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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

SOBRINHOS DE CANGACEIRAS.

Por Sandro Lee

Entrevista da história, no ano de 2017 entrevistei os sobrinhos de dois grandes personagens da história cangaceira, o saudoso Tertuliano Pereira de Souza, sobrinho da cangaceira Lídia! E Petronilha, dona Mocinha, sobrinha da cangaceira Inacinha.

Muita história para contar....

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2080831262806804&set=a.123148121908471

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

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domingo, 6 de setembro de 2026

O DIA EM QUE O JOÃO MALAMANHA SE SENTOU NO BANDO DOS RÉUS.

 Por José Mendes Pereira


João Malamanha era um verdadeiro King Kong, era todo fora dos padrões humano. Ninguém se atrevia ficar perto dele por muito tempo, àquele desajeitado homem poderia a qualquer momento se transformar num gigante, numa fera diante dos homens, aliás, ele já era por natureza agigantado.

Uma vez o João Malamanha matou um domador de leões no circo com três cocorotes dados com o seu desconforme braço, só porque o infeliz batizou um dos seus leões de João Malamanha. Mas mera coincidência. O domador nem sabia a sua existência. Chegara em Mossoró no meio do GranCircus. 

Como os seus restritos amigos assistiram a um dos espetáculos do circo, posteriormente contaram para ele que lá existia um leão chamado João Malamanha.

https://www.instagram.com/p/C01nMPFrp7W/

E deixar aquela ofensa pra lá, de jeito nenhum! O desajeitado homem resolveu ser um dos pagantes daquele circo. E assim que o domador trouxe o leão para dentro da jaula, no momento da sua apresentação, começou a chamá-lo de João Malamanha. Ele pulou a cerca de proteção, agarrou o homem e deu-lhe três cocorotes fortes em sua cabeça, deixando-o já pronto para o enterro.

http://www.centraldasformulas.com.br/

O leão ao ver o seu domador morto, partiu para cima do João Malamanha, tentando agarrá-lo pelo pescoço para sangrá-lo, e com a ligeireza do Malamanha, com toda a sua força, pegou o leão por baixo do vazio. que tinha um peso aproximadamente 250 quilos, levou-o às alturas de 3 metros, mais ou menos, e ao cair ao chão, o felino ficou prontinho.

Agora o homenzarrão estava sentado no banco dos réus, matou o domador por pura maldade. Ninguém fica sem passar por apuros. Se os outros que devem a justiça, e têm que pagar pelos seus atos, o João Malamanha é igual aos outros. Só porque tinha corpo e braços de marreta de 8 quilos, quando batia em alguém, não podia se sentar no banco dos réus? Ora! Ora! E para surpresa, algemado pelos pés e mãos. O homem era um imundo, e tinha que ficar algemado por completo. Ora sim senhor!

Diante daquela gente toda, o réu se sentia humilhado. Todos com braços e pernas soltos. Por que só ele tinha direito a umas algemas, e ainda mais preso pelos quatro membros? Achava ele que era uma verdadeira humilhação.

Mesmo algemado e amarrado de cima a abaixo, todos que ali estavam, sentiam receio. Aquele homem não era flor que se cheirasse, a sua força era de gigante. Cada braceada que ele tentasse contra alguém, seria prejudicial a todos.

Até mesmo o juiz já pensava em absorvê-lo, temendo uma vingança do João contra ele. O promotor de acusação nem quis falar, porque, segundo o comentário que saiu depois, ao ver o homenzarrão ali sentado, já estava com as calças todas com fedor de urina e outras coisas a mais.

O promotor de defesa temendo ser banido pelo Malamanha, isto é, se perdesse a guerra, sabia muito bem que o João Malamanha não o perdoaria, e além de levar uma boa surra do homem, talvez o mataria. 

O João nem esperou para o final do júri. De um só soco soltou as algemas dos pés. As das mãos ele pôs a torá-las com os dentes, ficando livre para ele correr, poderia acontecer um possível ataque dos policiais.

Mas o João estava preparado. E assim que os policias partiram para cima dele, tentando amarrá-lo, foi inútil. Antes do início da cobrança judicial o João Malamanha havia passado um líquido deslizante em todo corpo, e com isso, nenhum policial conseguiu dominá-lo, porque quando eles tentavam segurá-lo na marra, seus braços escorregavam igual ao peixe mussum de água doce.

E assim o João Malamanha foi-se embora sem pagar nada à justiça. Quem perdeu a vida, foi o domador de leões e o pobre leão.


O João Malamanha foi morto pelo seu ajudante (mecânico) o anão de 1.30 centímetros. Ao tentar enforcá-lo, Leandro retirou da sua cintura uma amolada e pontiaguda faca, enfiando-a no pescoço do homenzarrão. O João Malamanha só deu tempo para dar um assustador grito e o sangue jorrou sobre peças e carros que estavam dentro da oficina, caindo por cima de uns pneus encostados à parede. Vendo que tinha vencido o homenzarrão, Leandro fez carreira sem destino certo. Nunca mais se viu o assassino do João Malamanha.

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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CARROSSEL

 Clerisvaldo B. Chagas,  7 de setembro de 226.

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3470

 

AUTOR NA CARROSSEL.


Finalmente iniciamos a nossa maratona cultural – como disse o jornalista, editor e escritor  josé Malta Neto – na verdade, oito entrevistas nos primeiros 20 dias de setembro em escolas, é mesmo maratona cultural, porém onde existe muito amor e boa-vontade no coração, a citada maratona passa a ser motivo de satisfação e felicidade pelo cumprimento do dever. Iniciamos essa jornada histórica na história de Santana do Ipanema, pela escola particular de tradição do Bairro Camoxinga, Carrossel. Uma recepção agradabilíssima, por parte da direção e dos docentes e aquela perspectiva da juventude para ouvir e fazer perguntas ao escritor da terceira idade. Na verdade, um encontro entre gerações tendo como ponte o livro documentário SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA. Livro que será relançado após a maratona das escolas, no  próximo dia 26 no Bairro Maniçoba/Bebedouro.

Houve muita emoção na Escola Carrossel e a certeza de que os alunos presentes e participantes ativos, perpetuarão o amor pela pesquisa e a história do povo sertanejo de Senhora Santa Ana. As perguntas e respostas do livro analisado fez o autor se convencer que não foi em vão uma luta constante por vários meses seguidos, para mostrar no papel, como foi tão importante para a nossa região, os curtumes,  as fábricas de calçados, o trabalho dos artesãos do couro criando emprego e fazendo circular o dinheiro vivificante da nossa sociedade.  Vários alunos não perguntavam, mas comentavam trechos do livro que mais chamaram  a atenção, respectivamente.

E este conjunto de forças com o editor presente e incentivando a juventude, o autor  dividindo o pão, a escola abrindo sua portas para novos horizontes, o resultado não poderia ser diferente porque já estava escrito que assim seria. E surgiu, então o elo forte, fortíssimo, profundo e abençoado entre a geração passada e a geração atual, unindo o século XX e o século XXI com anúncio de porvir feliz. E assim nasceu a ideia de uma crônica por escola (8). Hoje  foi da escola Carrossel, logo será a vez da Cleodon, isto é, da escola Cleodon Teodósio, na zona rural serrana da Camoxinga dos Teodósio. Aguardemos a terça para lermos na quarta.


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/09/carrossel-clerisvaldo-b.html


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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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NO GALOPE DO DESTINO, O ÚLTIMO ADEUS DO VAQUEIRO

Por Rangel Alves da Costa

Aboio é lamento triste, quando o canto é a despedida do VAQUEIRO GABRIEL em seu adeus dessa vida, seguindo pra eternidade em galope de partida.

Tristeza uma partida assim, tão jovem em alvorecer, sem ter mal no coração, com o melhor fruto a colher, amante da vaquejada e do boi no mato a correr, foi-se embora Gabriel, seu mato agora é céu, sua presença nas asas do alazão pelos horizontes do Sertão

https://www.facebook.com/photo?fbid=28713548028238303&set=a.476409229045561

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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