Descendente de Nazaré do Pico - em Floresta do Navio. Homenagem a Azaias Ferraz Nogueira, - Volante de Pernambuco.
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Por Kydelmir Dantas
LAMPIÃO e CORISCO em fotos do bando comandado pelo Capitão. 1 - Em Sergipe (acervo de Ivanildo Silveira); 2 - Em Ribeira do Pombal-BA (1928),
fonte: https://www.google.com.br/... Coincidentemente, Corisco
está em último lugar à direita nas duas fotos.
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Ex-cangaceiro
Barreira
Gazeta de
Alagoas, 7 de maio de 1982
Fonte – Paulo
Moreira
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Por Manoel Severo
Formada a Mesa houve a execução do Hino Nacional e apresentações de musicas sertanejas pela Banda da 1ª Cia. de Infantaria do Exército Brasileiro para em seguida ter a entrada oficial do Estandarte do Cariri Cangaço, ritual que tem marcado o inicio de cada edição, com Quirino Silva e Célia Maria.
1.Lúcia Maria de Souza Holanda “LUMA HOLANDA”
Entrega de Diploma por PROFESSOR PEREIRA
2. EDSON BARRETO
Entrega de Diploma por VALDIR NOGUEIRA
3.JAIR TAVARES
Entrega de Diploma por NARCISO DIAS
4.FLÁVIO MOTTA
Entrega de Diploma por EMMANUEL ARRUDA
5.Tenente Coronel RAIMUNDO MARINS
Entrega de Diploma por GERALDO FERRAZ
6.MARCUS VINICIUS RIBEIRO DE MORAES
Entrega de Diploma por JORGE FIGUEIREDO
7.BISMARCK OLIVEIRA
Entrega de Diploma por IVANILDO SILVEIRA
8. CARLOS ALBERTO DA SILVA
Entrega de Diploma por MANOEL BELARMINO
JANIO FERREIRA SOARES In Memoriam
Entrega de Comenda por JOÃO DE SOUSA LIMA
JOSE SABINO BASSETTI In Memoriam
Entrega de Comenda por ÂNGELO OSMIRO BARRETO
VOLDI MOURA RIBEIRO In Memoriam
Entrega de Comenda por LUIZ RUBEN BONFIM
Ao final o tradicional grupo folclórico "Os Cangaceiros de Paulo Afonso" realizaram apresentação aos convidados do Cariri Cangaço. “No dia 02 de fevereiro de 1956, o Grupo Os Cangaceiros de Paulo Afonso, fundado pelo escafandrista da CHESF, Guilherme Luiz dos Santos que passou a ser o Lampião; teve seus amigos ganhando os respectivos apelidos oriundos dos seguidores reais de Lampião: Zé Vieira passou a ser o “Corisco”, Francisco Joaquim era o “Salamanta”, Nelson Ferreira o “Zabelé” (sanfoneiro), Antonio era o “Cascavel” (Zabumbeiro), Tinino era o “Meia-Noite” (trianguista), Luiz era o “Cobra Verde”, Jaime o “Jararaca” Paulo da Ema o “Moita Braba”, José Duque o “Topa Tudo”, Bedé era o “Canário”, Mário Praxedes “Ângelo Roque”, Zé de Abílio o “Zé Baiano”, João Pescador o “Relâmpago”, Marcelino o “Luiz Pedro”, Damião o “Volta Seca”, Expedito o “Rouxinol”, Zé Vicente o “Gavião”, Joãozinho o “Pega no Grito”, Luizão era o Azulão”, Mané Criança o “Arvoredo”, além de Antônio de Graça e Zé Ribeiro, e assim perpetuam a historia do cangaço a partir da arte" ressalta João de Sousa Lima.
Redação Cariri Cangaço - Noite de Abertura
Cariri Cangaço Paulo Afonso, 24 de Março de 2022
https://cariricangaco.blogspot.com/2022/04/paulo-afonso-e-festa-de-abertura-do.html
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Conta Luiz Gonzaga
"Eu trabalhei mais de quinze anos nos circos de São Paulo, no Nordeste, em Minas. Eu fazia meu show no final da apresentação do Circo, era a segunda parte. O cachê não era grande coisa. Mas quantas vezes também eu perdoei a divisão dos benefícios... porque não dava, quando acabava o show, o dinheiro era tão pouco que eu ficava com pena e deixava tudo pro circo. E ainda dava pano de circo pra eles"
(Do livro A vida do viajante, de Dominique Dreyfuss)
http://hotsites.diariodepernambuco.com.br/2012/gonzaga/causos.shtml
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Por Cangaço em Foco.
Local do fuzilamento dos "Marcelino" cangaceiros do cariri cearense. CANAL CANGAÇO EM FOCO🤠🌵 Pesquisador: Getúlio Moura. Fundo musical : Portal do Cangaço (Dr Raiz)
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Conta Luiz Gonzaga
"Quando gravei a música (Asa branca), houve até uma brincadeira de mau
gosto. Canhoto, violonista do conjunto de Benedito Lacerda e que me acompanhava
desde a época do Mangue, pegou um chapéu e passou para colegas botarem
dinheiro, me imitando. Humberto, que estava na gravação, lhe disse:
- Por que é que você está fazendo isso?
- É porque isso é música de cego.
Humberto então
falou:
- Tome nota, isso aí vai ser um clássico"
(Do livro Gonzagão & Gonzaguinha, de Regina Echeverria).
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Clerisvaldo B. Chagas, 31 de março de 2022
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.683
Novamente
viemos bater na tecla de pontes em Santana. Na década de 60, o prefeito Adeildo
Nepomuceno Marques conseguiu uma ponte para o rio Ipanema, através do, então,
governador João Batista Tubino. Após estudos do melhor local, optaram pela
região do Comércio onde foi construída em 1969; contrariando a vontade do povo
que preferia a ponte sobre o rio, na região antigamente chamada Minuíno ou
região das olarias, antiga estrada para Olho d’Água das Flores, pelo Bairro São
Pedro. Com a ponte, a margem direita do Ipanema, antes desabitada, hoje é dona
dos bairros: Domingos Acácio, Paulo Ferreira, Santa Quitéria, Santo Antônio e
Isnaldo Bulhões. O que não faz uma ponte!
Passados os
mais de 30 anos, uma nova ponte no Minuíno é necessária. É necessária para
desenvolver diretamente os bairros São Pedro, Santa Quitéria, Isnaldo Bulhões e
Santo Antônio e no geral, auxiliar a mobilidade urbana e Santana do Ipanema.
Ver o exemplo acima. Além disso, o rio que atravessa toda à cidade Oeste-Leste,
necessita também uma outra ponte ligando diretamente a Avenida Castelo Branco –
Bairro São José – às imediações do Hospital da Cajarana. No mínimo, uma
passarela que evitaria cerca de 6 km de rodeio e aliviaria o trânsito pela
ponte do Comércio. Viadutos curtos e longos são necessários em regiões de
sufoco desta cidade ladeirosa. Temos que formar estruturas urbanas para hoje e
para o futuro. Não podemos ficar só no feijão com arroz. Muito já foi feito,
muito se tem a fazer.
Quando será
construído um anel viário no Maracanã? Aqui não existem críticas à gestão
municipal, porém, sugestões arrojadas para a realidade de Santana século XXI.
Uma faculdade de Medicina continua a ser o sonho da cereja do bolo, mas é tão
difícil assim? As aspirações santanenses por uma ponte no Minuíno – hoje com o
nome de Passagem Molhada – é uma aspiração legítima em que a verba federal
faria isso num piscar de olhos. Ali funcionavam as três olarias que ajudaram no
crescimento urbano: de Zé Cirilo, de Eduardo Rita e de Seu Piduca. Aliás aquela
parte da cidade bem que deveria ser chamada de Bairro Olarias, como no Rio de
Janeiro, justa homenagem à tradição e seus heróis.
Construir pontes é erguer ideais.
- Quer carona, meu bem?
- Quero não senhor, que eu to indo aqui pertinho.
Ela não tinha me reconhecido, tinha vista curta...
- Mas a senhora deve estar cansada, com esse calor, em um minuto a senhora chega.
- Não, não estou cansada não, que eu moro aqui pertinho.
- Tá mentindo, Sá Raimunda, daqui pro Araripe dá uns cinco quilômetros ainda!
Foi quando ela me reconheceu e falou:
- Ô 'meu zamor', me leve que eu tô morrendo de cansada!"
(Do livro A vida do viajante, de Dominique Dreyfuss)
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"Numa de sua viagens pelo Brasil, Gonzaguinha encontrou uma senhora nordestina, baixinha, que o abordou:
- Você não é o filho do Gonzagão?
E Gonzaguinha:
- Sou, sim, senhora!
- É filho do Gonzagão? - Reforçou ela.
- Sou eu mesmo.
- Dei muito pro teu pai!"
(Do livro Gonzagão & Gonzaguinha, de Regina Echeverria)
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Por José Mendes Pereira
Por Kennet Anderson e Isadora Morena
Brasil de Fato
| Natal (RN) |
Perseguições políticas e torturas por agentes do Estado em 64 só sobrevivem na mente de quem sofreu ou cometeu os crimes
No dia 28 de
agosto se comemora o aniversário de 40 anos da Lei de Anistia, promulgada em
plena ditadura militar após muita mobilização social. Mas pouca gente sabe do
que essa lei trata e como ela afetou o Rio Grande do Norte.
Desde o
primeiro dia do golpe militar brasileiro, em 1 de abril de 1964, o estado do RN
passou por importantes mudanças. O governo estadual de Aluísio Alves, no
primeiro momento, foi aliado do regime militar, fazendo uma política de
repressão alinhada com os ditames federais.
Segundo Juan
de Assis Almeida, advogado e membro da Comissão da Verdade da UFRN, “ocorreram
diversas intervenções em sindicatos, diretórios estudantis e repartições
públicas. Muito porque o RN era bem engajado com educação popular e educação
com direitos humanos, com as experiências de Paulo Freire, em Angicos (1961); e
com o ‘De Pé no Chão Também se Aprende a Ler’, idealizado pelo prefeito de
Natal na época, Djalma Maranhão, e pelo secretário de educação, Moacir Gomes”.
Ele afirma que
logo no início do golpe houve uma ação muito intensa de perseguição política
contra diversos setores do estado, principalmente os progressistas e da Igreja
Católica. Isso porque as atividades desenvolvidas por esses setores tinha “um
viés político de emancipação e educação que despertava a consciência de
classes, também mobilizavam muita classe estudantil local da época, como
secundaristas e universitários”.
Em 1964, as
perseguições no RN se concentravam mais na capital. O 16° Batalhão de
Infantaria (16 RI) era o principal local de prisões políticas, apesar de que
outros estabelecimentos também serviram, como o quartel geral da Polícia
Militar, Base Naval de Natal e a Base Aérea de Parnamirim, onde se registram as
principais violações de direitos humanos. Já no final da década de 60 para
início de 70 prisões foram registradas no interior, como o caso do estudante de
engenharia Queginaldo, que participava do Diretório Central dos Estudantes
(DCE) e era militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), preso em
Alexandria (Oeste Potiguar).
Juan explica
que na Comissão da Verdade da UFRN “a gente cataloga, em 64, diversas
violações, como tortura, privação de sono, prisões extrajudiciais”. Com essas
atitudes violentas e o grande número de prisões o governo conseguiu desmantelar
as organizações sociais e estudantis do estado. Até que entre 1967 e 68 começou
um engajamento bem intenso de pessoas em ações de resistência ao regime.
Segundo o
advogado,“O PCB local, como em todo Brasil, se desintegra em outros partidos,
como o Partido Comunista Revolucionário (PCR) e o Partido Comunista Brasileiro
Revolucionário (PCBR). E lideranças estudantis, principalmente dos cursos de
humanas (Direito, Sociologia e Serviço Social), tiveram uma participação mais
intensa, como Emanuel Bezerra dos Santos (oficialmente assassinado pelo
Regime)”. Esse maior engajamento leva esses militantes a partir para a luta
armada.
Anistia
A partir da
segunda metade da década de 70, nacionalmente se iniciou um processo de luta
pela Anistia. Após o Movimento Feminino pela Anistia e o Comitê Brasileiro da
Anistia, foram criados os comitês regionais e locais.
“O Comitê
estadual foi criado em abril de 1979, quando já existia 15 anos de ditadura, de
ausência de estado de direito”, explica a socióloga Maria Rizolete Fernades,
que era secretária do órgão. Ela coordenava o Comitê junto ao deputado estadual
Roberto Furtado e Sérgio Dieb, que se tornou vereador depois da abertura
política.
O modo de
operação desse Comitê era a realização de atos, audiências que mobilizassem a
opinião pública e, também, visitas aos presos políticos nos locais de detenção.
Segundo Juan, “o Comitê realizava, recorrentemente, audiências públicas, onde
se debatiam a luta por uma Lei da Anistia em que mobilizasse a soltura de
presos políticos, a reintegração de servidores públicos demitidos por
circunstâncias políticas e ideológicas e a responsabilização de agentes
públicos”.
Juan explica
que “nessa segunda onda de repressão o Rio Grande do Norte não foi palco de
prisões políticas. Maurício Anísio de Araújo foi um dos poucos presos políticos
aqui, que ficou na penitenciária da Zona Norte. Mas a maioria dos potiguares
eram presos em Pernambuco, unidade central do aparato da justiça militar”.
Rizolete nos
conta que o Comitê organizava viagens à Ilha de Itamaracá (PE) para visitar os
presos políticos potiguares. Ônibus eram alugados e uma comitiva viajava com
comidas para partilhar com os detentos. Essa era uma forma de fiscalizar o
estado da prisão e os proteger de retaliações. O dinheiro para essas viagens
era recolhido de pedágios feitos no RN.
O Comitê
exigia a Anistia, que, de maneira geral, pode ser compreendida como o “perdão
de crimes políticos”. Ela é irrevogável, coletiva e concedida pelo Estado. O
ato de anistia tem caráter radical pelo fato dela não apenas cessar a pena, mas
o fato considerado criminoso. No Brasil, lutava-se para que ela fosse geral,
ampla e irrestrita. Mas não foi o que aconteceu: a lei sancionada pelo Ditador
João Batista Figueiredo não incluiu aqueles considerados terroristas e incluiu
os militares torturadores.
De toda forma,
muitas pessoas foram abarcadas pela Lei de Anistia de 79, principalmente
servidores públicos que tinham saído de seus cargos por perseguição. Segundo
Juan “diversos professores universitários e servidores estaduais voltaram aos
seus antigos postos de trabalho, foi um movimento de readmissão e reintegração
do serviço público no Rio Grande do Norte, uma volta do status quo de
muito perseguidos políticos.”
Falta de
memória local
O advogado
Juan conta que durante a investigação da Comissão da Verdade da UFRN, “a gente
enfrentou diversas dificuldades, sobretudo de pesquisa documental, pois o
estado do Rio Grande do Norte não preserva bem os seus acervos de direitos
humanos. A gente procurou num arquivo público do estado, em arquivos públicos
em condições muito precárias da própria universidade. Constatamos sumiços de
diversos acervos importantes, como no caso da Assessoria de Segurança e
Informações, um órgão de repressão que funcionava dentro da universidade”.
Ele afirma que
“a gente tem uma lacuna, de arquivos parcialmente destruídos e sem uma
localização precisa. A memória sobre esse período ainda precisa ser muito bem
elaborada, muito bem construída.” Esse processo de apagamento, segundo ele,
serviu muito para as elites locais, porque a ditadura teve apoio delas.
Após todo
relatório da Comissão, foi feito dez recomendações à universidade e aos poderes
do estado, de medidas que visassem aprofundar ações de memória e verdade. Uma
delas foi a criação de memoriais, em que a cidade pudesse ter consciência que
houve ditadura e violações de direitos humanos aqui. Juan afirma que “nós temos
diversas repartições militares que foram centros clandestinos de tortura, então
isso passa muito despercebido aos ouvidos da população”.
Entretanto, os
órgãos públicos ainda não acataram as recomendações da Comissão, o que é visto
pelo advogado como “um projeto de esquecimento do que aconteceu naquele período
e que ainda está muito presente.” Para ele, esse “apagamento” é ainda mais
reafirmado com os posicionamentos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) a favor de
ex-torturadores e da própria Ditadura.
“A pauta do
direito a memória, da reparação e da verdade, é algo que se foi definido como
um projeto constituinte de país. Lá em 1987-1988, os deputados constituintes
entenderam que o Estado brasileiro praticou crimes contra seus cidadãos. Esse
projeto que Bolsonaro está encampando é contradizer o que a própria
Constituição consagrou como projeto de país: que reconhece o que aconteceu no
passado, repara seus cidadãos e tenta construir um novo presente”.
Edição: Marcos
Barbosa
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Lampião em Serrinha do Catimbau, narra a investida de Lampião e seu bando a Serrinha do Catimbau, na época um distrito pertencente a Garanhuns e, hoje município de Paranatama. O livro traz fatos novos sobre o episódio no qual Maria Bonita foi alvejada com um tiro na região glútea, obrigando Lampião e seu bando saírem em retirada.
- Apresento ao público uma dedicada e extensa pesquisa, onde trago à tona a rota de fuga do bando, após o fogo de Serrinha, o local em que Maria do Capitão ficou em tratamento, bem como seu algoz e seu anjo da guarda, o homem que tratou de Maria Bonita durante quarenta dias, então, nada melhor que um livro que fala tanto sobre a célebre pauloafonsina, ter o seu primeiro lançamento justamente em sua terra." - Disse o pesquisador Junior Almeida.
Brevemente a obra será lançada na cidade de Paranatama e possivelmente em outros municípios da nossa região.
Junior Almeida e escritor, autor dos livros: "A Volta do Rei do Cangaço"; “Lampião, o Cangaço e outros fatos no Agreste Pernambucano” e “Capoeiras, Pessoas, Histórias e Causos’. Ele reside na cidade de Capoeiras - PE, onde é comerciante.
https://blogcapoeiras.blogspot.com/2022/03/escritor-capoeirense-junior-almeida.html?fbclid=IwAR0oY6NV0qs5cB4FfyXVwYxTU25VYpgAKQXwQ6QD1hphg1T9Dyc2Yb-3aWo
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