Por Luiz Ferraz Filho
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domingo, 9 de junho de 2024
O ATAQUE DE SINHÔ PEREIRA AS FAZENDAS PIRANHAS E UMBURANAS,DOS CARVALHOS.
O FOGO DO COITÉ
Por Geziel Moura
24 de novembro de 2017
NOVA ORDEM DO CANGAÇO Por Raul Meneleu Mascarenhas
Por Raul Meneleu Mascarenhas
No Estado de Sergipe. em fevereiro de 1934, atacou operários e paralisou a construção da estrada. As autoridades governamentais nunca levaram em conta as ameaças de Lampião, e a partir de 1930 intensificaram os projetos de abertura do sertão ao "progresso". No dia 9 de junho de 1935, por ocasião de uma reunião organizada em Águas Vermelhas, na fronteira de Pernambuco. Carlos de Lima Cavalcanti, governador desse Estado, e Osman Loureiro, governador de Alagoas propuseram um plano de construção de estradas e vias férreas nas zonas do sertão afetadas pelo cangaço.
Elas deviam cortar sistematicamente em diversos eixos as regiões mais freqüentadas por Lampião e facilitar o transporte das Forças Volantes por caminhão, enquanto os cangaceiros se deslocavam quase sempre a pé. Os canais e as vias fluviais também deveriam ser controlados, pois permitiam o envio de armas aos cangaceiros. Lampião sabia que as conquistas tecnológicas com as quais as Forças Volantes tinham sido municiadas e a penetração das vias de comunicação através do sertão poderiam anunciar seu fim próximo e pôr em perigo sua autoridade na região (Informações extraídas das obras de Frederico Pernambucano de Mello, op. rir., 1985, e Quengo: !Amplio?, 1993).
Blog Caiçara do Rio dos Ventos
FIGURA POPULAR DE MOSSORÓ SE FOI PARA A CASA DO SENHOR!
Por José Mendes Pereira
POSSÍVEL ORDEM.
Acervo Joaozin Joaaozinn
A fotografia,
para a história ao todo, é um importante material que complementa ou comprova o
fato apresentado ou pesquisado. Classificadas em conhecidas, raras ou inéditas,
os registros da história cangaceira têm também o seu papel de suma importância,
trazendo ricas informações sobre algum ato.
Entretanto, o
mais dificultoso, no meu ponto de vista, é a questão da identificação do
personagem fotografado, por diversos motivos: qualidade da foto, estado do
registrado, vestimenta, apetrechos, rosto, corpo... . Um belo exemplo é esse
registro de novembro de 1938, ocasião das entregas dos cangaceiros para as
forças baianas, do acervo do pesquisador Rubens Antônio. Nela, apresenta o
codinome dos cangaceiros, mas não a ordem em que eles estão. Nesse modelo, em arriscada
comparação de fotos e aparência, tentei organizar a possível ordem dos
bandoleiros aqui presentes.
• 𝗔𝗚𝗔𝗖𝗛𝗔𝗗𝗢𝗦
(da direita para a esquerda):
Novo Tempo
(?), Borboleta, Jurity, Balão (?), Azulão (?), Cuidado, Quina-Quina (?) e Mané
Pernambuco (?).
• 𝗘𝗠
𝗣𝗘’
(da direita para a esquerda):
Chá Preto,
Devoção, Xexéu, Laranjeira, Penedinho (?), Beija Flor(?), Zé Sereno (?),
Cacheado (?), Ponto Fino (?), Marinheiro (?) e Criança (?).
Vale ressaltar
que essa ordem vem do meu ponto de vista e possivelmente terá erros nessa
identificação; ou seja, não estou afirmando que realmente seja assim que os
cangaceiros estão colocados, e sim um palpite meu, um palpite bem arriscado.
Outra questão é a presença de algumas alcunhas e a falta de outros que acaba
deixando dificultoso e ao mesmo tempo interessante a iconografia, no caso de
Penedinho e Xexéu; Penedinho participou mesmo das fotografias junto com outros
companheiros nas entregas? Por que Xexéu não apareceu na legenda da informação
original?
𝐶𝑅𝐸́𝐷𝐼𝑇𝑂𝑆:
𝑅𝑢𝑏𝑒𝑛𝑠
𝐴𝑛𝑡𝑜̂𝑛𝑖𝑜.
.𝑪𝑨𝑵𝑮𝑨Ç𝑶
𝑩𝑹𝑨𝑺𝑰𝑳𝑬𝑰𝑹𝑶.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2450878331787763%2C2450526471822949%2C2449222395286690%2C2448758925333037%2C2448396632035933¬if_id=1717536922020889¬if_t=group_highlights&ref=notif
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sábado, 8 de junho de 2024
AGLAE LIMA DE OLIVEIRA - ESCRITORA DO TEMA CANGAÇO
Por Beto Rueda
Aglae Lima de
Oliveira, pesquisadora e escritora, nasceu no dia 02 de junho de 1925 na cidade
de Cabrobó, sertão do São Francisco, Pernambuco.
Apaixonada
pelo fenômeno cangaço, a relação com o tema veio desde muito cedo. Sua mãe
Adriana, foi professora primária na região e conheceu pessoalmente Lampião
quando ele invadiu a cidade de Cabrobó com mais de cem homens. Um acontecimento
chamou a atenção: Na Escola, a professora Adriana perfilou os seus alunos para
cumprimentarem o ilustre visitante, fato que causou admiração no chefe dos
cangaceiros.
Aglae estudou
por mais de vinte anos sobre o assunto e realizou dezenas de entrevistas com ex
cangaceiros, padres, coiteiros e pessoas ligadas a eles.
Empolgou o
país respondendo sobre a vida de Lampião no programa "O Céu é o
Limite", apresentado por J. Silvestre na extinta Rede Tupi de Televisão,
no final dos anos 60.
Escreveu o
livro Lampião, Cangaço e Nordeste, baseado na sua tese de doutorado. Lançado no
início de 1970, foi um fenômeno de vendas: Devido ao grande sucesso, a primeira
edição esgotou-se em apenas 15 dias. Diante da grande repercussão, mais duas
edições foram lançadas no mesmo ano.
Este livro,
que influenciou muitos pesquisadores, busca as causas e as origens sociais e é
centrado na figura de Lampião, sua biografia e o caminho para o banditismo, sua
ascensão como cangaceiro e a sua morte.
Em vida, ela
ainda lançou mais dois livros, Adriana: Vida de uma Professora no Estado de
Pernambuco no tempo de Lampião, de 1967 e De Pote Esteira Chita e Candeeiro, de
1977.
Aglae Lima de
Oliveira, grande referência no estudo do tema cangaço, faleceu de câncer na
cidade de Recife aos 59 anos, na manhã de uma segunda-feira, dia 04 de junho de
1984.
REFERÊNCIAS:
GRUSPAN-JASMIN,
Élise. Lampião, senhor do sertão: vidas e mortes de um cangaceiro. São Paulo:
Edusp, 2016.
RESPONDEU
sôbre Lampeão e publicou livro de sucesso. 𝐃𝐢𝐚𝐫𝐢𝐨
𝐝𝐞
𝐏𝐞𝐫𝐧𝐚𝐦𝐛𝐮𝐜𝐨,
Recife, ano 146, n. 295. p. 3, 17 dez. 1970. (1°Caderno).
ADEUS à
professorinha. 𝐃𝐢𝐚𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞
𝐏𝐞𝐫𝐧𝐚𝐦𝐛𝐮𝐜𝐨,
Recife, ano 159, n. 151. p. 7, 5 jun. 1984.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/
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NÃO HÁ REGISTRO QUE ELE TENHA SIDO MILITAR !
Por Resenha do Cangaço - Lemuel Rodrigues
Jararaca no exército
e lutando contra o movimento tenentista em 1924 em São Paulo? Não há registros.
"Um balde de água fria" em alguns trabalhos sobre Jararaca, segundo o
condutor do programa.
Cid Augusto apresenta dados surpreendestes que confrontam as principais informações acerca da vida do cangaceiro Jararaca.
https://www.youtube.com/watch?v=qdeRrM4R6DE&ab_channel=ResenhadoCanga%C3%A7o-LemuelRodrigues
Assista a entrevista completa:
• Cid Augusto - Resenha do Cangaço - Ep...
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NA GLOBO...
Por Robério Santos
Na @tvglobo analisando os bornais de @tassiosereno para a
série Guerreiros do Sol. Para quem perguntou, eu fui consultor histórico na
produção ao lado de Frederico Pernambucano de Mello. Obrigado a todos que
estiveram comigo, como @tassiosereno @gibaodecor @fabio_ator_al
@poetamoreiradeacopiara @nininhonininho @genilsonsantosdecunha
@ronaldguimaraesart @evaldo.arte.sao @louroteles e @jaedsonbahia2 Vocês são
incríveis.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=10161384369672840&set=gm.2215674155443550&idorvanity=893614680982844
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DONA ZABÉ DA LOCA, A MULHER QUE MORAVA EM UMA LOCA DE PEDRA NA PARAÍBA. SEU ÚNICO CONFORTO ERA A MELODIA DE SUA FLAUTA DE PÍFANO.
Acervo do Guilherme Machado
O Projeto de Lei 359/2023, proposto pelo deputado estadual Michel Henrique, foi aprovado por unanimidade na Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba. A iniciativa reconhece como patrimônio histórico-cultural, turístico e imaterial do estado o “Terreiro Zabé da Loca”, no Município de Monteiro.
A história por
trás do Terreiro está intrinsecamente ligada à vida de Isabel Marques da Silva,
popularmente conhecida como Zabé da Loca. Esta notável artista, aclamada
internacionalmente por sua habilidade no pífano, tornou-se uma das figuras mais
emblemáticas da cultura nordestina. Sua trajetória em Monteiro começou quando
se mudou para a cidade ainda jovem, casando-se e iniciando uma família.
Entretanto, a adversidade surgiu em 1966, ano em que perdeu o marido e sua
casa, que desabou. Foi nesta fase difícil que Zabé e sua família encontraram
refúgio em uma loca – caverna regional – na Serra do Tungão, originando seu
icônico apelido.
Sua arte
ganhou reconhecimento ao longo dos anos, com destaque em 2009, quando, aos 85
anos, foi premiada como Revelação da Música Popular Brasileira. Também brilhou
no Festival de Brincantes em Recife em 2003, gravou seu primeiro CD aos 79 anos
e fez performances em Brasília, inclusive ao lado do renomado músico Carlos
Malta.
“Entretanto,
apesar de sua fama, Zabé manteve sua autenticidade e simplicidade,
características marcantes de uma mulher que, mesmo diante de inúmeros desafios,
nunca abandonou suas raízes nordestinas. Infelizmente, em 05 de agosto de 2017,
Zabé faleceu em decorrência de causas naturais, em sua residência na Zona Rural
de Monteiro”, pontuou o deputado ao relatar justificar o projeto.
Hoje, o
Terreiro Zabé da Loca é mais do que um simples ponto turístico da Paraíba. Ele
é a memória viva de uma grande mulher, compreendendo a loca onde viveu, um
museu e um pátio gastronômico. A região atrai inúmeros turistas ao longo do
ano, ansiosos por imergir na rica história e legado deixados por Zabé da Loca.
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TOCANDO EM FRENTE - JOÃO MOSSORÓ
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CANGACEIRA DULCE NO LIVRO TERRA DE BRAVA GENTE
Por João de Sousa Lima
O Livro Terra de Brava Gente narra a história da cangaceira Dulce. O autor João de Sousa Lima reencontrou em Paulo Afonso a dona Maria Cicera, irmã de Dulce e que há mais de 60 anos não se viam, o historiador fez o encontro das duas e por essa ação acabou sendo privilegiado com uma entrevista com Dulce, pois ela não dava entrevistas.
Para adquirir a obra: João de Sousa Lima 75-988074138 ou joaoarquivo44@bol.com.br











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