Por Luiz Gonzaga-Rei do Baião.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
DUAS FIGURAS IMPORTANTES NA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA.
LUIZ GONZAGA NA ESCOLA DE SAMBA '"O GALO DE OURO".
Por Luiz Gonzaga Rei...
Em 1982, o "Rei do Baião" foi a grande estrela da Unidos de Lucas, escola de samba da Zona Norte do Rio de Janeiro conhecida como "O Galo de Ouro".
CANGACEIRO ALECRIM.
Por Tesouros Reais.
José Rosa, mais conhecido pela
alcunha de Alecrim, foi um dos cangaceiros que integraram o bando de Lampião,
figura central do cangaço e apelidado de “Rei do Cangaço”. Embora não tenha
ocupado posição de comando como outros chefes de subgrupo, Alecrim fazia parte
do núcleo de confiança do líder nos anos 1930, atuando como um soldado leal em
meio à intensa rotina de deslocamentos, confrontos e perseguições que marcavam
a vida no sertão nordestino.
As informações sobre sua vida
antes do ingresso no cangaço são escassas, algo comum entre muitos integrantes
do bando. Sabe-se que era natural da região da Serra da Guia, no município de
Poço Redondo, em Sergipe. O apelido “Alecrim” seguia a tradição do cangaço de
adotar nomes inspirados em plantas, animais ou características marcantes. De
acordo com o livro Cangaceiros de Lampião de A a Z, de Bismarck Martins, os
cangaceiros conhecidos como “Alecrim 2” e “Moeda” eram os irmãos José Rosa e
João Rosa, ambos naturais da mesma região.
Durante sua permanência no grupo,
Alecrim participou das incursões típicas do bando de Lampião, enfrentando as
chamadas volantes, forças policiais móveis organizadas para combater o cangaço.
A vida era marcada por constantes fugas, emboscadas, negociações com coiteiros
e pela sobrevivência na caatinga, ambiente que moldou tanto a estratégia quanto
a resistência física dos cangaceiros.
O episódio mais documentado de
sua trajetória ocorreu em 28 de julho de 1938, quando o bando estava acampado
na Grota do Angico, também em Poço Redondo. Naquela madrugada, o grupo foi
surpreendido por uma volante comandada pelo tenente João Bezerra. O ataque foi
rápido e decisivo. Alecrim foi um dos 11 cangaceiros mortos no confronto
inicial, antes que houvesse possibilidade de reação organizada. Assim como
Maria Bonita e o próprio Lampião, teve a cabeça decepada após a morte.
As cabeças dos cangaceiros foram
expostas publicamente em cidades como Piranhas e Santana do Ipanema, como forma
de demonstrar o fim do grupo, e posteriormente encaminhadas ao Museu Nina
Rodrigues, em Salvador, onde permaneceram por décadas antes de receberem
sepultamento definitivo. A morte de Alecrim está diretamente associada ao
episódio que simboliza o declínio definitivo do cangaço no Brasil. Seu nome
permanece ligado à queda do bando de Lampião e ao encerramento de um dos
períodos mais emblemáticos da história do sertão nordestino.
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CHEGOU O EX-REI DO SERTÃO.
Por Robério Santos
VIRGÍNIO FORTUNATO, O MODERNO: A MORTE DO GIGANTE DO CANGAÇO.
Por Tesouros Reais.
FOTO RARÍSSIMA.
Por Helton Araújo
O CENTENÁRIO DA EMBOSCADA QUE VITIMOU OITO MILITARES PERNAMBUCANOS.
(*) Por Luiz Ferraz Filho.
Hoje , sábado (14), durante os
festejos carnavalescos, eu não poderia de maneira alguma deixar de memorizar
esse triste acontecimento que completa seu centenário. Na manhã de 14 de
fevereiro de 1926, na localidade do sítio Umburanas, município de Custódia
(PE), um pelotão da Polícia Militar de Pernambucano foi vítima de uma fatal
emboscada arquitetada pelos revoltosos da Coluna Prestes. O planejamento para o
ataque teve princípio quando o batalhão de revoltosos interceptaram uma
mensagem telegráfica que avisava sobre o deslocamento de uma tropa de 137
militares, transportada em cinco caminhões, sob o comando do major João Nunes,
com destino ao reforço do policiamento do interior de Pernambuco. Os revoltosos
tenentistas tiveram o ardil de posicionar um cobiçado chapéu na estrada para
servir de isca, despertando a curiosidade dos militares viajantes, que pararam
o comboio de veículos para apanhá-lo. Surpreendidos com intensa fuzilaria dos
revoltosos da Coluna Prestes, o comboio militar ainda esboçou uma valente
resistência na tentativa de desalojar os atacantes posicionados nas cabeceiras
dos serrotes. Sem êxito, tombaram mortalmente oito vítimas fatais, enquanto os
demais buscavam sobreviver trocando tiros em campo aberto. Nesta fatídica
emboscada, morreram os soldados Isidio José de Oliveira, Castor Pereira da
Costa, Ercias Petronilo Fonseca, Manoel Bernardino Fonseca, José Sebastião
Bezerra, Pedro Cosme Alexandrino, Antônio Cassemiro Ferreira e Luiz José Lima
Mendes, que foram sepultados no local do combate pelos companheiros de farda,
enquanto os vitoriosos atacantes comandando pelos tenentes João Alberto,
Siqueira Campos e Cordeiro de Farias, seguiam o rumo revolucionário após
incendiar quatro caminhões e recolher os despojos, armas e munições das
vítimas. Na década de 60 do século passado, por iniciativa de um oficial
pernambucano, foi construído este monumento fúnebre que demarca e homenageia os
soldados martirizados. E recentemente foi restaurado pelos militares do
Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI), corporação da
Polícia Militar de Pernambuco, com sede na cidade de Custódia (PE).
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
CONHEÇA A CANGACEIRA SILA NO LIVRO "SILA DO CANGAÇO... ... AO ESTRELADO.
Da escritora Elane Marques
ERONIDES CARVALHO FILHO DO ANTONIO CAIXEIRO.
Colorizada pelo professor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio
DONA CABOCLA FAZIA COMIDA PARA O BANDO DE LAMPIÃO
Vídeo do acervo do cineasra Aderbal Nogueira

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