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sexta-feira, 17 de julho de 2026

FOTOGRAFIAS

Por Pedro Melo

Poses feitas, com toda a dignidade cinematográfica, a famigerada Maria Oliveira, vulgo, "Maria do Capitão", companheira do bandoleiro Lampeão.
O Diário de Pernambuco, (Fontes) de 17 de fevereiro de 1937, estampa a foto (a da direita) da mulher de Lampeão com a manchete: "Maria do Capitão" -Madame Ponpadour do Cangaço-
Agora!
De onde surgiu para essa personagem, uma cabocla simples, o cog-nome de Maria Bonita?
Isso se pode descobrir..
Os cangaceiros do grupo a chamavam de "Maria de Lampião", (Obs)
Sou Pedro Melo, um entusiasta pesquisador de cangaceiros,
Participe! O CANGAÇO, um grupo a estudos...

ADENDO:

Dizem alguns escritores que: quando os cangaceiros falavam diretamente a ela, chamavam dona Maria. Mas quando se referiam a ela, chamavam-na de Maria do Capitão.

Meu computador está com alguns problemas. Quando eu estou preparando um conteúdo qualquer, perco a fonte a qual eu estava fazendo transferência para o blog. Mas lembro que pertence ao pesquisador Pedro Melo. - José Mendes Pereira.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

O MANELÃO VALENTÃO - Para quem ainda não o viu. Ele tem sido muito acessado...

  Por José Mendes Pereira - (Crônica 04)

https://pt.depositphotos.com/vector-images/homenzarr%C3%A3o.html

O lugarejo todo já tinha sido informado que um  enorme homem, desajeitado  e valentíssimo estava para chegar. E todos os moradores se preparassem, pois o avantajado homem não tinha dó de ninguém. Cada indivíduo tomasse um lugar para se proteger dos absurdos que ele praticava. Matava só com um soco e mais nada, só para ver a queda do infeliz. E todos tentaram se esconder para não serem vítimas do valentão. 

https://www.instagram.com/lanchenahora1996/
      
O dono de uma pequeninha lanchonete precisava se ausentar do seu comércio, e ao sair, disse ao seu empregado:       
      
- Eu tenho que resolver algumas coisas na feira, e talvez não volto mais hoje.  Se você ouvir falar que  o tal do Manelão está no lugarejo, dê por encerrado o movimento de fregueses. Cuida logo de baixar as portas, e não se demore, faça fiapo em busca de casa.  

Mas assim que o dono da lanchonete saiu, infelizmente, um homenzarrão chegou pelas laterais da quitanda. E Alguém que já corria pelas avenidas, gritou:
       
- Pelo amor de Deus! Corram que o maldito Manelão já se aproxima por aí!
    
O homenzarrão parecia o "king Kong", barbudo, braços grossos, de voz assustadora. Chegara montando num avantajado touro brabo. O animal parecia temer o homenzarrão. Ficou quietinho em seu lugar. Nem precisou ser amarrado, enquando ele tomava uma lá dentro da quitanda.

https://pt.vecteezy.com/arte-vetorial/18973747-vaqueiro-montado-em-touro
   
E foi aquela correria. Mulheres perderam filhos no meio do movimento. Um velho sapateiro que cochilava em uma espreguiçadeira de frente à rua,  ao ver o homenzarrão, e ao se levantar, caiu lá embaixo da calçada. 

https://coisasdecajazeiras.com.br/refresco/pao-de-saora-pode-se-tornar-patrimonio-cultural/

Um comerciante ambulante que vendia pães em um balaio, ao correr, perdeu todos, restando-lhe apenas o balaio desajeitado em sua cabeça. Os homens não esperaram por nada, e não quiseram saber nem um pouco do Manelão.
          
No alvoroço, querendo se salvar das enormes mãos do homenzarrão, o empregado enrolou-se a uma cadeira ginga-ginga, e foi ao chão.  E enquanto tentava se levantar do chão, ao levantar a vista, viu o valentão entrando com seus passos longos e desajeitados.  

https://www.instagram.com/p/C9xlJKruZwT/

Quando ele entrou, foi logo de encontro ao empregado, e  sapecou um murro no forte balcão, mas mesmo assim, o desmontou de uma só vez, gritando com um assustador vozeirão:
              
- Me dá uma cachaça aí logo, sua peste!
         
- E lá veio o empregado correndo com a garrafa de cachaça às mãos.
         
O valentão não esperou que o empregado a abrisse. Arrebatou-a das mãos, quebrou o gargalho sobre o resto do balcão que ainda teimava ficar em pé,  e bebeu tudo de uma vez só, não ligando para pedaços de vidro.

https://parceriacomdeus.wordpress.com/2013/09/03/entrega-total/

O empregado já havia dito a Deus que iria devolver o seu espírito, pois diante daquele homenzarrão, já sabia qual seria o seu destino.
           
- O senhor quer outra? - perguntou o empregado procurando agradá-lo, já se desmanchando em mijo e outras coisas estranhas.
        
- Não, sua peste! Deus me livre! Num dá tempo não!
       
- Mas por que não dá tempo? - quis saber o empregado, mesmo trêmulo.
        
- Não dá tempo porque o Manelão vem aí!
       
O homenzarrão saiu do bar, cuspiu fortemente, pigarreou, pôs uma enorme masca de fumo na boca, montou-se no seu touro bravo e tome espora,  e se mandou com medo do Manelão que estava para chegar no lugarejo.
        
O homenzarrão não era o Manelão que o lugarejo esperava contra vontade. Só tinha tamanho. Medroso ao extremo.

Minhas simples histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

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MEUS PERSONAGENS E EU NO MEU COMÉRCIO "QUASE NADA".

 Por José Mendes Pereira

A invenção da foto é do Adelmo Leite de Oliveira, lá de Lavras da Mangabeira, mas reside aqui em Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte. 
Mas o local do meu comércio é muito diferente deste.

Graça a Inteligência Artificial. Eu acompanhado dos meus dois personagens. Seu Galdino é o de camisa vermelha, contador de histórias sobre onças. Bastante mentiroso, mas de grande confiança. Dizem que quem mente, rouba. Seu Galdino nunca roubou nada de ninguém, e nem será capaz para isso nunca.

O outro é grande seu Leodoro Gusmão, amigo e compadre de seu Galdino de muitos anos. Vizinhos de propriedades. Gosta de apreciar as mentiras do seu compadre. Vez por outra, cria histórias diferentes de felinos, só para dar o troco a seu Galdino. 

Eles fizeram uma visita ao meu pequeno comércio, com o nome de fantasia "QUASE NADA", de verdade. O meu comércio nem vende cigarros, bebidas e nem  tão pouco comidas, são ferragens, conexões e uma variedade de outros produtos. Não sou chaveiro, mas copio chaves de alguns tipos. Após ficar aposentado de sala de aula Estadual, tive que criar esta atividade para não ficar parado sem fazer nada.


Não trabalho com chaves codificadas e nem pantográficas. Somente normal. Apesar dos tempos que trabalho com chaves, não tive o interesse de ser chaveiro, isto é, que abre casas, carros, cofres etc.

Observação: "Duas palavras foram escritas erradas, 
mas desculpem-me. Elas já foram corrigidas. 
Quem digitou, não observou as 
corretas escritas delas".


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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

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quinta-feira, 16 de julho de 2026

CORONEL LIBERATO DA CRUZ

Por Professor José Cícero

O cel. Liberato da Cruz e a deposição de Róseo Jamacaru

Mesmo depois de já ter se passado 125 anos do marcante episódio que inaugurou o início do chamado "ciclo das deposições" no Cariri cearense; ainda agora parece possível que a lista que contemplou os nomes de todos os coronéis envolvidos naquele evento, ainda esteja um tanto quanto incompleta. Assim como dos que foram convidados pelo padre Cícero para tomar parte do famoso "Pacto dos Coronéis" de 4 de outubro de 1911. Refiro-me em especial ao histórico conflito de 1901 como se sabe articulado pelo famoso Antônio Joaquim de Santana - cel. Santana, residente na Serra do Mato e tido como um dos mais poderosos da região, além de grande coiteiro de Lampião. Um acontecimento que culminou com a deposição por meio da força de jagunços e cangaceiros que tomaram o poder do então intendente de Missão Velha, o cel. Antônio Róseo Jamacaru(que governou de abril de 1899 a novembro de 1902), sendo dono da produtiva fazenda Tapera. Neste contexto é que também se coloca a figura de outro coronel que durante muito tempo ficou quase esquecido no palco dos acontecimentos que levaram a esta emblemática deposição que marcou o alvorecer do século XX. Seu nome era: Manoel Liberato da Cruz; o coronel da paz. Morador do sítio
Cercadinho que se situava por assim dizer, na entrada da antiga Goianinha, atual Jamacaru, entre a Gameleira do Pau e a Serra do Mato, impenetráveis redutos de Santana no alto da serra em Missão Velha - CE.
Inteligente, comedido e bastante discreto, o cel. Liberato, como aliado de 1ª hora do cel. Santana também tomou parte dos arranjos e dos preparativos para à derrubado do velho intendente Róseo Jamacaru. Sendo peça importante no ajuntamento de outros potentados para que a empreitada ocorresse de maneira exitosa. Era um coronel de paz. Um homem diferente não sendo dado à condição de coiteiro de quaisquer cangaceiros. O que não o exclui contudo, de ter tido possiveis contados com Antônio Silvino ou mesmo com Lampião durante as muitas passagens do bando de Virgulino em direção à fonte da Pendência e a segurança confortável da Serra do Mato.
Mesmo após ter protagonizado, um ano antes, uma dura rixa com o intendente municipal que quase chegou às vias de fato; tudo por conta da proibição deliberada de Róseo Jamacaru de não permitir que o cel. Liberato sepultasse uma filha de nome Ana no antigo cemitério N. Sra. da Piedade, onde hoje existe a capela de São Francisco no centro da cidade.
Aproveitando que o padre Félix estava praticamente no leito de morte, o então intendente e presidente da Camara, Antônio Róseo lJamacaru resolveu proibir taxativamente o enterro. Ainda hoje não se sabe ao certo a verdadeira causa da morte da filha de Liberato. Se cólera, varíola ou lepra doenças que na época não se permitia que as vítimas fossem sepultadas nos cemitérios comuns. Liberato então juntou uns cabras e armados até os dentes, desceu a serra com o caixão sobre um carro-de-boi. Ninguém se atreveu a impedi-lo de dar um enterro decente ao seu rebento. O sepultamento aconteceu no campo santo sem maiores problemas.
Era um homem de coragem e de convicções. Alguém em que se podia confiar pelo excesso da sua notória gratidão, confiança e respeito. Profundamente humano quando era preciso e necessário, mas duro e inflexível quando a ocasião o exigia. Possuía a grande virtude do amor e do perdão para com os amigos e necessitados.
Em Tempo: No momento mais crítico do cel. Jamacaru, ele se compadeceu. Pois,
há inclusive, quem assegure que foi o cel. Liberato quem garantiu exigindo da turba invasora, a devida segurança e integridade física da família de Róseo Jamacaru quando às pressas se retirara para à região do Aracati e Maranguape. Porém quanto à pilhagem da fazenda Tapera somada à destruição e posse dos haveres, nada pode fazer. Para ele a vida era o bem maior do ser humano.
Sem grupos de jagunços e malfeitores como era comum a quase todos os poderosos coronéis da época, ele confiava muito na amizade verdadeira, no respeito mútuo e na palavra dada. Mantida também uma relação estreita de profundo compadrio com o padre Cícero Romão, bem como com o próprio Santana com o qual possuía laços de parentesco, além da sua reconhecida ascendência e descendência dos Teresios. Além da expressiva patente da Guarda Nacional Manoel Liberato da Cruz foi ainda delegado, inspetor escolar e intendente municipal(cargo que possuia o valor de prefeito), quando sucedeu o coronel Santana em meados de 1917.
Histórias da minha terra que li e coisas interessantes de outros tempos que ouvi contar.
..........
Prof. José Cícero
*Imagem ilustrativa.

Perdi a fonte:

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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O CANGAÇO, por Pedro Melo, pesquisador,

O seu grupo de estudos aqui no face, convide os amigos, aproveite o material compartilhado e não se esqueçam, deêm os créditos, interaja com respeito, mantenha sempre a educação.
acesse e se torne "membro" para participar, já participa, continue conosco!
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Fotograma por Benjamim Abraão, da Belíssima cangaceira Durvalina Sá, a Durvinha de Moreno, 1936.
Click sobre a imagem, para melhor visualização.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=3006379953026585&set=gm.2104974100445600&idorvanity=354151835527844

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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