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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Resgate de fotografias "2"


         O C.S.I Bahia tem um novo agente especial que está revirando os baús e pastas das antigas redações de jornais daquele Estado. Vocês já o conhecem é o Rubens Antonio. Que nos traz mais uma canja do material que está sendo escaneado e postado nas comunidades do Orkut Lampião, Grande Rei do Cangaço e Cangaço, Discussão Técnica.

 Uma bela cabrocha

             Essa é SEBASTIANA, que viveu com o cangaceiro Moita Brava, após o mesmo, ser sido traído por Lili. Assim aparece no "A Tarde" de 7 de dezembro de 1938.

 O ex cangaceiro Bezouro

 Flagrante das entregas, Novembro de 1938.

           
          Chegam de Jeremoabo os cangaceiros entregues... alguns já em trajes civis... outros ainda "cangaceirados"... nesta foto ordem aleatória encontra-se: Zé Sereno, Criança, Balão, Jurity, Novo Tempo, Pernambucano, Laranjeira, Candeeiro, Ponto Fino, Quina-quina, Marinheiro, Cacheado, Beija-Flor, Devoção, Borboleta, Chá Preto, Penedinho, Cuidado, Azulão.

 jornal "Estado da Bahia", de 08 de novembro de 1938

Quando Corisco se foi...

       Sargento Senna e Zé Rufino, após o sepultamento, prestam homenagem a Corisco tirando suas coberturas...


            Zé de Rufina ou Zé Rufino à direita... Pelo que percebi, nas fotos, nessa carreira do cangaço, quando ele já estava mais avançado perto de 1940, usava chapéu, não quepe. Quepe... parece que só usava em fotos mais "oficiais", ao lado de superior(es)... e o chapéu ficava para o trabalho de volante em campo.
             Mas o que me impressionou e comoveu, de verdade, nesta foto, é o ponto do inimigo-bandido que pode ser também respeitado. Inclusive, conforme depoimento do próprio Zé Rufino, quando um soldado ofendeu a já derrubada Dadá, recebeu a devida bronca e foi afastado as proximidades da mesma.
            É uma sepultura providenciada pelos próprios militares, logo após a morte do já então ex-cangaceiro, apenas um foragido. Observe-se o arranjo floral e a cruz...

            Pena que os médicos de Salvador estragaram esse evento, impondo aos militares a inumação do cangaceiro e a sua decaptação.. além da retirada de um braço.

Zé Rufino, aspirante, 1938
Dadá ferida

Dadá, na chegada a Salvador.

Abraços 
Rubens Antonio 

Trasladado do Blog "Lampião Aceso"

Um comentário:

  1. Aderbal Nogueira18:10:00

    Simplesmente brilhante. Aderbal Nogueira

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