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sábado, 27 de junho de 2026

O CACHIMBINHO DA MINHA AVÓ HERCULANA MARIA DA CONCEIÇÃO. Só para arquivar no blog.

 Por José Mendes Pereira

Noutros tempos, geralmente, quando uma pessoa que era fumante e passava dos 50 anos, nada melhor do que fumar num cachimbinho, porque muitas delas (homens ou mulheres), achavam que ficava mais legal o uso do cachimbo, vez que era muito mais prático colocar fumo nele e acendê-lo apenas com uma brasa, em vez de ficar riscando fósforos e o vento os apagando. Claro que não era em todo lugar que tinha brasa, mas se estivesse em casa, era muito mais prático acender o seu cachimbinho com ela.

Minha avó Herculana Maria da Conceição da gema Xaxá e Galdino

Como a minha avó Mamãenana (Herculana Maria da Conceição) era uma viciada no uso do seu cachimbinho, e eu ainda criança, com menos de 12 anos, e ninguém tem ideia o mal que faz o fumo, seja cigarro, cachimbo ou charuto, e morava bem pertinho dela, e quando eu me encontrava lá, sempre ela solicitava que eu abastecesse o seu cachimbinho com fumo, e posteriormente

 o acendesse. E assim eu fazia. Findei me viciando no maldito vício. Cada vez que eu chegava lá, já perguntava a ela:

- Mamãenana, era assim que nós netos a chamávamos, quer que eu ponha fumo no seu cachimbinho?

E ela que geralmente estava sentada usando os bilros fazendo algumas rendas, alegremente me respondia:

- Prepare meu filho, ele com o fumo e depois acenda...

Rendeira

E assim eu fazia. Colocava o fumo no cachimbinho e em seguida, eu ia até ao fogão feito de forquilhas, mais tijolos comuns e acabamento com barro de várzea, e lá eu iniciava a acendida.

Fogão que queima lenha

Minha mãe nunca fumou, mas o meu pai era fumante, e felizmente aos 40 anos de idade resolveu abandonar o vício. Mesmo ele sendo fumante, jamais admitiu que nós, filhos, pegássemos numa lata que ele guardava seu fumo e papel para a fabricação de cigarros. 

Nós éramos 16 irmãos, mas as pessoas perguntavam-lhe: 

- Pedro, tem algum filho teu que fuma? 

E ele respondia inocentemente: 

- Nenhum. Graças a Deus, nenhum filho meu fuma! 

Ora, não.!Todos nós fumávamos escondidos dele.

Lata para guardar fumo

Mas todos sabem que avó é avó, e faz tudo para agradar os seus netos, e muita vezes, nem sabe o que poderá acontecer com aquele tipo de ajuda que fez para um neto. E como não era diferente, assim também fazia a minha avó.

Geralmente quando eu começava a preparar o seu cachimbinho, o meu medo era que o meu pai aparecesse por ali, e se ele me visse com fumo nas mãos e cachimbo, com certeza, iria me dá uma bronca das maiores.

Aconteceu que em uma tarde já passando das 4:00 horas. eu fui até a casa da minha avó, e era coisa de rotina mesma, mas o meu maior interesse, era dá umas baforadas no cachimbinho. Ao chegar lá, ela estava cuidando de um milho para ser passado no moinho. E eu já um pouco viciado, perguntei se ela queria que eu preparasse o seu cachimbinho. Ordenou o preparo do fumo e acendesse. Só que, quando eu tentava acendê-lo com uma brasa que tirei do fogão, e forçando ela ficar sobre ele, mas a brasa não me obedecia. Então a minha avó me disse:

- Pega aqui a minha chinela e com ela, leve a brasa para o final do fogão e com a ajuda dela, coloque-a no cachimbo, e em seguida, pressione a brasa para que ela fique sobre todo o fumo. Dê uma puxadinha de fumaça no cachimbo, que aos poucos, o fumo pegará fogo.

Meu pai Pedro Nél Pereira

E assim fiz. Mas quando eu me preparava para puxar a fumaça do cachimbo, ouvi a voz do meu pai já quase dentro da cozinha. Minha avó e eu ficamos aperreados, porque, com certeza, ele iria me dá uma bronca. E minha avó ao ouvir a fala do meu pai, disse:

- Jogue-a dentro do fogo meu filho, se não teu pai irá ver você acendendo o cachimbo.


Aconselhava-me a minha avó, mas que eu jogasse a brasa e soltasse o cachimbo. Eu, nervoso, em vez de colocar a brasa dentro do fogo, joguei foi a chinela, e peguei o cachimbo fiquei com ele na boca, tentando acendê-lo.

O meu pai quando viu esta arrumação, isto é, o cachimbo na minha boca, esbravejou:

- Sim! É por isso que você vez em quando vem aqui na casa de mamãe, é?

Eu em vez de ficar calado, mas o nervosismo me fez piorar a situação e me obrigou dizer:

- Venho tomar um traguinho no cachimbinho de mamãenana.

Parece que o meu pai percebeu o meu nervosismo e não foi tão ignorante comigo. E sem olhar para mim, disse:

- Dê-me, que eu acendo o cachimbinho de mamãe.

E assim ele fez. Pegou a brasa, levou ao cachimbo e entregou à Mamãenana, dizendo-lhe:

- Pega, mamãe, não sei o porquê da senhora pedir a José que acenda o seu cachimbo. Ele não sabe acender cachimbo.

Ora não sabe! Eu já era quase um profissional fumante de cachimbo.

Pouco tempo depois, o cheiro de couro de animal queimando era grande. Nada mais  do que a chinela que eu havia jogado sem querer dentro do fogo.

Minhas Simples Histórias

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CONDENADO PELA "TRAGÉDIA DO BALDO" É PRESO APÓS MAIS DE 40 ANOS FORAGIDO.

 

Foto: Divulgação/PCRN

 https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2026/06/27/motorista-da-tragedia-do-baldo-e-preso-em-mt-42-anos-apos-acidente-que-matou-19-pessoas-no-rn.ghtml

A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso (PCMT), por meio da “Operação Resgate”. O trabalho investigativo conseguiu identificar o paradeiro do condenado e cumprir o mandado de prisão definitiva.

O acidente envolvendo o bloco carnavalesco Puxa-Saco, que deixou 19 mortos e 12 pessoas gravemente feridas, marcou a história de Natal e do carnaval potiguar. O episódio aconteceu na madrugada de 25 de fevereiro de 1984, durante o período carnavalesco.

Segundo as investigações da época, Aluísio conduzia um ônibus quando perdeu o controle do veículo na região do Baldo e atingiu integrantes de uma banda de música e foliões que participavam do tradicional bloco carnavalesco.

A tragédia foi considerada uma das maiores já registradas no Rio Grande do Norte. Após o acidente, o motorista fugiu e permaneceu sem ser localizado por mais de 40 anos.

O acidente com o bloco Puxa-Saco, que era um dos mais antigos da cidade, foi um divisor de águas na história do carnaval de Natal. A tragédia afetou diretamente a relação da população com a festa e contribuiu para a mudança no cenário carnavalesco da capital potiguar.

Mesmo com tentativas de resgatar a tradição do carnaval de rua, parte do público passou a migrar para as praias durante o período festivo. O episódio também influenciou mudanças no percurso dos desfiles das escolas de samba e marcou uma fase de perda de força da festa em Natal.

Investigação identificou uso de identidade falsa

As buscas pelo condenado começaram a partir da única fotografia disponível dele, registrada na época do crime. Durante a investigação, os policiais encontraram informações que ajudaram na localização do foragido, incluindo dados relacionados ao falecimento do pai dele em Tangará da Serra (MT), em 2021.

A apuração documental apontou que, em 1995, Aluísio emitiu um documento de identidade em Mato Grosso usando seus dados verdadeiros. No entanto, após a morte de uma pessoa em Natal, em 1996, ele passou a utilizar os dados do falecido para assumir uma nova identidade.

A Polícia Civil informou que ainda não foi possível determinar quando ele começou a usar o documento falso. Porém, as investigações indicam que, em 2021, ele utilizou essa identidade para renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e continuar trabalhando como motorista.

A confirmação da identidade ocorreu por meio do cruzamento de informações cadastrais, análise documental e comparação facial feita pelas equipes policiais.

Prisão e cumprimento da pena

Após confirmar a localização do condenado, os policiais foram inicialmente até o local de trabalho dele, mas Aluísio não estava presente. Em seguida, a equipe foi até a residência do investigado.

No local, ele apresentou inicialmente o nome falso que utilizava. Após ser informado de que os policiais já tinham confirmado sua verdadeira identidade, ele revelou o nome real.

O homem foi conduzido para os procedimentos legais e encaminhado ao sistema prisional, onde deverá cumprir a pena definitiva de 21 anos de reclusão em regime fechado.

A Polícia Civil destacou que a prisão representa o cumprimento de uma decisão judicial e reforça a busca por responsabilização criminal e Justiça para as vítimas e familiares, mesmo após décadas do ocorrido.

https://98fmnatal.com.br/ultimas/condenado-pela-tragedia-do-baldo-e-preso-apos-mais-de-40-anos-foragido/350411/

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso, do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que esse rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por esse ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem, porque no trânsito ninguém é de ninguém. 


http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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LIVRO DE RAUL MENELEU.

 Resumo do livro "A Dignidade de Virgulino Ferreira antes de ser Lampião" autoria de Raul Meneleu:  


A obra de Raul Meneleu aborda a vida de Virgulino Ferreira, posteriormente conhecido como Lampião, antes de sua ascensão ao mito do cangaço. O livro explora as origens humildes de Virgulino no sertão nordestino, contextualizando a realidade socioeconômica marcada pela seca, miséria e pelo poder opressor dos coronéis. O autor destaca a infância e a juventude do protagonista, enfatizando seus laços familiares e os eventos traumáticos que o levaram a abandonar uma vida pacífica, como a morte violenta do pai em conflitos com autoridades locais.  

Meneleu humaniza Virgulino, retratando-o não como um bandido natimundo, mas como um homem movido por circunstâncias adversas, busca por justiça e sobrevivência em um ambiente hostil. A narrativa enfatiza sua "dignidade" intrínseca, mostrando como valores como honra, lealdade e resistência moldaram suas escolhas antes de adentrar o cangaço. O livro também discute a complexidade moral de suas ações, questionando a linha entre heroísmo e criminalidade, e reflete sobre como a história oficial frequentemente simplifica figuras como Lampião, ignorando seu contexto de luta contra a opressão.  

Ao mesclar elementos históricos e ficcionais, a obra convida o leitor a repensar o legado de Lampião, não apenas como um símbolo de violência, mas como produto de um sistema desigual que marginalizou milhões no sertão brasileiro. Temas como resistência, identidade e a construção de mitos permeiam a narrativa, oferecendo uma visão crítica e sensível da trajetória de um dos personagens mais enigmáticos do Brasil.

https://meneleu.blogspot.com/2025/02/a-dignidade-de-virgulino-ferreira-antes.html

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso, do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO.

Por Luiz Gonzaga

Um registro raro e cheio de história do Rei Luiz Gonzaga. Mais do que a música, são os momentos de bastidores e as conversas sinceras que mostram a grandeza e a simplicidade do nosso Rei do Baião.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1588817245948602&set=a.589883092508694


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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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A PRÓPRIA MÃE

Por Abdias Filho

Depois de eliminar os dois cunhados, e mais sete parentes, Gato chegou ao extremo de ameaçar cortar a língua da própria mãe só porque ela pediu que os cangaceiros andassem menos por lá.

Só não deu uma surra de facão na mãe porque os companheiros o impediram. Mas ao sair ergueu as mãos cada um com um facão e disse:

Olhe, velha... Esse aqui é bateu peidou, e esse é o bateu cagou. Fale mais alguma coisa aí pra ver.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=3496698693837243&set=a.327503074090170

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

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Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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