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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Lampião e outras histórias - Costumes, usos e fatos interessantes da época do cangaço

Por Doizinho Quental 

 

Os  cangaceiros,  por   não    terem   constantemente  a oportunidade de fazer asseio, derramavam perfume Eucanol em si, para tirar aquela inhaca de suor e banhavam os seus cavalos com a loção Royal.

- As marcas de cigarros da época eram: Boa ideia, Iolanda e Caxias.

- Lampião lia o jornal Globo e a revista O Cruzeiro.

- A dança era o xaxado. 

- As roupas eram de mescla e alvorada. As calças normalmente de algodão riscado de brim, chapéu de couro e lenços vermelhos amarrados no pescoço.

- No ano de 1929, na cidade de Capela SE, Lampião foi presenteado com uma bíblia sagrada de autoria de Giovani Papini, por Jacsom Alves de Carvalho. Esta bíblia foi encontrada em uma gruta  do Raso da Catarina, depois de acirrado tiroteio com uma volante policial.

- Certa vez alguém solicitou uma arma emprestada ao cangaceiro Quixabera e ele respondeu: - cumpade Zé, arma de fôgo, otomove e muié, são treis objeto qui nunca o freguês deve imprestá!,

- As cangaceiras tão logo entravam no bando trocavam as suas vestimentas por saias grossas de mescla azul, com mangas compridas. As mulheres não podiam vestir calças compridas, para Lampião isto era um desaforo muito grande, nunca tolerou; mulher tinha que ser muito feminina.

- Com tática de luta, Lampião, sempre que algum cangaceiro morria, colocava o seu nome em outro iniciante do cangaço, para dar a entender às volantes que o seu bando continuava numeroso. Por esta razão existiram muitos Canários, Cobras Verdes, Meias - Noites, Jararacas e Zabelês.

- Fogueira era um dos cangaceiros mais instruídos, sabia ler e escrever. 

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