasil.

No momento costura-se uma forma de se aliviar as consequências dos erros cometidos, por uma aliança política entre FHC Lula e Temer, para que juntos possam voltar as eleições em 2018 e se passar uma régua nos acontecidos e que se começe vida nova por detrás disso está a Russia com todo o dinheiro do mundo para financiar o comunismo por aqui.

O que desejo e almejo é que sejam cortadas todas mordomias da classe política,  por um dever de justiça; que sejam punidos todos os culpados e envolvidos nas roubalheiras; que os partidos também sejam punidos pela inelegibilidade; que se criem mecanismos para se evitar essa forma de corrupção. Que seja  reduzido o quadro de efetivo de políticos do Brasil e se limite o numero de partidos: para mim bastam 2 partidos, no máximo três partidos.

É  preciso restaurar a ordem e o progresso; é preciso que a moral e o civismo voltem as escolas para todas as crianças e adolescentes;  é preciso que o mau cidadão seja afastado do convívio social e que a família seja fortalecida e considerada como uma célula primordial de sustentação da sociedade e base de formação moral do país.

Esse movimento que se articula nos bastidores, para a virada de mesa e a tomada do poder pelas armas, como tentaram em 1935, será encharcado de sangue, de ambos os lados, mas desta vez ninguém será complacente com bandidos presos traidores esses que depois viraram deputados e hoje estão aposentados ganhando R$ 25.000,00 dos cofres públicos, posando de como vítimas, quando na verdade foram assaltantes de bancos e assassinos dos seus irmãos brasileiros e a serviço de potencias estrangeiras.

O Brasil precisa se passado a limpo e os ladrões não podem ficar impunes. Devolvam o dinheiro publico roubado e vão morar em Cuba, na China, na Rússia o que será um grande favor para nós porque se ficarem por aqui vão acabar dependurados em uma corda,  em praça publica, ou levantados pelo pescoço por um guincho porque é isso o que vocês merecem.

Sem perdão Sem acordos.

A nossa bandeira jamais será vermelha.  (Bonessi)

estamos amando, gozando, e querendo bem, e não temos medo de ninguém (Maria Bonita).

 Alfredo Bonessi

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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VÍTIMAS DA POLIOMIELITE E SÍNDROME PÓS POLIO, VAMOS LANÇAR CAMPANHA PARA TRATAMENTO DIGNO NO BRASIL? MARTHA CRISTINA MAIA

Por Martha Cristina Maia




Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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CALADO EU

*Rangel Alves da Costa

Boca fechada resguarda tudo. Muito melhor se manter calado a abrir o verbo de vez, ainda que os motivos e as justificativas sejam os mais plausíveis. Melhor evitar a falar ao vento, mesmo que seja indescritível o prazer de despejar tudo de vez.

Então, calado eu fico, permaneço, continuo. Melhor assim a abrir a boca para dizer umas verdades a grande parte de uma população brasileira que reclama e reclama, critica e critica, mas na hora de votar se ajoelha à mesmice corrupta e lamacenta.

Calado eu fico para não dizer umas poucas e boas a uma gente que parece não ter o que fazer e se compraz em assistir as baboseiras e idiotices de um BBB. E ainda por cima, apaixonadamente, leva às redes sociais seus fervores e suas pequenezas humanas.

Calado eu permaneço para não fazer da voz punhal afiado nem da palavra uma arma mortal. Mas é que dá vontade mesmo de dizer nas fuças umas poucas e boas. A gente vai guardando e guardando, suportando e suportando, mas chega um instante que corda arrebenta e não tem jeito mesmo.

Calado eu fico quando sinto que não vai adiantar mesmo o que eu possa dizer. Falar ao vento é perda de tempo, dizer a quem não sabe ouvir é gastar saliva, dialogar com o analfabetismo político é ter raiva sozinho. Ora, se não fosse o ódio e o rancor aprisionados, creio que o eterno silêncio seria a melhor palavra.

Calado eu fico por que sei que de minha voz pode sair tiro, bala, espoleta, chumbo, estricnina, veneno mortal. Não que minha palavra seja maldosa, cruel, ferina ou bala certeira, mas que se torna impossível não detonar perante determinadas situações. Num doa a quem doer, o mais importante mesmo é não aceitar enraizando os absurdos de um mando insano.


Calado eu estou agora e não sei por quanto tempo continuarei assim. Talvez por um instante apenas ou pela eternidade. Mas não adianta, pois o meu olho brilha, a minha pele eriça, o meu sangue ferve, o meu corpo avermelha. Tudo raiva, tudo ira, tudo ódio por tantas incoerências, injustiças e iniquidades.

Calado eu fico como fica a montanha após a presença do sábio. Medito, reflito, encontro razões. Em silêncio eu fico como o velho sábio ante o as águas que lentamente passam no leito do rio adiante. Medito, reflito, procuro encontrar. Sem palavra permaneço como permanece o céu na presença da luz maior.

Calado eu fico para não, através da voz, levantar os tapetes que escondem as podridões dos poderes, os esgotos políticos, as putrefações que assolam o país. Não significa, contudo, que assim eu permaneça, pois apenas buscando fôlego para bradar de vez um inconformismo que já perdura desde tempos mais antigos.

Calado eu fico para não ferir, machucar, atentar contra qualquer pessoa. Calado eu fico, mas como uma vontade danada de xingar de tudo o que não presta, de dizer nas fuças umas boas verdades, de fazer sair pela boca tudo o que precisa ser gritado e que ainda permanece em doloroso silêncio.

Calado eu fico por que sei que a taça é frágil, que os candelabros são frágeis, que as asas das borboletas são frágeis, que o silêncio é frágil demais para ouvir. Ao abrir a boca, talvez um vendaval saia destroçando tudo. E não quero que o frágil pereça pelos meus ódios e rancores.

Calado eu fico até quando quero falar e dizer te amo, te amo, te amo. Calado eu fico quando eu precisava declamar poesia ao meu amor. Calado eu fico quando quero falar coisas belas e que agradem ao coração. Mas tenho olhos, mãos e corpo que tudo dizem e tudo pedem.
Calado eu fico agora. Emudeço. Vou guardar minha voz para quando eu precise me revelar um segredo: Não haveria de ter palavra. Bastaria o silêncio!

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com

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XXIII ENCONTRO ESTADUAL DE GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO NORTE (EGEORN)


UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE – UERN
FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS – FAFIC
DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA – DGE
MINI-CURSOS E OFICINAS DO XXIII EGEORN: 08 E 09 DE JUNHO DE 2017Se inscreva no site do evento: https://contatoxxiiiegeorn.wixsite.com/xxiiiegeorn/inscricoes

TÍTULO DO MINI – CURSO
MINISTRANTE (S)

VAGAS

01

GEOPROCESSAMENTO APLICADO À ESTUDOS AMBIENTAIS
Prof. Filipe da Silva Peixoto – (DGE/FAFIC/UERN)


20
02
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS MANGUEZAIS
Prof. Robson Fernandes Filgueira(DGE/FAFIC/UERN)


15
03
O NORDESTE NAS MÚSICAS DE LUIZ GONZAGA

Prof. José Romero de Araújo Cardoso - (DGE/FAFIC/UERN)

20
04
O PLANEJAMENTO EM GEOGRAFIA: CONTEÚDOS E PRÁTICAS
Prof. Jeyson Ferreira Silva de Lima(DGE/CAWSL/UERN/ASSU)
20
TÍTULO DA OFICINA

MINISTRANTE (S)

VAGAS


05
O USO DE LIVROS MANIPULÁVEIS (POP UP) NO ENSINO DE GEOGRAFIA
Profa. Danielle Peretti
Acadêmica Maria Luzenir Câmara da Silva - (DCB/FANAT/UERN)
10
06
EDUCAR PELA PESQUISA: EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E ENSINO BÁSICO

Equipe do Mestrado Profissional em Ensino de Geografia – UFRN/CERES/GEOPROF

20
07
SEQUÊNCIAS DIDÁTICO-METODOLÓGICAS PARA O ENSINO DAS TEMÁTICAS CAMPO E CIDADE


Equipe do PIBID Geografia/UERN
15
08
SEQUÊNCIAS DIDÁTICO-METODOLÓGICAS PARA O ENSINO DAS TEMÁTICAS URBANO E RURAL

Equipe do PIBID Geografia/UERN
15
09
IDEIAS CARTOGRÁFICAS: Elementos simbólicos no mapa (Legendas)

Equipe do PIBID Geografia/UERN
15
10
IDEIAS CARTOGRÁFICAS: Orientação e Localização

Equipe do PIBID Geografia/UERN
15
11
IDEIAS CARTOGRÁFICAS: Escala Cartográfica

Equipe do PIBID Geografia/UERN
15
12
IDEIAS CARTOGRÁFICAS: História dos Mapas e projeções cartográficas

Equipe do PIBID Geografia/UERN
15

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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