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segunda-feira, 20 de abril de 2026

ADELSON MOTA PARABENIZA O ESCRITOR E PESQUISADOR DO CANGAÇO GUILHERME MACHADO.

 Por Adelson Mota

Excelente postagem do nosso confrade, Guilherme Machado Historiadorll Machado Machado, minha contribuição pra memória é pra história do, Cabo de Esquadra da Força Pública da Bahia, Antônio Militão da Silva, Cabo Militão

Guilherme Machado, diretamente de Campo Formoso Bahia logo mais estarei passando por Brejão da Catinga, povoado a 60 km do município situado nas imediações do município de Umburansa Bahia.

VAMOS LER O QUE GUILHERME MACHADO ESCREVEU PARA NÓS, CANGACEIRÓLOGOS E SIMPATIZANTES DO CANGAÇO.

CAMPO FORMOSO: 95 ANOS DA CHACINA DOS SOLDADOS MORTOS POR LAMPIÃO, NO POVOADO DE BREJÃO DA CAATINGA.
Por Guilherme Machado.

A chacina acontecida em 04 de julho de 1929, no Povoado de Brejão da Caatinga, foi um dos trágicos acontecimentos que comoveu os sertões da Bahia, pois naquela oportunidade 01 cabo e 04 soldados foram mortos, foram surpreendidos por Lampião acompanhado de 12 cangaceiros, os militares diante do ato repentino de chegada do bando não tiveram como se defenderem, esboçar uma reação. Em publicações anteriores e diversas entrevistas, relatei em detalhes como tudo aconteceu. No transcurso destes 95 anos, muitos livros foram publicados mencionando a chacina e os nomes dos militares mortos, doravante, estes documentos encontrados ratificam o que já foi escrito. Contando com apoio do pesquisador Adelsonmota Mota, Baiano, filho do Município de Várzea do Poço, mas residindo em São Paulo, há 35 anos, incansável nas pegadas de Lampião, estamos concluindo através de parentes e documentos que o Cabo Antônio Militão da Silva, era filho do Município de Morro do Chapéu, (alguns irmãos dele como, Rômulo Militão da Silva e Remo Militão da Silva lá nasceram), seu Pai Manoel Militão da Silva era delegado de Polícia da cidade quando aconteceu a morte do seu filho em Brejão da Caatinga. Infelizmente nas Certidões de Óbitos dos militares, (pela urgência dos sepultamentos) não foram mencionadas suas origens, filiação, datas de nascimento e estado civil. Mas para nos pesquisadores estas Certidões foi um achado importante, pois antes só sabíamos os nomes destes homens que pereceram distantes dos seus familiares, nos sertões, no exercício responsável de suas funções. Hoje temos documentos, que comprovam que eles tiveram dignas sepulturas no cemitério velho, da então Vila de Campo Formoso. Futuramente quem sabe, novas informações aparecerão, descendentes, netos, bisnetos sejam identificados. Todas as cinco Certidões de Óbitos, (mostradas nesta matéria) foram declaradas em Cartório de Campo Formoso, no dia 11 de julho de 1929, pelo 2º Tenente José Martins de Oliveira delegado de Polícia deste termo. Nomes dos mortos, como escrito nas Certidões de Óbitos: Antônio Militão da Silva, (Morro do Chapéu Ba?), Leocardio Francisco da Silva, (talvez o único filho de Campo Formoso Ba), Cecilio Benedicto da Silva (Povoação de Canoa (hoje Igara) Senhor do Bonfim Ba), Manoel Luiz de França (naturalidade ignorado) e Pedro Santana (naturalidade ignorado).
Certidões de Óbitos: Soldados mortos chacina Brejão da Caatinga.
https://www.facebook.com/adelsomota.mota

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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FOTO REVITALIZADA DO SEPULTAMENT DO CANGACEIRO CORISCO...

Por Adelson Mota

Foto revitalizada do sepultamento do Cangaceiro, Cristino Gomes da Silva Cleto, Vulgo Corisco, depois do combate na fazenda Pulgas, Brotas de Macaúbas, atualmente Barra do Mendes, Corisco e ferido e levado no Caminhão de, José Cláudio, passam por Barro Alto, Cafarnaum, é nas imediações do Arraial de Canabrava, atual Canarana ele morre, a época Canarana era município de, Morro do Chapéu, o caminhão segue pra Morro do Chapéu, onde tinha uma única Bomba de Gasolina, é abastecido, muitos curiosos foram ver, Corisco já morto e Dada ferida no pé, entre as pessoas que foram velo-los, estava o Sr. Remo Militão da Silva, filho do delegado de, Morro do Chapéu, Manoel Militão da Silva, é D, Simoa Clara da Silva, ele era irmão do Cabo Militão, Antônio Militão da Silva, morto por Lampião em Brejão da Caatinga Campo Formoso, em 04/07/1929 pois bem seu Remo, vendo Corisco abatido e morto, dirige duras plavaras ao cangaceiro, foram estás as palavras, Toma desgraçado pagou na mesma moeda o que fizeram com meu Irmão, neste momento a raivosa bandida, Dada cuspindo e xingando, dirige ao Sr, Remo, a eu com um parabelum para pode lhe atirar na boca, seu Remo, lhes da as costas e satisfeito volta pra sua casa, o relógio marcava a hora de 23.45 do dia 25/05/1940, eu em pesquisa conseguir achar toda a família do Cabo Militão, assim como pais irmãos sobrinhos, e suas certidões de Nascimento é de Óbito, também as dos seus irmãos e de sua mãe e do paí, Antônio Militão da Silva, Cabo de Esquadra da Força Pública da Bahia, lotado em Senhor do Bonfim, era seu comandante o Capítulo Galdino de Souza, estamos a acrescentar mais documentos desta história,


Adelso Mota, Históriadior é Memorialista Guardião da História, a esquerda do foto o SGT, José Otávio de Sena, a direita José Osório de Farias, Zé Rufino, que participaram do combate, José Otávio de Sena, depois foi delegado e prefeito de Miguel Calmon, por vários mandatos, a foto original é do arquivo do professor e históriador, Rubens Antônio, inmemorian, revitalizada por nossa amiga, Sandra Naldi, a quem agradecemos.

https://www.facebook.com/photo?fbid=1616673846284652&set=pcb.1616673882951315

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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

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CORONEL ISAÍAS E SEUS JAGUNÇOS...!

 Por José Cícero Silva

Foto restaurada por IA.

O grupo de Jagunços de Isaías Arruda e outros fatos.

Famoso bando de Jagunços do coronel Isaías Arruda de Figueiredo(foto) que, curiosamente era comandado por dois nomes homônimos: José Gonçalves; o de 'Lucena' de Missão Velha e o de 'Figueiredo' de Aurora. O segundo, por sinal era primo do intrépido coronel Arruda e residia no princípio dos anos vinte no sítio Grossos até iniciar as primeiras desavenças como os Paulinos. O que lhe obrigou mudar 'de mala e cuia' para o Morro Dourado nas proximidades de Ingazeiras na direção de Missão Velha. É muito provável ter sido ele, inclusive o 1º estopim para a grande rixa que se seguiu entre os irmãos paulinhos e os Arrudas. Notadamente após o tiroteio da Ingazeiras somado ao terrível assassinato de João Paulino numa emboscada na estrada velha do Serrote. Empreitada criminosa levada a cabo pelos cabras de Isaías, à frente o próprio Zé Gonçalves de Figueiredo(do Morro Dourado).

Em sua propriedade anos depois, quando descia da ponta da serra(Cajui) fugindo das volantes, Lampião deixou ferido o cangaceiro Colchete que em seguida foi morto, sob a suspeita de queima de arquivo. Fato ocorrido logo após o fracasso da invasão à Mossoró e o fogo da fazenda Ipueiras. Depois, com o assassinato do cel. Isaías em agosto de 1928 na estação do trem de Aurora, José Gonçalves de Figueiredo acuado e se sentindo sozinho partiu com sua família para o estado do Pará e desde então nunca mais foi visto nem se teve qualquer notícia do seu paradeiro. E lá se vão 98 anos dessa grandiloquente e palpitante história.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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domingo, 19 de abril de 2026

ALDENORA SANTIAGO

 Por José Mendes Pereira


Eu não tenho muito o que falar sobre Aldenora Santiago, mas tenho o dever de registrar a sua passagem aqui na terra, e principalmente a vida que levava entre os parentes e amigos em Mossoró.

Esta senhora eu a conheci muito, não de conversar, de ter amizade, de contatos diários, mas pelo talento que tinha, como uma grande cantora nos anos sessenta e setenta do século XX.

Aldenora Santiago era uma senhora morena, bem parecida, talvez 30 anos ou um pouco mais, e na época, residia bem próximo ao Ginásio Municipal de Mossoró, e tinha uma voz assustadora.

Mas infelizmente, devido gostar de beber alguns goles, a cantora não recebeu apoio para chegar à fama artística.

Até aparentava a cantora Elza Soares, fisicamente e voz eram iguais à famosa cantora.

Quando o radialista Zé Maria Madrid criou aos domingos às 9 horas da manhã, um programa de auditório no cine Caiçara com o nome Zy & 20 ela sempre participava, sendo aplaudida pelos seus fãs que tinham uma grande admiração pela futura cantora.

Aldenora Santiago sempre foi bem recebida pelos mossoroenses, mas infelizmente ela não passou disso, porque vivia um pouco ébria.

Não tenho notícias de qual família ela pertencia, mas só sei que foi uma cantora, que com aquele vozeirão, aos domingos lotava o cine Caiçara de Mossoró.

Mas o escritor Lindomarcos Faustino escreveu algo sobre a cantora Aldenora Santiago. Segue:

ALDENORA SANTIAGO
Por Lindomarcos Faustino

Aldenora Santiago de Aquino nasceu no município de Natal-RN, no dia 05 de junho de 1944. Filha de Manoel Lourenço de Aquino e Francisca Santiago de Aquino. Veio para o município de Mossoró ainda quando tinha sete anos de idade e, aos 18 anos, se apresentou como caloura no programa da Rádio Rural de Mossoró, na companhia do Conjunto Totõezinho, de quem recebeu uma proposta para se integrar ao grupo. Esta cantora encantou a sociedade mossoroense nas décadas de 60 e 70.

Esta profissional da música pode ser considerada um dos patrimônios históricos de Mossoró, tendo ela passado pelo cast da Rádio Difusora de Mossoró. Sua memória fez ressurgir grandes sucessos passados, os mossoroenses reviviam o passado ouvindo sua voz, que trazia emoções e grandes recordações. As noites mossoroenses ficaram mais alegres com seus shows, integrando-se o conjunto de Totõezinho e do saudoso Maestro Batista, que eram apresentados no Clube do ACDP e no Cine Caiçara. Era uma mulher que sempre foi aplaudida de pé, pelos seus fãs. Também foi integrante do Conjunto Sayonara, onde fazia a voz principal.

Ela foi revelada nos programas de auditório da Rádio Difusora de Mossoró, apresentado por Genildo Miranda, no Programa “Vesperal das Moças”. Também ela se apresentava no programa “Zy & 20”, que era apresentado aos domingos, no auditório do Cine Caiçara, pelo radialista José Maria Madrid. Ela tinha uma voz encantadora e um repertório inquestionável, sempre cantava na Rádio Difusora, na ACDP, nos cabarés de Copacabana e Casa Blanca e outros lugares. Ela chegou até ser convidada para fazer gravações no Rio de Janeiro, mas não aceitou.

Aldenora Santiago infelizmente se perdeu no alcoolismo e na prostituição. Por muitas vezes dormia nas calçadas das ruas do Alto do Louvor, em Mossoró. Ela faleceu no dia 12 de dezembro de 1984, num leito hospitalar do Rafael Fernandes, vítima de cirrose. Em sua homenagem a Câmara Municipal de Mossoró criou o “Projeto Aldenora Santiago”, para divulgação de música regional por rádio fusão e dispõe sobre a obrigatoriedade da propagação diária nas emissoras de rádio fusão de músicas, intérpretes, autores, bandas e orquestras mossoroenses ou potiguares, pela Lei N°3.228 de 20 de novembro de 2014.

Fonte: facebook
Página: Lindomarcos Faustino‎
Grupo: RELEMBRANDO MOSSORÓ

Minhas Simples Histórias
Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixe-me pegar outro.

Fotos:
1 - Aldenora Santiago;
2 - Genildo Miranda;
3 - Dom Gentil, Alcides Belo e José Maria Madrid;
4 - Totõezinho e seu conjunto.

https://josemendespereirapotiguar.blogspot.com/2017/01/aldenora-santiago.html?showComment=1606703787596#c7817320801669840785

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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JOÃO FERREIRA...

  Por José Mendes Pereira

João Ferreira dos Santos

Lampião tinha quatro irmãos homens, mas o João Ferreira dos Santos não entrou para o cangaço, porque Lampião pediu para ele ficar para cuidar de Ezequiel, que ainda era muito jovem, e das suas irmãs, que eram: Virtuosa, Maria, Anália e Angélica. Lampião tinha 4 irmãos, os quais eram; Antônio, Livino, João Ferreira dos Santos e Ezequiel Ferreira. 

Mesmo não tendo vestido as roupas coloridas e enfeitadas do cangaço, João Ferreira  foi preso e maltratado pelos policias que perseguiam os seus irmãos. Ele era o 4º filho homem do casal José Ferreira da Silva e dona Maria Sulena da Purificação.

 Antonio Ferreira da Silva - Segundo informação do pesquisador Rubens Antonio, Antonio Ferreira da Silva era mais perverso do que o próprio Lampião - Fonte: cangaconabahia.blogspot.com

Segundo os historiadores e pesquisadores, Antonio Ferreira da Silva era o filho mais velho do casal, mas ele não era filho de José Ferreira da Silva. 

Quando José Ferreira casou com Dona Maria, ela já estava grávida de Antônio, filho de um fazendeiro lá de Serra Talhada. A terra em que o casal e os filhos moravam, foi doada pelo próprio fazendeiro, como se fosse uma indenização à dona Maria Sulena da Purificação.

Para adquiri-lo é através deste e-mail: franpelima@bol.com.br

Mas o escritor José Bezerra Lima Irmão, em seu livro "Lampião a Raposa das Caatingas" afirma que o Antonio Ferreira também era filho de José Ferreira. Como ele chegou a esta conclusão? O escritor dispõe de certidão de casamento do casal, pai de Lampião, e que pela contagem da data de casamento e do nascimento de Antonio Ferreira, ele também era filho do José Ferreira.

Pela foto, nota-se que João Ferreira dos Santos (não sei o porquê dele assinar o seu nome com Santos), não foi cangaceiro, mas o seu olhar era perigoso, carrancudo...

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